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Leitura: Fiap chega ao Rio Grande do Sul com modelo semipresencial para formar talentos para a nova economia
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Fiap chega ao Rio Grande do Sul com modelo semipresencial para formar talentos para a nova economia

Pedro Barbosa
Última atualização: 11/11/2025 11:28
Pedro Barbosa - editor
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Novo polo instalado no Instituto Caldeira une aulas presenciais e on-line em uma metodologia prática que conecta estudantes, empresas e professores em desafios reais.Fotos: Divulgação/Fiap.
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O futuro da educação em tecnologia acaba de ganhar novo endereço em Porto Alegre/RS. Reconhecida como uma das instituições mais inovadoras do país, a Fiap desembarca no Rio Grande do Sul com cursos de graduação semipresenciais em um polo instalado no Instituto Caldeira. A proposta combina o melhor dos dois mundos: aulas presenciais quinzenais e atividades on-line ao vivo, com uma metodologia prática que conecta estudantes, empresas e professores em torno de desafios reais desde o primeiro semestre.

conteúdos
Um novo capítuloDesafios que viram oportunidadesConexão entre academia e mercadoO papel da IA na formação do futuroCarreiras em aceleraçãoEducar para a vida

De acordo com o pró-reitor do Centro Universitário Fiap, Wagner Sanchez, a instituição sempre foi movida pela ideia de ensinar fazendo. “Trazemos o dia a dia das empresas para dentro da sala de aula. Isso dá propósito à formação e gera um ganho para todos os lados, pois o aluno aprende com desafios reais, as empresas descobrem talentos e a academia cumpre seu papel de transformar conhecimento em solução”.

Um novo capítulo

Com mais de 30 anos de trajetória, a Fiap consolidou-se como referência em tecnologia e inovação no Brasil. Fundada em 1992, em São Paulo, a instituição construiu um ecossistema de aprendizagem centrado em projetos aplicados, metodologias ágeis e forte integração com o mercado. Reconhecida por iniciativas como o Startup One – projeto em que alunos desenvolvem startups reais – e os Challenges, realizados em parceria com grandes empresas, a Fiap tem formado profissionais com altos índices de empregabilidade em áreas estratégicas como Inteligência Artificial, Análise de Dados, Cibersegurança e Desenvolvimento de Software.

Sanchez explica que a expansão para o Rio Grande do Sul marca um movimento estratégico da instituição: levar a cultura de inovação da Fiap a outras capitais e aproximar a formação de tecnologia das demandas regionais. “Quando conhecemos o Instituto Caldeira, deu um match imediato. É um ecossistema vibrante, com mais de 500 empresas que vivem inovação todos os dias. Entendemos que precisávamos estar aqui para ajudar a formar os profissionais que esse ambiente exige”.

Aulas presenciais serão realizadas duas vezes por semana, nos turnos da manhã ou noite.

No novo polo da Fiap, as aulas presenciais serão realizadas duas vezes por semana, nos turnos da manhã ou noite, com atividades práticas e interação direta com o mercado. Outras duas aulas serão ministradas de forma remota, ao vivo, com professores da Fiap e convidados. “Podemos trazer alguém do Vale do Silício, da China ou da Inglaterra para conversar com os alunos. Isso amplia o repertório e conecta Porto Alegre a uma rede global de conhecimento”, explica o pró-reitor do Centro Universitário Fiap.

O formato também inclui uma trilha de cursos assíncronos, que permitem ao aluno personalizar a própria jornada de aprendizagem conforme o momento da carreira. São mais de 100 formações rápidas com certificado: de marketing digital a machine learning, disponíveis para complementar as disciplinas obrigatórias. “O estudante escolhe o que faz sentido para ele naquele instante. É uma forma de tornar a educação realmente viva, que se adapta às demandas do aluno e do mercado”, afirma Sanchez.

Para a Community Manager na Fiap, Marina Alano, a chegada da instituição a Porto Alegre tem uma conexão natural com o momento que o ecossistema gaúcho vive. “Estamos em uma fase muito importante de capacitação e formação de jovens para essa nova economia, e o Instituto Caldeira é um grande hub de inovação que reflete exatamente esse movimento”, destaca. Segundo ela, os pilares da Fiap, baseados em uma metodologia prática e disruptiva, se integram ao ambiente de transformação que o Rio Grande do Sul tem experimentado, com investimentos crescentes em educação e tecnologia.

Desafios que viram oportunidades

Um dos diferenciais da Fiap é o modelo de ensino baseado em desafios reais, que é realizado em parceria com empresas. Sanchez ressalta que cada curso, em cada momento da jornada do aluno, trabalha um projeto conectado a problemas concretos do mundo corporativo. Em São Paulo, por exemplo, são mais de 90 challenges simultâneos com empresas como Embraer, IBM, Carrefour e Natura. O mesmo modelo será replicado em Porto Alegre. “Podemos ter a Renner trazendo um problema de tecnologia, os alunos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas desenvolvendo uma solução e executivos acompanhando o processo. É um ciclo que termina com aprendizado, inovação e, muitas vezes, contratação”, explica Sanchez.

Além dos challenges, o polo gaúcho vai promover hackathons de curta duração (maratonas de uma semana em que equipes multidisciplinares desenvolvem soluções para demandas específicas) e iniciações científicas aplicadas, em que alunos e professores constroem projetos de pesquisa junto a empresas do ecossistema local. “São atividades que geram artigos, produtos e portfólios reais. A pesquisa deixa de ser teórica e vira ferramenta de impacto”, completa o pró-reitor do Centro Universitário Fiap.

Conexão entre academia e mercado

Para Sanchez, o movimento da Fiap no RS vai além de abrir um novo polo. Trata-se de criar uma ponte entre a formação acadêmica e a empregabilidade, uma lacuna ainda visível no cenário nacional.

O Rio Grande do Sul tem um ecossistema muito rico, com empresas inovadoras e uma comunidade que quer fazer acontecer. Mas, ainda há uma desconexão entre a oferta de vagas e a qualificação. A Fiap chega para ser esse elo, aproximando os talentos das empresas e das oportunidades

Pró-reitor do Centro Universitário Fiap, Wagner Sanchez.
Pró-reitor do Centro Universitário Fiap, Wagner Sanchez.

A lógica é simples: enquanto faltam profissionais qualificados, sobram vagas em áreas como inteligência artificial, análise de dados, cibersegurança e desenvolvimento de software. A proposta da Fiap é que o aprendizado aconteça em conjunto com o mercado, de forma prática e orientada a resultados, reduzindo o tempo entre o aprendizado e a aplicação real.

O papel da IA na formação do futuro

Seguindo o boom das ferramentas de inteligência artificial generativas, Sanchez destaca que a Fiap incorporou a IA em suas grades curriculares. “Cada curso tem sua dosagem de IA. Em Ciência da Computação e Engenharia de Software, o aluno aprende a implantar servidores próprios de IA generativa. Já em Administração ou Marketing, o foco é usar a IA como ferramenta estratégica”, explica.

Segundo o pró-reitor do Centro Universitário Fiap, o desafio agora é formar um novo tipo de profissional: aquele que sabe fazer as perguntas certas. “Vivemos a era do prompt mindset. Se você sabe perguntar bem, consegue extrair o que quiser da IA. Isso muda completamente o modo de aprender e trabalhar. E é esse novo mindset que queremos estimular nos nossos alunos”.

Carreiras em aceleração

Os cursos da Fiap não têm pré-requisitos e são voltados tanto a jovens que estão saindo do ensino médio quanto a profissionais em transição de carreira. “A tecnologia é um campo vasto, como a medicina. Você pode ser desenvolvedor, designer, especialista em dados, segurança ou produto. O importante é se encontrar e se apaixonar pela área. O retorno vem rápido, com aprendizado acelerado, alta empregabilidade e uma carreira que decola”, ressalta Sanchez.

Ao falar com jovens que sonham em construir uma carreira na área de tecnologia, Marina enfatiza a importância da curiosidade e da busca por conhecimento. “O primeiro passo é conhecer as carreiras de tecnologia, entender as habilidades exigidas e se conectar com os hubs de inovação. Vivemos um momento muito quente, com muitas vagas e oportunidades. É hora de buscar trilhas de formação e compreender como cada universidade prepara o aluno para o mercado”.

Educar para a vida

Mais do que formar profissionais, a Fiap defende uma visão de educação com propósito. “Nosso lema é ensinar para a vida e para o aluno ser feliz. A educação não pode parar, porque as gerações mudam a cada ano. Estamos sempre reinventando nosso jeito de ensinar”, afirma Sanchez. Para ele, o ensino superior precisa deixar de ser estático e se tornar uma plataforma de transformação pessoal e social. “A Fiap quer contribuir para que o Instituto Caldeira e o ecossistema gaúcho continuem crescendo, agora com uma base acadêmica disruptiva e conectada ao futuro”.

Com o início das atividades previsto para 2026, o polo da Fiap em Porto Alegre vai reunir hackathons, desafios corporativos e programas de iniciação científica. “A ideia é chegar para somar, ajudar o ecossistema a se desenvolver e preparar os talentos que vão liderar essa nova economia digital”, conclui Sanchez.

TAGS:educação
Por Pedro Barbosa editor
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Jornalista e Mestre em Comunicação, ambos pela Unisinos. Possui pós-graduação - MBA em Design Digital e Branding e pós-graduação em Gestão da Tecnologia da Informação, ambos pela Uninter. Já atuou no setor público e privado, tendo trabalhado no governo do Estado do Rio Grande do Sul, com deputados estaduais, federais, no Jornal NH e no Parque Tecnológico São Leopoldo - Tecnosinos.
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