Por muitos anos, a música ambiente foi tratada pelas empresas apenas como um recurso operacional, utilizado para preencher o silêncio e tornar lojas, hospitais, academias e outros espaços físicos mais agradáveis. Na contramão dessa visão, a Musique aposta no som como uma ferramenta estratégica que combina eficiência operacional, redução de custos fixos e novas fontes de receita, ao mesmo tempo em que eleva a personalização da experiência sonora em diferentes pontos de contato com o consumidor. Os dados da operação apontam um incremento de 9% no tempo de permanência dos clientes em loja, um salto de até 20% nas vendas de produtos anunciados por meio do áudio inteligente e uma redução de milhões de reais por ano em custos fixos relacionados a direitos autorais para grandes redes varejistas.
Fundada em 2016, a empresa brasileira desenvolve soluções de arquitetura sonora que combinam música estratégica, sonoplastia programada e soluções de comunicação em áudio para ambientes físicos. Atualmente, a companhia atende mais de 5 mil pontos de venda na América Latina e tem em sua carteira clientes como RiHappy, Volvo e BMW.
“O áudio ainda é um recurso subaproveitado pela maioria das empresas. Nossa missão é mostrar que ele pode gerar valor para o negócio, promovendo eficiência operacional, criando novas oportunidades comerciais e tornando a experiência do consumidor mais personalizada, ao mesmo tempo em que fortalece a imagem da marca”, afirma o fundador e CEO da Musique, André Domingues.
A plataforma proprietária da empresa integra três frentes principais: música estratégica, sonoplastia programada e mídia de áudio para retail media. A proposta permite que empresas personalizem ambientes físicos de acordo com objetivos específicos, utilizando o som como um canal de relacionamento e comunicação ao longo da jornada do consumidor.
Um dos diferenciais da Musique está em seu acervo proprietário, criado por um time de compositores e potencializado pelo uso de ferramentas digitais e de inteligência artificial ao longo do processo de produção. O modelo oferece uma alternativa aos formatos tradicionais de licenciamento musical e permite escalar projetos de personalização sonora para diferentes perfis de público, segmentos e momentos de consumo. “Não utilizamos tecnologia para substituir a criatividade humana, mas para ampliar as possibilidades de personalização, eficiência e escala. O que entregamos é uma solução que conecta experiência, tecnologia e resultados de negócio”, explica Domingues.
Na prática, esses resultados de negócio ganham tração com a maturidade do retail media e a digitalização dos pontos de venda. É de olho nesse cenário favorável que a Musique estruturou sua estratégia comercial para o segundo semestre, focando a expansão da sua plataforma nas grandes redes dos segmentos de moda e farmacêutico.
Para acelerar a entrada nesses novos mercados, a companhia — que já soma mais de 5 mil pontos de venda na América Latina e Ásia — aposta em métricas proprietárias que comprovam o impacto do som no bolso do varejista. “Para 2026, nossa expectativa é alcançar um crescimento de 300% e ampliar em 80% nossa base de clientes. Queremos levar uma experiência sonora mais eficiente, personalizada e relevante para cada vez mais varejistas no Brasil e no exterior”, finaliza o executivo.
Sobre a Musique
Fundada por André Domingues e Renato Alves, a Musique é uma empresa de tecnologia especializada em transformar o áudio em uma ferramenta estratégica para os negócios. Por meio de uma solução proprietária de arquitetura sonora, a companhia ajuda marcas a reduzir custos fixos, criar novas oportunidades de receita e oferecer experiências altamente personalizadas em ambientes físicos. Unindo música estratégica, sonoplastia programada e anúncios em áudio, a Musique desenvolve soluções para diferentes segmentos e atua na convergência entre tecnologia, inteligência artificial, retail media e experiência do cliente. Com mais de 5 mil pontos de venda atendidos na América Latina, a empresa tem como missão ampliar o papel do som nas estratégias corporativas e transformar ambientes físicos em canais de comunicação, relacionamento e geração de valor.


