Ao utilizar este site, você concorda com a nossa política de privacidade e termos de uso.
Aceitar
starten.techstarten.techstarten.tech
Redimensionador de fontesAa
  • hubs
  • notícias
  • oportunidades
  • carreira
  • colunistas
  • artigos
  • pt
    • pt
    • en
Leitura: Eleições 2026: uso de deepfakes em golpes exige atenção redobrada do eleitor
compartilhar
Redimensionador de fontesAa
starten.techstarten.tech
  • hubs
  • notícias
  • oportunidades
  • carreira
  • colunistas
  • artigos
pesquisar
  • quem somos
  • manifesto
  • contato
siga starten.tech>
2023 © starten.tech. Todos os direitos reservados.
starten.tech > notícias > tech > Eleições 2026: uso de deepfakes em golpes exige atenção redobrada do eleitor
tech

Eleições 2026: uso de deepfakes em golpes exige atenção redobrada do eleitor

da redação.
Última atualização: 30/09/2026 16:36
da redação.
compartilhar
Casos recentes mostram o uso de conteúdos manipulados por inteligência artificial em golpes; levantamento de 2026 aponta que mais de 81% de conteúdos envolveram deepfakes de pessoas públicas.Foto: Divulgação.
compartilhar

Falta pouco para o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, e os conteúdos produzidos ou manipulados por inteligência artificial (IA) ganham ainda mais atenção nesta época. Casos recentes mostram o uso de deepfakes em golpes financeiros, falsos sorteios e páginas fraudulentas. Em julho de 2026, um vídeo manipulado com imagens de um candidato foi usado para promover um falso sorteio de supermercado. Já em setembro, a Agência Lupa identificou conteúdos adulterados para divulgar supostas plataformas de investimento.  

A preocupação também já integra as regras das Eleições 2026. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu o uso de deepfakes para favorecer ou prejudicar candidaturas e determinou que conteúdos eleitorais criados ou significativamente alterados por inteligência artificial sejam identificados de forma explícita.  

Para o eleitor, a recomendação é evitar o compartilhamento imediato de conteúdos de origem desconhecida, procurar a publicação original e confirmar a informação em fontes confiáveis. Links que solicitam dados, pagamentos ou cadastros também devem ser acessados somente após a confirmação de sua autenticidade. 

Segundo levantamento do Observatório IA nas Eleições, entre janeiro e agosto de 2026 foram identificados 413 casos de uso de inteligência artificial em publicações relacionadas à política brasileira. Mais de 81% deles envolveram deepfakes de pessoas públicas, evidenciando como conteúdos manipulados podem ganhar aparência de autenticidade e circular como informação verdadeira.  

“O que diferencia os deepfakes das fraudes tradicionais é que eles exploram mecanismos de confiança que construímos ao longo da vida, como reconhecer um rosto, identificar uma voz. Quando essas referências são reproduzidas digitalmente com precisão, a defesa natural do usuário cai, porque o cérebro interpreta aquilo como legítimo”, afirma o cofundador e CGO do Grupo OSTEC, Fabio Brodbeck. 

Um dos desafios é que os sinais tradicionais de uma manipulação nem sempre são evidentes. “A análise técnica de um deepfake pode identificar inconsistências, mas a verificação mais eficiente começa fora do arquivo, buscando saber quem publicou, quando, em que contexto e se há confirmação em fontes primárias”, complementa.  

Segundo o CCO do Grupo OSTEC, Jardel Torres, deepfakes usados em golpes costumam vir acompanhados de gatilhos de urgência, como pedidos para compartilhar imediatamente, ofertas por tempo limitado ou solicitações para confirmar dados.  

Entre os sinais que podem levantar suspeitas estão descompassos entre voz e movimentos da boca, alterações repentinas em detalhes do rosto, mudanças na qualidade do áudio e inconsistências no ambiente da gravação. No entanto, a ausência desses sinais também não garante que o conteúdo seja autêntico.  

Como não cair neste tipo de golpe? 

Uma das formas mais importantes de checagem é procurar a fonte original. “Vídeos compartilhados em grupos ou publicados fora do contexto podem conter cortes, legendas enganosas ou trechos retirados de outras situações. Buscar a gravação completa de uma entrevista, discurso ou evento e comparar a informação com outras fontes ajuda a verificar se aquela declaração realmente aconteceu”, explica Torres. 

Também é importante observar o contexto da publicação. Um texto que apresenta uma informação surpreendente, cria sensação de urgência ou direciona o usuário para um link externo merece atenção redobrada, especialmente quando solicita dados pessoais, pagamentos ou cadastros. 

Ferramentas automáticas de detecção de IA podem auxiliar na análise, mas seus resultados não devem ser tratados como prova definitiva. A verificação precisa considerar a origem do material, o contexto da publicação e a existência de outros registros do episódio. 

“Em um cenário no qual uma foto, uma voz ou um vídeo já não são suficientes para comprovar que determinado conteúdo é verdadeiro, verificar a origem e o contexto antes de compartilhar torna-se  uma medida básica de segurança digital durante o período eleitoral”, finaliza Brodbeck. 

TAGS:tecnologia
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

últimas notícias

Plataforma leva estudantes de três universidades a transformar conhecimento acadêmico em modelos de negócio
Tags: educação
China discute cloud, infraestrutura e a próxima fase da inteligência artificial em evento da Huawei
Tags: opinião
IA permite que população tire dúvidas e solicite serviços públicos municipais pelo WhatsApp
Tags: GovTech
Do marketplace ao TikTok Shop: os novos caminhos do e-commerce entram em debate em Porto Alegre 
Tags: e-commerce
Diagnóstico aponta envelhecimento acelerado e desafios para políticas públicas em Novo Hamburgo
Tags: saúde

notícias relacionadas

govtechtech

IA permite que população tire dúvidas e solicite serviços públicos municipais pelo WhatsApp

4 Min leitura
tech

Diagnóstico aponta envelhecimento acelerado e desafios para políticas públicas em Novo Hamburgo

7 Min leitura

B3 reduz em 40% tempo de entrega de produtos com uso de inteligência artificial

3 Min leitura

LG Brasil expande atendimento com inteligência artificial para o canal de voz e lidera projeto global da marca

3 Min leitura

editorial

starten.tech: jornalismo digital que traduz o dinamismo local para o contexto global de inovação, startups e tecnologia.

🏆vencedor do Brasil Publisher Awards 2024 na categoria “Melhor site de Tecnologia”.

sugira uma pauta

(51) 99990-3536
[email protected]

tags

agtech artigos carreira colunistas cursos editais edtech especial eventos femtech fintech foodtech geek govtech healthtech hubs lawtech legaltech logtech oportunidades Sem categoria tech vagas

cadastre-se

starten.techstarten.tech
siga starten.tech>
2024 © starten.tech. Todos os direitos reservados.
  • quem somos
  • contato
  • política de privacidade
  • termos de uso
Vá para versão mobile
Welcome Back!

Sign in to your account

Perdeu sua senha?