O que começou como uma conversa íntima e corajosa em formato de áudio e vídeo agora se transforma em um dos ecossistemas de conteúdo e comunidade mais robustos do mercado digital brasileiro. A Timelens, empresa especializada em inteligência de dados e comportamento digital pertencente à FutureBrand São Paulo, anunciou, em conjunto com a apresentadora Fernanda Lima, o lançamento do Hub Zen Vergonha, um movimento de expansão que marca um novo modelo de negócios.
A iniciativa transcende o formato tradicional de podcast e passa a abrigar novos formatos, como spin-offs, eventos, clube de leitura, imersões presenciais que conectam as conversas do digital ao ambiente físico e videocasts liderados por outras criadoras, entre elas a atriz, roteirista e criadora de conteúdo Maria Bopp.
A decisão de transformar o podcast em um hub multiplataforma baseou-se em análises profundas de dados sobre o comportamento de consumo. Atualmente, 91,4% dos comentários coletados nas plataformas digitais sobre o podcast são diretamente aderentes aos temas debatidos, ou seja, os usuários compartilham depoimentos pessoais ou refletem profundamente sobre o conteúdo. Mais do que isso, a audiência construiu uma rede de apoio horizontal: 32% dos comentários geram respostas diretas de outros ouvintes, que passam a interagir entre si.
“Criei o Zen Vergonha no YouTube quase de forma ‘artesanal’, alcançando desde quem está em casa ouvindo enquanto faz suas tarefas até quem prefere plataformas como o Spotify. Gosto de reunir diferentes pessoas para discutir temas que atravessam a minha vida como mulher, mãe, educadora e profissional, como maturidade, menopausa, saúde, alimentação, arte e vida. sob diversas perspectivas. Nesta nova fase, ampliamos esse alcance. Se faz necessário ocupar as novas mídias, pois elas permitem reinventar formatos, ampliar vozes, trazer especialistas e contribuir para furar a bolha, com conversas mais plurais”, afirma Fernanda.
“O mercado de podcasts muitas vezes se limitou a formatos engessados de entrevista ou inserções publicitárias frias, inseridas de forma transacional no início dos episódios. Nosso modelo é focado em territórios e na transferência mútua de atributos de marca. Entregar um ecossistema com retenção média de 54% significa que a audiência está genuinamente imersa no contexto”, explica Rafael Arty, diretor comercial da Timelens.
Essa conexão gerou fenômenos de audiência, como a temporada sobre menopausa, que acumulou mais de 1,2 milhão de visualizações no ecossistema digital e liderou as buscas do Google sobre o tema, e o episódio “Rita & Eu”, com Rita Von Hunty, personagem de Guilherme Terreri (sobre masculinidades e identidade), que quebrou barreiras de engajamento orgânico do programa.
Crescimento expansivo
Desenvolvido com o propósito de dar voz a assuntos que as pessoas raramente têm coragem de debater, o Zen Vergonha construiu uma trajetória meteórica. O programa alcançou o primeiro lugar no ranking Top Education Podcasts e a sexta posição entre os podcasts mais ouvidos do Spotify Brasil, superando 2,8 milhões de reproduções em seu histórico. O principal diferencial do projeto, contudo, é a inteligência metodológica aplicada pela Timelens, detentora da propriedade intelectual do projeto.
“Não estamos oferecendo às marcas espaço para anúncios genéricos; estamos abrindo a oportunidade de fazerem parte de uma comunidade altamente aderente. Procuramos parceiros dispostos a construir esse legado de relevância a longo prazo”, complementa Rafael.
Maria Bopp como nova co-host
Como parte do plano de expansão, o Hub anunciou o videocast inédito “Uma Mesa para Quatro”, liderado pela atriz, roteirista e criadora de conteúdo Maria Bopp. O projeto, que marca o nascimento do Selo Zen Vergonha, propõe uma dinâmica inovadora de diálogo ao reunir, em cada episódio, quatro mulheres de gerações completamente diferentes, dos 20 aos 70 anos, para debater temas contemporâneos sob perspectivas distintas, sem a obrigação de chegar a um consenso.
Em uma época de polarizações, a atração resgata a sociabilidade ao tratar o tempo e o choque geracional como combustíveis para uma conversa honesta, madura e sem medo do conflito saudável.
“O projeto baseia-se em conversas entre quatro mulheres, apresentando visões e perspectivas diferentes. Tenho sentido falta das pessoas não terem medo do debate, da divergência, do conflito. É possível debater sem transformar o outro, de quem você discorda, em um inimigo ou em um adversário”, conclui Maria.
Sobre a Timelens:
A Timelens é uma empresa de tecnologia e inteligência de dados para negócios, marcas e creators, pertencente ao ecossistema da FutureBrand São Paulo. Seus estudos fornecem uma compreensão profunda sobre o comportamento dos consumidores e tendências de mercado para promover estratégias de negócio mais assertivas e conectadas.
Sobre a FutureBrand São Paulo:
A FutureBrand São Paulo é uma agência de branding, design, cultura organizacional e consumer behaviour. Faz parte da maior holding de comunicação do mundo, o Grupo Omnicom. Também conta em sua composição com a Timelens, empresa especialista em dados e tecnologia. Há mais de 20 anos no Brasil, transforma marcas e negócios de empresas como Ambev, Nestlé, Track&field, BTG Pactual, entre outras.


