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	<title>startups &#8211; starten.tech</title>
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		<title>Centelha 3 avança com 548 projetos selecionados em 12 Unidades Federativas </title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:41:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sua terceira edição, o Programa Centelha soma 548 projetos selecionados em 12 Unidades Federativas (Ufs). A iniciativa de apoio à transformação de ideias inovadoras em negócios avançou em estados das cinco regiões brasileiras para a fase de contratação, que antecede o repasse dos recursos aos aprovados. Até o momento, as propostas contempladas estão distribuídas [&#8230;]]]></description>
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<p>Em sua terceira edição, o <a href="https://materiais.programacentelha.com.br/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Centelha </a>soma 548 projetos selecionados em 12 Unidades Federativas (Ufs). A iniciativa de apoio à transformação de ideias inovadoras em negócios avançou em estados das cinco regiões brasileiras para a fase de contratação, que antecede o repasse dos recursos aos aprovados. Até o momento, as propostas contempladas estão distribuídas entre Amapá (AP), Ceará (CE), Distrito Federal (DF), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Piauí (PI), Rio Grande do Norte (RN), Rio Grande do Sul (RS), Roraima (RR) e Sergipe (SE).&nbsp;</p>



<p>A maior quantidade de projetos selecionados foi registrada no Espírito Santo, com 75 empresas selecionadas. Amapá, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Sul, Sergipe, Mato Grosso, Goiás, Piauí e Distrito Federal somam 47 projetos cada. Rio Grande do Norte teve 30 selecionados e Roraima, 20.</p>



<p>O Centelha 3 está em diferentes fases de execução nas Unidades Federativas participantes. Enquanto alguns estados já avançaram para a contratação dos projetos, outros seguem em etapas anteriores, como seleção das propostas, período de inscrições ou abertura de edital. Atualmente Minas Gerais, Alagoas e Rio de Janeiro ainda estão com inscrições abertas.</p>



<p>Em sua terceira edição, o programa chega a todos os 26 estados e ao Distrito Federal com a expectativa de apoiar mais de 1.100 projetos em todo o país. A iniciativa oferece subvenção econômica, bolsas de apoio técnico, capacitações e suporte para impulsionar a criação de startups a partir de ideias inovadoras.</p>



<p><strong>Número de projetos selecionados por Unidade Federativa e região:</strong><br><em>Sul</em><br>Rio Grande do Sul (RS): 47 empresas</p>



<p><em>Sudeste</em><br>Espírito Santo (ES): 75 empresas</p>



<p><em>Centro-Oeste</em><br>Distrito Federal (DF): 47 empresas<br>Goiás (GO): 47 empresas<br>Mato Grosso (MT): 47 empresas</p>



<p><em>Norte</em><br>Amapá (AP): 47 empresas<br>Roraima (RR): 20 empresas</p>



<p><em>Nordeste</em><br>Ceará (CE): 47 empresas<br>Maranhão (MA): 47 empresas<br>Piauí (PI): 47 empresas<br>Sergipe (SE): 47 empresas<br>Rio Grande do Norte (RN): 30 empresas</p>



<p><strong>Sobre o Centelha&nbsp;</strong></p>



<p>O <a href="https://programacentelha.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Centelha</a> incentiva a transformação de ideias inovadoras em negócios por meio da oferta de recursos financeiros em formato de subvenção econômica, bolsas de apoio técnico, capacitações e suporte. Em sua terceira edição, o programa chega a todos os 26 estados e ao Distrito Federal. A iniciativa é promovida pelo <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)</a>, pela <a href="http://www.finep.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Financiadora de Estudos e Projetos (Finep)</a> e pelo <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/composicao/rede-mcti/conselho-nacional-de-desenvolvimento-cientifico-e-tecnologico" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)</a>, em parceria com o <a href="https://confap.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP)</a> e a <a href="https://certi.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação CERTI</a>.</p>
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		<title>Potencia UP abre pré- inscrições para startups de educação e futuro do trabalho nos países da América Latina que falam espanhol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[A Potencia Ventures, fundo global de investimento de impacto, anunciou a abertura das inscrições para o Potencia UP LATAM 2026, programa voltado para startups de educação e futuro do trabalho em estágio inicial de países da América Latina de língua espanhola. Pela primeira vez, a iniciativa amplia o alcance do programa para além do Brasil [&#8230;]]]></description>
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<p>A <a href="http://www.potenciaventures.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Potencia Ventures</strong></a>, fundo global de investimento de impacto, anunciou a abertura das inscrições para o Potencia UP LATAM 2026, programa voltado para startups de educação e futuro do trabalho em estágio inicial de países da América Latina de língua espanhola. Pela primeira vez, a iniciativa amplia o alcance do programa para além do Brasil e busca apoiar empreendedores que desenvolvem soluções inovadoras para os desafios educacionais do continente.</p>



<p>Um dos principais diferenciais é a possibilidade de acesso a capital. As startups que avançarem para a fase final poderão ser avaliadas para receber investimentos da Potencia Ventures por meio de contratos de <em>convertible note</em> ou <em>revenue share agreement</em> &#8211; tipo de financiamento no qual não é necessário a venda de participação societária tradicional &#8211; com aportes a partir de US$ 100 mil.</p>



<p>As inscrições estarão abertas entre os dias 6 de julho e 24 de agosto. O programa é gratuito e contará com três fases, combinando capacitação, mentorias especializadas e oportunidades de investimento. Assim como nos anos anteriores, a realização contará com a parceria da Artemisia, organização pioneira referência em negócios de impacto, além de dois consultores ex-Village Capital, aceleradora global de negócios de impacto, com mais de 10 anos de experiência em apoio a startups hispano falantes na região.</p>



<p>&#8220;Depois de duas edições de sucesso no Brasil, percebemos que existia uma oportunidade de levar essa experiência para outros países. A América Latina enfrenta desafios educacionais semelhantes e conta com empreendedores extremamente talentosos criando soluções inovadoras. O Venture Capital tradicional não é a única via para startups de educação e futuro do trabalho e o programa Potencia UP é uma maneira de gerar visibilidade, além de ser uma alternativa para catalisar os negócios. Em outras palavras, o desafio atual não é provar que a educação é um mercado relevante, mas sim construir negócios resilientes o suficiente para prosperar em um ambiente de capital mais seletivo&#8221;, afirma Itali Collini, liderança da Potencia Ventures no Brasil.</p>



<p>A edição brasileira mais recente, realizada em 2025, beneficiou mais de 220 startups e gerou cinco oportunidades qualificadas de investimento para a Potencia Ventures. &#8220;Agora, queremos ajudá-los a transformar seus planos e metas em negócios sólidos e escaláveis. As oportunidades para empresas com bons produtos e gestão financeira eficiente continuam existindo, principalmente quando se combinam fontes de recurso diferentes&#8221;, complementa.&nbsp;</p>



<p><strong>Trilha de desenvolvimento e acesso a investidores</strong></p>



<p>A jornada do programa será dividida em três etapas. Na primeira fase, cerca de 100 startups terão acesso a uma trilha digital de conteúdos desenvolvidos especialmente para empreendedores da América Latina hispânica, com aulas gravadas por especialistas e executivos que falam espanhol sobre temas essenciais para a construção de negócios resilientes.</p>



<p>As dez startups mais engajadas avançarão para uma segunda etapa de mentorias personalizadas, desenhadas a partir dos desafios específicos enfrentados por cada empresa. Já na terceira fase, cinco delas serão selecionadas para passar por um processo de diligência conduzido pela equipe de investimentos da Potencia Ventures.</p>



<p>Além disso, os cinco destaques do programa serão convidados a participar gratuitamente da IFE Conference, iniciativa especializada em inovação educacional no México, ampliando sua exposição ao ecossistema latino-americano de inovação e investimento.</p>



<p>&#8220;Não conhecemos outro programa na América Latina focado em startups ligadas à educação e ao futuro do trabalho que combine conteúdo aplicável ao dia a dia dos empreendedores, mentorias direcionadas para desafios específicos e possibilidade de investimento. Essa combinação é o que torna o Potencia UP uma oportunidade única para startups da região&#8221;, conclui.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p><strong><em>Potencia UP LATAM 2026</em></strong><br><strong>Pré- Inscrições:</strong> de 6 de julho <br><strong>Inscrições:</strong> de 20 de julho a 23 de agosto de 2026<br><strong>Fase 1 – </strong>Trilha Digital: início em 7 de setembro de 2026<br><strong>Fase 2 –</strong> Mentorias Personalizadas: início em 2 de novembro de 2026<br><strong>Fase 3 –</strong> Diligência para Investimento: primeiro trimestre de 2027<br><strong>Custo:</strong> gratuito</p>



<p><strong>Sobre a Potencia Ventures:</strong></p>



<p>Fundada em 2002 por Kelly Michel, a Potencia Ventures é um grupo global pioneiro em investimento de impacto que investe em fundos de Venture Capital e startups early stage. Em 2005, a Potencia financiou a primeira aceleradora de impacto do Brasil, a Artemisia, em que Kelly foi cofundadora e permaneceu na operação até 2010, passando ao conselho desde então. Em 2009, a Potencia também catalisou o primeiro fundo de venture capital de impacto brasileiro, a Vox Capital, no qual Kelly também operou nos primeiros anos como co-fundadora.</p>



<p>Com enfoque em modelos de negócios que melhoram a vida de pessoas de baixa renda, a Potencia Ventures trabalha nos Estados Unidos e mercados emergentes da América Latina e Índia, identificando, executando e gerenciando investimentos nos setores de educação e empregabilidade. O grupo já conta com mais de 25 startups em seu portfólio e também investe em mais de 45 fundos ao redor do mundo.</p>
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		<title>Blumenau avança no ranking global de startups com empresas de alcance nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[Blumenau avançou seis posições no Global Startup Ecosystem Index Report 2026 e alcançou a 606ª colocação entre as mil principais cidades do mundo em ecossistema de startups. O avanço ocorre em um contexto de dispersão geográfica da inovação no Brasil: o país cresceu 17,7% no índice, ritmo quatro vezes superior à média mundial de 10,3%, [&#8230;]]]></description>
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<p>Blumenau avançou seis posições no Global Startup Ecosystem Index Report 2026 e alcançou a 606ª colocação entre as mil principais cidades do mundo em ecossistema de startups. O avanço ocorre em um contexto de dispersão geográfica da inovação no Brasil: o país cresceu 17,7% no índice, ritmo quatro vezes superior à média mundial de 10,3%, e ampliou de 28 para 32 o número de cidades brasileiras no ranking global. A movimentação indica que polos regionais ganham força em vez de concentração da atividade em capitais tradicionais.</p>



<p>O posicionamento de Blumenau no mapa global reflete a maturidade de um ecossistema que produz empresas especializadas em setores estratégicos de alta complexidade técnica. A cidade reúne consultorias consolidadas que atuam nacionalmente e internacionalmente em cloud computing, inteligência artificial e fintech B2B, segmentos que exigem capacidade técnica avançada e operam em mercados de dezenas de bilhões de reais.</p>



<p>Para o presidente da ACATE, Diego Ramos, &#8220;o avanço da tecnologia em diferentes regiões do estado é um ativo estratégico para Santa Catarina. A descentralização permite que os ecossistemas locais se especializem, criem soluções próprias e atraiam talentos. O resultado é um setor mais resiliente, menos dependente de uma única região e capaz de gerar impacto econômico em escala regional&#8221;.</p>



<p><strong>Maturidade do ecossistema refletida em empresas de setores estratégicos</strong></p>



<p>A Premiersoft, empresa de tecnologia fundada em Blumenau há mais de 15 anos, atende grandes corporações nacionais e internacionais com soluções de modernização de sistemas legados, consultoria e inteligência artificial. Com mais de 250 colaboradores, a empresa dobrou sua base de clientes em 2025 e, em março deste ano, anunciou Breno Masi (executivo com passagens por iFood e Movile) como novo sócio-investidor, movimento que sinaliza ciclo de expansão e especialização técnica da companhia.</p>



<p>&#8220;Trabalhar com modernização de sistemas críticos exige equipes estáveis, com profundidade técnica real. Não dá para resolver com rotatividade alta ou time montado na urgência. O ecossistema de Blumenau permite construir isso com qualidade de vida, custo competitivo e proximidade com outros players de tecnologia que criam condições para formar times que ficam, que se especializam. É esse tipo de base que viabiliza atender clientes de grande porte&#8221;, explica o CEO da Premiersoft, Rodrigo  Hülsenbeck. </p>



<p>A Dati, consultoria especializada em cloud e inteligência artificial com foco em Amazon Web Services, cresceu de cinco colaboradores para mais de 90 nos últimos anos e atende atualmente uma base de mais de 250 clientes. A empresa acumula mais de 180 certificações técnicas e, em 2025, foi reconhecida pela AWS como Parceira Revelação do Ano em Serviços de Consultoria na América Latina. O reconhecimento valida a capacidade técnica de equipes formadas e operadas a partir de Blumenau em um dos segmentos mais competitivos do mercado de tecnologia.</p>



<p>Para o fundador da Dati, Diego Alexandre, o ecossistema de Blumenau deixou de ser apenas uma base regional para se consolidar como um ambiente capaz de formar equipes técnicas especializadas e conectadas a mercados nacionais de alta complexidade. &#8220;Conseguimos formar uma equipe técnica altamente especializada operando a partir de uma cidade que oferece condições reais de crescimento sustentado. O avanço de Blumenau no ranking global reflete a maturidade de um ecossistema que permite esse tipo de trajetória não como crescimento episódico, mas sim como uma construção de capacidade técnica consistente&#8221;.</p>



<p>A Vertrau Tecnologia, fintech que oferece infraestrutura tecnológica para o mercado de crédito estruturado, atua em um setor que movimentou R$741,1 bilhões em 2025, segundo dados da ANBIMA. A empresa projeta crescimento de 400% em 2026, com faturamento saltando de R$1,5 milhão em 2025 para R$8,1 milhões projetados para este ano. A solução desenvolvida pela Vertrau reduz o tempo de processos de estruturação de FIDCs de até nove meses para 45 dias, integrando 65% das administradoras de investimento e os principais fundos do tipo no país.</p>



<p>&#8220;Blumenau forma empresas com capacidade de resolver problemas altamente especializados. No nosso caso, desenvolvemos tecnologia para um segmento extremamente regulado e complexo, que é o crédito estruturado. Ver a cidade avançando no ranking global é um reflexo da maturidade de um ecossistema que consegue gerar conhecimento, atrair talentos e criar negócios competitivos muito além das fronteiras regionais&#8221;, afirma o CIO e fundador da Vertrau Tecnologia, Dionathan Henchel.</p>



<p><strong>Base econômica acompanha especialização técnica</strong></p>



<p>A evolução do ecossistema de tecnologia em Blumenau encontra respaldo em dados econômicos. Entre 2023 e 2024, a cidade ampliou em 12% a arrecadação de ISS (Imposto sobre Serviços) no setor de tecnologia, passando de R$ 52,3 milhões para R$ 58,7 milhões, segundo dados do Observatório ACATE. O crescimento indica consolidação de uma base diversificada de empresas, que se soma à presença de grandes players de tecnologia instalados na cidade nos últimos anos.</p>



<p>A descentralização da inovação no Brasil ocorre em um momento de transformação do sistema tributário. A partir de 2026, com a entrada em vigor da reforma tributária, o ISS (municipal) e o ICMS (estadual) serão substituídos pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), alterando a lógica de arrecadação no país. A mudança tende a afetar de forma diferente os municípios, especialmente aqueles com maior concentração de atividades ligadas a serviços e tecnologia.</p>



<p>&#8220;A reforma muda a lógica de concentração das receitas e pode gerar impactos distintos entre os municípios, especialmente no início. Por outro lado, há uma expectativa de maior simplificação, previsibilidade e maturidade do sistema tributário. Esse é um movimento necessário. Para as empresas de tecnologia, também surge a oportunidade de ampliar mercados, olhar além do regional e fortalecer a atuação internacional como forma de equilibrar esse período de transição&#8221;, afirma o Presidente da Blusoft e vice-presidente de Integração da ACATE, César Griebeler.</p>
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		<title>BRDE Labs RS inicia aceleração de 15 startups da região Sul</title>
		<link>https://starten.tech/2026/07/08/brde-labs-rs-inicia-aceleracao-de-15-startups-da-regiao-sul/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:26:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[Começou nesta quarta-feira, 8, a fase de aceleração das 15 startups selecionadas no BRDE Labs RS 2026 – 13 do Rio Grande do Sul e duas do Paraná. Em um evento no Hub One Porto Alegre, unidade do Feevale Techpark na capital gaúcha, aconteceu o ingresso oficial dos projetos que serão acelerados na sétima edição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Começou nesta quarta-feira, 8, a fase de aceleração das 15 startups selecionadas no BRDE Labs RS 2026 – 13 do Rio Grande do Sul e duas do Paraná. Em um evento no Hub One Porto Alegre, unidade do Feevale Techpark na capital gaúcha, aconteceu o ingresso oficial dos projetos que serão acelerados na sétima edição do programa do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), sendo a sexta em parceria com a Universidade Feevale. Durante a manhã, ocorreu o Welcome Aboard, a apresentação das startups; à tarde, os empreendedores participaram de um workshop de design sprint.<br> <br>A aceleração terá duração de seis meses, período em que as startups selecionadas contarão com apoio na estruturação e validação de estratégias e processos internos para que consigam escalar seus negócios. O programa proporciona, ainda, conexão com grandes empresas instituições, que atuam como âncoras. O Feevale Techpark é responsável pela execução do BRDE Labs RS 2026 e atua com metodologia própria para capacitar os empreendedores a atingir o mercado-alvo de forma certeira. Durante os seis meses, os projetos passarão por mentorias, workshops, networking, cursos e eventos, contando com toda a infraestrutura do parque como apoio. Ao final, será distribuído um total de R$ 261 mil em prêmios entre os participantes.<br> <br>Diretor de Planejamento do BRDE, Leonardo Busatto lembrou que o banco é um dos maiores incentivadores da inovação no Rio Grande do Sul, sendo o maior repassador de fomentos do Brasil. &#8220;A área de inovação é um tema que o BRDE tem trilhado nos últimos anos, junto ao plano de desenvolvimento estratégico do Estado, e poder estar aqui, iniciando mais um processo de aceleração, é muito gratificante&#8221;, salientou, ao destacar o diferencial do programa, que é a conexão com as empresas-âncora e o contato com outras startups.<br> <br>Já o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, reforçou a expertise do Feevale Techpark no apoio ao ecossistema de inovação. &#8220;O parque tecnológico da Feevale é um dos primeiros do Estado, já possuindo 22 anos de experiência. Nós utilizamos essa expertise em aliar academia, poder público e empreendedores para o desenvolvimento regional, e toda a sua estrutura está disposição das startups participantes do BRDE Labs. Bem-vindos a todos!&#8221;, frisou.<br> <br>Alexander Nunes Leitzke, gerente de planejamento e coordenador do BRDE Labs RS, destacou a continuidade de uma iniciativa como essa, ao se manter há tantos anos auxiliando e fomentando a inovação no Estado. &#8220;Às startups, aproveitem o programa, por se tratar de uma oportunidade de desenvolvimento para os empreendedores, seja pela excelência da Feevale como executora, seja pelos contatos que as âncoras proporcionam&#8221;, afirmou.<br> <br>A diretora de Inovação da Feevale, Manuela Bruxel, ressaltou a proximidade que o programa proporciona, sendo a conexão um dos seus diferenciais. &#8220;Essa é sexta edição que executamos junto ao BRDE, e já temos uma metodologia construída e que, ao longo de cada ciclo, é ajustada para atender às necessidades das startups. Então, aproveitem cada momento, cada oportunidade de feedback, cada mentoria e cada encontro presencial&#8221;, completou.<br> <br><strong>Programa incentiva todos os participantes</strong><br> <br>O BRDE Labs RS 2025 tem o objetivo de apoiar o desenvolvimento de startups do sul do Brasil em estágio operacional ou de tração, desde que apresentem um protótipo funcional (MVP), já possuam clientes e já estejam com validação do seu modelo de negócios. O programa selecionou 13 projetos do Rio Grande do Sul e duas do Paraná em quatro áreas (Agronegócio, Saúde, Indústria e Comércio e Serviços) que participarão de workshops online e presenciais, metodologia aplicada e mentorias.<br> <br>Os trabalhos já começaram após o Welcome Aboard, com um workshop de design sprint entre as startups e algumas das âncoras, e terminarão em dezembro deste ano, no Demoday. As startups participantes terão seu desempenho avaliado ao longo de todo o processo e, novamente, todas os empreendimentos acelerados serão premiados. O montante distribuído poderá chegar a R$ 261 mil. Os primeiros quatro colocados recebem, respectivamente, R$ 95 mil, R$ 50 mil, R$ 30 mil e R$ 20 mil. Os demais que concluírem o processo de aceleração recebem R$ 6 mil cada, sendo que a premiação total será limitada a 15 startups.<br> <br><strong>Empresas âncoras contribuem com sua experiência</strong><br> <br>O contato proporcionado com as âncoras é um dos aspectos que diferencia o programa, pois as grandes empresas contribuem com suas experiências para mentorar as startups e propõem desafios para serem solucionados pelos participantes. Essa prática é consolidada no mercado e validada em todas as edições do BRDE Labs RS.<br> <br>Confira as empresas e instituições que participam desta edição como âncoras: Associação Educadora São Carlos – Hospital Mãe de Deus; Astória Papéis; Borrachas Vipal; Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE); Coester Automação; Fruki Bebidas; Imply Tecnologia; Instituto Aliança Empresarial; Fida; Lifemed; Haas Madeiras; Ministério Público; Poder Judiciário; Prefeitura Municipal de Santa Maria; Santa Casa de Porto Alegre; STE Serviços Técnicos de Engenharia; Systemhaus; Tesouro do Estado &#8211; Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul; e Viemar Indústria e Comércio.<br> <br><strong>Conheça as 15 startups participantes do BRDE Labs RS 2026:</strong><br> <br> &#8211; AgroSimples (Porto Alegre): plataforma de inteligência de crédito e risco para o agronegócio, combinando IA generativa, automações avançadas e um bureau proprietário para reduzir inadimplência, acelerar análises e ampliar oportunidades de negócio<br>&#8211; AI Runner (Santo Antônio da Patrulha): treinos personalizados com inteligência artificial, ajustes via WhatsApp e análise de dados para maximizar a performance na corrida<br>&#8211; Autigames (Porto Alegre): plataforma brasileira de jogos digitais criada para estimular habilidades sociais e emocionais em crianças com Transtorno do Espectro Autista<br>&#8211; Avisa App (Pareci Novo): SaaS (software como serviço) que automatiza cobranças e mensagens em massa via WhatsApp, reduzindo inadimplência e acelerando recebíveis<br>&#8211; Ecosynth (Porto Alegre): desenvolve biomoléculas para tratamento de águas industriais, com o intuito de remover contaminantes e reduzir o impacto ambiental em diferentes setores<br>&#8211; GiroLend (Porto Alegre): estrutura de crédito para produtores rurais e agroindústrias, com retorno atrativo a investidores<br>&#8211; Greena Soluções em Sustentabilidade (Passo Fundo): desenvolve soluções sustentáveis e de baixo carbono para governos e organizações, promovendo eficiência e impacto positivo<br>&#8211; Grow Fish (Cascavel-PR): sistema integrado de sensores e IA para aquicultura de precisão, com monitoramento contínuo, alertas preditivos e gestão inteligente da produção<br>&#8211; Medme (Curitiba-PR): SaaS que usa IA e biomarcadores para prever doenças e lesões, apoiando decisões clínicas com precisão e personalização<br>&#8211; NodeAioT (Guaíba): ambiente de desenvolvimento integrado SaaS para criar aplicações inteligentes e acelerar a inovação industrial e digital<br>&#8211; Nun Tecnologia Sustentável (Campo Bom): bioativos upcycled de subprodutos agroindustriais gaúchos para cosméticos de alta performance, 100% naturais, sustentáveis e com eficácia comprovada<br>&#8211; Ozone Engenharia (Porto Alegre): atua no desenvolvimento e aplicação de soluções tecnológicas baseadas no uso do ozônio para tratamento de água e efluentes industriais<br>&#8211; SaleCoach (Caxias do Sul): plataforma de IA que acelera o treinamento comercial, reduzindo o ramp-up de meses para 30 dias com simulações realistas e relatórios<br>&#8211; Scale (Novo Hamburgo): desenvolvimento de órteses robóticas para fisioterapia a fim de auxiliar a reabilitação motora dos pacientes com movimento reduzido<br>&#8211; Vitex AI (Caxias do Sul): design generativo e inteligência de mercado para criar e validar produtos com IA na Indústria 4.0, com o objetivo de acelerar lançamentos e reduzir prototipagem<br> <br><strong>Saiba mais</strong><br> <br>O BRDE Labs 2026 recebeu 147 inscrições, das quais, 37 startups foram selecionadas para a etapa de pré-aceleração, realizada durante o mês de junho. Nessa fase, foram promovidos workshops sobre perfil empreendedor e registro de marcas e patentes, em parceria com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), além de pitch. Ao final da pré-aceleração, foi realizada a banca de avaliação, que definiu as 15 startups selecionadas para a etapa de aceleração.</p>
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		<title>Natura lança startup de bioingredientes para conectar suas cadeias sustentáveis ao mercado global </title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 20:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Natura anunciou o lançamento da Natura Ingredientes, uma startup de Corporate Venture Building dedicada à comercialização de bioingredientes da Amazônia. De forma inédita, a iniciativa abre para outras indústrias a cadeia de suprimentos que a empresa consolidou na floresta ao longo de 25 anos, escalando e fortalecendo um modelo de fornecimento de insumos com [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="708" height="1024" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-5-708x1024.jpg" alt="" class="wp-image-11712" style="aspect-ratio:0.6914120953319465;width:282px;height:auto" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-5-708x1024.jpg 708w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-5-208x300.jpg 208w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-5-768x1110.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-5.jpg 830w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sob modelo de Corporate Venture Building, Natura Ingredientes quer escalar modelo de sociobioeconomia estabelecido pela companhia há 25 anos, conectando diversas indústrias a insumos rastreáveis ao mesmo tempo em que fortalece resiliência de seu próprio modelo de negócios.</figcaption></figure>
</div>


<p>A <a href="https://www.natura.com.br/">Natura</a> anunciou o lançamento da Natura Ingredientes, uma startup de <em>Corporate Venture Building</em> dedicada à comercialização de bioingredientes da Amazônia. De forma inédita, a iniciativa abre para outras indústrias a cadeia de suprimentos que a empresa consolidou na floresta ao longo de 25 anos, escalando e fortalecendo um modelo de fornecimento de insumos com rastreabilidade integral.</p>



<p>Ao inaugurar esse novo negócio, a Natura alavanca ativos já consolidados em seus produtos para usos diversos, garantindo segurança e escala para indústrias como alimentos, farma e cosméticos, ao mesmo tempo em que amplia a resiliência de suas cadeias de suprimento em simbiose com seu próprio modelo de negócios.&nbsp;</p>



<p>&#8220;A Natura Ingredientes é uma startup que opera no formato B2B e representa não só uma inovação, mas uma aceleradora da resiliência e do impacto social e ambiental que já geramos hoje. Fortalecemos nossas cadeias sustentáveis ao mesmo tempo em que facilitamos o acesso de empresas que querem estabelecer sua produção na Amazônia, mas não têm o conhecimento e a estrutura para tanto&#8221;, explica o vice-presidente de Novos Negócios da Natura, José Manuel Silva.</p>



<p>A startup foi incubada alicerçada na operação da Natura na Amazônia, utilizando a expertise da Gerência de Relacionamento e Abastecimento da Sociobiodiversidade (GRAS) da companhia. O GRAS atua há mais de duas décadas nos territórios da região, estabelecendo cadeias produtivas, pesquisa e desenvolvimento em parceria com comunidades locais.&nbsp;</p>



<p>O objetivo da Natura Ingredientes é conectar o que já é produzido, além de potenciais novos bioativos, a uma demanda global, mantendo rastreabilidade total, segurança de fornecimento, manejo sustentável e padronização dos ativos. A abertura para o mercado externo ocorre sem prejuízo ao suprimento interno da Natura, que permanece garantido por meio de estudos técnicos, investimentos e um planejamento estratégico de safra junto às comunidades locais. Com isso, tanto a empresa quanto os produtores parceiros se beneficiam do ganho de escala, do aumento do valor agregado na base da cadeia e da maior resiliência geral do modelo de negócios.</p>



<p>O lançamento conecta outras indústrias a uma relação de confiança construída pela Natura. Em 2025, 13,1% das matérias-primas utilizadas pela Natura foram originadas na região amazônica, sendo 43 comunidades no Brasil e mais de 11 mil famílias em cadeias de biocomércio ético na Pan-Amazônia, que asseguram a conservação de 2,2 milhões de hectares de floresta na região. Somente no ano passado, os investimentos diretos da empresa nas comunidades fornecedoras em toda a região pan-amazônica alcançaram R$ 62,39 milhões, um crescimento de 29% em relação ao período anterior, refletindo o fortalecimento contínuo dessas cadeias produtivas.&nbsp;</p>



<p>Em 2014, a Natura se tornou a primeira empresa a obter a certificação internacional UEBT para a linha Ekos, que atesta o rigor do biocomércio ético — do manejo à entrega industrial. Hoje, todas as suas cadeias amazônicas possuem a certificação UEBT.</p>



<p>A startup, que iniciou uma operação piloto há seis meses, já possui acordos assinados para entrega em 2026 com marcas como a empresa britânica de cosméticos LUSH e a empresa de alimentos brasileira Mahta.&nbsp;</p>



<p>O portfólio da Natura Ingredientes já nasce com mais de 20 espécies da sociobiodiversidade, todas já utilizadas nos produtos cosméticos da Natura, traduzindo o potencial biológico da Amazônia em ativos de alta funcionalidade. Entre os destaques estão óleos e manteigas de performance superior, como Andiroba, Tucumã, Castanha-do-Pará e Murumuru, além de ativos olfativos raros como a Priprioca e o Ishpink.</p>



<p>A Natura Ingredientes também contribui para acelerar os compromissos socioambientais da companhia, como quadruplicar a aquisição de insumos da Amazônia até 2030, além de contribuir para a meta de substituir por ativos de origem amazônica todas as matérias-primas passíveis de troca em processos produtivos.</p>



<p>A nova startup se soma a outras iniciativas estratégicas da empresa que reforçam a resiliência do modelo de negócios da companhia e de suas cadeias de suprimentos. &nbsp;Ao expandir o mercado para esses ativos, a empresa mitiga riscos operacionais e otimiza o processo logístico na região, fortalecendo seu core business. A iniciativa fomenta o uso em escala de ingredientes naturais e éticos, provando que a inovação industrial pode e deve caminhar junto com a preservação da floresta e o fortalecimento socioeconômico local.</p>



<p><strong>Sobre a Natura</strong></p>



<p>Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 8 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas.</p>
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		<title>7ª edição do BRDE Labs tem início nesta quarta-feira</title>
		<link>https://starten.tech/2026/07/07/7a-edicao-do-brde-labs-tem-inicio-nesta-quarta-feira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 20:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa de aceleração BRDE Labs dará início à sua sétima edição nesta quarta-feira, 8, com a realização do Welcome Aboard, evento que marcará oficialmente o começo das atividades da nova turma de startups selecionadas. A programação acontecerá das 10h às 11h30min, no Hub One Porto Alegre, unidade do Feevale Techpark na capital gaúcha (Rua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O programa de aceleração BRDE Labs dará início à sua sétima edição nesta quarta-feira, 8, com a realização do Welcome Aboard, evento que marcará oficialmente o começo das atividades da nova turma de startups selecionadas. A programação acontecerá das 10h às 11h30min, no Hub One Porto Alegre, unidade do Feevale Techpark na capital gaúcha (Rua Cândido Silveira, 198, bairro Auxiliadora).<br> <br>Idealizado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e executado pela Universidade Feevale, por meio do Feevale Techpark, o BRDE Labs tem como objetivo impulsionar o crescimento de startups por meio de mentorias, capacitações e conexões estratégicas com organizações parceiras e especialistas do mercado.<br> <br>A abertura contará com falas institucionais do secretário-chefe da Casa Civil do Estado, Ranolfo Vieira Júnior; do gerente de Planejamento do BRDE no Rio Grande do Sul, Alexander Leitzke; do reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa; e da diretora de Inovação da Universidade Feevale, Manuela Bruxel. Na sequência, a mentora líder do programa, Carla Adam, e o coordenador do Feevale Techpark, Matheus Pereira, apresentarão a metodologia da aceleração, destacando as trilhas de desenvolvimento e os workshops que serão realizados ao longo do ciclo.<br> <br>O Welcome Aboard reunirá representantes das organizações âncoras parceira e as 15 startups selecionadas para a fase de aceleração, além das equipes do BRDE, da Universidade Feevale e do Feevale Techpark. A proposta é promover a integração entre os participantes e fortalecer as conexões que contribuirão para o desenvolvimento dos negócios durante o programa.<br> <br>Na parte da tarde, será realizado o primeiro workshop da aceleração, com foco em Design Sprint, metodologia voltada à construção e validação ágil de soluções inovadoras. Ao longo dos próximos meses, as startups participantes terão acesso a uma jornada estruturada de desenvolvimento, que inclui mentorias especializadas, workshops práticos e oportunidades de networking, com o objetivo de acelerar seu crescimento e ampliar seu potencial de impacto no mercado.</p>
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		<title>Startups têm até 8 de julho para propor soluções a desafios de grandes empresas no BRDE Labs SC Innovation</title>
		<link>https://starten.tech/2026/06/29/startups-tem-ate-8-de-julho-para-propor-solucoes-a-desafios-de-grandes-empresas-no-brde-labs-sc-innovation/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 20:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[Estão abertas até 8 de julho as inscrições para o BRDE Labs SC Innovation 2026, iniciativa realizada pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em parceria com a ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia). O programa de aceleração busca selecionar startups de todo o Brasil para desenvolver soluções voltadas a desafios apresentados por cinco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estão abertas até 8 de julho <a href="https://8fb3890f.streak-link.com/C8RISUkxMWghcrbiqgThL0b8/https%3A%2F%2Fsc.acate.com.br%2Fbrde-labs-sc-innovation" target="_blank" rel="noreferrer noopener">as inscrições para o BRDE Labs SC Innovation</a> 2026, iniciativa realizada pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em parceria com a ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia). O programa de aceleração busca selecionar startups de todo o Brasil para desenvolver soluções voltadas a desafios apresentados por cinco organizações: Texneo, Granaço, Condor, Univali e Walbert Group.</p>



<p>Na primeira etapa, serão escolhidas até cinco startups para cada desafio, totalizando até 25 empresas participantes. A proposta é aproximar negócios inovadores de demandas reais do mercado por meio de um processo estruturado de inovação aberta.</p>



<p>&#8220;Além de gerar valor para as corporações participantes, a iniciativa amplia as possibilidades de crescimento das startups e contribui para a competitividade das empresas&#8221;, comenta Mauro Mariani, vice-presidente do BRDE.</p>



<p><strong>Desafios em diferentes setores</strong></p>



<p>As empresas participantes apresentam demandas relacionadas a áreas como indústria têxtil, siderurgia, produtos de limpeza, educação e engenharia.</p>



<p>TEXNEO</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desafio: Incorporar atributos de valor e tecnologias funcionais (wearables) em malhas têxteis de alta performance</li>



<li>A Texneo busca soluções para integrar tecnologias wearables e funcionalidades inteligentes diretamente em malhas esportivas, criando tecidos conectados, responsivos e de alta performance. A solução precisa garantir conforto e usabilidade, bem como ser capaz de certificar a capacidade da tecnologia.</li>
</ul>



<p>Granaço</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desafio: Otimizar a emissão de certificados de qualidade</li>



<li>A Granaço busca uma solução para automatizar a geração de certificados de qualidade, integrando dados da produção, laboratório e ERP em um fluxo único e rastreável. O desafio é eliminar a coleta manual de informações e a dependência de documentos em papel, garantindo certificados prontos antes da expedição, com maior eficiência operacional, rastreabilidade e redução de erros.</li>
</ul>



<p>Condor</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desafio: Otimizar a prospecção de leads qualificados para a unidade de produtos de limpeza profissional</li>



<li>A Condor busca uma solução para automatizar a prospecção e qualificação de leads para sua unidade de limpeza profissional. O desafio é eliminar o trabalho manual de higienização e enriquecimento de dados, aumentando a assertividade na identificação de clientes com perfil adequado e integrando leads qualificados diretamente ao RD Station.</li>
</ul>



<p>UNIVALI</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desafio: Sistematizar a curadoria e o registro de evidências de impacto social para avaliação CAPES dos programas de pós-graduação</li>



<li>A UNIVALI busca uma forma mais eficiente de registrar, organizar e utilizar evidências de impacto social geradas por seus programas de pós-graduação. A fragmentação das informações e a coleta retrospectiva dificultam a comprovação dos resultados para a CAPES, criando a necessidade de uma solução que centralize dados e apoie a gestão estratégica dessas evidências.</li>
</ul>



<p>Walbert Group</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desafio: Automatizar os apontamentos na produção e na gestão de projetos de engenharia</li>



<li>A Walbert busca soluções de rastreabilidade e automatização para simplificar a coleta de dados e o apontamento do fluxo técnico e produtivo, reduzindo drasticamente a dependência de interações manuais por parte dos operadores e projetistas. As tecnologias propostas devem identificar de forma autônoma os motivos de parada de máquina e os processos de retrabalho no chão de fábrica, e/ou indicar a etapa exata de desenvolvimento em que cada projetista se encontra. O foco principal é termos rastreabilidade total sob toda a produção.</li>
</ul>



<p>Além da oportunidade de apresentar soluções para grandes organizações, as startups selecionadas participarão de uma preparação para apresentação de propostas e negociação de projetos. Ao final do processo, uma startup será escolhida para cada desafio e poderá desenvolver uma prova de conceito (POC) em parceria com a corporação correspondente, criando oportunidades concretas de contratação e geração de negócios.</p>



<p>&#8220;A inovação aberta é um dos caminhos mais efetivos para transformar conhecimento e tecnologia em oportunidades concretas de mercado. O BRDE Labs SC Innovation cria um ambiente em que startups podem validar suas soluções diante de desafios reais de grandes organizações, acelerando o desenvolvimento de novos negócios e fortalecendo o ecossistema de inovação&#8221;, diz o presidente da ACATE, Diego Ramos. &#8220;Além de gerar valor para as corporações participantes, a iniciativa amplia as possibilidades de crescimento das startups e contribui para a competitividade das empresas brasileiras&#8221;.</p>



<p><strong>Cronograma</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Até 08/07 &#8211; Período de inscrições</li>



<li>16/07 &#8211; Divulgação das empresas selecionadas para etapa de pitch</li>



<li>20/07 &#8211; Workshop para pitch e elaboração de proposta de projeto piloto</li>



<li>22 a 29/07 &#8211; Realização dos pitches</li>



<li>04/08 &#8211; Divulgação das empresas selecionadas para etapa de alinhamento de escopo projeto</li>



<li>10 a 14/08 &#8211; Realização das reuniões de alinhamento</li>



<li>31/08 &#8211; Prazo para envio das propostas</li>



<li>01/10 a 30/11 &#8211; Contratação e realização dos projetos pilotos</li>



<li>03/12 &#8211; Demo Day e evento de encerramento</li>
</ul>



<p><a href="https://8fb3890f.streak-link.com/C8RISUsPjz3PhULvHQ1vxxaA/https%3A%2F%2Fsc.acate.com.br%2Fbrde-labs-sc-innovation" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mais informações e inscrições no site oficial</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sexta edição do BRDE Labs começa em 8 de julho</title>
		<link>https://starten.tech/2026/06/26/sexta-edicao-do-brde-labs-comeca-em-8-de-julho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 19:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa de aceleração BRDE Labs dará início à sua sexta edição no dia 8 de julho, com a realização do Welcome Aboard, evento que marcará oficialmente o começo das atividades da nova turma de startups selecionadas. A programação ocorrerá das 10h às 11h30min, no Hub One Porto Alegre, unidade do Feevale Techpark na capital [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O programa de aceleração BRDE Labs dará início à sua sexta edição no dia 8 de julho, com a realização do Welcome Aboard, evento que marcará oficialmente o começo das atividades da nova turma de startups selecionadas. A programação ocorrerá das 10h às 11h30min, no Hub One Porto Alegre, unidade do Feevale Techpark na capital gaúcha (Rua Cândido Silveira, 198, bairro Auxiliadora).<br> <br>Idealizado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e executado pela Universidade Feevale e pelo Feevale Techpark, o BRDE Labs tem como objetivo impulsionar o crescimento de startups por meio de mentorias, capacitações e conexões estratégicas com organizações parceiras e especialistas do mercado.<br> <br>A abertura contará com falas institucionais do gerente de Planejamento do BRDE no Rio Grande do Sul, Alexander Leitzke; do reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa; e da diretora de Inovação da Universidade Feevale, Manuela Bruxel. Na sequência, a mentora líder do programa, Carla Adam, e o coordenador do Feevale Techpark, Matheus Pereira, apresentarão a metodologia da aceleração, destacando as trilhas de desenvolvimento e os workshops que serão realizados ao longo do ciclo.<br> <br>O Welcome Aboard reunirá representantes das organizações âncoras parceira e as 15 startups selecionadas para a fase de aceleração, além das equipes do BRDE, da Universidade Feevale e do Feevale Techpark. A proposta é promover a integração entre os participantes e fortalecer as conexões que contribuirão para o desenvolvimento dos negócios durante o programa.<br> <br>Na parte da tarde, será realizado o primeiro workshop da aceleração, com foco em Design Sprint, metodologia voltada à construção e validação ágil de soluções inovadoras. Ao longo dos próximos meses, as startups participantes terão acesso a uma jornada estruturada de desenvolvimento, que inclui mentorias especializadas, workshops práticos e oportunidades de networking, com o objetivo de acelerar seu crescimento e ampliar seu potencial de impacto no mercado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Startups apoiadas pelo INAITEC expandem operações para 24 estados e três continentes</title>
		<link>https://starten.tech/2026/06/25/startups-apoiadas-pelo-inaitec-expandem-operacoes-para-24-estados-e-tres-continentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:16:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresas que nasceram ou se desenvolveram dentro do INAITEC, hub de Inovação e negócios de Palhoça, na Grande Florianópolis, ampliam sua presença no mercado e alcançam resultados que ultrapassam as fronteiras de Santa Catarina. Entre os exemplos está a Zedia, que atua em 24 estados e alcança cerca de 25 milhões de pessoas por mês, [&#8230;]]]></description>
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<p>Empresas que nasceram ou se desenvolveram dentro do INAITEC, hub de Inovação e negócios de Palhoça, na Grande Florianópolis, ampliam sua presença no mercado e alcançam resultados que ultrapassam as fronteiras de Santa Catarina. Entre os exemplos está a Zedia, que atua em 24 estados e alcança cerca de 25 milhões de pessoas por mês, e a Oktopus, que leva tecnologia brasileira para três continentes.</p>



<p>Criado em 2010, o INAITEC atua no fortalecimento de startups e empresas inovadoras por meio de programas de incubação, aceleração, mentorias, conexões de mercado e iniciativas de internacionalização. Um dos exemplos é a Oktopus, startup catarinense que desenvolveu uma plataforma para monitoramento e gerenciamento remoto de roteadores utilizados por provedores de internet. A solução permite acompanhar em tempo real milhares de dispositivos instalados nas residências dos assinantes, reduzindo custos operacionais e aumentando a qualidade dos serviços prestados.</p>



<p>A empresa iniciou sua trajetória dentro do INAITEC ainda na fase de concepção do negócio. Durante o período de incubação, recebeu suporte para estruturação da operação, validação do modelo de negócio e preparação para entrada no mercado. &#8220;Atualmente estamos presentes em três continentes, levando tecnologia desenvolvida no Brasil para países como Inglaterra, Áustria, Itália, Taiwan e Estados Unidos. O INAITEC contribuiu para essa trajetória ao proporcionar conexões com outros empresários do ecossistema, mentorias e oportunidades como missões internacionais, que ampliaram nossas chances de sucesso&#8221;, destaca Leandro Machado, CEO da Oktopus.</p>



<p>Outro exemplo é a Zedia, startup que passou pelo programa de incubação, é especializada em tecnologia e inteligência artificial para mídia, conteúdo e publicidade, e desenvolve soluções que aproximam a televisão tradicional da lógica das plataformas digitais. A tecnologia permite que emissoras compreendam melhor o comportamento da audiência e ofereçam experiências mais interativas e personalizadas aos espectadores. Hoje, a empresa mantém conexão com mais de 200 estações de televisão.&nbsp;</p>



<p>Segundo João Vitor de Castro, diretor de Canais e Parcerias da Zedia, a participação no ecossistema do INAITEC foi importante para a evolução do negócio. &#8220;Tivemos acesso a programas de incubação, missões internacionais e, principalmente, à troca de experiências com outros empreendedores, algo que contribuiu diretamente para a evolução da empresa&#8221;, afirma. De acordo com o executivo, a companhia tem registrado crescimento médio de cinco vezes ao ano em indicadores como faturamento, base de clientes e equipe. O negócio começou com apenas duas pessoas e atualmente conta com cerca de 35 colaboradores.</p>



<p>O instituto já apoiou mais de 350 empresas ao longo de sua trajetória. O modelo de atuação permite que empreendedores validem soluções em um ambiente reconhecido como a primeira City Lab da América Latina, conectando universidades, empresas, investidores, poder público e comunidade. Para Diego Chierighini, diretor executivo do INAITEC, os resultados mostram como um ecossistema de inovação forte pode contribuir para acelerar o crescimento de negócios com potencial global. &#8220;Trabalhamos para conectar empreendedores a conhecimento, mercado e oportunidades que ajudem a transformar boas ideias em empresas competitivas. Ver startups apoiadas pelo INAITEC alcançando novos estados e mercados internacionais demonstra o potencial do ecossistema de inovação que estamos construindo em Palhoça&#8221;, pontua.</p>
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		<title>São Paulo lidera ecossistema latino-americano de startups em cenário de retomada de investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:54:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[São Paulo manteve a liderança entre os ecossistemas de startups da América Latina e aparece como o principal polo de inovação da região no Global Startup Ecosystem Report 2026 (GSER), estudo anual produzido pelo Startup Genome, organização internacional especializada em pesquisa e consultoria para ecossistemas de inovação. Em sua 14ª edição, o relatório analisou 5,5 [&#8230;]]]></description>
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<p>São Paulo manteve a liderança entre os ecossistemas de startups da América Latina e aparece como o principal polo de inovação da região no Global Startup Ecosystem Report 2026 (GSER), estudo anual produzido pelo Startup Genome, organização internacional especializada em pesquisa e consultoria para ecossistemas de inovação.</p>



<p>Em sua 14ª edição, o relatório analisou 5,5 milhões de startups distribuídas em mais de 350 ecossistemas ao redor do mundo. A publicação é considerada uma das principais referências globais para investidores, formuladores de políticas públicas, corporações e empreendedores interessados em acompanhar a evolução da economia da inovação.</p>



<p>Na América Latina, o estudo aponta um cenário de contrastes: enquanto os investimentos em startups em estágio inicial seguem pressionados pela menor disponibilidade de capital, os aportes em empresas mais maduras voltaram a crescer. Ao mesmo tempo, a região registrou uma forte aceleração nas operações de saída — como aquisições e aberturas de capital — indicando maior liquidez para investidores e fundadores.</p>



<p>Os dados mostram que o financiamento de rodadas Série A recuou 30% entre 2024 e 2025 na América Latina. As projeções com base no primeiro trimestre de 2026 indicam que a tendência de retração pode continuar ao longo do ano. Em sentido oposto, os investimentos em startups em estágio avançado cresceram 39% em 2025, sinalizando maior seletividade dos investidores e preferência por empresas com modelos de negócio já validados.</p>



<p>Outro indicador que chamou a atenção foi o volume de exits. Segundo o Startup Genome, o primeiro trimestre de 2026 registrou um nível próximo ao recorde histórico na região. As operações avaliadas acima de US$ 50 milhões cresceram de forma expressiva, e o volume registrado apenas nos três primeiros meses do ano superou todo o resultado observado em 2025.</p>



<p><strong>São Paulo amplia vantagem regional</strong></p>



<p>O desempenho da América Latina continua concentrado em alguns polos específicos. No ranking regional do GSER 2026, São Paulo ocupa a primeira posição, seguida por Cidade do México, Santiago-Valparaíso (Chile), Bogotá (Colômbia) e Buenos Aires (Argentina). A lista dos dez principais ecossistemas latino-americanos inclui ainda Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre e Monterrey (México).</p>



<p>Além da liderança regional, São Paulo aparece na 37ª posição entre os principais ecossistemas de startups do mundo. O relatório atribui parte desse desempenho à capacidade da cidade de concentrar capital, talentos, universidades, grandes empresas e investidores.</p>



<p>Os números ajudam a dimensionar o tamanho do ecossistema. O valor gerado pelas startups paulistas alcançou US$ 55 bilhões no período analisado pelo Startup Genome — patamar mais de 14 vezes superior à média dos ecossistemas latino-americanos, estimada em US$ 3,9 bilhões. A concentração de capital também reforça essa posição. Em 2025, o Brasil recebeu US$ 2,03 bilhões em investimentos de venture capital, equivalente a 52,9% de todo o volume destinado à América Latina. Boa parte desses recursos foi direcionada para empresas sediadas em São Paulo ou conectadas ao ecossistema local.</p>



<p>O amadurecimento do mercado também se reflete na geração de liquidez. Entre 2021 e 2025, São Paulo registrou 425 operações de saída — incluindo aquisições e aberturas de capital — que somaram US$ 53 bilhões. Atualmente, o ecossistema abriga 16 unicórnios ativos.</p>



<p>O ranking completo da América Latina inclui 19 ecossistemas. Para ser listado no ranking regional, um ecossistema precisa estar no Top 40 Global, no Top 200 de Ecossistemas Emergentes, ou possuir um Valor de Ecossistema superior a US$ 200 milhões.</p>



<p>1. São Paulo (Brasil)<br>2. Cidade do México (México)<br>3. Santiago-Valparaíso (Chile)<br>4. Bogotá (Colômbia)<br>5. Buenos Aires (Argentina)<br>6. Rio de Janeiro (Brasil)<br>7. Curitiba (Brasil)<br>8. Belo Horizonte (Brasil)<br>9. Porto Alegre (Brasil)<br>10. Monterrey (México)<br>11. Lima (Peru)<br>12. Guadalajara (México)<br>13. Recife (Brasil)<br>14. Córdoba (Argentina)<br>15. Medellín (Colômbia)<br>16. Florianópolis (Brasil)<br>17. Montevidéu (Uruguai), Quito (Equador) e Uberlândia (Brasil)</p>



<p>&#8220;A forte presença de cidades brasileiras entre os principais ecossistemas da América Latina confirmam que o Brasil ocupa uma posição estratégica na economia da inovação da região&#8221;, comenta o Diretor Técnico do Sebrae Nacional, Bruno Quick. &#8220;É fundamental transformar esse dinamismo em oportunidades para empreendedores de todo o país. O fortalecimento dos ecossistemas locais amplia a geração de empregos qualificados, aumenta a competitividade das empresas brasileiras e contribui para uma economia mais inovadora e sustentável&#8221;.</p>



<p><strong>Os 10 maiores ecossistemas de startups do mundo</strong></p>



<p>O ranking global do GSER reúne os ecossistemas mais maduros do planeta, considerando fatores como volume de investimentos, geração de valor e quantidade de grandes saídas avaliadas acima de US$ 50 milhões.</p>



<p>1. Vale do Silício<br>2. Nova York<br>3. Londres<br>4. Tel Aviv<br>5. Boston<br>6. Los Angeles (empatado com Pequim)<br>7. Pequim (empatado com Los Angeles)<br>8. Singapura<br>9. Seul<br>10. Seattle</p>



<p>São Paulo aparece na 37ª posição global, sendo o único ecossistema latino-americano presente entre os 40 maiores do mundo.</p>



<p>Além dos polos já consolidados, o relatório acompanha ecossistemas em rápida ascensão que podem ocupar posições de destaque na próxima década. O ranking de ecossistemas emergentes é liderado por Mumbai, seguida por Istambul e Madri.</p>



<p>1. Mumbai<br>2. Istambul<br>3. Madri<br>4. Salt Lake-Provo<br>5. Barcelona<br>6. Phoenix<br>7. Manchester-Liverpool<br>8. Grande Helsinque<br>9. Nanjing<br>10. Grande Região de Lausanne</p>



<p><strong>Sobre o estudo</strong></p>



<p>O Startup Genome é uma empresa global de pesquisa e consultoria em políticas de inovação. A organização atua com governos, agências públicas e privadas, corporações e fundadores, e já orientou políticas para mais de 200 ministérios e agências de desenvolvimento econômico em mais de 80 países. Em sua 14ª edição, o Global Startup Ecosystem Report 2026 analisou 5,5 milhões de startups em mais de 350 ecossistemas globais. O estudo reúne rankings, dados regionais e tendências para apoiar investidores, formuladores de políticas públicas, empreendedores e demais atores do mercado de inovação.</p>



<p>Desde o ano passado, o Startup Genome é parceiro do Sebrae Startups, que passou aplicar no Brasil a metodologia de análise comparativa já adotada pelo Genome em mais de 65 países. A parceria tem o objetivo de ampliar o uso de dados e referências internacionais na formulação de políticas públicas e estratégias de fomento às startups brasileiras.</p>
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