
Um Estado inteligente não se define pela aparência de modernidade, mas por sua capacidade de compreender problemas, coordenar respostas, usar dados com responsabilidade, incorporar inovação e gerar valor público de forma consistente. Estes tópicos estão no centro do livro “O Estado Inteligente – Por que Digitalizar não Basta”, de autoria de Téo Foresti Girardi, especialista e doutora em Design e Tecnologias e head do GovTech Summit, que terá seu lançamento no dia 2 de junho, às 12h, no Centro de Eventos da PUCRS, durante o primeiro dia do GovTech Summit 2026, que se estenderá até o dia 3 de junho.
A obra, publicada pela EdiPUCRS, propõe uma reflexão sobre inovação pública e o seu direcionamento para o que realmente importa: a construção de capacidade estatal. Ao reposicionar o debate sobre a transformação do Estado, Téo Girardi mostra que governos inteligentes não são apenas mais digitais, mas mais preparados para decidir com responsabilidade, agir com consistência e responder melhor à sociedade. Em um momento de profundas mudanças tecnológicas, institucionais e sociais, o livro oferece uma reflexão crítica e uma visão propositiva sobre o futuro da ação pública.
O Estado Inteligente – Por que Digitalizar não Basta apresenta uma convicção central: o futuro do setor público depende menos da tecnologia em si e mais da capacidade de reinventar o Estado. “Governos inteligentes não são apenas digitalizados. São governos que aprendem, se adaptam, articulam ecossistemas, contratam melhor, lideram mudanças e servem melhor às pessoas”, destaca a autora. O Estado Inteligente é uma obra sobre o futuro da gestão pública e sobre as escolhas institucionais que definirão a qualidade da vida coletiva nas próximas décadas.

