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		<title>Polícia de SP alia tecnologia com ações especializadas para combater o tráfico de pessoas</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 14:59:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Da proteção às vítimas à responsabilização dos criminosos: mais de 6,3 mil policiais militares, civis e técnico-científicos do estado de São Paulo se especializaram no combate ao tráfico de pessoas, crime que transcende fronteiras e afeta cidadãos de todas as idades, gêneros e nacionalidades. A iniciativa começou em julho do ano passado. Agora, as forças [&#8230;]]]></description>
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<p>Da proteção às vítimas à responsabilização dos criminosos: mais de 6,3 mil policiais militares, civis e técnico-científicos do estado de São Paulo se especializaram no combate ao tráfico de pessoas, crime que transcende fronteiras e afeta cidadãos de todas as idades, gêneros e nacionalidades. A iniciativa começou em julho do ano passado.</p>



<p>Agora, as forças de segurança paulista possuem um olhar mais orientado sobre como enfrentar o crime, aliado ao uso da tecnologia de reconhecimento facial, como a do Muralha Paulista, que é ligado ao banco de dados de pessoas desaparecidas. O programa também permite integrar dados relacionados a casos desse tipo, o que contribui para o sucesso das investigações. Essa base de dados unificada permite o rápido rastreamento de suspeitos e organizações criminosas que financiam e lucram com essa violação.</p>



<p>Por ser um crime que tem relação com outros tipos de delitos como o tráfico de drogas e armas, além do trabalho análogo à escravidão e exploração sexual, o tráfico de pessoas não é tão simples de ser identificado. Por isso, três dos principais temas abordados no curso são a identificação em situações cotidianas, aspectos e materialidade do crime e rede de apoio às vítimas, conforme aponta o coordenador geral do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), João Henrique Martins.</p>



<p>O protocolo de estudos foi elaborado por especialistas após a assinatura de um convênio entre a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e a Organização Internacional não governamental The Exodus Road, como parte de uma política pública de enfrentamento ao tráfico humano.</p>



<p>João Henrique explica que há um olhar atento da sociedade para identificar possíveis crimes, bem como a humanização e empatia no atendimento às vítimas. “Outro ponto crucial para elucidação dos casos são os aspectos e a materialidade do crime, com análise das características de locais de cárcere privado e exploração sexual, porque tudo isso fará parte da cadeia de custódia das provas. Os acolhimentos às pessoas nessas condições em casas de passagem e abrigos especializados também foram citados porque não basta somente resolver os crimes, é necessário prestar essa ajuda da melhor maneira possível”.</p>



<p>Policiais que atuam próximos de aeroportos, portos e terminais rodoviários, considerados “portas de entradas” de vítimas nessas condições, tiveram preferência para receber o treinamento.</p>



<p><strong>Especialização</strong></p>



<p>O projeto-piloto do curso se iniciou em 30 de julho do ano passado por agentes que atuam na zona norte da capital paulista, onde está localizada a Rodoviária do Tietê — a maior da América Latina — e por ter histórico envolvendo o tráfico de pessoas.</p>



<p>Os policiais que trabalham na área do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, também receberam o treinamento na fase inicial, com prazo de 30 dias para a conclusão.</p>



<p>Devido aos resultados positivos e à importância de tratar do assunto, a especialização foi ampliada aos agentes que atuam nos municípios de Campinas, Guarujá e Santos, o que totalizou, até agora, 6.364 policiais capacitados.</p>



<p><em>(Com: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/">Agência SP</a>)</em></p>
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		<title>Aplicativo para segurança pública desenvolvido pela Procempa será testado pela Brigada Militar</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 14:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O aplicativo Hórus NG, desenvolvido pela Procempa, em parceria com a Secretaria Municipal de Segurança de Porto Alegre (Smseg), começará a ser testado pela Brigada Militar na cidade no mês de março. A ferramenta, baseada em inteligência artificial para identificação e análise de placas, amplia o monitoramento do Cercamento Eletrônico, plataforma da Procempa de segurança [&#8230;]]]></description>
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<p>O aplicativo Hórus NG, desenvolvido pela Procempa, em parceria com a Secretaria Municipal de Segurança de Porto Alegre (Smseg), começará a ser testado pela Brigada Militar na cidade no mês de março. A ferramenta, baseada em inteligência artificial para identificação e análise de placas, amplia o monitoramento do Cercamento Eletrônico, plataforma da Procempa de segurança pública que integra câmeras, aplicativos e inteligência para combate ao crime.</p>



<p>A presidente da Procempa, Letícia Batistela, destaca o desenvolvimento do Hórus NG como um passo significativo na modernização das estratégias de combate ao crime em Porto Alegre. “Nossa missão é desenvolver soluções tecnológicas inovadoras que tragam impactos positivos para a cidade, e o Hórus representa exatamente isso: mais eficiência, agilidade e, acima de tudo, mais segurança para a população”.</p>



<p>O secretário municipal de Segurança, Alexandre Aragon, explica que a segurança pública não é feita só com a integração em operações, mas também com o compartilhamento de tecnologias. “Desta forma, a Prefeitura de Porto Alegre também está disponibilizando esse instrumento, que reverte na segurança da população&#8221;.</p>



<p>O treinamento para utilização do Hórus foi realizado em 13 de fevereiro, no Centro Integrado de Operações e Emergências da Brigada Militar (Copom). O supervisor técnico da Procempa, Marcio Scherer, apresentou o aplicativo a 15 oficiais e esclareceu dúvidas sobre seu funcionamento.</p>



<p>Scherer destaca que o Cercamento Eletrônico, com aproximadamente 450 câmeras fixas espalhadas por Porto Alegre, ganha maior alcance com o Hórus NG. “A criminalidade aprende a evitar câmeras fixas, mas, com o Hórus, qualquer agente pode monitorar em tempo real, fazendo com que o aplicativo fortaleça o Cercamento ao ampliar a capacidade de monitoramento e possibilitar um efeito surpresa”.</p>



<p>A diretora de Planejamento e Políticas de Segurança da Smseg, Gabriela Veríssimo, ressalta que o Cercamento Eletrônico já contribuiu para uma redução de 88% nos casos de roubos e furtos de veículos em Porto Alegre, e o aplicativo Hórus vem para complementar essa iniciativa. “Nosso objetivo é compartilhar o aplicativo, que auxilia muito na recuperação de veículos roubados e furtados na Capital. A ideia é desenvolver um trabalho colaborativo com a Brigada Militar para aprimorar o Hórus”.</p>



<p><strong>Sobre o aplicativo</strong></p>



<p>Desenvolvido no Procempa SmartLab, o laboratório de inovação da companhia, o Hórus NG transforma a câmera do celular em um dispositivo de monitoramento capaz de identificar, em tempo real, veículos roubados, furtados, clonados ou em situação irregular. O aplicativo classifica os alertas por cores aos policiais: vermelho para casos criminais, amarelo para administrativos e verde para veículos regulares. Em caso de irregularidade, o agente pode criar um alerta no Cercamento Eletrônico, enviando dados, foto e localização do veículo para a plataforma.</p>



<p>A posição dos agentes também é compartilhada com o Cercamento Eletrônico a cada 10 segundos, permitindo a identificação dos policiais mais próximos para abordagem. Mensagens de texto com detalhes da ocorrência são enviadas diretamente aos agentes.</p>



<p><em>(Com: Prefeitura de Porto Alegre)</em></p>
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