O modelo tradicional de câmbio, ancorado na rede SWIFT e em processos manuais burocráticos, está sendo superado por infraestruturas financeiras nativas em ativos digitais que utilizam stablecoins como mecanismo principal de transferência. No Brasil, essa migração é impulsionada pela busca de liquidação em tempo real, sendo potencializada por uma camada de serviços inteligentes que otimiza a gestão de dados; nesse contexto, dados da KPMG indicam que 91% das companhias já utilizam essas tecnologias em atividades financeiras e muitos relatam melhora na qualidade de suas decisões estratégicas.
Nesse cenário de transformação, a Aurex se consolidou como a primeira fintech AI-first e stablecoin-native do mercado brasileiro. A empresa utiliza sua plataforma proprietária para aplicar o conceito de Agentic FX, um modelo que utiliza agentes de inteligência artificial para interpretar dados financeiros complexos e executar estratégias de câmbio em tempo real, alinhadas à política financeira de cada organização.
“Empresas que operam globalmente precisam de uma infraestrutura financeira mais inteligente, capaz de acompanhar a velocidade dos negócios e oferecer mais previsibilidade para o caixa”, analisa o CEO e cofundador da Aurex, Felipe Sabino.
A fintech, que movimentou mais de R$100 milhões apenas em 2025 e atingiu o breakeven no primeiro ano de operação, utiliza essa camada tecnológica para simplificar a estrutura tradicional de câmbio e liberar equipes humanas de tarefas repetitivas.
A automação das decisões ganha escala através da arquitetura nativa em stablecoins da plataforma, que funciona como mecanismo de transferência para liquidar valores em tempo real. Na prática, o processo de conversão e envio de valores para o exterior passa a funcionar com agilidade semelhante ao Pix, eliminando os prazos de liquidação de até dois dias do sistema tradicional.
Essa proposta é também acompanhada pelo Agentic Backoffice, solução utilizada pela Aurex para automatizar o compliance e garantir o enquadramento regulatório imediato para cada região. “Organizações que incorporam governança desde a concepção de seus projetos estão mais preparadas para responder às exigências do mercado e aproveitar oportunidades de crescimento de forma sustentável”, enfatiza o CEO da Aurex.
A expectativa para os próximos anos é que os agentes de IA avancem na antecipação de necessidades de caixa em múltiplas moedas. Sabino ainda diz que a tecnologia não deve substituir a estratégia financeira, mas sim aumentar a capacidade das empresas de administrar recursos com agilidade e precisão das organizações.
Sobre a Aurex:
Fundada em 2025 por Felipe Sabino, Lisandra Pereira e Henrique Saavedra, a Aurex é uma fintech AI-first especializada em soluções de câmbio corporativo para multinacionais na América Latina. A empresa combina inteligência artificial e ativos digitais, incluindo stablecoins nativas para automatizar decisões de câmbio, simplificar o compliance regulatório em múltiplas jurisdições e tornar pagamentos transfronteiriços mais rápidos, seguros e eficientes. Em menos de um ano de operação, a companhia já atingiu o breakeven, movimentando R$100 milhões em 2025, com clientes corporativos no Brasil, México, Europa e Estados Unidos.

