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Leitura: IA deixa de ser experimento e se torna infraestrutura central dos marketplaces, aponta relatório global da Photoroom
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IA deixa de ser experimento e se torna infraestrutura central dos marketplaces, aponta relatório global da Photoroom

da redação.
Última atualização: 13/03/2026 15:29
da redação.
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Estudo reúne líderes e especialistas de quatro continentes, dados de consumidores, casos reais de plataformas como Rappi, Mirakl, Vestiaire Collective, Wolt e Mercari, e mostra como a inteligência artificial já impacta crescimento, confiança, operação e experiência de compra.Foto: Divulgação.
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A Inteligência Artificial Generativa (GenAI) não é mais uma promessa futura para o comércio digital, ela já se tornou a infraestrutura central dos marketplaces. Essa é a principal conclusão do relatório global “The State of GenAI in Marketplaces 2026”, lançado pela Photoroom, que reúne entrevistas com líderes e especialistas da América Latina, Estados Unidos, Europa e Ásia, além de uma pesquisa ampla com consumidores.

O estudo mostra que a IA deixou de ocupar um papel periférico e passou a estruturar os pilares fundamentais do comércio digital, como crescimento, confiança, operação e experiência de compra. Em vez de ser apenas uma ferramenta, a GenAI agora funciona como base operacional dos marketplaces, impactando desde a estruturação de catálogos e integração de vendedores até a descoberta de produtos, controle de qualidade e fidelização de consumidores.

Segundo o CEO e co-fundador da Photoroom, Matt Rouif, a mudança já é concreta e mensurável: “Mais de 1 em cada 4 americanos já usa o ChatGPT ou outro LLM para pesquisar antes de comprar um produto, e não a pesquisa do Google. Isso não é uma previsão, é a nova realidade da descoberta. A IA já não é mais uma camada extra, ela está se tornando a própria base do comércio digital”.

O relatório aponta uma mudança estrutural no comportamento do consumidor, onde a jornada de compra está migrando da busca tradicional para a interação em linguagem natural com IA. Em vez de procurar produtos específicos, os consumidores passam a expressar intenções e necessidades, e a inteligência artificial assume o papel de intermediadora entre intenção e oferta.

Mas a maior transformação identificada pelo estudo está no campo da confiança. Os dados mostram que os consumidores responsabilizam diretamente os marketplaces pelo que veem nas plataformas. A maioria espera que as plataformas garantam a precisão das informações, a qualidade das imagens e a veracidade dos anúncios. Imagens excessivamente editadas, inconsistentes ou enganosas reduzem a credibilidade do marketplace e impactam diretamente a lealdade do consumidor.

Mais da metade dos compradores afirma que mudaria de plataforma em busca de imagens mais claras e precisas, enquanto uma parcela significativa associa inconsistência visual à falta de confiabilidade da marca. Na era da IA, a confiança deixa de ser apenas um atributo de imagem e passa a se consolidar como um ativo estratégico para os marketplaces.

Para a Photoroom, esse movimento redefine o papel dos marketplaces no ecossistema digital.

“Os marketplaces que vão liderar o próximo ciclo de crescimento são aqueles que tratam a IA como infraestrutura e a confiança como ativo central. Quando a confiança cai, a lealdade cai junto. E sem lealdade, não há liquidez nem crescimento sustentável”, afirma Matt.

O estudo também revela que a GenAI já gera impacto direto em resultados financeiros. Casos analisados no relatório mostram aumento de conversão, aceleração de onboarding de vendedores, redução de custos operacionais e ganho de eficiência em escala. Um dos exemplos latino-americanos é a Rappi, que projeta aumento de até 20% na conversão de compradores a partir do uso de imagens aprimoradas por IA e da automação na estruturação de cardápios e catálogos. A inteligência artificial transforma menus desestruturados em SKUs organizados, acelera a expansão de restaurantes e amplia a oferta disponível para o consumidor.

Além do impacto direto em receita, a GenAI vem redefinindo profundamente a operação dos marketplaces, transformando processos que antes levavam meses em fluxos executados em semanas ou até dias. A estruturação de catálogos, a tradução de anúncios, o controle de qualidade e a integração de vendedores deixaram de ser gargalos e passaram a funcionar como vetores diretos de escala e crescimento.

Nesse novo modelo operacional, as imagens de produtos passaram a ser infraestrutura de mercado, e não mais apenas um elemento estético. A qualidade visual agora atua como fator estrutural de liquidez, ranqueamento, conversão e confiança, criando ciclos virtuosos de crescimento em que anúncios melhores geram mais conversão, mais confiança, mais liquidez e maior fidelização.

O relatório também aponta a transição dos marketplaces tradicionais para modelos agênticos, nos quais sistemas de IA não apenas assistem usuários, mas executam ações: criam anúncios, ajustam preços, conectam oferta à intenção de compra e concluem transações. Esse modelo inaugura uma nova fase do comércio digital, em que marketplaces evoluem de intermediários para sistemas autônomos de comércio.

“A IA está se tornando o tecido conjuntivo dos marketplaces. Quem não integrar inteligência artificial à estrutura do negócio corre o risco de perder vendedores, compradores e relevância. A liquidez vai nascer da melhor experiência, e a melhor experiência será construída sobre IA e confiança”, reforça o CEO.

O relatório conclui que a próxima década será marcada por marketplaces que não apenas utilizam IA, mas a integram em todas as camadas da operação, transformando dados, confiança e experiência em vantagens competitivas sustentáveis.

Metodologia

O relatório State of GenAI in Marketplaces 2026 da Photoroom é baseado em pesquisa qualitativa realizada por meio de entrevistas aprofundadas com os principais operadores e investidores de marketplaces nos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina.

O estudo também se baseia em uma pesquisa encomendada com 2.000 consumidores do Reino Unido, além da análise de dados externos, para identificar padrões comuns na adoção da Inteligência Artificial Generativa, bem como os principais desafios e oportunidades emergentes para inovação no ecossistema de marketplaces.

A equipe de conteúdo da Photoroom conversou com dez especialistas de mercado das seguintes organizações:

  • Anne-Claire Baschet, Diretora de Dados e IA da Agentic Commerce na Mirakl , líder global em inovação de negócios em plataformas.
  • Camila Bustamante, investidora da FJ Labs , um fundo de capital de risco que não se limita a um estágio específico e se concentra em marketplaces e negócios com efeito de rede.
  • Jeff Strauss, chefe de imagem da Photoroom e ex-diretor de operações de imagem da Wolt , um mercado online com sede em Helsinque que conecta clientes a comerciantes locais para entrega de alimentos, mantimentos e produtos de varejo.
  • Laura McGinnis , diretora da Balderton Capital , uma empresa de capital de risco com atuação em múltiplos estágios e mais de duas décadas de experiência apoiando os principais fundadores da Europa, desde a fase inicial (Seed) até a abertura de capital (IPO).
  • Matt Rouif, CEO da Photoroom , o principal editor de fotos com inteligência artificial e estúdio de anúncios para fotografia de produtos e recursos visuais de comércio eletrônico.
  • Nick Pittoni, Líder de Produto na Mercari , um aplicativo de mercado C2C com sede em Tóquio que permite a qualquer pessoa comprar e vender itens facilmente por meio de um smartphone.
  • Nicolas Morales, Diretor de Produto da Rappi , um marketplace latino-americano e o primeiro SuperApp da região, que ajuda pequenas e médias empresas a expandir seus negócios.
  • Olivia Moore, sócia de IA na Andreessen Horowitz (a16z) , uma empresa de capital de risco que apoia empreendedores ousados que estão construindo o futuro por meio da tecnologia.
  • Stacia Carr, Diretora de Tecnologia e Produto da Vestiaire Collective , o principal mercado global de moda de luxo de segunda mão.
  • Thibaut Joncquez, Diretor Sênior de Ciência de Dados da Turo , o maior mercado de compartilhamento de carros do mundo, presente nos EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália e França.

A versão completa do relatório “The State of GenAI in Marketplaces 2026”, com a íntegra dos dados, análises e estudos de caso, pode ser acessada aqui.

Sobre a Photoroom

A Photoroom foi fundada em 2019 e, nos últimos seis anos, conquistou um nicho no espaço da fotografia comercial. A Photoroom obteve sucesso pela primeira vez com seu removedor de fundo, o melhor da categoria. O aplicativo evoluiu de um editor em lote para um conjunto completo de produtos de fotografia com IA: processamento em massa; recortes/retoques de primeira classe; fundos, cenas e reiluminação generativos; encenação de produtos com modelos da marca; modelos virtuais e composições do tipo “experimente”; e fluxos de trabalho em escala de catálogo via API. Com o objetivo de capacitar empresas de todos os tamanhos, o Photoroom oferece uma solução completa para a criação de imagens de produtos em escala, ajudando as marcas a acelerar a produção de visuais de alta qualidade.

Processando mais de 7 bilhões de imagens por ano, a Photoroom está disponível em dispositivos móveis, na Web e através de uma API em mais de 180 países. A aplicação Photoroom foi descarregada mais de 300 milhões de vezes. A Photoroom está sediada em Paris e conta com uma equipa global de mais de 100 funcionários. 

TAGS:inteligência artificial
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