Com uma trajetória marcada pela inovação e pelo desenvolvimento de soluções digitais voltadas à experiência do usuário, a Hypervisual completa três décadas de atuação em 2026. Como parte das iniciativas que celebram esse marco, a empresa amplia a área de desenvolvimento front-end e passa a oferecer serviços de software web e mobile de forma estruturada, unindo a experiência acumulada ao longo de 30 anos às novas demandas do mercado.
“Teremos mais capacidade de melhorar os resultados que as empresas atingem e, portanto, melhorar a percepção de valor, os ganhos dessas empresas e a competitividade dos produtos”, destaca Rubem Pechansky, sócio e diretor de Tecnologia e Design da Hypervisual.
Na área de front-end, a Hypervisual já desenvolveu novas tecnologias, produtos próprios, jogos promocionais e projetos de código aberto e freeware, com ênfase na interface de usuário. Entre as soluções criadas estão 32 Cards, Blockworks, Hypervisual Century, HelpMaker, 5-Star Mahjongg, WinBinder e NeoFront, sendo diversos deles desenvolvidos para o mercado internacional.
A decisão de expandir a atuação decorre de um aumento da demanda, impulsionado pelo uso da inteligência artificial, que promove uma nova junção entre as áreas de design, UX e software.
A busca por acompanhar o mercado é uma constante na trajetória da empresa. “Estamos sempre nos reinventando, porque já passamos por muitas fases. São 30 anos de acompanhamento de tecnologia em que tudo mudou. E continuamos aqui, o que é um sinal de que estamos agindo corretamente. Os fundamentos não mudaram, nem os princípios com os quais trabalhamos, como consistência e facilidade de uso”, comemora.
Nesse período, a Hypervisual já desenvolveu mais de 400 projetos para mais de 270 marcas. Os projetos têm como objetivo compreender o usuário, avaliar o contexto de uso e identificar onde a tecnologia deixa de ser solução para se tornar problema, transformando sistemas complexos em experiências mais simples e eficientes.
Entre os clientes atendidos na área de software encontram-se empresas e instituições como Captivads (EUA), Genius, Gradiente, Kenta, Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), Qualitor, Quantum Axcess (EUA), Sky Informática, ThyssenKrupp, Triunfo Concepa, Web Continental e Xara (Reino Unido).
Desenvolvimento front-end precisa melhorar no Brasil
Para o usuário, a interface é o próprio sistema, já que ele não enxerga o que há por trás, aponta Pechansky. Nesse sentido, os melhores produtos são aqueles que têm a usabilidade mais bem resolvida e a experiência mais aperfeiçoada para o usuário.
Na visão do diretor, a área de desenvolvimento front-end precisa melhorar no Brasil, seguindo práticas já adotadas mundialmente. Embora as empresas invistam em funcionalidades, muitas vezes acabam deixando de lado o relacionamento do usuário com o sistema. Para ele, o software e o design não podem mais ser dissociados – o design não deve ser visto apenas como ferramenta para “embelezar” a interface.
Pechansky observa também uma carência de profissionais com conhecimento aprofundado em design e experiência do usuário nos times de desenvolvimento. O processo ainda é verticalizado no chamado full-stack.
Nesta nova fase da Hypervisual, o foco está justamente em mudar a realidade do desenvolvimento nas empresas, evitando que o usuário “brigue” com a aplicação ou recorra constantemente ao suporte. Para isso, coloca sua expertise à disposição de empresas que reconhecem que seu produto pode e precisa melhorar, sobretudo quando já está ultrapassado ou acumula reclamações.
Os serviços oferecidos incluem componentes web, bibliotecas e documentação em arquitetura de front-end, além de programação paramétrica e escalável com uso de inteligência artificial, com destaque para consultorias.
A IA pode acelerar a produção de empresas quando aplicada de forma estratégica, ressalta Pechansky. O seu avanço impõe novos desafios e está mudando rapidamente o mercado, levando a Hypervisual a colocar em prática, mais uma vez, uma de suas principais características: a capacidade de se reinventar. Para o diretor, este é apenas o início, e aqueles profissionais e empresas que conseguirem dominar as competências necessárias poderão obter bons resultados e até crescer.
“Já temos muita experiência, são centenas de projetos já realizados, e temos décadas de maturidade para repassar esse conteúdo e trazer informação para quem está entrando agora, com capacitação dentro ou fora das empresas”, pontua.
Sobre a Hypervisual
A Hypervisual é uma das empresas pioneiras no Brasil em experiência do usuário. Com sede em Porto Alegre, atua como elo entre a competência técnica e a realidade de quem utiliza sistemas no dia a dia.

