Falar sobre o futuro do varejo alimentar na Superminas 2026, de 27 a 29 de outubro no Expominas, exige um olhar muito além das gôndolas. Hoje, o verdadeiro gargalo dos supermercados passa pela engenharia invisível da operação: a gestão do dinheiro em espécie e a inteligência de segurança. O Grupo Protege leva para o evento soluções que resolvem o atrito entre o dinheiro em espécie e o digital, e que transformam câmeras de vigilância em fontes de dados para a loja.
“Trouxemos para a Superminas nosso ecossistema de segurança para ajudar o varejista na prevenção de perdas e proteção patrimonial. Com base em um diagnóstico de riscos sob medida, entregamos monitoramento em tempo real que reduz vulnerabilidades operacionais e dá tranquilidade para o empresário focar no crescimento do seu negócio”, explica o Diretor Comercial do Grupo Protege, Rodrigo Marchini.
Não é por acaso que a eficiência operacional virou questão de sobrevivência para o segmento. Segundo a 9ª Pesquisa de Perdas no Varejo Brasileiro, divulgada em agosto de 2026 pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), em parceria com a Protiviti, as perdas com a gestão de numerário (dinheiro falso, furto e roubo) tiveram participação de 19,59% nas perdas financeiras do varejo, atrás somente das perdas geradas pelo cartão de crédito, com 28,79%, mas à frente de cartão de débito (18,24%), Pix (11,77%) e outros meios de pagamento (11,59%).
Há estudos também que apontam que as perdas no manuseio e transporte de dinheiro representam entre 0,3% e 0,7% do faturamento anual do varejo. Em uma empresa que fatura R$ 1 bilhão por ano, isso pode significar até R$ 7 milhões em prejuízo.
A ponte entre o caixa e o digital
Segundo a pesquisa da Febraban sobre Tecnologia Bancária 2026, divulgada em junho deste ano, até 30% das vendas em supermercados, farmácias e postos ainda são pagas em espécie. Manusear dinheiro vivo ainda traz um peso logístico e de segurança enorme para os supermercadistas, ao mesmo tempo em que as plataformas digitais correm em uma pista separada. Para fechar essa lacuna, a empresa apresenta no evento o Protege Cash, ecossistema desenhado para aproximar o físico do digital. São quatro soluções:
- Cofre Inteligente Protege One: assume a custódia e o tratamento do numerário, fazendo a validação e contagem automáticas para desafogar o caixa.
- Maquininha e Caixa Eletrônico: a maquininha amarra as vendas diretamente ao sistema, enquanto o terminal de autoatendimento expande os serviços financeiros ali mesmo, na loja.
- Conta Digital Protege Cash: atua como o eixo central da operação, centralizando a movimentação e os depósitos.
Com isso, o gestor do supermercado elimina o tempo perdido e o risco entre o momento em que o cliente paga e o dinheiro estar de fato consolidado no caixa.
Quando a segurança vira dado
Outro eixo que ganha peso no debate do setor é o uso da tecnologia de segurança eletrônica, que deixa de ser apenas uma ferramenta passiva para virar inteligência de gestão. Por meio de uma Torre de Segurança e demonstrações em vídeo no estande, a marca irá expor recursos já aplicados ao cotidiano das lojas:
- Leitura automática de placas (LPR): captura e cataloga o fluxo de veículos na área externa.
- Mapa de calor: mapeia pontos quentes e o fluxo de clientes em áreas sensíveis, como postos de combustíveis e eletropostos.
- Linhas virtuais: estabelece cercas eletrônicas para disparar alertas preventivos, principalmente com a loja fechada.
- CFTV analítico: monitora ocorrências em tempo real para blindar o estabelecimento contra perdas.
O monitoramento se tornou um termômetro do comportamento da loja, otimizando a vigilância sem inflar a equipe de segurança. Ao otimizar a vigilância e automatizar a gestão do numerário, o varejo alimentar ganha o que há de mais valioso na operação: previsibilidade para crescer sem inflar custos.
Serviço
- Evento: Superminas 2026
- Data: 27 a 29 de outubro de 2026
- Local: Expominas – Belo Horizonte/MG
- Estande do Grupo Protege: 05
Sobre o Grupo Protege
Fundado em 1971, com cerca de 12 mil colaboradores e presença em todas as regiões do país, o Grupo Protege atua de forma diversificada e integrada nos segmentos de logística, processamento e custódia de valores, serviços aeroportuários, segurança patrimonial e eletrônica, serviços financeiros para empresas, além da formação de profissionais e da terceirização de mão de obra especializada para atividades relacionadas à segurança. O Grupo Protege é formado por sete empresas: Protege, Provig, Proair, Protege Serviços Especiais, Protege Portaria do Futuro, Protege Cargo e Protege Cash.

