Toda empresa que oferece um benefício digital consegue medir quantos usuários o ativaram. Poucas conseguem dizer se ele continua sendo usado seis meses depois. É nesse intervalo, entre a adesão e a recorrência, que a Kiddle Pass, family tech que reúne experiências digitais educativas para crianças de 3 a 12 anos, construiu sua trajetória. Fundada em 2019 por Fernanda Sotelo e Mariana Espindola, a empresa está hoje em mais de 1,8 milhão de famílias e tem parcerias com Claro, Algar, Decolar e Bradesco Seguros.
Nos últimos três anos, a base de usuários cresceu mais de 20 vezes. Só em 2025, a receita avançou 62% em relação ao ano anterior, enquanto o faturamento recorrente cresceu 118%, levando a empresa à sustentabilidade operacional. Segundo a Kiddle Pass, os resultados estão ligados à retenção de uso, e não apenas à aquisição de novos usuários. Para os parceiros, essa recorrência também é uma métrica de valor: quanto mais o benefício entra na rotina das famílias, maior sua capacidade de gerar percepção de valor e fortalecer o vínculo com a marca que o oferece.
“Ativar um benefício é o começo da história, não o resultado. O que diz se ele funciona é a família continuar usando no terceiro, no sexto mês. Quando a gente olha para a nossa trajetória, boa parte do crescimento veio não apenas de quem ativou, mas de quem continuou usando”, afirma a Founder & Chief Experience Officer da Kiddle Pass, Fernanda Sotelo.
O que sustenta o uso contínuo
Para a empresa, construir para recorrência é diferente de construir para adesão. Três decisões de produto foram determinantes:
- Curadoria pedagógica ativa, e não apenas disponibilização de conteúdo, com aulas ao vivo em grupo, vídeos educativos, atividades interativas e livros digitais, em ambiente fechado e sem anúncios, com acessibilidade (Libras, audiodescrição e legendas) desde a concepção;
- Benefício que atende à família como um todo, e não apenas ao usuário, ampliando a percepção de utilidade e sua presença na rotina familiar;
- Relevância contínua, com experiências que acompanham diferentes interesses e momentos da infância e mantêm o benefício útil para a família ao longo do tempo.
“Cada decisão de produto foi pensada para que o benefício continuasse fazendo sentido para a família depois da ativação. Aprendemos na prática que retenção não se resolve com notificação, mas com relevância. É isso que sustenta o uso ao longo do tempo e, no fim, gera resultado para as empresas que oferecem a Kiddle Pass aos seus usuários”, explica a CEO e fundadora da Kiddle Pass, Mariana Espindola.
Indicação como reforço de propósito
Esse histórico e essa expertise levam a Kiddle Pass ao Open Innovation Awards 2026, evento que marca a 11ª edição do Ranking 100 Open Startups. Diferentemente de premiações decididas por júri, o ranking se baseia em dados e avalia relações concretas entre startups e grandes empresas, considerando contratos e negócios gerados. Para uma companhia B2B2C, o critério reforça a capacidade de transformar inovação em relações comerciais sustentáveis. A edição também tem valor simbólico, por marcar a virada para uma nova década (2026–2035) do principal termômetro de inovação aberta da América Latina.
“Estar entre as indicadas tem um significado especial porque esse ranking parte de relações reais de negócio. Para nós, é uma validação importante de que construir um produto que gera valor contínuo para as famílias também gera valor para as empresas que escolhem oferecê-lo. Quando uma família incorpora um benefício à rotina, a inovação deixa de ser uma promessa e passa a fazer parte da vida das pessoas”, afirma Fernanda Sotelo.
A indicação chega no mesmo ano em que o ECA Digital (Lei nº 15.211/2025) entrou em vigor, em março de 2026, com novas regras de proteção a crianças e adolescentes na internet. Enquanto o mercado se adapta, a Kiddle Pass nasceu com esses princípios na base: ambiente fechado e seguro, curadoria por faixa etária e uso de dados em conformidade com a LGPD, sem transformar a criança em produto. Para as empresas que oferecem o serviço de valor agregado, isso significa levar aos usuários uma solução em que as famílias confiam, e é essa confiança que faz o uso se repetir mês após mês.
Sobre a Kiddle Pass
A Kiddle Pass é uma family tech brasileira que transforma o tempo de tela das crianças em experiências seguras, educativas e interativas. Voltada para famílias com crianças de 3 a 12 anos, a plataforma reúne aulas ao vivo em grupo, vídeos educativos, atividades interativas e livros digitais em um ambiente protegido, sem anúncios e com curadoria pedagógica. Fundada em 2019 por Fernanda Sotelo e Mariana Espindola, a Kiddle Pass é hoje a única family tech brasileira que une entretenimento educacional, segurança digital infantil e benefício digital para famílias em uma categoria própria — com mais de 1,8 milhão de famílias na base e parcerias com grandes empresas dos setores de telecom, varejo, banco, seguro, saúde e turismo.


