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Leitura: O que o Brasil pode aprender com a automação e integração da logística chinesa
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O que o Brasil pode aprender com a automação e integração da logística chinesa

da redação.
Última atualização: 27/04/2026 14:43
da redação.
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Iniciativa da nstech levou 40 executivos ao país: importância da automação, inteligência de dados e ecossistemas integrados são insights valiosos para o futuro da logística latino-americana.Foto: Reprodução Unsplash/Homa Appliances.
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A China vive a era da integração inteligente: uma fase em que tecnologia, automação e ecossistemas digitais convergem para redefinir cadeias produtivas inteiras. Do Porto de Xangai, totalmente automatizado e capaz de movimentar mais de 50 milhões de contêineres por ano, aos superapps como Alipay e WeChat, que concentram pagamentos, transporte, saúde e educação em um único ambiente, o país transformou complexidade em fluidez.

Feita em 2025 e promovida pela nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e uma das 5 maiores SaaS do Brasil, a Missão China levou 40 executivos para observar como essa lógica de integração pode servir de modelo para a logística latino-americana, ainda marcada pela fragmentação e pela baixa conectividade entre elos da cadeia. 

As visitas a gigantes como Alibaba, JD Logistics e SF Express mostraram que a automação não é apenas uma questão de eficiência operacional, mas de competitividade nacional.

O supply chain brasileiro enfrenta desafios de fragmentação e impactos de hiperinflação desde 1994. Por isso, o disparo dos custos logísticos no Brasil: em 2012, representavam 11,5% do PIB brasileiro; em 2023, esse percentual chegou a 18,4%, segundo o Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS). 

“Por isso, é essencial aprender com quem está moldando o futuro: a China nos mostra o poder de unir dados, tecnologia e visão de longo prazo para criar ecossistemas realmente integrados. Essa é a direção para a qual a logística global está caminhando — e o Brasil precisa acelerar nesse sentido”, analisa o CEO da nstech, Vasco Oliveira. 

No país asiático, drones, veículos autônomos e sistemas de controle remoto já fazem parte do cotidiano das operações logísticas, sustentados por uma infraestrutura digital robusta e conectada. O resultado é um ecossistema em que cada ator — do porto ao caminhoneiro — atua de forma sincronizada, baseada em dados e automação.

Esse modelo inspira a evolução da TNS (Transportation Network System), rede de logística integrada lançada pela nstech em outubro. A novidade consiste em uma rede digital capaz de conectar todos os participantes da cadeia logística latino-americana em um único ambiente. A lógica é semelhante à dos superapps chineses: uma plataforma única, colaborativa e inteligente, na qual embarcadores, transportadoras e motoristas acessam soluções integradas para gestão, automação e eficiência.

“Os superapps transformaram a China porque simplificaram a experiência das pessoas. Na logística, a integração tem o mesmo efeito: reduz atritos, eleva o nível de serviço e cria valor em rede. Esse é o movimento que já começou na América Latina, com a TNS como parte desse novo ecossistema conectado”, detalha Oliveira. 

A jornada pela China reforça uma tendência: a logística deixou de ser apenas transporte de cargas para se tornar um sistema vivo, baseado em automação, dados e colaboração. E as empresas que souberem combinar as dimensões de tecnologia, integração e visão de longo prazo estarão mais preparadas para competir em escala global.

A trajetória continua no radar da nstech sendo o principal tópico do último nsclub de 2025, evento de networking para C-levels de logística realizado pela companhia. Dia 03 de dezembro, quarta-feira, às 17h, Ricardo Geromel, investidor, colunista da Forbes e uma das mentes mais afiadas do ecossistema global de inovação, palestrará no encontro falando sobre vivências que vão do Vale do Silício às engrenagens do poder na China, detalhando o que está por trás do maior motor de transformação global. Às 18h30, a nstech promove um coquetel com experiência gastronômica sino-brasileira.

Sobre a nstech

A nstech é a maior empresa de software para supply chain da América Latina e quarta maior empresa SaaS brasileira. Reúne mais de 100 soluções que hoje atendem cerca de 75 mil clientes do setor, incluindo as maiores empresas do mundo. Centrada na resolução das dores de todo o ecossistema logístico, a nstech é criadora da categoria TNS – Transportation Network System. A rede logística integrada conecta, de forma fluida e inteligente, empresas e elos da cadeia logística por meio de uma plataforma única, que reúne mais de 100 soluções para que as empresas possam evoluir seus negócios, crescer mais gastando menos, fazer entregas mais eficientes e impactar a sociedade ao reduzir a emissão de CO2, acidentes e roubos.

Reúne mais 2,3 milhões de motoristas em seu banco de dados, o maior do Brasil, e está presente em 15 países — Angola, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, EUA, México, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela. A nstech impulsiona as empresas para o futuro com o propósito de transformar o mundo por meio da logística.

TAGS:empreendedorismo
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