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	<title>trabalho &#8211; starten.tech</title>
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		<title>Mais que obras, oportunidades: setor da construção civil é destaque na geração de empregos e deve seguir crescendo até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:16:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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<p>O setor da construção civil está entre os que mais devem crescer em número de postos de trabalho até 2030, segundo o&nbsp;<em>Future of Jobs Report 2025</em>&nbsp;(Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2025), divulgado pelo Fórum Econômico Mundial. A pesquisa aponta que, diante da alta demanda e da necessidade de infraestrutura em diversos países, a construção seguirá sendo um dos principais motores de geração de empregos na próxima década.</p>



<p>No Rio Grande do Sul, a tendência já é percebida na prática. A <a href="https://www.mrv.com.br/">MRV</a>, maior construtora da América Latina, emprega atualmente 982 trabalhadores no estado e vem reforçando programas de capacitação e requalificação para enfrentar os desafios do setor, especialmente a escassez de mão de obra qualificada.</p>



<p>Segundo o diretor de Produção da MRV, Thiago Mendonça, o cenário é de alta demanda. &#8220;Viemos de um setor aquecido, com o Minha Casa Minha Vida exigindo uma quantidade expressiva de trabalhadores. Ao mesmo tempo, o mercado mudou: além da concorrência com a construção informal, hoje disputamos também com novas formas de trabalho, como aplicativos de entrega e transporte&#8221;.</p>



<p>Apesar dos desafios, os números são positivos. O tempo de permanência dos trabalhadores na companhia tem crescido, assim como a idade média da equipe. Isso atesta a fidelização e reforça a importância de continuar investindo em desenvolvimento. &#8220;Nosso canteiro é um celeiro de lideranças. Muitas vezes o trabalhador começa como servente e, em poucos meses, já evolui para funções como pedreiro ou até mestre de obras. Temos casos de crescimento de carreira dentro da própria obra, com o apoio dos encarregados e mestres que ensinam e acompanham diariamente&#8221;, destaca Mendonça.</p>



<p>O diferencial da MRV está no cuidado com o desenvolvimento humano. &#8220;O mais importante é o olhar atento das lideranças. Quando enxergamos potencial em alguém, investimos nessa pessoa. Esse carinho na formação do time é o que garante nossa força de trabalho&#8221;, afirma Mendonça.</p>



<p>Cristiano de Campos Bueno, tem 36 anos e trabalha há mais de 10 anos como colaborador na MRV. Para ele, &#8220;o canteiro de obras de é uma mina de oportunidades. Aprendemos não só a nossa profissão, mas também de outras áreas, por estar em contato com eletricistas, montadores de forma, pedreiros, gesseiros, entre outros, observamos a forma&nbsp;e o método que eles trabalham, e isso nos dá uma bagagem de conhecimento e assim vamos aprendendo&#8221;.&nbsp;</p>



<p>O trabalhador iniciou suas atividades na construtora como servente e hoje atua como carpinteiro na obra do empreendimento Porto Bremen, na cidade de Novo Hamburgo. &#8220;Tudo que aprendi ao longo desses anos, pude aplicar em outras áreas e funções. E desta forma consegui crescer dentro da profissão&#8221;, destaca Cristiano.</p>



<p>Para muitos trabalhadores, essa oportunidade representa uma transformação de vida. A história de colaboradores que construíram carreira dentro da MRV comprova o impacto social da companhia, que não apenas acompanha a tendência global apontada pelo Fórum Econômico Mundial, mas também se posiciona como agente de inclusão e desenvolvimento no setor da construção civil.</p>



<p><strong>Escola Nota 10: alfabetização nos canteiros de obras</strong></p>



<p>Como forma de qualificar e valorizar os trabalhadores, o programa Escola Nota 10, em parceria com o Alicerce Educação, a MRV leva alfabetização a pedreiros, serventes e operários em mais de 16 estados brasileiros. O objetivo é zerar o analfabetismo entre os colaboradores da empresa.</p>



<p>No Rio Grande do Sul, mais de 120 alunos já passaram pelas escolas dentro dos canteiros de obras da companhia. Com mais de uma centena de certificados emitidos, o projeto vem transformando vidas através da educação.</p>



<p>Desde 2011, mais de cinco mil trabalhadores já foram formados em todo Brasil, conquistando não só conhecimento, mas também autoestima e novas perspectivas de futuro. O programa conta atualmente com 33 escolas em funcionamento no país, sendo 32 presenciais nas obras e uma online que contempla colaboradores de diversas cidades do Brasil. Mais quatro estão em fase de implantação, três presenciais e uma segunda turma online.&nbsp;</p>



<p>Atualmente, a companhia está com 12 obras em andamento no Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre estão em construção o Porto Cambará, Porto Esssenza, Porto dos Sabiás, Porto Guarani, Porto São Miguel, Porto Versalhes, Porto Sevilha e Residencial Porto das Américas. Em São Leopoldo, o empreendimento Porto dos Imigrantes. Na cidade de Viamão, está em construção o Residencial Porto das Américas e em Novo Hamburgo, o Porto Bremen.</p>



<p><strong>Sobre a MRV&nbsp;</strong></p>



<p>Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&amp;CO. É considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. A companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Hoje, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV.</p>
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		<title>Cinco passos para transformar o medo da obsolescência em inovação e aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 17:24:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[A adoção das últimas inovações tecnológicas no ambiente de trabalho fará com que cerca de 40% das competências consideradas essenciais hoje se tornem obsoletas até 2030, de acordo&#160;com a 5ª edição do relatório&#160;Futuro do Trabalho, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial em conjunto com a Fundação Dom Cabral. Segundo o estudo, entre as empresas brasileiras, 90% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A adoção das últimas inovações tecnológicas no ambiente de trabalho fará com que cerca de 40% das competências consideradas essenciais hoje se tornem obsoletas até 2030, de acordo&nbsp;com a 5ª edição do relatório<a href="https://www.fdc.org.br/Documents/Future_Jobs_2025_Relat%C3%B3rio.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;<em>Futuro do Trabalho</em></a>, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial em conjunto com a Fundação Dom Cabral.</p>



<p>Segundo o estudo, entre as empresas brasileiras, 90% pretendem aprimorar suas habilidades nos próximos cinco anos, e 58% esperam contratar profissionais com novas competências, sobretudo relacionadas a novas tecnologias. Já para o<a href="https://www.ipsos.com/pt-br/como-os-brasileiros-enxergam-a-inteligencia-artificial?_gl=1*2cignm*_up*MQ..*_ga*MTk4NjEyOTI0My4xNzYzNTY2NTE4*_ga_X263VWZR69*czE3NjM1NjY1MTgkbzEkZzEkdDE3NjM1NjY2MDUkajM3JGwwJGgxNTgyODU3MTI5" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;levantamento global da Ipsos</a>, especializada em pesquisas e consultoria de mercado, 42% dos brasileiros acreditam que podem perder o emprego em razão da IA, e 61% esperam transformações no ambiente profissional.</p>



<p>Com base nessas previsões, o FOBO (Fear Of Becoming Obsolete, ou medo de se tornar obsoleto) vem se consolidando como um problema cada vez mais frequente entre trabalhadores de todo o mundo. Diante desse desafio, a&nbsp;<a href="https://www.odilo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Odilo</a>, edtech espanhola que transforma a forma como pessoas e organizações aprendem em um ambiente digital unificado, propõe cinco passos simples para superar o FOBO em qualquer empresa:</p>



<p><strong>1- Identificar e medir o impacto na equipe<br><br></strong>O primeiro passo para enfrentar o FOBO é reconhecer que ele não é um fenômeno isolado. Pesquisas internas e conversas abertas são ferramentas que ajudam a identificar e medir a intensidade desses casos. Elas também são fundamentais para analisar lacunas de competências e transformar essas informações em planos de ação concretos, além de permitir diagnósticos periódicos que avaliem a situação de cada colaborador nesse aspecto.</p>



<p><strong>2- Aprendizagem contínua: as oportunidades de upskilling e reskilling<br><br></strong>A atualização constante de habilidades e conhecimentos é essencial para garantir que nenhum membro da equipe fique para trás e, ao mesmo tempo, para promover o crescimento pessoal e profissional no ambiente de trabalho. Assim, cada pessoa continua oferecendo o melhor de si e contribuindo para o desenvolvimento do negócio.<br><br>É crucial que as empresas dediquem parte da jornada de trabalho ao desenvolvimento de programas de formação alinhados à estratégia corporativa e compatíveis com as atividades de cada função e departamento. Da mesma forma, é importante considerar competências transversais, como habilidades tecnológicas e digitais, garantindo que cada profissional permaneça relevante e competitivo.</p>



<p><strong>3- Personalizar as trilhas de aprendizagem</strong><br><br>Também é fundamental que os programas se ajustem às capacidades, necessidades e pontos de partida individuais. A estratégia é oferecer trajetórias formativas flexíveis, que avancem no ritmo de cada colaborador. Isso transforma o aprendizado em uma experiência mais fluida, motivadora e enriquecedora.<br><br>Nesse contexto, o diferencial das plataformas de aprendizagem mais avançadas está em suas recomendações de conteúdo baseadas no perfil profissional, permitindo que cada pessoa construa sua própria rota formativa e acompanhe suas conquistas, conectando o progresso educacional a reais oportunidades de crescimento dentro da empresa.</p>



<p><strong>4- Mentorias reversas: um impulso necessário</strong><br><br>Promover que os colaboradores mais jovens capacitem profissionais mais experientes no uso de novas tecnologias estimula um aprendizado bidirecional e cria uma cultura de colaboração. Essa abordagem intensifica a troca de conhecimento, reduz a lacuna digital e fortalece a coesão interna.<br><br>Os programas de mentoria reversa formam duplas intergeracionais nas quais cada participante tem metas e responsabilidades definidas, enquanto a empresa atua como facilitadora do processo, garantindo que o aprendizado não dependa unicamente da iniciativa individual.</p>



<p><strong>5- Fomentar uma cultura proativa de experimentação<br></strong><br>O aprendizado deve ser parte fundamental da rotina profissional. A criação de espaços de inovação, oficinas para aprofundar conhecimentos e sessões de testes de novas ferramentas tecnológicas são exemplos de ações que podem transformar o FOBO em curiosidade e proatividade.<br><br>Essas iniciativas fortalecem a resiliência e a capacidade de resposta diante de novos desafios. O processo pode ser ainda mais potente quando há reconhecimento público da participação dos colaboradores, dos sucessos alcançados e dos aprendizados derivados de erros e experimentações.</p>



<p>&#8220;Superar o FOBO não deve ser responsabilidade exclusiva do trabalhador. É um chamado urgente para uma ação conjunta entre organização e colaborador. As empresas precisam oferecer oportunidades reais de desenvolvimento que estimulem a motivação, a resiliência e o crescimento das equipes, enquanto cada profissional deve assumir seu próprio papel para continuar agregando valor indispensável à sua função&#8221;, destaca o Global VP Corporate Sales da Odilo, Iván López.</p>



<p><strong>Sobre a Odilo</strong> A Odilo é uma empresa de educação digital que permite que qualquer organização crie seu próprio Ecossistema de Aprendizagem, oferecendo aos seus usuários acesso ao maior catálogo de conteúdo educacional multiformato do mundo e a possibilidade de criar todo tipo de experiências de aprendizagem sem restrições. Já foram criadas mais de mil plataformas, permitindo o acesso a 170 milhões de usuários em cinco continentes. Odilo, o maior ecossistema educacional do mundo, possui acordos de conteúdo com mais de 7.300 fornecedores de conteúdo educacional digital em todos os formatos (cursos, aplicativos interativos, vídeos, podcasts, imprensa, revistas, audiolivros, e-books, etc.). A Odilo é uma empresa multivertical que promove a aprendizagem em empresas privadas, escolas públicas e privadas, universidades públicas e privadas, formação profissional certificada, administração pública e governo.</p>
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		<title>Feira de empregabilidade conecta pessoas e empresas no Novo Hamburgo Feevale Summit 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os vários espaços do Novo Hamburgo Feevale Summit 2025, realizado de 30 de setembro a 2 de outubro, a Feira de Empregabilidade ganhou destaque ao aproximar estudantes, empresas e organizações em busca de oportunidades de estágio, aprendizagem e emprego. Foram 22 empresas participantes, em uma programação que movimentou centenas de pessoas interessadas em ingressar [&#8230;]]]></description>
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<p>Entre os vários espaços do <a href="https://summit.feevale.br/">Novo Hamburgo Feevale Summit 2025</a>, realizado de 30 de setembro a 2 de outubro, a Feira de Empregabilidade ganhou destaque ao aproximar estudantes, empresas e organizações em busca de oportunidades de estágio, aprendizagem e emprego. Foram 22 empresas participantes, em uma programação que movimentou centenas de pessoas interessadas em ingressar ou voltar para o mercado de trabalho.</p>



<p>De acordo com a diretora de Inovação da Feevale, Manuela Bruxel, a iniciativa cumpriu o papel de abrir portas e gerar conexões. “Temos recebido feedbacks bem legais em relação à experiência da Feira de Empregabilidade e às oportunidades oferecidas”.</p>



<p>Para muitos estudantes, a feira representou uma oportunidade de contato direto com recrutadores. Foi o caso de Amanda Luize Schuh Machado, 20 anos, que esteve pela primeira vez no evento. “Achei os recrutadores muito gentis e simpáticos, eles me explicaram como fazer o cadastro e já me direcionaram para vagas. É muito interessante esse evento, porque conseguimos nos conectar e fazer networking”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="579" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/Amanda2-1024x579.jpg" alt="" class="wp-image-8231" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/Amanda2-1024x579.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/Amanda2-300x170.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/Amanda2-768x435.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/Amanda2-860x487.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/Amanda2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Amanda Luize Schuh Machado, 20 anos, quer seguir carreira na área de Recursos Humanos.</figcaption></figure>



<p>Interessada em seguir carreira na área de Recursos Humanos, Amanda, que cursa Administração, destaca que a experiência lhe permitiu conhecer diferentes possibilidades. “Eu penso em atuar em duas áreas principais do RH: departamento pessoal e seleção e desenvolvimento de pessoas. Essa conversa com recrutadores me ajudou a visualizar melhor os caminhos possíveis”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O olhar das empresas</strong></h3>



<p>Do outro lado do balcão, a percepção também foi positiva. Para a analista de Negócios do <a href="https://cieers.org.br/portal/home">CIEE-RS</a>, Joana Mesck Oliveira, a participação na Feira de Empregabilidade foi a mais movimentada desde que a instituição passou a integrar o evento. “Foi o ano que mais teve movimento, com jovens realmente interessados em se inserir no mercado de trabalho. Tivemos bastante procura, especialmente de estudantes que estão migrando do ensino médio para o superior”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="579" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/CIEE-RS-1024x579.jpg" alt="" class="wp-image-8232" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/CIEE-RS-1024x579.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/CIEE-RS-300x170.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/CIEE-RS-768x435.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/CIEE-RS-860x487.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/10/CIEE-RS.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Cerca de 200 cadastros foram realizados pelo CIEE-RS.</figcaption></figure>



<p>A área de tecnologia foi a mais procurada, refletindo a expansão do setor. “A busca por vagas de estágio e aprendizagem em TI foi muito forte, tanto pela demanda dos jovens quanto pela abertura de oportunidades no mercado”, destaca Joana. Ela estima que cerca de 200 cadastros foram realizados pelo CIEE-RS ao longo dos três dias da feira, número que reforça a relevância da ação.</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-text-color has-link-color wp-elements-afaea2321ddb489cf918bad9d68aba2d"><strong><a href="https://starten.tech/2025/10/03/novo-hamburgo-feevale-summit-2025-fecha-terceira-edicao-com-saldo-positivo-e-fortalecimento-do-ecossistema-de-inovacao/">LEIA MAIS: Novo Hamburgo Feevale Summit 2025 fecha terceira edição com saldo positivo e fortalecimento do ecossistema de inovação.</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um espaço de conexões</strong></h3>



<p>Mais do que a oferta de vagas, a Feira de Empregabilidade se consolidou como espaço de aproximação entre empresas e futuros profissionais. Para Manuela, a iniciativa reforça o caráter plural do Novo Hamburgo Feevale Summit 2025, que não se limita à inovação tecnológica, mas também atua como ponte social e de empregabilidade. “O sentimento de pertencimento que percebemos durante o evento é um reflexo dessa pluralidade. Temos muita coisa para mostrar na região”, finaliza.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impacto para o futuro</strong></h3>



<p>Com a consolidação da Feira de Empregabilidade dentro da programação do Novo Hamburgo Feevale Summit 2025, a expectativa é de que ela siga ampliando sua relevância nas próximas edições. Para estudantes como Amanda, a oportunidade foi um divisor de águas. “Foi a primeira vez que participei e achei muito interessante, porque conseguimos conversar com recrutadores e conhecer oportunidades”, destaca.</p>



<p>Já para instituições como o CIEE-RS, a feira se torna estratégica para conectar jovens em busca da primeira experiência com empresas de diferentes setores. “Esse evento mostra a importância de criar pontes entre quem está se preparando e quem precisa de novos talentos”, conclui Joana.</p>
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		<title>Alexandre Pellaes abre o Novo Hamburgo Feevale Summit 2025 com reflexão sobre mudanças no mundo do trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[A palestra de abertura do Novo Hamburgo Feevale Summit 2025, conduzida pelo pesquisador e professor Alexandre Pellaes na última terça-feira, 30, convidou o público a repensar o conceito tradicional de trabalho e refletir sobre a busca por significado, autonomia e autorrealização no ambiente profissional. Antes da palestra, o grande público presente no Teatro Feevale foi [&#8230;]]]></description>
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<p>A palestra de abertura do <a href="https://summit.feevale.br/">Novo Hamburgo Feevale Summit 2025</a>, conduzida pelo pesquisador e professor Alexandre Pellaes na última terça-feira, 30, convidou o público a repensar o conceito tradicional de trabalho e refletir sobre a busca por significado, autonomia e autorrealização no ambiente profissional. Antes da palestra, o grande público presente no Teatro Feevale foi contemplado com uma apresentação cultural do artista Uncle George.</p>



<p>Com o tema Você aprendeu a trabalhar errado e eu também – e agora?, a abertura oficial do evento, que segue até esta quinta-feira, 2 de outubro, reuniu autoridades, entre elas Marcelo Clark Alves, presidente da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), mantenedora da Feevale, José Paulo da Rosa, reitor da Universidade, Manuela Bruxel, diretora de Inovação da Feevale, Daiana de Leonço Monzon, secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo de Novo Hamburgo, e representantes da Häme University of Applied Sciences (Hamk), da Finlândia, parceira da Instituição. O evento gratuito reforça o compromisso da Feevale em fortalecer o ecossistema de inovação e empreendedorismo da região, reunindo estudantes, profissionais e lideranças.</p>



<p>Marcelo Clark Alves deu as boas-vindas ao público e ressaltou a parceria com o município de Novo Hamburgo. “Sejam todos muito bem-vindos! Em nome da Universidade Feevale e da sua mantenedora, é um prazer recebê-los para o nosso terceiro evento, agora em parceria com o município. Temos uma noite especial pela frente, com uma palestra de abertura incrível, e tenho certeza de que todos sairão enriquecidos. Agradeço a presença de todos e desejo um excelente evento, repleto de aprendizado e novas conexões”, exclamou.</p>



<p>O reitor José Paulo destacou a importância da Universidade como espaço de desenvolvimento educacional e inovação. “É um grande prazer estar aqui na abertura da terceira edição desse evento tão importante. Este evento se destaca por acontecer dentro da Universidade, de forma gratuita, e por reunir todos os pilares essenciais para o desenvolvimento de um ecossistema de inovação: poder público, sociedade, empresas e academia. Em um momento de transformações rápidas, como as que discutiremos hoje, acredito que a principal questão é a melhoria contínua da qualidade da educação, desde a básica até o ensino superior. E é aqui, na Universidade Feevale, com seus professores, estrutura e eventos como o Novo Hamburgo Feevale Summit, que encontramos a melhor alternativa para impulsionar a educação de qualidade. Aproveitem ao máximo este evento e, juntos, vamos contribuir para o fortalecimento do nosso ecossistema de inovação e educação”, afirmou.</p>



<p>O presidente da Häme University of Applied Sciences (Hamk), da Finlândia, Pertti Puusaari, falou sobre os 20 anos de cooperação entre as instituições: “Para projetarmos o futuro, é essencial conhecermos a nossa história. Entender o que veio antes nos ajuda a construir o que está por vir. Estamos celebrando com muito orgulho os 20 anos de cooperação entre a Häme University of Applied Sciences e a Universidade Feevale. Acreditamos que quando instituições que pensam grande e têm objetivos alinhados se unem, as possibilidades se multiplicam. Tanto a Feevale quanto a Häme University têm buscado, juntas, soluções inovadoras para desafios locais e globais”, explicou. A vice-presidente da Hamk, Heidi Ahokallio-Leppälä, e a conselheira de Ensino Superior e Ciência do Consulado da Finlândia em São Paulo, Johanna Kivimäki, também tiveram falas na abertura.</p>



<p><strong>Reflexões e provocação para repensar o trabalho</strong></p>



<p>Na palestra, Pellaes questionou a forma tradicional como o trabalho é encarado e provocou o público a repensar essa lógica. Ele explicou que o modelo antigo, baseado em estruturas rígidas e foco exclusivo no lucro, não é mais sustentável, e essa mudança gera insegurança e dúvidas sobre o lugar do trabalho na vida das pessoas. “Até aqui, sempre tentamos encaixar a vida dentro do trabalho. Agora, é hora de inverter essa equação: qual o papel do trabalho dentro da nossa vida?”, destacou, ressaltando que trabalho é mais que emprego, é parte da identidade e da forma como somos percebidos socialmente.</p>



<p>Ele também refletiu sobre como as relações no ambiente de trabalho precisam se transformar para que haja mais humanidade, autonomia e cooperação. “Isso tudo só vai acontecer se a gente permitir que a mensagem realmente nos alcance. É importante registrar o que for significativo e começar, desde já, essa reflexão”.</p>



<p>Pellaes chamou atenção para o conceito de “centralidade do trabalho” na psicologia, explicando como a função que exercemos influencia o valor que as pessoas atribuem a nós. Ele exemplificou que, ao ouvir que um parente foi promovido a diretor em uma grande empresa, tendemos a associar sucesso e liderança, enquanto carreiras fora do padrão podem ser julgadas com preconceito.</p>



<p>Outro ponto abordado foi a dificuldade das relações interpessoais no ambiente profissional. “O problema é que aprendemos a ver as outras pessoas como obstáculos no ambiente de trabalho. E o que esquecemos é que, quando rotulamos o outro, nos colocamos no mesmo lugar. Precisamos mudar essa prática”, destacou.</p>



<p>Pellaes destacou que estamos vivendo um momento de transição, em que ainda não há um modelo claro para o futuro do trabalho. Ele ressaltou que, diante dessa incerteza, é natural que surjam críticas, desconfianças e dúvidas. Questionando a ideia de que “ninguém mais quer trabalhar”, convidou o público a refletir se, na verdade, não estamos apenas desconfortáveis em um sistema que já não atende às nossas necessidades e aspirações. “Vamos refletir juntos”, disse, deixando um convite aberto para que todos pensem sobre as mudanças necessárias para construir um ambiente profissional mais humano e alinhado com o que desejamos para nossas vidas.</p>



<p><strong>Sobre o Novo Hamburgo Feevale Summit 2025</strong></p>



<p>Antes chamado Feevale Summit, neste ano a iniciativa ganhou novo nome – Novo Hamburgo Feevale Summit 2025 – em alinhamento ao propósito da Instituição de fortalecer ainda mais sua conexão com a comunidade local. O evento segue nesta quarta e quinta-feira, 1º e 2 de outubro, no Câmpus II da Instituição, em Novo Hamburgo (ERS-239, 2755) e em espaços da cidade.</p>



<p>Com o mote Inspirando ideias. Construindo futuros, o evento chega à sua terceira edição, consolidado como um dos principais eventos gratuitos de inovação e empreendedorismo do Rio Grande do Sul. Ainda há vagas para as atividades, e as inscrições devem ser realizadas no site nhfs.feevale.br. O Novo Hamburgo Feevale Summit 2025 é promovido pela Universidade Feevale, tendo como correalizadores a Prefeitura de Novo Hamburgo, Sicredi Pioneira e Feevale Techpark, com apoio do Sebrae.</p>
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		<title>O remoto está on</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Lazuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 00:09:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde a pandemia, o debate sobre o trabalho remoto voltou a ganhar força. Mais do que discutir formatos, o que realmente importa é como se constrói presença e engajamento no trabalho, na família, nas amizades, na vida. Estar presente não significa estar fisicamente em um lugar; significa se dedicar, se conectar e cumprir compromissos com [&#8230;]]]></description>
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<p>Desde a pandemia, o debate sobre o trabalho remoto voltou a ganhar força. Mais do que discutir formatos, o que realmente importa é como se constrói presença e engajamento no trabalho, na família, nas amizades, na vida. Estar presente não significa estar fisicamente em um lugar; significa se dedicar, se conectar e cumprir compromissos com qualidade e atenção. Eu mesma, morando longe da minha família, sei como é possível estar presente sem estar fisicamente.</p>



<p>Dados mostram que o remoto, quando bem estruturado, funciona. Estudos internacionais indicam que 83% dos funcionários se sentem tão ou mais produtivos em home office, enquanto no Brasil quase 10% da força de trabalho já atua nesse modelo. A pesquisa da <a href="https://www.deel.com/pt/">Deel</a>, em parceria com a Momentive, mostra que 91% dos trabalhadores acreditam que o remoto ajuda a superar barreiras profissionais, e 51% percebem aumento de produtividade.</p>



<p>O remoto não significa isolamento cultural. Experiências presenciais estratégicas continuam essenciais. Empresas que adotam políticas Remote First mostram que é possível construir cultura sólida totalmente alinhada ao remoto. A <a href="https://www.agenciabistro.com.br/">Agência Bistrô</a> estruturou políticas claras para o modelo remoto, garantindo produtividade, engajamento e qualidade de vida. Entre essas iniciativas, destacam-se reduções de emissões de carbono, incentivo à mobilidade sustentável e flexibilidade que permite equilibrar trabalho e vida pessoal, promovendo um ambiente saudável e engajador.</p>



<p>Sylvia Hartmann, estudiosa do trabalho flexível e fundadora da Remota, reforça que produtividade e engajamento não dependem de horas no escritório, mas de liberdade, condições adequadas e experiências significativas. Líderes como Diego Barreto, CEO do iFood, complementam a visão: cultura se constrói com confiança, não com presença física.</p>



<p>Estar presente é uma escolha de atenção e cuidado, não de geografia. O trabalho remoto mostra que é possível se dedicar, se conectar e fazer a diferença mesmo longe fisicamente. O desafio e a oportunidade estão em construir presença de forma consciente em tudo que importa, com qualidade de vida e impacto positivo no planeta.</p>



<p>Referências</p>



<p>• Deel &amp; Momentive (2024). State of Global Hiring Report 2024. Disponível em: <a href="https://www.deel.com/pt/global-hiring-report-2025/">https://www.deel.com/pt/global-hiring-report-2025/</a>.</p>



<p>• Agência Bistrô. Políticas de trabalho remoto, sustentabilidade e qualidade de vida. Disponível em: <a href="https://www.agenciabistro.com.br/esg">https://www.agenciabistro.com.br/esg</a>.</p>



<p>• Sylvia Hartmann. Remotacast por Sylvia Hartmann. Disponível em: <a href="https://open.spotify.com/show/6DQmGqaXZT0g4Ng3cHX8GT">https://open.spotify.com/show/6DQmGqaXZT0g4Ng3cHX8GT</a>.</p>



<p>• Diego Barreto. Cultura se constrói com confiança. Disponível em: <a href="https://www.linkedin.com/in/diegobarreto/">https://www.linkedin.com/in/diegobarreto/</a>.</p>
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		<title>ESG e a contradição da escala 966: produtividade ou retrocesso social?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rossana Parizotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 19:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço das práticas de ESG vem redefinindo o modo como as organizações pensam seu impacto no mundo. Se antes o foco estava restrito a resultados financeiros, hoje a atenção se volta também para a forma como esses resultados são construídos. Nesse cenário, a dimensão social ganha protagonismo, uma vez que trata diretamente das pessoas [&#8230;]]]></description>
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<p>O avanço das práticas de ESG vem redefinindo o modo como as organizações pensam seu impacto no mundo. Se antes o foco estava restrito a resultados financeiros, hoje a atenção se volta também para a forma como esses resultados são construídos. Nesse cenário, a dimensão social ganha protagonismo, uma vez que trata diretamente das pessoas que dão vida aos negócios. Entretanto, quando olhamos para modelos de jornada como a escala 966, a coerência entre discurso e prática se torna questionável.</p>



<p>A escala 966, marcada por nove horas de trabalho diário em seis dias consecutivos, seguidos por seis dias de descanso, é defendida por alguns setores como um equilíbrio entre esforço e recompensa. No entanto, na prática, esse modelo expõe fragilidades profundas que desafiam a lógica de sustentabilidade social. O prolongamento de horas trabalhadas em sequência intensifica a fadiga, eleva o risco de acidentes e compromete a saúde física e mental dos trabalhadores. Mais do que isso, afeta o convívio familiar e comunitário, tornando o descanso prolongado uma compensação insuficiente diante da sobrecarga acumulada.</p>



<p>No Brasil, a legislação trabalhista é clara ao estabelecer limites para a duração da jornada. Pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a regra é de até 8 horas diárias e 44 horas semanais, com variações possíveis mediante acordo ou convenção coletiva, mas sempre respeitando os direitos fundamentais do trabalhador. A escala 966, nesses termos, é <strong>ilegal</strong>, já que ultrapassa a duração máxima e não encontra amparo legal. Mesmo quando a contratação ocorre sob o regime de pessoa jurídica (PJ), exigir um regime análogo à escala 966 fere a legislação, porque configura desvirtuamento da relação de trabalho e afronta princípios constitucionais de proteção à dignidade humana e à saúde laboral.</p>



<p>No campo do ESG, essa realidade se choca com os compromissos assumidos por empresas que buscam ser vistas como responsáveis e humanas. A governança, por exemplo, é colocada à prova quando organizações insistem em adotar modelos que já se mostraram problemáticos em setores de risco elevado, como petróleo, mineração e logística. Do ponto de vista ambiental, os efeitos também não podem ser ignorados, já que colaboradores exaustos tendem a cometer erros que potencializam a ocorrência de incidentes com consequências sérias para o meio ambiente.</p>



<p>A discussão sobre a escala 966 evidencia a necessidade de uma abordagem mais integrada da gestão. Não basta falar em sustentabilidade se a base do trabalho humano continua marcada por práticas que fragilizam a vida e comprometem o futuro. É preciso pensar em modelos que respeitem o equilíbrio entre produtividade e bem-estar, que sejam construídos em diálogo com os trabalhadores e que reflitam o compromisso ético das organizações com a sociedade. O verdadeiro desafio do ESG está em ultrapassar a retórica e enfrentar de forma corajosa questões estruturais como esta, que colocam em jogo não apenas a eficiência das empresas, mas a própria legitimidade de sua atuação no século XXI.</p>
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		<title>Nova NR-1 exige atenção ao bem-estar emocional no ambiente de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 17:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Está em vigor desde o dia 26 de maio, em caráter educativo e de orientativo, a atualização da Norma Regulamentadora NR-1, que determina que todas as empresas deverão identificar, avaliar e gerenciar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. A mudança representa um avanço nas políticas de segurança e saúde ocupacional, ao incluir fatores que afetam diretamente [&#8230;]]]></description>
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<p>Está em vigor desde o dia 26 de maio, em caráter educativo e de orientativo, a atualização da <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-1">Norma Regulamentadora NR-1</a>, que determina que todas as empresas deverão identificar, avaliar e gerenciar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. A mudança representa um avanço nas políticas de segurança e saúde ocupacional, ao incluir fatores que afetam diretamente o bem-estar mental e emocional dos profissionais, especialmente nos setores que exigem alta performance, como o de eventos corporativos.</p>



<p>Para a diretora de planejamento e operações da <a href="https://www.joiacomunicacao.com.br/">Joia – Experiências que Transformam</a>, Flavia Morizono, as mudanças estabelecidas pela nova norma devem ter um impacto positivo no setor de eventos, que frequentemente lida com jornadas extensas e grande pressão para assegurar a eficiência, agilidade e cumprimento de metas desafiadoras.</p>



<p>A NR-1 revisada estabelece que as empresas devem criar ambientes de trabalho mais saudáveis e acolhedores, com medidas estruturais e preventivas para proteger a saúde mental. Entre as exigências estão a implementação de canais de comunicação aberta entre líderes e equipes, oferta de suporte psicológico, capacitação de gestores e treinamentos sobre saúde mental, além de ações que promovam o real equilíbrio entre vida profissional e pessoal.</p>



<p>“Esses procedimentos previstos na nova legislação vão ajudar o mercado a evitar sobrecarga e exaustão das equipes, e criar condições de trabalho mais motivadoras, resultando em eventos mais seguros e bem planejados, além de melhorar a qualidade de vida dos profissionais envolvidos”, afirma a executiva da agência de live marketing e eventos corporativos.</p>



<p><strong>Esforço coletivo</strong></p>



<p>Flávia ressalta que, embora a legislação passe a vigorar efetivamente a partir do próximo ano, as empresas já podem iniciar a construção de uma cadeia mais produtiva e sustentável, com ações que envolvam tanto o desenvolvimento profissional quanto o pessoal, com base em diagnósticos que acolham questões psicossociais. “Momentos de integração, como cafés da manhã, almoços, happy hours e churrascos, são medidas simples, mas eficazes para fortalecer os laços e criar um clima mais leve e colaborativo na empresa”.</p>



<p>A agência já conta&nbsp;com o&nbsp;programa “De Frente com a Joia”, que tem como propósito desenvolver não apenas o profissional, como também o ser humano como um todo. O projeto já abordou temas como saúde, bem-estar, comunicação não violenta, entre outros. “Os resultados têm sido realmente incríveis, com alto índice de engajamento dos colaboradores”, declara. Neste ano, a empresa está investindo em uma consultoria focada no clima organizacional e nas relações interpessoais, tanto internas quanto externas.</p>



<p>Flávia destaca que as necessidades da mulher têm uma atenção especial da Joia. “Compreendemos os desafios da jornada dupla de ser profissional e mãe. Buscamos ao máximo oferecer flexibilidade e acolhimento, permitindo, inclusive, que as colaboradoras tragam seus filhos para o escritório quando não contam com uma rede de apoio”. Para ela, criar um ambiente saudável é um esforço coletivo. “É importante envolver os funcionários e valorizar suas contribuições para tornar o espaço de trabalho cada vez melhor”, completa.</p>



<p>A diretora da Joia compartilha algumas recomendações:</p>



<p><em>Para gestores:</em><br>· Estabeleça metas realistas.<br>· Distribua tarefas de forma equilibrada.<br>· Estimule pausas e momentos de descanso.<br>· Crie espaços de diálogo e acolhimento.</p>



<p><em>Para colaboradores:</em><br>· Compartilhe dificuldades com sua liderança.<br>· Respeite seus limites físicos e mentais.<br>· Participe das ações de bem-estar da empresa.<br>· Apoie seus colegas no dia a dia.<br>· Contribua com sugestões para melhorar o ambiente de trabalho.</p>



<p>“Acredito que, juntos, vamos transformar essa mudança em algo positivo para todos”, conclui Flavia.</p>



<p><strong>Sobre a Joia &#8211; Experiências que Transformam</strong></p>



<p>A empresa atua há 13 anos no segmento de eventos corporativos e é reconhecida por sua expertise em live marketing e excelência na execução de projetos inovadores. A agência se destaca pelo atendimento personalizado, escuta empática e foco na entrega de soluções que maximizem os benefícios e otimizem os custos para seus clientes. Essa abordagem estratégica e centrada no cliente consolidou a Joia como parceira de grandes marcas como TikTok, Volvo Trucks, Tim, Hospital A.C. Camargo, PagBank, Grupo Pão de Açúcar, JCB, Itaú, Honda, L´Occitane e Canon.</p>
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		<title>Espaço criativo em Gramado convida a repensar o trabalho e oferece um dia gratuito em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 21:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[No mês do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, o V Habitat Criativo, localizado em Gramado/RS, propõe mais do que um local para trabalhar. O espaço quer inspirar uma nova mentalidade profissional, mais livre, conectada ao propósito, ao bem-estar e à criatividade. O V Habitat é um dos braços da empresa familiar Monte [&#8230;]]]></description>
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<p>No mês do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, o <a href="https://tanoverso.com.br/">V Habitat Criativo</a>, localizado em Gramado/RS, propõe mais do que um local para trabalhar. O espaço quer inspirar uma nova mentalidade profissional, mais livre, conectada ao propósito, ao bem-estar e à criatividade.</p>



<p>O V Habitat é um dos braços da empresa familiar Monte Verde, que atua há mais de 40 anos no mercado gramadense. Com 2 mil metros quadrados de área, o espaço reúne coworking, salas privativas, restaurante, áreas ao ar livre e espaços para eventos, tudo pensado para quem busca mais do que um endereço profissional: quer pertencer a um ambiente de inovação e troca. A proposta é criar um espaço onde o trabalho possa ganhar novos significados e mais liberdade.</p>



<p>&#8220;Queremos que cada pessoa se sinta abraçada pelo Habitat para criar da forma como mais se identifica. Aqui, o trabalho ganha novas formas e significados&#8221;, afirma a fundadora do V Habitat Criativo, Maria Julia Bezzi.</p>



<p><strong>Um convite para experimentar</strong></p>



<p>Durante o mês de maio, o V Habitat está com uma ação especial: a primeira diária no coworking é gratuita para quem quiser experimentar o ambiente. Além disso, o espaço está oferecendo pacotes promocionais para quem deseja utilizar a estrutura com mais frequência.</p>



<p>Com uma comunidade formada por profissionais independentes, empreendedores e empresas referência em suas áreas, o V Habitat aposta na diversidade de talentos como força criativa coletiva. A estrutura do local inclui: espaço de coworking compartilhado, salas privativas e de reunião, café e restaurante (Vali Café), jardins e áreas externas, além de espaços versáteis para eventos, workshops e encontros criativos.</p>



<p>O espaço é um dos braços da Monte Verde, empresa familiar com mais de 40 anos de atuação em Gramado. Hoje, são mais de 30 salas comerciais ativas dentro do V Habitat, além das áreas compartilhadas e de uso livre.</p>



<p><strong>Onde fica</strong></p>



<p><strong>Endereço: </strong>Rua Prefeito Waldemar Frederico Weber, 488 &#8211; Gramado/RS.<br><strong>Informações</strong>: <a href="https://tanoverso.com.br/">https://tanoverso.com.br</a>.<br>Primeira diária gratuita válida durante o mês de maio de 2025.</p>
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