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	<title>sustentabilidade &#8211; starten.tech</title>
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	<title>sustentabilidade &#8211; starten.tech</title>
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		<title>Do choque à reconstrução: o que a sustentabilidade nos ensina dois anos após as enchentes no Rio Grande do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rossana Parizotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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<p>Dois anos após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, o debate sobre sustentabilidade no território gaúcho precisa, necessariamente, sair da esfera emergencial e entrar no campo da análise estrutural. Não se trata mais de discutir a resposta imediata à crise, mas de avaliar o que, de fato, foi transformado e, principalmente, o que permanece vulnerável. Esse deslocamento de olhar é essencial porque desastres dessa magnitude não são eventos isolados, mas expressões de fragilidades acumuladas ao longo do tempo.</p>



<p>As enchentes foram reconhecidas como o maior desastre climático da história do estado, afetando cerca de 2,4 milhões de pessoas em 478 municípios, mais de 95% do território gaúcho. O impacto humano foi devastador: mais de 180 mortes, dezenas de desaparecidos, centenas de feridos e um deslocamento massivo de população, com mais de 580 mil desalojados e cerca de 100 mil desabrigados. Paralelamente, aproximadamente 100 mil residências foram danificadas ou destruídas, enquanto os prejuízos econômicos ultrapassaram rapidamente a marca de R$ 10 bilhões, atingindo de forma transversal infraestrutura, habitação, agricultura, comércio e indústria. Esses números não apenas dimensionam a tragédia, eles evidenciam o caráter sistêmico do colapso.</p>



<p>Diante dessa escala, torna-se insustentável tratar o ocorrido como um evento excepcional. O desastre expôs, de forma inequívoca, a interdependência entre fatores ambientais, sociais e institucionais, revelando problemas estruturais como ocupação desordenada do solo, infraestrutura insuficiente, ausência de planejamento adaptativo e desigualdades históricas que amplificam impactos. A resposta inicial, marcada por forte mobilização social, solidariedade e atuação de redes comunitárias, foi fundamental para mitigar os danos imediatos. No entanto, a sustentabilidade não se mede pela capacidade de reagir, mas pela capacidade de antecipar, adaptar e transformar, e é nesse ponto que a análise se torna mais crítica.</p>



<p>Dois anos depois, o debate não pode mais se limitar ao que foi feito no auge da crise, mas precisa enfrentar o que não foi feito no período seguinte. E é justamente aqui que emerge uma das principais fragilidades do processo de reconstrução: a distância entre o discurso institucional e a execução concreta. Ao longo desse período, acumulam-se anúncios, planos, promessas de investimento e projetos técnicos. No papel, a reconstrução avança. Na prática, ela se arrasta. Projetos não protegem territórios. Planos não contêm enchentes. Sem execução, o que se constrói é apenas uma narrativa de ação, não uma transformação real.</p>



<p>Essa lacuna se torna ainda mais problemática quando analisamos as escolhas estratégicas adotadas por Porto Alegre e pelo governo do Rio Grande do Sul. A busca por referências e soluções em outros países, frequentemente apresentada como inovação, revela uma desconexão preocupante com a realidade local. Importar modelos de territórios com dinâmicas climáticas, geográficas e urbanas distintas ignora um princípio básico da sustentabilidade: soluções eficazes são, necessariamente, contextualizadas. O Rio Grande do Sul não carece de conhecimento técnico. Universidades, centros de pesquisa e especialistas locais estudam há décadas as especificidades da região. Ignorar esse repertório não é apenas um erro estratégico, é uma escolha que fragiliza a capacidade de resposta.</p>



<p>Mais do que isso, a adoção de soluções externas, sem a devida adaptação, cria uma falsa sensação de avanço. Substitui-se a construção de soluções estruturais por uma lógica de vitrine, onde o discurso de modernização se sobrepõe à efetividade. Em um cenário de risco climático crescente, essa abordagem não apenas é insuficiente, ela é perigosa. Sustentabilidade exige leitura territorial, integração de conhecimento local e capacidade de adaptação. Sem isso, qualquer intervenção tende a ser superficial.</p>



<p>A crítica se intensifica quando observamos o tempo de resposta estrutural. Aguardar dois anos após o maior desastre climático da história do estado para iniciar obras que deveriam ter caráter emergencial revela uma falha grave de priorização. Em gestão de riscos, tempo não é um detalhe operacional — é um fator crítico. Cada período de inação mantém populações expostas, prolonga vulnerabilidades e aumenta a probabilidade de novos impactos. Nesse contexto, a demora não pode ser interpretada como mera burocracia: ela representa um descaso institucional com a urgência da situação.</p>



<p>Enquanto isso, os efeitos sociais da tragédia permanecem. A reconstrução, em muitos casos, não significou melhoria das condições de vida, mas apenas um retorno precário ao cenário anterior. As populações mais vulneráveis continuam enfrentando dificuldades de acesso à moradia digna, trabalho e serviços básicos, evidenciando que, sem equidade, não há sustentabilidade possível. Desastres não afetam todos da mesma forma, eles seguem e aprofundam as desigualdades existentes.</p>



<p>Do ponto de vista ambiental, embora o discurso sobre mudanças climáticas tenha avançado, sua tradução em políticas públicas estruturantes ainda é limitada. A incorporação de estratégias de adaptação, a revisão de modelos urbanos e o investimento em infraestrutura resiliente ocorrem de forma fragmentada e, muitas vezes, reativa. No campo da governança, apesar de avanços pontuais na articulação entre atores durante a crise, ainda há dificuldade em consolidar uma gestão de riscos que seja, de fato, estratégica e contínua.</p>



<p>Por outro lado, a experiência também evidenciou caminhos possíveis. A atuação de redes comunitárias, cooperativas e tecnologias sociais demonstrou que a resiliência territorial não depende exclusivamente de grandes estruturas institucionais, mas também da capacidade de organização local. Esses atores foram fundamentais na resposta imediata e seguem sendo essenciais na reconstrução. Isso reforça que sustentabilidade não é apenas técnica, é social, relacional e territorial.</p>



<p>No campo econômico, os prejuízos bilionários e a interrupção de cadeias produtivas deixaram claro que ignorar riscos climáticos não é apenas ambientalmente inadequado, mas economicamente inviável. Ainda assim, a capacidade de resposta segue desigual: enquanto grandes organizações começam a incorporar esses riscos em suas estratégias, pequenos negócios permanecem mais expostos, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais inclusiva na construção da resiliência.</p>



<p>Diante desse cenário, o maior risco não é a repetição do evento em si, mas a repetição das condições que o tornaram tão devastador. A reconstrução representa uma oportunidade rara de transformação estrutural, mas isso exige mais do que planejamento, exige execução, prioridade e alinhamento com a realidade do território. Sustentabilidade, nesse contexto, deixa de ser um conceito aspiracional e se torna uma condição operacional para qualquer estratégia de desenvolvimento.</p>



<p>Dois anos depois, com dados que ainda refletem a magnitude da tragédia e com avanços que não acompanham a urgência necessária, a pergunta que se impõe é direta e inevitável: estamos, de fato, reconstruindo melhor, ou apenas criando as condições para que o próximo desastre encontre o território igualmente despreparado?</p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p>AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS E SANEAMENTO BÁSICO (ANA). <em>Estudo aponta que enchentes de 2024 foram o maior desastre natural da história do RS e sugere caminhos para o futuro com eventos extremos mais frequentes</em>. Brasília, 2024. Disponível em: <a href="https://www.gov.br/ana">https://www.gov.br/ana</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>DEFESA CIVIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. <em>Boletins e relatórios oficiais sobre as enchentes de 2024</em>. Porto Alegre, 2024. Disponível em: <a href="https://www.defesacivil.rs.gov.br">https://www.defesacivil.rs.gov.br</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. <em>Painel oficial: situação dos municípios afetados pelas enchentes</em>. Porto Alegre, 2024. Disponível em: <a href="https://sosenchentes.rs.gov.br">https://sosenchentes.rs.gov.br</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>BRASIL. Governo Federal. <em>Relatórios de impacto econômico e social das enchentes no Rio Grande do Sul</em>. Brasília, 2024. Disponível em: <a href="https://www.gov.br">https://www.gov.br</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). <em>Indicadores socioeconômicos regionais e impactos de desastres naturais</em>. Rio de Janeiro, 2024. Disponível em: <a href="https://www.ibge.gov.br">https://www.ibge.gov.br</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>WIKIPÉDIA. <em>Enchentes no Rio Grande do Sul em 2024</em>. Disponível em: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Enchentes_no_Rio_Grande_do_Sul_em_2024">https://pt.wikipedia.org/wiki/Enchentes_no_Rio_Grande_do_Sul_em_2024</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>
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		<title>Empresas sustentáveis valem mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rossana Parizotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante muito tempo, a sustentabilidade foi tratada nas organizações como um tema periférico. Algo importante para relatórios institucionais, ações de responsabilidade social ou posicionamento de marca. Muitas empresas adotaram iniciativas sustentáveis como complemento às suas atividades principais, mas raramente como parte central da estratégia de negócio. Esse cenário mudou. E não mudou por pressão de [&#8230;]]]></description>
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<p>Durante muito tempo, a sustentabilidade foi tratada nas organizações como um tema periférico. Algo importante para relatórios institucionais, ações de responsabilidade social ou posicionamento de marca. Muitas empresas adotaram iniciativas sustentáveis como complemento às suas atividades principais, mas raramente como parte central da estratégia de negócio.</p>



<p>Esse cenário mudou. E não mudou por pressão de modismos ou discursos idealistas. Mudou porque o próprio ambiente econômico, social e ambiental passou a exigir novas formas de pensar o valor das empresas.</p>



<p>Hoje, uma organização não é avaliada apenas pelo que produz ou pelo quanto lucra. Ela é observada pela forma como produz, pelas relações que estabelece com as pessoas, pelos impactos que gera nos territórios onde atua e pela forma como utiliza os recursos naturais. Em outras palavras, o valor de uma empresa deixou de ser medido apenas por resultados financeiros e passou a ser associado também à sua capacidade de gerar valor para a sociedade.</p>



<p>Essa transformação não é apenas moral ou simbólica. Ela é profundamente estratégica.</p>



<p>Empresas que incorporam sustentabilidade à sua forma de operar passam a enxergar oportunidades onde antes havia apenas custo. Eficiência energética reduz despesas operacionais. A gestão inteligente de resíduos pode gerar novos produtos e novas fontes de receita. Cadeias de suprimento mais responsáveis reduzem riscos e fortalecem relações comerciais. Iniciativas voltadas para diversidade e inclusão ampliam a capacidade criativa das equipes e melhoram o ambiente organizacional.</p>



<p>Sustentabilidade, nesse sentido, não é apenas uma agenda ambiental ou social. É uma forma mais sofisticada de gestão.</p>



<p>Organizações que adotam essa perspectiva começam a tomar decisões olhando para o longo prazo. Elas compreendem que crescimento econômico depende da estabilidade dos sistemas que sustentam suas atividades: pessoas qualificadas, territórios equilibrados, recursos naturais disponíveis e instituições confiáveis.</p>



<p>Quando uma empresa investe em sustentabilidade, ela não está apenas respondendo a expectativas externas. Ela está fortalecendo sua própria capacidade de continuar existindo em um mundo cada vez mais complexo.</p>



<p>Há também um fator que muitas vezes passa despercebido: sustentabilidade inspira inovação. A busca por soluções mais eficientes, menos poluentes e socialmente responsáveis abre espaço para novos produtos, novos serviços e novos modelos de negócio. Muitas das transformações mais relevantes da economia contemporânea surgiram justamente da tentativa de resolver desafios ambientais e sociais.</p>



<p>Empresas que compreendem isso deixam de ver a sustentabilidade como limite e passam a enxergá-la como motor de crescimento.</p>



<p>Outro elemento importante está relacionado às pessoas. Profissionais querem trabalhar em organizações que tenham propósito e coerência. Talentos buscam ambientes em que seu trabalho contribua para algo maior do que resultados financeiros. Empresas que demonstram compromisso real com sustentabilidade tendem a atrair equipes mais engajadas, mais criativas e mais comprometidas com o futuro da organização.</p>



<p>O mesmo acontece com consumidores e investidores. Em um mercado cada vez mais transparente, as decisões de compra e investimento começam a considerar não apenas preço e desempenho, mas também impacto. Marcas que demonstram responsabilidade e visão de futuro constroem relações de confiança mais sólidas com seus públicos.</p>



<p>Isso não significa que sustentabilidade seja uma fórmula mágica ou uma solução imediata para todos os desafios empresariais. Incorporar essa agenda exige reflexão, mudança de cultura e, muitas vezes, revisão de processos consolidados. Mas as organizações que fazem esse movimento descobrem algo importante: sustentabilidade não limita o crescimento. Ela qualifica o crescimento.</p>



<p>Empresas que integram sustentabilidade à sua estratégia passam a operar com uma visão mais ampla do seu papel na sociedade. Elas compreendem que gerar lucro continua sendo essencial, mas que o verdadeiro valor de uma organização está também na sua capacidade de contribuir para um futuro economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente equilibrado.</p>



<p>No fim das contas, a sustentabilidade não representa apenas uma mudança na forma como as empresas se apresentam ao mercado. Ela representa uma mudança na forma como o próprio mercado define o que é valor.</p>



<p>E, cada vez mais, valor está sendo associado à capacidade de construir negócios que prosperem não apenas hoje, mas também nas próximas décadas.</p>
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		<title>ESG Now lança Lumina, IA que analisa dados globais para orientar estratégias ESG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 23:13:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A ESG Now lançou a Lumina, uma das primeiras inteligências artificiais ESG do Brasil, criada para transformar dados de sustentabilidade em valor estratégico real para empresas. A solução chega ao mercado propondo uma mudança relevante na forma como as organizações utilizam informações ESG, deixando de atuar apenas no campo operacional para assumir um papel central [&#8230;]]]></description>
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<p>A <a href="https://esgnow.co/">ESG Now</a> lançou a Lumina, uma das primeiras inteligências artificiais ESG do Brasil, criada para transformar dados de sustentabilidade em valor estratégico real para empresas. A solução chega ao mercado propondo uma mudança relevante na forma como as organizações utilizam informações ESG, deixando de atuar apenas no campo operacional para assumir um papel central na tomada de decisão.</p>



<p>Desenvolvida em parceria com o eixo de Tech Venture Building do CESAR, um dos mais completos centros de inovação do país, a Lumina combina tecnologia e inteligência aplicada para estruturar análises comparativas de forma rápida e escalável. A ferramenta utiliza uma base com mais de 200 mil relatórios reais de sustentabilidade, permitindo que seja identificado com precisão seu posicionamento competitivo e oportunidades de evolução dentro do mercado.</p>



<p>O lançamento responde a um desafio recorrente no ambiente corporativo que apesar do avanço na coleta e organização de dados ESG, muitas empresas ainda enfrentam dificuldades para transformar essas informações em direcionamento estratégico claro. Nesse contexto, a Lumina surge como uma solução que vai além da análise e pretende entregar inteligência acionável para apoiar decisões mais assertivas.</p>



<p>&#8220;Embora o mercado já conte com diversas soluções de inteligência artificial aplicadas à agenda ESG, grande parte delas se concentra na automação de relatórios ou na organização de dados. O uso estratégico dessas informações ainda é pouco explorado. A Lumina nasce justamente para preencher essa lacuna e ajudar empresas a entenderem onde estão e quais caminhos devem seguir para evoluir de forma consistente&#8221;, afirma o CEO da ESG Now, Elias Neto.</p>



<p>Entre os diferenciais da tecnologia está a capacidade de contextualizar as análises ao cenário brasileiro. Ao contrário de benchmarks internacionais, que muitas vezes refletem realidades regulatórias e econômicas distintas, a Lumina oferece comparações mais aderentes ao ambiente local, tornando as recomendações mais práticas e aplicáveis.</p>



<p>Para o CESAR, a parceria reforça o papel da inovação no avanço da agenda ESG no país. &#8220;A agenda ESG só ganha escala quando deixa de ser apenas um exercício de reporte e passa a orientar decisões de negócio. A Lumina traduz esse movimento ao transformar dados em inteligência estratégica, conectando tecnologia e impacto de forma prática para as organizações&#8221;, afirma o diretor executivo do CESAR, Augusto Galvão.</p>



<p><strong>Sobre a ESG Now</strong></p>



<p>A ESG Now é uma startup de Porto Alegre que centraliza a gestão, a implementação e o monitoramento das estratégias ESG de empresas e oferece soluções tecnológicas que auxiliam as organizações em suas práticas de sustentabilidade e ESG. Por meio da plataforma ESG Now, os departamentos de sustentabilidade e ESG das empresas digitalizam, automatizam e otimizam atividades e processos, tornando-os mais céleres e eficazes.</p>



<p><strong>Sobre o CESAR</strong></p>



<p>Fundado há 30 anos, o CESAR é um dos principais centros de inovação do Brasil, referência no desenvolvimento de soluções tecnológicas complexas ao integrar pesquisa aplicada, venture building, tecnologia e design, com foco no impacto socioambiental e nas pessoas. Também atua na formação de talentos por meio da CESAR School, conectando teoria e mercado. Com sede no Porto Digital, em Recife, possui atuação nacional e internacional, com presença em Manaus e Aveiro (Portugal). Entrega cerca de 130 projetos anuais para empresas globais, já impactou mais de 20 mil alunos e apoiou mais de 1.700 startups, contando com uma equipe de mais de 1.500 profissionais.&nbsp;</p>
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		<title>Ao evitar o descarte de 7,5 mil toneladas de alimentos, Food To Save transforma desperdício em receita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[especial]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O desperdício de alimentos é um problema silencioso, e caro. No Brasil, enquanto milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar, toneladas de comida ainda são descartadas diariamente por falhas na cadeia de consumo. Foi diante desse cenário que nasceu a Food To Save, app número 1 no combate ao desperdício de alimentos no Brasil, que já [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/image-8-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-10467" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/image-8-1024x683.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/image-8-300x200.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/image-8-768x512.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/image-8-330x220.jpg 330w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/image-8-420x280.jpg 420w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/image-8-615x410.jpg 615w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/image-8-860x573.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/image-8.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Startup aposta em modelo que conecta estabelecimentos e consumidores para gerar impacto positivo e ampliar a sustentabilidade no setor de alimentos. | Foto: Divulgação.</figcaption></figure>



<p>O desperdício de alimentos é um problema silencioso, e caro. No Brasil, enquanto milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar, toneladas de comida ainda são descartadas diariamente por falhas na cadeia de consumo. Foi diante desse cenário que nasceu a <a href="https://link.foodtosave.com.br/imprensa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Food To Save</strong></a>, app número 1 no combate ao desperdício de alimentos no Brasil, que já evitou o desperdício de mais de 7,5 mil toneladas de comida. Por meio de uma plataforma que conecta estabelecimentos parceiros a consumidores engajados em comprar com desconto, a foodtech vem redefinindo a relação entre consumo, economia circular e impacto ambiental positivo.</p>



<p>O modelo de negócio funciona da seguinte maneira: excedentes de produção, itens próximos da data de validade ou com pequenas imperfeições estéticas são vendidos em&nbsp;<em>Sacolas Surpresa</em>, com descontos de até 70%. Pelo aplicativo, o consumidor faz o pedido e pode escolher entre retirar em um estabelecimento parceiro, incluindo marcas como Kopenhagen, Grupo Pão de Açúcar, Extra e St Marche; no Food Market ou ainda receber os produtos em casa por meio de delivery.</p>



<p>De acordo com o cofundador e CEO da Food To Save, Lucas Infante, a ideia surgiu a partir de uma experiência prática, quando vivia na Espanha e decidiu empreender no setor alimentício pela primeira vez, ao abrir uma franquia de supermercado em Málaga. Foi ali, lidando diretamente com a operação, que o impacto do desperdício deixou de ser um conceito abstrato. “Eu já tinha um incômodo com o tema, mas quando você sente no bolso, muda completamente. Eu via produtos bons sendo descartados no fim do dia”, recorda.</p>



<p>A partir desse inconformismo, Infante passou a estudar o problema globalmente, analisando soluções na Europa, Ásia e Estados Unidos. Ao olhar para o Brasil, encontrou um cenário paradoxal: um problema de grandes proporções, mas ainda pouco explorado por soluções estruturadas. “Quando olhei para o Brasil, vi que existia uma oportunidade enorme. O tamanho do problema é tão grande que não é uma única solução que vai resolver. Mas, naquele momento, nenhuma me chamou atenção como algo realmente escalável”.</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-text-color has-link-color wp-elements-f83dbd98b6e1c470d57e6fc86627a493"><a href="https://starten.tech/2026/04/08/food-to-save-expande-rede-de-parceiros-e-chega-a-novas-regioes/">SAIBA MAIS: Food To Save expande rede de parceiros e chega a novas regiões.</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O timing da Pandemia de Covid-19</strong></h3>



<p>A Food To Save foi lançada em 2021, em plena Pandemia de Covid-19, e começou de forma simples. Antes mesmo de ter um aplicativo, a startup validou seu modelo vendendo ‘sacolas surpresa’ com excedentes de alimentos por meio de stories no Instagram. A lógica era direta: estabelecimentos disponibilizam produtos próximos do vencimento ou fora do padrão comercial por preços reduzidos, enquanto consumidores compram essas sacolas sem saber exatamente o que vão receber, mas com a garantia de economia. “O nosso foco desde o início era tornar o processo simples para o estabelecimento. Se ele enxergasse valor, a gente sabia que o consumidor também veria”, explica Infante.</p>



<p>Após os primeiros testes, a empresa evoluiu para um site e, quase um ano depois, lançou a primeira versão do aplicativo. A validação veio com o engajamento dos usuários, a recorrência de compras e o aumento da adesão de parceiros.</p>



<p>O contexto da Pandemia acabou acelerando a adoção do modelo. Com salões vazios e mudanças bruscas no consumo, muitos estabelecimentos passaram a enfrentar ainda mais dificuldade para gerenciar estoques. “A dor do desperdício já existia, mas ela se intensificou. Mesmo com o crescimento do delivery, muitos negócios ainda estavam aprendendo a operar nesse novo cenário”, diz Infante.</p>



<p>Nesse contexto, a proposta da Food To Save se mostrou especialmente relevante: permitir que empresas recuperassem parte da receita de produtos que, de outra forma, seriam descartados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade ainda não lidera a decisão</strong></h3>



<p>Além do impacto ambiental com a redução significativa na emissão de gases de efeito estufa &#8211; a Food To Save já evitou que mais de 19 mil toneladas de CO² fossem emitidas -, o modelo de negócio também promove inclusão social, ao democratizar o acesso a alimentos de qualidade a preços mais acessíveis.&nbsp; A startup acredita que essa combinação será fundamental para atingir uma meta ambiciosa: dobrar, até 2026, o impacto positivo registrado em 2025, além de ampliar sua presença em novas cidades brasileiras e fortalecer parcerias estratégicas com grandes redes de varejo.</p>



<p>Apesar do impacto ambiental positivo, Infante é direto ao falar sobre o que realmente move o mercado. “Sem hipocrisia: o estabelecimento quer recuperar dinheiro. A sustentabilidade ainda não é o principal driver”. Segundo ele, esse comportamento é compreensível em um setor com margens apertadas e alta carga tributária. Ainda assim, há um movimento gradual de mudança.</p>



<p>Do lado do consumidor, o cenário é semelhante. O principal atrativo segue sendo o preço, mas a empresa busca ampliar a percepção de valor. “A gente brinca que dentro da sacola vai um combo: acesso, desconto e responsabilidade. A pessoa economiza, mas também entende que está evitando desperdício”, explica o cofundador e CEO da Food To Save.</p>



<figure class="wp-block-pullquote has-medium-font-size"><blockquote><p>Nosso papel não é só vender sacolas. É ajudar a reeducar a sociedade para um consumo mais responsável.</p><cite>Cofundador e CEO da Food To Save, Lucas Infante.</cite></blockquote></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="701" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Lucas-Infante-CEO-da-Food-To-Save.-Credito-da-imagem-Jefferson-Alcantara--1024x701.jpg" alt="" class="wp-image-10470" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Lucas-Infante-CEO-da-Food-To-Save.-Credito-da-imagem-Jefferson-Alcantara--1024x701.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Lucas-Infante-CEO-da-Food-To-Save.-Credito-da-imagem-Jefferson-Alcantara--300x205.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Lucas-Infante-CEO-da-Food-To-Save.-Credito-da-imagem-Jefferson-Alcantara--768x525.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Lucas-Infante-CEO-da-Food-To-Save.-Credito-da-imagem-Jefferson-Alcantara--860x588.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Lucas-Infante-CEO-da-Food-To-Save.-Credito-da-imagem-Jefferson-Alcantara-.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Cofundador e CEO da Food To Save, Lucas Infante. | Foto: Jefferson Alcântara.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Crescimento com foco em eficiência</strong></h3>



<p>Atualmente presente em 14 capitais brasileiras, a Food To Save entra em uma nova fase de crescimento, com foco em eficiência operacional e densidade geográfica. Com isso, a foodtech começou a intensificar a atuação no mercado B2B. Atualmente, já conta com uma rede de mais de 10 mil parceiros em todo o país, entre supermercados, padarias, restaurantes e redes hoteleiras.</p>



<p>Após um período de expansão territorial, a estratégia agora é fortalecer a presença nas regiões onde já atua, ampliando a oferta de estabelecimentos parceiros e, consequentemente, a disponibilidade de produtos para os consumidores. “A gente quer fazer mais com a estrutura atual. Quanto mais oferta qualificada, mais atrativa fica a plataforma para quem compra”, diz Infante.</p>



<p>Mais do que um modelo de negócio, a Food To Save se posiciona como parte de um movimento maior de transformação no consumo alimentar. Infante destaca que o Brasil vive um contraste evidente: ao mesmo tempo em que há abundância de alimentos, milhões de pessoas ainda passam fome. “O país é capaz de produzir, mas não consegue distribuir de forma eficiente. Existe uma desconexão entre excesso e escassez”. Nesse cenário, a startup busca atuar não apenas como intermediária, mas como agente de mudança de comportamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O papel das grandes marcas</strong></h3>



<p>A adesão de grandes redes do varejo alimentar também tem sido fundamental para o avanço do modelo. Segundo Infante, quando marcas consolidadas passam a integrar a plataforma, isso gera um efeito de confiança no mercado. “Grandes nomes trazem credibilidade e ajudam a acelerar esse movimento”.</p>



<p>A expectativa é que essa combinação de incentivo econômico, impacto ambiental e mudança cultural contribua para consolidar o combate ao desperdício como uma prática cada vez mais comum no país.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um convite ao mercado</strong></h3>



<p>O recado do empreendedor é direto: mais do que esperar por soluções perfeitas, empresas precisam dar o primeiro passo. “Problemas sempre vão existir e prioridades também. Mas quando a gente fala de um país que ainda passa fome, qualquer avanço já gera impacto”, afirma cofundador e CEO da Food to Save.</p>



<p>Para ele, a transformação do cenário depende de consistência e tempo, mas começa com decisões simples. “Dar um voto de confiança já faz uma diferença enorme. É assim que a gente começa a mudar hábitos e construir algo maior”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Saiba mais</strong></h3>



<p>A&nbsp;<a href="https://link.foodtosave.com.br/imprensa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Food To Save</a>&nbsp;é uma foodtech sustentável, que nasceu para revolucionar o desperdício de alimentos no Brasil. Por meio de um aplicativo, atua como um elo entre estabelecimentos que possuem excedentes de produção e clientes engajados com o consumo consciente. Com mais de 5,3 mil toneladas de alimentos salvos e mais de 5,3 milhões de Sacolas Surpresa resgatadas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Campo Grande, Vitória, Cuiabá, Fortaleza e Recife, a empresa mostra importante valor para enfrentar os problemas ambientais, sociais e econômicos que o país vive. Mais do que contribuir para um planeta mais sustentável, a startup engaja e empodera pessoas a reverem seus hábitos alimentares, lutando contra o desperdício de alimentos. A startup ajudou a evitar também a emissão de mais de 13 mil toneladas de CO² na atmosfera.</p>



<p>A Food To Save é também responsável pelo Food Market, sua solução para salvar o excedente de produção das grandes indústrias, e a&nbsp;<a href="https://bit.ly/fruta-imperfeita-na-imprensa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fruta Imperfeita</a>, que conecta pequenos e médios produtores com alimentos imperfeitos diretamente aos consumidores por meio de assinaturas semanais. A empresa conta com mais de 6.5 milhões de usuários cadastrados no app e 384 mil seguidores no Instagram e foi ainda classificada como uma das melhores empresas para trabalhar em 2024 e 2025, segundo rankings da Great Place to Work. A foodtech está entre os 6 aplicativos mais baixados no Brasil, foi finalista na categoria Alimentos &#8211; Delivery do Prêmio Reclame Aqui 2023 e 2024 e está também entre as empresas selecionadas na segunda edição do Ranking EXAME Negócios em Expansão, na categoria Novatas. Em 2024, a foodtech recebeu selo do Sistema B, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade e, em 2025, passou a integrar a Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas (ONU).</p>
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		<title>O maior risco hoje não é investir em sustentabilidade, é ignorá-la</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rossana Parizotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 20:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante muitos anos a sustentabilidade nas organizações foi tratada como uma agenda de reputação. Algo importante para comunicação institucional, relatórios anuais e posicionamento de marca. No entanto, à medida que o ambiente econômico se torna mais complexo, competitivo e instável, essa visão se mostra cada vez mais limitada. A sustentabilidade deixou de ser um discurso [&#8230;]]]></description>
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<p>Durante muitos anos a sustentabilidade nas organizações foi tratada como uma agenda de reputação. Algo importante para comunicação institucional, relatórios anuais e posicionamento de marca. No entanto, à medida que o ambiente econômico se torna mais complexo, competitivo e instável, essa visão se mostra cada vez mais limitada. A sustentabilidade deixou de ser um discurso aspiracional para se tornar uma estratégia concreta de geração de valor para as organizações.</p>



<p>O primeiro benefício real e tangível está na eficiência operacional. Processos produtivos mais eficientes, redução do consumo de energia, otimização do uso de água e gestão adequada de resíduos geram economia direta de recursos. Empresas que investem em eficiência energética, por exemplo, conseguem reduzir significativamente custos operacionais ao longo do tempo. Da mesma forma, iniciativas de economia circular que reaproveitam materiais e reduzem desperdícios impactam diretamente na estrutura de custos das operações.</p>



<p>Outro ganho concreto está na gestão de riscos. Organizações que incorporam práticas de sustentabilidade conseguem antecipar vulnerabilidades que muitas vezes passam despercebidas em modelos tradicionais de gestão. Mudanças regulatórias, pressões de mercado, crises climáticas e instabilidade nas cadeias de suprimento são fatores que já impactam diretamente os negócios. Empresas que monitoram esses riscos e desenvolvem estratégias mais resilientes tornam-se mais preparadas para enfrentar cenários de incerteza.</p>



<p>A sustentabilidade também tem impacto direto no acesso a capital. O mercado financeiro passou a incorporar critérios ambientais, sociais e de governança na avaliação de empresas. Fundos de investimento, bancos e organismos multilaterais analisam cada vez mais esses fatores na concessão de crédito e na decisão de investimento. Organizações que demonstram compromisso consistente com práticas sustentáveis tendem a acessar melhores condições de financiamento, ampliar oportunidades de investimento e fortalecer sua credibilidade perante o mercado.</p>



<p>Outro benefício tangível aparece na capacidade de inovação. A busca por soluções mais sustentáveis estimula o desenvolvimento de novos produtos, serviços e modelos de negócio. Empresas que investem em sustentabilidade frequentemente descobrem oportunidades que antes não estavam no radar estratégico. Novos materiais, tecnologias mais eficientes, modelos baseados em compartilhamento ou circularidade são exemplos de como a sustentabilidade pode impulsionar inovação e gerar diferenciação competitiva.</p>



<p>Há também um impacto significativo na relação com pessoas. Organizações que incorporam práticas responsáveis e demonstram coerência entre discurso e ação tendem a atrair e reter talentos com mais facilidade. Profissionais, especialmente das novas gerações, buscam cada vez mais trabalhar em ambientes que tenham propósito, responsabilidade social e compromisso com o futuro. Isso se traduz em maior engajamento, produtividade e fortalecimento da cultura organizacional.</p>



<p>Outro aspecto muitas vezes subestimado é a relação com o mercado consumidor. A percepção de valor das marcas está cada vez mais associada à sua postura diante de desafios sociais e ambientais. Consumidores estão mais atentos à origem dos produtos, às condições de produção e ao impacto das empresas na sociedade. Organizações que conseguem comunicar e demonstrar práticas responsáveis constroem relações de confiança mais sólidas com seus públicos.</p>



<p>No entanto, talvez o maior valor da sustentabilidade esteja na capacidade de ampliar a visão estratégica das organizações. Incorporar essa agenda exige olhar para o negócio de forma sistêmica, compreender interdependências e considerar impactos de longo prazo. Isso transforma a maneira como decisões são tomadas, como investimentos são planejados e como o futuro da organização é projetado.</p>



<p>Empresas que tratam sustentabilidade apenas como um departamento isolado ou uma obrigação regulatória dificilmente capturam esses benefícios. O valor real surge quando essa agenda é integrada à estratégia, orientando decisões, investimentos e prioridades organizacionais.</p>



<p>Em um cenário marcado por mudanças climáticas, pressão por transparência, transformação tecnológica e instabilidade econômica, investir em sustentabilidade não é apenas uma escolha ética ou reputacional. É uma decisão estratégica que fortalece a competitividade, reduz riscos e cria novas oportunidades de crescimento.</p>



<p>No fim das contas, a pergunta mais relevante talvez não seja por que investir em sustentabilidade, mas qual será o custo para as organizações que decidirem ignorá-la. Afinal, em um mundo cada vez mais atento aos impactos das atividades econômicas, a sustentabilidade deixa de ser um diferencial e passa a ser uma condição para permanecer relevante no mercado.</p>
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		<title>ESG Now apoia inventário de emissões de gases de efeito estufa do South Summit Brazil pelo quarto ano consecutivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 18:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A ESG Now será responsável, pelo quarto ano consecutivo, pelo apoio na elaboração do inventário de emissões de gases de efeito estufa do South Summit Brazil, um dos principais encontros de inovação e tecnologia da América Latina, que acontece entre os dias 25 e 27 de março no Cais Mauá, em Porto Alegre. Para a [&#8230;]]]></description>
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<p>A <a href="https://esgnow.co/">ESG Now</a> será responsável, pelo quarto ano consecutivo, pelo apoio na elaboração do inventário de emissões de gases de efeito estufa do South Summit Brazil, um dos principais encontros de inovação e tecnologia da América Latina, que acontece entre os dias 25 e 27 de março no Cais Mauá, em Porto Alegre. Para a edição de 2026, uma das mudanças mais significativas está na matriz energética utilizada no evento, historicamente uma das principais fontes de emissões devido ao uso de combustíveis fósseis em geradores. Nesta edição, o South Summit Brazil irá operar com biocombustíveis, principalmente nos geradores instalados para geração de energia para o evento, medida que deve resultar em uma redução de 99% nas emissões associadas a essa categoria.</p>



<p>&#8220;O CO₂ liberado na queima do biocombustível é considerado biogênico, ou seja, já havia sido absorvido pela planta durante o crescimento. Por isso, quando comparado ao combustível fóssil equivalente, o uso de biocombustíveis apresenta emissões significativamente menores. No caso do South Summit Brazil, isso permite transformar a gestão de emissões em um processo estratégico baseado em melhoria contínua&#8221;, afirma o CEO da ESG Now, Elias Neto.</p>



<p>A iniciativa representa um dos avanços mais expressivos já implementados no inventário do evento e é resultado das análises realizadas pela ESG Now nas edições anteriores, que permitiram identificar e priorizar as principais fontes de emissão. O trabalho acompanha a evolução da agenda climática do evento através do mapeamento das fontes de gases de efeito estufa da organização e permite criar uma base histórica de dados e a evolução das estratégias de mitigação adotadas pela organização.</p>



<p>Os resultados das edições anteriores apontam, ainda, avanços concretos na gestão e no monitoramento das emissões do evento. Em 2023, apenas cinco categorias eram mapeadas, enquanto em 2025 foi entregue um inventário mais robusto, contemplando 11 categorias e praticamente a totalidade das fontes de emissões. Os dados mais recentes mostram reduções relevantes em diferentes frentes: a alimentação (produção dos alimentos consumidos no evento) caiu de 54,40 tCO₂ (tonelada de dióxido de carbono equivalente) em 2024 para 24,34 tCO₂e em 2025 (-55,26%), enquanto água e efluentes reduziram de 2,08 para 1,82 tCO₂e (-12,5%).&nbsp;</p>



<p>Também houve queda nas emissões de materiais (produção dos insumos comprados como papel, plástico, metais e mobiliário), que passaram de 76,15 para 29,21 tCO₂e (-61,64%). Parte desses resultados está associada a medidas como a substituição de GLP por equipamentos elétricos, a mudança na destinação de resíduos gerados durante o evento, e a adoção de patinetes elétricos para deslocamentos de curta distância, além de melhorias na gestão operacional e logística.&nbsp;</p>



<p>O levantamento também evidencia pontos de atenção e evolução metodológica, como a ampliação do escopo de medição e o aumento nas emissões de refrigeração, que passaram de 0,55 para 11,27 tCO₂e, associado à maior capacidade e uso de equipamentos refrigerantes.</p>



<p><strong>Ferramenta de IA para benchmarking ESG será apresentada durante o evento</strong></p>



<p>A participação da ESG Now no South Summit Brazil também marca o lançamento da Lumina, nova solução tecnológica baseada em inteligência artificial voltada ao benchmarking estratégico em ESG. A ferramenta será apresentada oficialmente no dia 25 de março, às 9h, e foi desenvolvida para analisar grandes volumes de dados relacionados à sustentabilidade corporativa, estruturando comparações entre empresas, setores e práticas de mercado.</p>



<p>&#8220;Embora o mercado já conte com diversas soluções de inteligência artificial aplicadas à agenda ESG, grande parte delas se concentra na automação de relatórios ou na coleta e organização de dados. O benchmarking comparativo entre empresas ainda é pouco explorado nesse campo e a Lumina pode ser considerada uma das primeiras inteligências artificiais no Brasil com foco específico em benchmarking estratégico B2B em ESG&#8221;, comenta Elias.</p>



<p>A solução utiliza bases de dados e relatórios de sustentabilidade para gerar análises comparativas em poucos segundos e permite que executivos e gestores transformem informações ESG em inteligência estratégica para tomada de decisão. &#8220;Hoje, muitas empresas já produzem relatórios e organizam seus dados de sustentabilidade. O próximo passo é transformar essas informações em inteligência estratégica. A ferramenta nasce para ajudar as organizações a entender como estão posicionadas em relação ao mercado e onde existem oportunidades de evolução&#8221;, completa.</p>



<p>Outro diferencial da ferramenta, segundo Elias, é a contextualização das análises ao cenário brasileiro. Em muitos casos, empresas acabam comparando suas práticas com organizações de outros países, que operam sob realidades regulatórias e econômicas distintas. Ao considerar o ambiente nacional, o benchmarking tende a oferecer referências mais aplicáveis ao mercado local.</p>



<p><strong>Sobre a ESG Now</strong></p>



<p>A ESG Now é uma startup de Porto Alegre que centraliza a gestão, a implementação e o monitoramento das estratégias ESG de empresas e oferece soluções tecnológicas que auxiliam as organizações em suas práticas de sustentabilidade e ESG. Por meio da plataforma ESG Now, os departamentos de sustentabilidade e ESG das empresas digitalizam, automatizam e otimizam atividades e processos, tornando-os mais céleres e eficazes.</p>
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		<title>ESG como estratégia de gestão de riscos após alerta do Relatório Global de Riscos 2026</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 17:15:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O recente Relatório Global de Riscos 2026, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum &#8211; WEF), reacendeu o alerta para os principais desafios que devem impactar governos, empresas e sociedades nos próximos anos. Conflitos geopolíticos, instabilidade econômica, eventos climáticos extremos e fragilidades nos mercados globais figuram entre as principais ameaças apontadas pelo documento e [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Credito-Felipe-Rick-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-9699" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Credito-Felipe-Rick-1-1024x683.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Credito-Felipe-Rick-1-300x200.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Credito-Felipe-Rick-1-768x512.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Credito-Felipe-Rick-1-330x220.jpg 330w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Credito-Felipe-Rick-1-420x280.jpg 420w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Credito-Felipe-Rick-1-615x410.jpg 615w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Credito-Felipe-Rick-1-860x573.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Credito-Felipe-Rick-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"> ESG Now acompanha de perto essa transformação ao apoiar empresas na estruturação, implementação e monitoramento de estratégias ESG integradas à gestão corporativa.</figcaption></figure>



<p>O recente Relatório Global de Riscos 2026, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum &#8211; WEF), reacendeu o alerta para os principais desafios que devem impactar governos, empresas e sociedades nos próximos anos. Conflitos geopolíticos, instabilidade econômica, eventos climáticos extremos e fragilidades nos mercados globais figuram entre as principais ameaças apontadas pelo documento e reforça a necessidade de respostas estruturadas e de longo prazo por parte das organizações.</p>



<p>Um dado que ilustra a profundidade dessas preocupações é que 50% dos especialistas consultados pelo relatório preveem um panorama global &#8220;turbulento ou tempestuoso&#8221; nos próximos dois anos e esse índice sobe para 57% quando estendido para a próxima década. Nesse contexto, a agenda ESG deixa de ser apenas um diferencial competitivo e se consolida como uma ferramenta estratégica de gestão de riscos. Para especialistas, incorporar critérios ambientais, sociais e de governança aos processos decisórios passou a ser uma condição essencial para garantir a resiliência dos negócios diante de cenários cada vez mais complexos e imprevisíveis.</p>



<p>A partir da realidade brasileira, especialmente no ambiente empresarial do Sul do país, esse movimento se reflete de forma consistente. Com sede em Porto Alegre, a ESG Now acompanha de perto essa transformação ao apoiar empresas na estruturação, implementação e monitoramento de estratégias ESG integradas à gestão corporativa.</p>



<p>Segundo a empresa, os alertas trazidos pelo relatório do WEF evidenciam que riscos climáticos, tensões sociais e instabilidades econômicas não podem mais ser tratados de forma isolada. &#8220;O que o relatório mostra é que esses fatores estão interligados e impactam diretamente a sustentabilidade financeira, operacional e reputacional das organizações. O ESG surge justamente como um modelo capaz de organizar e transformar risco em planejamento&#8221;, avalia o CEO da ESG Now, Elias Neto.</p>



<p>Na prática, isso significa ir além de ações pontuais ou iniciativas de curto prazo. A adoção de indicadores ambientais, políticas de diversidade, governança transparente, gestão eficiente de recursos e monitoramento contínuo de impactos passou a ser parte central das estratégias corporativas. Empresas que conseguem estruturar essas frentes de forma integrada tendem a responder melhor a crises, atrair investimentos e fortalecer sua posição no mercado.</p>



<p>Para a ESG Now, o desafio atual está em traduzir os alertas globais em soluções aplicáveis à realidade local. &#8220;Relatórios internacionais como o do WEF oferecem um diagnóstico importante, mas é no dia a dia das empresas que esses riscos precisam ser gerenciados. O papel da tecnologia é justamente transformar dados, métricas e compromissos em ações concretas&#8221;, destaca Neto.</p>



<p>Plataformas de gestão ESG ganham relevância ao centralizar informações, acompanhar metas, mensurar impactos e apoiar a tomada de decisão baseada em evidências. A digitalização dos processos permite que as organizações tenham uma visão mais clara de suas vulnerabilidades e oportunidades, para fortalecer sua capacidade de adaptação em ambientes instáveis. O avanço das discussões sobre sustentabilidade, governança e responsabilidade social também reflete uma mudança no perfil de investidores, consumidores e parceiros comerciais, cada vez mais atentos aos riscos socioambientais associados às marcas. Ainda, segundo o relatório, a pressão por transparência e responsabilidade tende a se intensificar nos próximos anos, especialmente diante da Resolução CVM nº 193, que torna obrigatória, a partir de 2027, a divulgação de relatórios de sustentabilidade por companhias abertas no Brasil, com base no exercício de 2026.</p>



<p><strong>Sobre a ESG Now</strong></p>



<p>A ESG Now é uma startup de Porto Alegre que centraliza a gestão, a implementação e o monitoramento das estratégias ESG de empresas e oferece soluções tecnológicas que auxiliam as organizações em suas práticas de sustentabilidade e ESG. Por meio da plataforma ESG Now, os departamentos de sustentabilidade e ESG das empresas digitalizam, automatizam e otimizam atividades e processos, tornando-os mais céleres e eficazes.</p>
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		<title>Sicredi Caminho das Águas instala estação meteorológica em Campo Bom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 20:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sicredi Caminho das Águas realizou, na última quarta-feira, 4, a entrega de uma estação meteorológica em Campo Bom. O equipamento foi instalado no Centro Comunitário da Pessoa Idosa, na Avenida dos Estados, e já está em operação. A iniciativa integra uma rede de sete estações implantadas em municípios da região afetados pelas enchentes de [&#8230;]]]></description>
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<p>A Sicredi Caminho das Águas realizou, na última quarta-feira, 4, a entrega de uma estação meteorológica em Campo Bom. O equipamento foi instalado no Centro Comunitário da Pessoa Idosa, na Avenida dos Estados, e já está em operação. A iniciativa integra uma rede de sete estações implantadas em municípios da região afetados pelas enchentes de 2024.</p>



<p>O projeto foi desenvolvido após os eventos climáticos extremos registrados no último ano, com foco na prevenção e no monitoramento das condições meteorológicas, contribuindo para a tomada de decisões mais assertivas por gestores públicos e pela comunidade. Segundo o vice-presidente da Sicredi Caminho das Águas, Francisco Ferreira, a estação vai além do monitoramento. “Os dados gerados permitem decisões preventivas mais eficazes, especialmente diante de catástrofes como as enchentes”, destaca.</p>



<p>Além de apoiar ações da Defesa Civil, a estação traz benefícios diretos para a agricultura. As informações coletadas, como volume de chuva, temperatura, vento, umidade do ar e umidade das folhas, auxiliam produtores rurais no planejamento das atividades no campo, no manejo de culturas e na prevenção de perdas causadas por eventos climáticos adversos.</p>



<p>A gestão técnica, manutenção e operação do sistema são de responsabilidade da empresa Elysios. Os dados são disponibilizados em um aplicativo digital, acessível a qualquer cidadão mediante cadastro, ampliando o acesso à informação e fortalecendo a cultura de prevenção no município.</p>



<p><strong>Sobre a Sicredi Caminho das Águas</strong></p>



<p>Constituída em 1923, a Sicredi Caminho das Águas integra o Sistema Sicredi – composto por mais de 100 cooperativas em todo o Brasil. A instituição oferece um portfólio completo com mais de 300 soluções financeiras para liberar o potencial de pessoas e negócios. Com sede em Rolante (RS), reúne mais de 95 mil associados em uma área de atuação que abrange 33 municípios do Vale do Paranhana e do Litoral Norte gaúcho, como Igrejinha, Sapiranga, Taquara, Capão da Canoa, Torres, Osório, Tramandaí, entre outros.</p>
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		<title>ESG e inovação em 2026: quando sobreviver passa a ser o maior motor de mudança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rossana Parizotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 17:41:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Posso estar sendo otimista, mas tudo indica que estamos entrando em um daqueles momentos históricos em que inovação deixa de ser escolha e vira necessidade. O mundo em 2026 está mais instável, mais quente, mais desigual e mais imprevisível. Cadeias produtivas quebram, eventos climáticos paralisam cidades, tensões geopolíticas alteram mercados de uma semana para outra. [&#8230;]]]></description>
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<p>Posso estar sendo otimista, mas tudo indica que estamos entrando em um daqueles momentos históricos em que inovação deixa de ser escolha e vira necessidade. O mundo em 2026 está mais instável, mais quente, mais desigual e mais imprevisível. Cadeias produtivas quebram, eventos climáticos paralisam cidades, tensões geopolíticas alteram mercados de uma semana para outra. Nesse cenário, ESG e inovação deixam de ser agendas paralelas e passam a ser a mesma coisa: a capacidade de adaptar sistemas econômicos a uma realidade que mudou.</p>



<p>Por muito tempo, inovação foi associada a eficiência, tecnologia e novos produtos. Hoje, ela está cada vez mais ligada à capacidade de reduzir riscos ambientais, reconstruir vínculos sociais e criar modelos de negócio que sobrevivam ao caos. Empresas que inovam em 2026 não são apenas as que digitalizam processos, mas as que reinventam cadeias de suprimento, energia, logística, relações de trabalho e relação com os territórios. E isso é ESG na sua forma mais prática.</p>



<p>Enquanto o mundo lida com inflação climática, crises humanitárias e instabilidade política, o Brasil entra nesse jogo com algumas vantagens raras. Temos uma matriz energética relativamente limpa, biodiversidade estratégica, um mercado interno robusto e, agora, um reposicionamento comercial com a União Europeia que transforma sustentabilidade em critério econômico. Isso cria um campo fértil para inovação orientada por ESG: agricultura de baixo carbono, bioeconomia, rastreabilidade, economia circular, soluções para resíduos, logística verde, tecnologias sociais e inclusão produtiva.</p>



<p>Talvez eu esteja sendo otimista, mas é difícil ignorar que, nesse novo cenário, inovação que não conversa com ESG simplesmente perde mercado. A Europa não vai importar desmatamento, trabalho precário ou cadeias opacas. Investidores não vão financiar riscos climáticos mal geridos. Consumidores estão cada vez mais atentos ao impacto real das marcas. Inovar, agora, é alinhar tecnologia, pessoas e natureza dentro de modelos de negócio viáveis.</p>



<p>O mais interessante é que isso abre espaço para algo que o Brasil sabe fazer bem: soluções criativas em contextos difíceis. Inovação social, tecnologias de baixo custo, arranjos produtivos locais, cooperativas, economia circular, agricultura familiar, startups de impacto e bioindústrias ganham um novo valor estratégico. Não são mais apenas “boas iniciativas”, mas peças de um novo sistema econômico.</p>



<p>O ESG, nesse sentido, deixa de ser um checklist e passa a ser um mapa de onde inovar. Onde há emissões altas, há oportunidade de novos modelos energéticos. Onde há desigualdade, há espaço para inclusão produtiva. Onde há resíduos, há matéria-prima. Onde há conflito social, há demanda por governança e tecnologias sociais.</p>



<p>No fundo, 2026 nos coloca diante de uma virada: ou usamos a inovação para adaptar o capitalismo aos limites do planeta e da sociedade, ou vamos continuar remendando um sistema que já mostra sinais claros de esgotamento. E, nesse jogo, países como o Brasil, que conseguem combinar natureza, gente, criatividade e mercado, talvez tenham mais a ganhar do que a perder.</p>



<p>Posso estar sendo otimista, mas às vezes a crise não é o fim, é o empurrão que faltava para mudar de verdade.</p>
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		<title>Água gratuita pode redefinir a experiência turística nas cidades brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Com quase 2,9 milhões de litros de água gratuita já disponibilizados à população, mais de 6 milhões de garrafas plásticas evitadas e 147 mil m³ de CO₂ que deixaram de ser emitidos na atmosfera, a Icehot vem se consolidando como uma das principais referências nacionais em hidratação pública aplicada aos espaços urbanos e turísticos. Presente [&#8230;]]]></description>
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<p>Com quase 2,9 milhões de litros de água gratuita já disponibilizados à população, mais de 6 milhões de garrafas plásticas evitadas e 147 mil m³ de CO₂ que deixaram de ser emitidos na atmosfera, a Icehot vem se consolidando como uma das principais referências nacionais em hidratação pública aplicada aos espaços urbanos e turísticos. Presente hoje em mais de 500 cidades brasileiras, a empresa redefine a relação das pessoas com a água fora de casa, especialmente em períodos de férias e grande fluxo turístico.</p>



<p>Em destinos turísticos de grande visibilidade, como Gramado (RS) e Maceió (AL), além de parques urbanos, áreas de lazer e pontos de grande circulação em diferentes regiões do país, as estações da Icehot passam a integrar a experiência de quem visita a cidade. Em meio ao crescimento do turismo doméstico e à intensificação das ondas de calor, a presença de água gratuita em espaços públicos deixa de ser um diferencial e se torna um tema estratégico para cidades turísticas que buscam ser mais acolhedoras e sustentáveis.</p>



<p>A pauta da água gratuita em espaços públicos ganha ainda mais relevância em cidades turísticas, onde o fluxo intenso de visitantes aumenta o risco de desidratação, quedas de pressão e outros problemas de saúde associados ao calor e à baixa ingestão de água. Ao democratizar o acesso, a iniciativa promove equidade, reduz a geração de resíduos plásticos e educa pelo exemplo do cuidado com as pessoas.</p>



<p>&#8220;Nosso papel é simples e necessário: facilitar o acesso à água fora de casa. Muita gente ainda bebe menos água do que deveria quando está na rua, seja por falta de estrutura, por não querer gastar ou por simplesmente não encontrar água disponível. A Icehot nasceu para mudar isso&#8221;, afirma Alex Sander da Rosa, sócio-fundador da Icehot. Segundo ele, o impacto vai além da hidratação imediata. &#8220;Quando a pessoa sabe que vai encontrar água disponível, ela passa a andar com sua própria garrafa. Isso melhora a saúde, reduz o uso de plástico descartável e contribui diretamente para cidades mais limpas&#8221;, complementa.</p>



<p>Com crescimento acelerado, somente no último trimestre de 2025, cerca de 100 novas cidades passaram a contar com as soluções da empresa. A Icehot se posiciona como parceira estratégica de municípios, gestores de espaços públicos e destinos turísticos que buscam alinhar bem-estar e sustentabilidade.</p>



<p><strong>Sobre a Icehot</strong></p>



<p>Fundada em 2018 em Bento Gonçalves, a Icehot é líder nacional em soluções de hidratação para espaços públicos. A empresa criou o conceito de estações de hidratação urbana no Brasil e atua com o propósito de promover saúde, bem-estar e sustentabilidade por meio do acesso gratuito à água de qualidade. Com presença em mais de 500 cidades e atuação em 13 estados, a Icehot é parceira das principais cooperativas de crédito e companhias de saneamento do país.</p>
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