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	<title>saúde mental &#8211; starten.tech</title>
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	<title>saúde mental &#8211; starten.tech</title>
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		<title>Quase um em cada quatro usuários de antidepressivos também utiliza medicamentos para doenças crônicas, aponta levantamento </title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:36:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O tratamento da saúde mental não pode mais ser olhado de forma isolada. É o que revela um levantamento inédito realizado pela Funcional, pioneira e líder em programas de acesso e adesão em saúde no Brasil, a partir da base de dados do Benefício Farmácia. De acordo com a análise, 22,8% dos usuários de antidepressivos [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="450" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/09/image-3-2-edited.jpg" alt="" class="wp-image-13122" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/09/image-3-2-edited.jpg 800w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/09/image-3-2-edited-300x169.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/09/image-3-2-edited-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Ricardo Moraes, diretor médico da Funcional. | Foto: Sarah Daltri</em>.</figcaption></figure>



<p>O tratamento da saúde mental não pode mais ser olhado de forma isolada. É o que revela um levantamento inédito realizado pela <a href="https://www.funcionalhealthtech.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Funcional</a>, pioneira e líder em programas de acesso e adesão em saúde no Brasil, a partir da base de dados do Benefício Farmácia. De acordo com a análise, 22,8% dos usuários de antidepressivos também utilizam medicamentos para condições crônicas, evidenciando a coexistência entre tratamentos para saúde mental e doenças crônicas entre os usuários analisados. Além disso, 35,7% desse mesmo grupo fazem uso de medicamentos de duas ou mais classes terapêuticas diferentes.</p>



<p>Os resultados mostram que uma parcela significativa das pessoas em tratamento com antidepressivos também convive com outras condições de saúde, reforçando a necessidade de uma abordagem integrada do cuidado e de estratégias que favoreçam a adesão terapêutica.</p>



<p>Para o médico Ricardo Moraes, Diretor Médico da Funcional, os dados mostram que saúde mental e saúde física precisam ser tratadas de forma conjunta. &#8220;Os resultados mostram que saúde mental e doenças crônicas frequentemente caminham juntas. Quando o paciente precisa administrar diferentes tratamentos, garantir a adesão terapêutica torna-se um dos principais desafios para alcançar melhores desfechos clínicos. Por isso, integrar o cuidado é essencial para melhorar a qualidade de vida e reduzir impactos para pacientes, empresas e para o sistema de saúde&#8221;.</p>



<p>O recorte da Funcional ganha ainda mais relevância quando analisado à luz das evidências científicas mais recentes. Um estudo publicado na revista <em>Nature Medicine</em> mostrou que pacientes com depressão apresentam 76% maior probabilidade de não aderir ao tratamento de doenças crônicas. A pesquisa também concluiu que a maior parte do impacto econômico da depressão não decorre dos custos assistenciais, mas da redução da participação no mercado de trabalho e da produtividade, efeito parcialmente explicado pela menor adesão aos tratamentos.&nbsp;</p>



<p>Esse cenário também ajuda a explicar o aumento dos afastamentos relacionados à saúde mental, impulsionado pela crescente prevalência de casos de depressão e ansiedade no Brasil, conforme apontam os dados do inquérito Covitel 2023, disponíveis no Observatório da Saúde Pública.</p>



<p>O reflexo deste cenário impacta diretamente a sustentabilidade das empresas e a economia: em escala global, os transtornos mentais representam um custo estimado de US$ 1 trilhão por ano em perda de produtividade, segundo o relatório <em>WHO Guidelines on Mental Health at Work</em>, da Organização Mundial da Saúde.</p>



<p>O levantamento da Funcional ainda mostra ainda que, entre os usuários de antidepressivos, 14,0% utilizam medicamentos hipoglicemiantes, 10,4% fazem uso de anti-hipertensivos e 9,1% utilizam medicamentos para o tratamento do colesterol elevado. Os percentuais não são excludentes, uma vez que um mesmo paciente pode utilizar combinações dessas classes terapêuticas em razão das comorbidades associadas.</p>



<p>&#8220;A relação entre mente e corpo é profunda e exige uma abordagem mais ampla, que considere os diferentes fatores que influenciam o bem-estar das pessoas. Programas que favorecem a adesão terapêutica podem gerar benefícios que vão além da continuidade do tratamento, contribuindo para preservar a capacidade funcional, melhorar a qualidade de vida dos pacientes e aumentar a sustentabilidade do sistema de saúde. O cuidado integrado deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade&#8221;, complementa Ricardo.</p>



<p>Diante desse cenário, é fundamental adotar uma abordagem integrada de saúde, com foco real na melhoria da qualidade de vida. &#8220;Cada dado representa pessoas que enfrentam sobrecarga física e mental. O cuidado integrado vai além do simples acompanhamento de indicadores: significa acolher as pessoas e promover o bem-estar de quem mais precisa&#8221;, finaliza o médico.</p>



<p><strong>Sobre a Funcional:</strong></p>



<p>Fundada há mais de 25 anos, a Funcional é pioneira e líder em programas de acesso e adesão no Brasil, sendo o maior ecossistema integrado de saúde do país. Com um portfólio projetado no conceito de data driven care, a empresa se destaca no mercado B2B2C por sua excelência operacional e inteligência de dados, com soluções de tecnologia que conectam indústria, pacientes, farmácias, distribuidores, clínicas, laboratórios, hospitais e operadoras de saúde. A healthtech é líder de mercado na modalidade de Benefício Farmácia, que conta com mais de 2,5 milhões de beneficiários entre funcionários e dependentes. Atualmente, são mais de 35 milhões de vidas impactadas, 58 mil farmácias credenciadas e mais de 18 milhões de transações anuais em seu ecossistema.</p>
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		<title>HealthBit lança plataforma para enfrentar impactos do endividamento e das apostas esportivas nas empresas </title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:41:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[O endividamento é uma realidade que afeta milhões de brasileiros. De acordo com o estudo Estatísticas Monetárias e de Crédito, do Banco Central (BC), cerca de 49,8% das famílias do país convivem com dívidas, enquanto o comprometimento da renda para o pagamento dessas obrigações chegou a 28,5%. Os dados mostram que o endividamento deixou de [&#8230;]]]></description>
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<p>O endividamento é uma realidade que afeta milhões de brasileiros. De acordo com o estudo Estatísticas Monetárias e de Crédito, do Banco Central (BC), cerca de 49,8% das famílias do país convivem com dívidas, enquanto o comprometimento da renda para o pagamento dessas obrigações chegou a 28,5%. Os dados mostram que o endividamento deixou de ser um problema pontual e se tornou um fenômeno estrutural, com raízes na vulnerabilidade social, na dificuldade de acesso a serviços financeiros de qualidade e, mais recentemente, na expansão das plataformas de apostas online.</p>



<p>Nesse contexto, a educação financeira ganha ainda mais relevância. Afinal, saúde financeira e saúde mental caminham juntas. Um levantamento realizado pela Serasa, em parceria com a Opinion Box, revelou que 84% dos brasileiros afirmam já ter tido a saúde mental afetada por problemas financeiros. Entre os principais impactos estão alterações no humor e na estabilidade emocional (48%), na autoestima (44%), na energia e disposição (32%) e na concentração no trabalho e nos estudos (30%).</p>



<p>O que antes era tratado como uma questão exclusivamente individual passou a ser também uma preocupação das empresas. Ao afetar o bem-estar dos colaboradores, o endividamento pode se refletir em indicadores como aumento do absenteísmo e do presenteísmo, maior demanda por antecipação salarial e queda da produtividade. Diante desse cenário, a <a href="https://healthbit.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>HealthBit</strong></a>, consultoria especializada em projetos de saúde corporativa de alta complexidade, lançou sua Plataforma de Saúde Financeira, solução que combina tecnologia, metodologia própria e acompanhamento especializado para ajudar as organizações a enfrentarem desafios como o superendividamento, o estresse financeiro e os impactos do uso compulsivo de plataformas de apostas entre colaboradores.</p>



<p>A novidade chega em um momento importante para o mercado corporativo. Com a vigência da NR-1, foi ampliado a responsabilidade na identificação e gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Entre eles, o estresse financeiro crônico se destaca por comprometer a capacidade de concentração, tomada de decisão e resolução de problemas. A preocupação constante com dinheiro consome parte dos recursos cognitivos, reduzindo foco, memória e autocontrole.&nbsp;</p>



<p>Segundo o pesquisador Sendhil Mullainathan, autor do livro Scarcity: Why Having Too Little Means So Much, esse impacto pode equivaler a uma perda temporária de até 13 pontos de QI — não porque a pessoa se torne menos inteligente, mas porque sua mente permanece ocupada administrando esse problema.</p>



<p>O&nbsp; cenário se torna ainda mais desafiador diante da popularização das apostas esportivas. Grandes eventos costumam impulsionar esse comportamento. Durante a Copa do Mundo, por exemplo, levantamento da plataforma financeira Klavi apontou um aumento de 300% no número de apostadores ao longo da competição. O valor médio depositado pelos usuários também passou de R$188 para R$245,05, chegando a ultrapassar R$500 às vésperas de partidas da Seleção Brasileira.&nbsp;</p>



<p>Para o cofundador e Diretor Geral da HealthBit, Murilo Wadt, dinheiro e saúde mental são temas indissociáveis e precisam ser tratados dessa forma pelas empresas. &#8220;Hoje, os sinais de que um colaborador enfrenta dificuldades financeiras aparecem nos indicadores de RH: no aumento do absenteísmo, do presenteísmo, dos pedidos recorrentes de antecipação salarial e do adoecimento. Em muitos casos, por trás desses indicadores estão situações de superendividamento ou comportamentos compulsivos, como o vício em apostas, que costumam vir acompanhados de ansiedade, vergonha e isolamento. Foi justamente para romper esse ciclo que desenvolvemos a Plataforma de Saúde Financeira, oferecendo acolhimento, tecnologia e acompanhamento especializado para que o colaborador recupere sua estabilidade financeira, emocional e, consequentemente, seu desempenho no trabalho&#8221;.</p>



<p>A solução foi desenvolvida com base na educação financeira comportamental e está estruturada em uma jornada de quatro etapas (Despertar, Transformação, Suporte Ativo e Resultados). A ferramenta integra tecnologia, inteligência de dados e atendimento especializado para apoiar colaboradores na construção de uma relação mais saudável com o dinheiro.</p>



<p>Entre os recursos oferecidos estão diagnóstico financeiro, renegociação de dívidas, estratégias para reduzir a exposição às plataformas de apostas, acompanhamento psicológico e educação financeira personalizada. Todo o processo é conduzido com sigilo absoluto, em conformidade com a LGPD, utilizando ferramentas de baixa fricção para estimular o engajamento, como trilhas de aprendizagem via WhatsApp, conteúdos em áudio e vídeo e consultorias individuais com especialistas.</p>



<p>&#8220;Muitos trabalhadores sentem vergonha de expor que estão superendividados ou enfrentam problemas relacionados às apostas esportivas, e nós tratamos essa vergonha como parte do desenho da plataforma. Nosso ambiente atua sem julgamento, oferecendo acolhimento, segurança psicológica e total confidencialidade&#8221;, afirma Murilo.&nbsp;</p>



<p>O diretor ainda reforça que o objetivo do lançamento&nbsp; é ajudar as pessoas a reconstruírem uma relação saudável com o dinheiro e conquistarem autonomia financeira. &#8220;Sempre que necessário, essa jornada envolve também a família do colaborador, porque o problema é sistêmico. O vício altera mecanismos de recompensa do cérebro e, por isso, a recuperação depende da construção de novos hábitos, apoio contínuo e não apenas de força de vontade&#8221;, complementa.</p>



<p>Além dos benefícios para os colaboradores, a solução também contribui para as estratégias de ESG das organizações, especialmente nos pilares Social e de Governança, ao promover inclusão financeira, bem-estar e conformidade.&nbsp;</p>



<p>Por meio da plataforma, as empresas acompanham em tempo real a evolução das intervenções por meio de dashboards executivos, monitorando indicadores como o bem-estar financeiro dos colaboradores com base em escalas cientificamente validadas (PFWB e PGSI), além de métricas relacionadas à saúde corporativa. A solução combina referências internacionais com as diretrizes da CVM e da ANBIMA para apoiar as organizações na prevenção do superendividamento, do estresse financeiro e dos impactos associados ao uso compulsivo de plataformas de apostas, transformando a saúde financeira em um indicador estratégico para a gestão de pessoas.</p>



<p><strong>Sobre a HealthBit:</strong></p>



<p>A HealthBit é uma consultoria especializada em saúde corporativa, focada em projetos de grande complexidade para os maiores players do mercado. Fundada em 2015 e parte do Grupo RD desde 2021, a empresa combina tecnologia, análise de dados e expertise em gestão para aprimorar a saúde populacional e otimizar custos para empresas. Com mais de 2 milhões de vidas impactadas mensalmente e mais de 300 projetos entregues, a consultoria oferece soluções estratégicas para a tomada de decisão baseada em dados, incluindo softwares próprios, consultoria especializada, programas de saúde e serviços médicos. Grandes empresas, como Vivo e Heineken, confiam na HealthBit para transformar a gestão de saúde de seus colaboradores com eficiência e inovação.</p>
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		<title>Vittude abre inscrições para o Vittude Awards 2026 e busca reconhecer empresas que transformam saúde mental em estratégia de negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 20:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[A Vittude, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, abriu as inscrições para o Vittude Awards 2026. A premiação reconhece organizações, executivos e projetos que colocam a saúde mental no centro da estratégia do negócio e vêm contribuindo para transformar o ambiente corporativo brasileiro. As inscrições dos cases podem [&#8230;]]]></description>
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<p>A <a href="https://www.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vittude</a>, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, abriu as inscrições para o <strong><em>Vittude Awards 2026</em></strong>. A premiação reconhece organizações, executivos e projetos que colocam a saúde mental no centro da estratégia do negócio e vêm contribuindo para transformar o ambiente corporativo brasileiro. As inscrições dos cases podem ser realizadas até 8 de setembro, por meio do site da iniciativa, e a cerimônia de premiação para convidados acontece em 8 de outubro, em São Paulo.</p>



<p>Mais do que reconhecer boas práticas, o <em>Vittude Awards</em> busca dar visibilidade às organizações que entendem que investir em saúde mental vai além do cumprimento da legislação. A proposta é destacar companhias que promovem ambientes psicologicamente saudáveis, fortalecem lideranças e adotam iniciativas capazes de gerar impacto sustentável para colaboradores e para o negócio.</p>



<p>Nesta 4º edição, o <em>Vittude Awards</em> contará com seis categorias, incluindo Melhor Gestor de HSE , Gestor de RH do Ano, Embaixador de Saúde Mental, Melhor Projeto de Saúde Mental, Empresa Revelação e Empresa Referência. As categorias voltadas às empresas são divididas entre organizações de diferentes portes, sendo empresas médias (300 a 1.000 vidas), grandes (1.001 a 5.000 vidas) e enterprises (acima de 5 mil vidas).  </p>



<p>A edição de 2026 também contará com dois reconhecimentos especiais: Gente que Transforma e Psicólogos da História da Vittude, homenagens que celebram pessoas que marcaram a trajetória da saúde mental corporativa ao longo dos últimos dez anos.</p>



<p>Em 2025, o <em>Vittude Awards</em>recebeu mais de 100 cases inscritos, reuniu mais de 160 convidados na cerimônia de premiação e reconheceu 10 vencedores em seis categorias, consolidando-se como uma das principais iniciativas voltadas ao reconhecimento das melhores práticas em saúde mental nas empresas brasileiras.</p>



<p>&#8220;A saúde mental deixou de ser uma iniciativa voltada apenas ao bem-estar dos colaboradores para se consolidar como um tema estratégico para as organizações. O <em>Vittude Awards </em>foi criado para reconhecer empresas e lideranças que compreenderam essa transformação e conseguem traduzir esse compromisso em ações concretas, com impacto real para as pessoas e para os resultados do negócio&#8221;, afirma Tatiana Pimenta, CEO e fundadora da Vittude.</p>



<p>&#8220;Ainda estamos em ano de NR-1, e a norma reforça uma agenda que a Vittude defende há anos: construir ambientes psicologicamente saudáveis vai muito além do cumprimento da legislação. Trata-se de fortalecer a cultura organizacional, desenvolver lideranças e criar empresas mais sustentáveis, resilientes e preparadas para o futuro&#8221;, pontua a empreendedora.</p>



<p>Os cases inscritos passarão por avaliação de uma banca especializada durante o mês de setembro. Os finalistas serão anunciados entre 28 de setembro e 2 de outubro, enquanto os vencedores serão conhecidos durante o jantar de premiação, realizado em 8 de outubro, em São Paulo. Os interessados podem submeter projetos no <a href="https://awards.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a>.</p>



<p><strong>Sobre a Vittude:&nbsp;</strong></p>



<p>A Vittude é referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, sendo parceira dos maiores empregadores do Brasil. Com um ecossistema de soluções inteligentes em saúde mental, desenvolve projetos apoiados em 4 pilares: diagnóstico, educação, clínica e inteligência. Atende mais de 200 clientes, entre eles Grupo Boticário, Sodexo, SAP, Ipiranga Petróleo, Leroy Merlin, Yamaha Motors, Arcos Dourados, iFood, Thomson Reuters e Syngenta, possuindo mais de 3,5 milhões de pessoas beneficiadas por suas soluções. A empresa já recebeu mais de R$40 milhões em investimentos dos fundos Crescera Capital, Redpoint eVentures, Scale Up Ventures e Superjobs.vc.</p>
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		<title>Feevale conquista certificação em saúde mental no ambiente de trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Feevale recebeu, pelo segundo ano consecutivo, a certificação Workplace Mental Health, concedida pela Great People Mental Health. O selo reconhece organizações que tratam a saúde mental como um pilar estratégico de gestão, valorizando o bem-estar emocional das equipes e promovendo ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis.  A certificação é concedida a um seleto [&#8230;]]]></description>
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<p>A Universidade Feevale recebeu, pelo segundo ano consecutivo, a certificação Workplace Mental Health, concedida pela Great People Mental Health. O selo reconhece organizações que tratam a saúde mental como um pilar estratégico de gestão, valorizando o bem-estar emocional das equipes e promovendo ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis. <br> <br>A certificação é concedida a um seleto grupo de organizações. Anualmente, mais de mil empresas passam pelo processo de avaliação e menos de 200 conquistam o reconhecimento, que tem validade de 12 meses. A metodologia utilizada combina neurociência, inteligência artificial e análise da linguagem natural presente nos comentários das pesquisas de clima organizacional. O processo avalia mais de 100 dimensões para compreender o panorama emocional das equipes e gerar indicadores que apoiam a tomada de decisões estratégicas relacionadas à cultura organizacional. <br> <br>Segundo a Great People Mental Health, o selo representa mais do que um reconhecimento. Ele identifica organizações que colocam as pessoas no centro de sua estratégia, estimulando práticas de liderança consciente, bem-estar emocional e ambientes de trabalho mais humanos. As instituições certificadas passam a integrar uma rede de organizações comprometidas com a evolução contínua da saúde mental no trabalho e têm acesso a indicadores, análises e planos de ação especializados.<br> <br>Para o gerente de Gestão de Pessoas da Universidade Feevale, Everton Zambon, receber o selo pela segunda vez consecutiva reforça o compromisso da Instituição com a promoção da saúde mental e da qualidade de vida de seus colaboradores. &#8220;Sabemos que não conseguiremos resolver todas as dificuldades impostas pelo adoecimento mental que vivemos na sociedade, mas estamos sempre investindo e realizando diversas ações dentro desta pauta&#8221;, afirma. </p>
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		<title>NR-1 é tema de palestra em Esteio</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Comercial, Industrial e Serviços de Esteio (Acise) realiza, no dia 23 de julho, mais uma reunião-almoço empresarial. O evento ocorre às 11h30min, na sede da entidade (Rua Gravataí, 49, Esteio). O tema da palestra, que será ministrada pelo diretor do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Feevale, Cássio Schneider Bemvenuti, será [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Associação Comercial, Industrial e Serviços de Esteio (Acise) realiza, no dia 23 de julho, mais uma reunião-almoço empresarial. O evento ocorre às 11h30min, na sede da entidade (Rua Gravataí, 49, Esteio). O tema da palestra, que será ministrada pelo diretor do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Feevale, Cássio Schneider Bemvenuti, será NR-1 em foco: gestão de riscos psicossociais e os novos desafios das organizações.<br> <br>Cássio Bemvenuti é advogado, mestre e doutorando em Direito. Atua nas áreas de Direito Processual, Direito Empresarial e Compliance e tem experiência em docência, pesquisa e extensão. Possui ampla experiência na formação de profissionais e estudantes, aproximando os aspectos jurídicos das demandas práticas do ambiente corporativo. Em suas palestras, aborda temas relacionados à gestão de riscos e impactos das normas regulamentadoras nas organizações.</p>
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		<title>Resultado acima de tudo. Até quando esse lema vai custar caro para as equipes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cris Pellegrin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante muito tempo, falar sobre saúde mental no ambiente de trabalho era considerado um sinal de fraqueza, tanto para quem precisava quanto para quem tentava abordar o tema. Esse cenário mudou. Não completamente, e não da mesma forma em todas as organizações, mas mudou o suficiente para que ignorar o assunto seja hoje uma escolha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante muito tempo, falar sobre saúde mental no ambiente de trabalho era considerado um sinal de fraqueza, tanto para quem precisava quanto para quem tentava abordar o tema. Esse cenário mudou. Não completamente, e não da mesma forma em todas as organizações, mas mudou o suficiente para que ignorar o assunto seja hoje uma escolha consciente, e não mais uma omissão invisível.</p>



<p>O que ainda persiste, em muitos ambientes, é a dificuldade de traduzir essa consciência em prática. Existe o discurso sobre bem-estar, existem as políticas escritas, existem os programas de apoio. E existe o dia a dia, onde a mensagem fora do horário chega, onde o feedback não vem, onde as férias são interrompidas por uma urgência que, na maioria das vezes, poderia esperar.</p>



<p>Entre o que se declara e o que se pratica, quem sofre as consequências são as pessoas da equipe.</p>



<p><strong>O que mudou no campo legal e por que isso importa</strong></p>



<p>A inclusão dos riscos psicossociais como responsabilidade formal das organizações, prevista na atualização da NR1, não criou uma obrigação nova do ponto de vista humano. Ela formalizou algo que deveria ser uma responsabilidade de gestão há muito tempo. Para organizações que já levavam esse tema a sério, representa um respaldo. Para as que ainda não levavam, representa uma exigência.</p>



<p>O risco, como em toda mudança regulatória, é que parte das organizações responda apenas no papel. Criem protocolos, preencham formulários, documentem ações e sigam em frente sem que nada mude de fato dentro das equipes. O que vai determinar se essa norma gera impacto real ou apenas burocracia adicional não é o setor jurídico. É a liderança.</p>



<p><strong>O papel do líder que nenhum treinamento entrega pronto</strong></p>



<p>O líder, na maior parte das organizações, é quem tem contato direto e contínuo com as pessoas da equipe. Ele é o primeiro a perceber quando alguém está sobrecarregado, quando a energia do time mudou, quando uma pessoa que sempre entregava bem começou a travar. Essa proximidade é uma vantagem, mas também uma responsabilidade que poucos líderes foram preparados para exercer.</p>



<p>Não se trata de transformar o líder em terapeuta ou de esperar que ele resolva questões que estão além da sua alçada. Trata-se de algo mais simples e mais difícil ao mesmo tempo: estar presente de verdade. Ouvir sem pressa. Dar feedback com regularidade, para que a pessoa saiba onde está e o que se espera dela, sem precisar adivinhar. Respeitar os limites de horário e de descanso não como concessão, mas como parte da forma de liderar.</p>



<p>Cobranças sem contexto, metas sem clareza e silêncio onde deveria haver orientação não são apenas falhas de gestão. São fatores que, acumulados, comprometem o bem-estar das pessoas e, consequentemente, os resultados que o líder tanto busca.</p>



<p><em>Gestão por resultados e gestão humana não são opostas. O que as separa, na prática, é a qualidade da liderança que as conecta.</em></p>



<p><strong>Quando resultado e bem-estar caminham juntos</strong></p>



<p>Existe uma percepção, ainda presente em parte das lideranças, de que cuidar das pessoas e cobrar resultados são movimentos em direções opostas. Essa percepção não resiste a uma análise mais cuidadosa.</p>



<p>Equipes que operam com clareza de objetivos, que recebem feedback com regularidade e que têm autonomia para tomar decisões dentro do seu escopo tendem a entregar mais e com mais consistência. Não porque estão sob menos pressão, mas porque sabem exatamente o que se espera delas e têm as condições para corresponder.</p>



<p>Ferramentas como OKRs, quando bem implementadas, ajudam nesse equilíbrio. Elas tornam os objetivos visíveis e compartilhados, reduzem a ambiguidade sobre prioridades e criam um espaço onde o resultado é medido pelo que foi acordado, não pela percepção subjetiva de quem está mais presente ou mais visível. Combinadas com uma cultura de feedback contínuo e com o desenvolvimento da autoliderança dentro da equipe, criam um ambiente onde as pessoas se sentem responsáveis pelo próprio desempenho, não apenas cobradas por ele.</p>



<p><em>Uma equipe que não recebe feedback não sabe se está no caminho certo. Com o tempo, essa incerteza vira ansiedade. A ansiedade crônica, dentro de um ambiente de trabalho, tem nome: é um risco psicossocial. O mesmo que a legislação agora exige que as organizações identifiquem e gerenciem.</em></p>



<p><strong>A responsabilidade que vem com o cargo</strong></p>



<p>Toda pessoa que ocupa uma posição de liderança carrega, junto com ela, uma responsabilidade que vai além dos números e das entregas. Ela responde pelo desenvolvimento da sua carreira, pelos resultados da área e, também, pelo ambiente que cria para as pessoas que trabalham com ela.</p>



<p>Isso exige preparo. Não no sentido de ter todas as respostas, mas no sentido de buscar evolução constante, de reconhecer os próprios limites, de entender que liderar bem é uma habilidade que se desenvolve com intenção e com prática.</p>



<p>Líderes que entendem isso não esperam uma norma para cuidar das pessoas. Não precisam de uma obrigação legal para dar feedback, para respeitar o tempo de descanso da equipe ou para criar um ambiente onde as pessoas possam ser honestas sobre o que estão vivendo. Eles fazem isso porque entenderam que gerir pessoas é, antes de tudo, uma responsabilidade humana. E que resultado sustentável não se constrói sobre equipes esgotadas.</p>



<p><em>No próximo artigo da série, vamos explorar diversidade e inclusão na prática: além do discurso, como a liderança torna esse compromisso real no dia a dia das equipes.</em></p>
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		<title>Tradicional indústria náutica é pioneira no uso de programa estruturado para medir bem-estar dentro do ambiente corporativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[A Intermarine, um dos nomes mais tradicionais e respeitados do setor náutico brasileiro, em seus objetivos de empresa inovadora deu mais um passo à frente e implantou uma estratégia de gestão de pessoas ao introduzir nos processos uma plataforma que mede mensalmente o bem-estar e a felicidade dos colaboradores, conectando saúde emocional, engajamento e produtividade.  [&#8230;]]]></description>
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<p>A Intermarine, um dos nomes mais tradicionais e respeitados do setor náutico brasileiro, em seus objetivos de empresa inovadora deu mais um passo à frente e implantou uma estratégia de gestão de pessoas ao introduzir nos processos uma plataforma que mede mensalmente o bem-estar e a felicidade dos colaboradores, conectando saúde emocional, engajamento e produtividade. </p>



<p>A iniciativa se dá em parceira com a Eleve, empresa que desenvolveu o PSIE (Programa de Saúde Integral para Empresas), metodologia que integra gestão de bem-estar, cultura organizacional e performance sob uma perspectiva sistêmica e estratégica;&nbsp; reforçando uma visão avançada da Intermarine, em que o cuidado com as pessoas deixa de ser subjetivo e passa a ser mensurado por indicadores claros, apoiando decisões de liderança, prevenindo riscos psicossociais e fortalecendo a performance organizacional. Este movimento no estaleiro de iates também antecipa, de forma estratégica, as diretrizes mais rigorosas da Norma Regulamentadora (NR-1), pilar da segurança e saúde ocupacional no Brasil que amplia o olhar sobre saúde mental no contexto do trabalho.</p>



<p>&#8220;O cuidado sempre fez parte da nossa cultura. Olhar para dentro e cuidar de quem integra a Intermarine todos os dias é parte da nossa estratégia de excelência, porque acreditamos que resultados consistentes nascem de relações saudáveis&#8221;, destaca Tatiana Paiva, executiva de Recursos Humanos da Intermarine. &#8220;Com a implantação do programa ganhamos ainda mais clareza para evoluir continuamente como organização. Para nós, felicidade organizacional não é um discurso, é a consequência de um ambiente onde as pessoas se sentem respeitadas, ouvidas e parte de algo maior,&#8221; conclui Tatiana.</p>



<p>Com mais de 50 anos de história e um DNA marcado por excelência técnica e alto padrão de entrega, a Intermarine reconhece que resultados consistentes são consequência direta da qualidade das relações internas. Ao estruturar um acompanhamento contínuo do bem-estar corporativo, a empresa fortalece o senso de pertencimento, melhora a comunicação interna e reduz fatores que podem comprometer o desempenho no médio e longo prazo, como sobrecarga, desgaste emocional e ruídos entre equipes.</p>



<p>O programa adotado pela companhia integra diagnóstico organizacional, escuta ativa dos colaboradores e indicadores mensais de saúde organizacional, permitindo que o RH atue de forma preventiva, estratégica e orientada por dados. &#8220;Mais do que atender a uma exigência regulatória, a Intermarine utiliza metodologia, tecnologia e estratégia integradas para potencializar talentos e sustentar um crescimento saudável&#8221;, ressalta Mariana Bovo, diretora da Eleve.</p>



<p>&#8220;Ao investir na saúde integral, na clareza das responsabilidades e no senso de pertencimento, a Intermarine reafirma seu compromisso com um ambiente onde performance e bem-estar caminham juntos. Mais do que uma iniciativa pontual, trata-se de um posicionamento: cuidar de quem integra a companhia todos os dias é parte da própria estratégia de excelência&#8221;, complementa a especialista.</p>



<p><strong>Sobre a Intermarine</strong></p>



<p>Fundada em 1973, a Intermarine é a marca mais renomada do mercado náutico brasileiro. Com uma estrutura completa que inclui seis fábricas internas, marina própria no Guarujá e o melhor serviço pós-venda do mercado, a empresa é pioneira e líder na personalização total de embarcações de luxo no Brasil. Cada projeto é uma parceria única entre os especialistas da Intermarine e o cliente, resultando em embarcações que são verdadeiras obras de arte, construídas para durar e proporcionar momentos inesquecíveis a bordo.</p>



<p><strong>Certificação Internacional e Atuação Pioneira</strong></p>



<p>A fundadora da Eleve, Mariana Bovo, é certificada como Auditora Líder na NP 4590, norma portuguesa que estrutura, avalia e audita Sistemas de Gestão de Bem-Estar e Felicidade Organizacional, integrando saúde física, mental e social ao desempenho e à sustentabilidade das empresas. Essa certificação, ainda rara no Brasil, é oferecida por entidades internacionais como APCER, Bureau Veritas e ATSG, e posiciona a Eleve na vanguarda de um movimento que está chegando agora ao mercado brasileiro, mas que irá definir os próximos 10, 20, 30 e 50 anos da gestão empresarial. Além da formação internacional, a CEO atuou na etapa inicial de auditoria de uma das primeiras empresas brasileiras a buscar essa certificação, acompanhando na prática a implementação de políticas, indicadores e processos de bem-estar organizacional em nível estrutural.</p>
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		<title>NR-01 tende a transformar prevenção em prática cotidiana, revelam especialistas de saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 17:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a fiscalização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) em pouco mais de um mês, é urgente a necessidade das empresas brasileiras se adequarem às novas exigências que incluem, pela primeira vez, a obrigatoriedade de mapear, avaliar e gerenciar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho.&#160; Em 2025, de acordo com o Ministério da Previdência [&#8230;]]]></description>
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<p>Com a fiscalização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) em pouco mais de um mês, é urgente a necessidade das empresas brasileiras se adequarem às novas exigências que incluem, pela primeira vez, a obrigatoriedade de mapear, avaliar e gerenciar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho.&nbsp; Em 2025, de acordo com o Ministério da Previdência Social, o Brasil registrou 546.254 afastamentos por transtornos mentais, um aumento de 15,6% em relação ao ano anterior, com ansiedade e depressão sendo as principais causas.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O ano de 2026 marca um ponto de virada importante para a NR-1. A norma amplia o olhar sobre os riscos psicossociais e exige que as organizações atuem de forma mais estruturada e preventiva. Criamos um evento pensado para traduzir essas exigências em ações concretas, com linguagem acessível e foco na prática, o Summit NR-01, realizado recentemente. Essa vai ser uma habilidade essencial para os gestores: saber como transformar a norma em ações concretas no ambiente de trabalho&#8221;, afirma Ricardo Mattos, CEO da <a href="https://www.vetoreditora.com.br/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=18657008870&amp;gbraid=0AAAAADqOERz3pJ6c3D4T1nCvL2rdM5lqB&amp;gclid=Cj0KCQiAtfXMBhDzARIsAJ0jp3C9uxY48VQ08xpLSqWc5dJBbMgLSbiQo2tmS9-rNlQ38ABFIAhjCi0aAnVOEALw_wcB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vetor Editora</a>, empresa do grupo <em>Giunti Psychometrics</em>.</p>



<p>O evento contou com a participação de especialistas em saúde ocupacional e saúde mental, que renderam 5 dicas para as organizações que ainda não se adequaram à norma. Veja abaixo.&nbsp;</p>



<p><strong>1 &#8211; Para Izabella Camargo, a norma terá impacto direto na liderança</strong></p>



<p><strong>&#8220;</strong>A NR-01 impacta diretamente as lideranças ao exigir que riscos psicossociais, como assédio, excesso de demandas, falta de autonomia e baixa previsibilidade, sejam identificados e gerenciados no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), posicionando os gestores como responsáveis pela prevenção de estresse e esgotamento nas equipes. Líderes contam com ferramentas práticas, como escuta ativa, mapeamento de sinais precoces, como absenteísmo ou queda de engajamento, e protocolos de intervenção rápida, enquanto um plano de ação pode incluir diagnóstico inicial, treinamentos, ajustes organizacionais e monitoramento contínuo para resultados tangíveis&#8221;, explica a jornalista e especialista em saúde mental no trabalho, reconhecida por sua trajetória na comunicação e por liderar o debate sobre a Síndrome de Burnout no Brasil. </p>



<p><strong>2 &#8211; De acordo com Rogério Muniz de Andrade, a gestão de riscos ocupacionais precisa estar integrada à rotina da empresa</strong></p>



<p>&#8220;Para os psicólogos organizacionais, o olhar sai apenas do acolhimento do sofrimento e passa a atuar na prevenção, conectando escuta qualificada, análise da organização do trabalho e construção de medidas concretas de controle. A saúde mental deixa de ser tratada como reação ao problema e passa a compor a estratégia de gestão, com inventário de riscos mais preciso, planos de ação mais efetivos e intervenções possíveis já no dia seguinte&#8221;, pondera Rogério, Clínico Geral e Médico do Trabalho, Chefe da Clínica de Doenças do Trabalho do Hospital das Clínicas da FMUSP e professor do Curso de Pós-graduação em Medicina do Trabalho da FMUSP. O especialista atua em projetos de saúde corporativa, GRO e PGR, com experiência em grandes empresas.</p>



<p><strong>3 &#8211; Já de acordo com Anna Carolina Neves, a comunicação dos resultados precisa ser estratégica</strong></p>



<p>&#8220;No ambiente digital, o rigor científico começa na escolha de instrumentos psicométricos validados e na leitura responsável dos dados, garantindo que o diagnóstico de riscos psicossociais seja confiável, comparável e útil para a tomada de decisão. Isso permite transformar percepções dispersas em indicadores quantitativos consistentes, capazes de revelar o contexto laboral, os impactos emocionais do trabalho e a relação entre percepção organizacional, bem-estar e retenção de talentos. Ao mesmo tempo, a comunicação dos resultados precisa ser estratégica e segmentada, traduzindo evidências técnicas em mensagens claras para lideranças, RH e equipes, de modo que os achados apoiem ações concretas e fortaleçam uma cultura de prevenção&#8221;, complementa a Psicóloga, mestre em Psicologia com ênfase em Avaliação Psicológica.<br><br>Anna Carolina Atua no departamento de Produtos e Pesquisa da Vetor Editora. É coautora do teste Atenção Online (AOL) e dos manuais técnicos atualizados do Teste Não Verbal de Inteligência R-1 e do Teste Palográfico. Docente em cursos de extensão e pós-graduação.</p>



<p><strong>4 &#8211; Para Fernando Akio Mariya, falar de fatores psicossociais é essencial&nbsp;</strong></p>



<p>&#8220;Esses fatores psicossociais representam as condições objetivas do trabalho que impactam diretamente a saúde mental, indo além de questões individuais para prevenir estresse, burnout e turnover. A NR-01 estabelece o marco legal ao exigir sua inclusão obrigatória no PGR e no GRO, transformando a gestão de riscos em processo contínuo com inventário e plano de ação que psicólogos organizacionais ajudam a construir com rigor. Ferramentas de avaliação validadas, combinadas com triangulação de evidências, com questionários, entrevistas e indicadores, geram diagnósticos precisos e acionáveis&#8221;, complementa o Médico do Trabalho, especialista em saúde ocupacional e Diretor Médico na P&amp;G para a América Latina.<br><br>Fernando é referência em saúde mental no trabalho e riscos psicossociais, com atuação em programas de qualidade de vida e implementação da NR-01 em grandes organizações.</p>



<p><br><strong>5 &#8211; Erica Hokama revela que estratégias de engajamento em saúde mental transformam a prevenção em prática cotidiana</strong></p>



<p>&#8220;É importante ter planos de ação claros para a manutenção do bem-estar que integram a NR-01 ao dia a dia organizacional. Comitês de saúde mental, aliados ao desenvolvimento de lideranças capacitadas, promovem segurança psicológica essencial para o engajamento autêntico das equipes, criando ambientes onde as vulnerabilidades são acolhidas. O suporte imediato para crises complementa protocolos preventivos e reforça a cultura de cuidado proativa e sustentável nas companhias&#8221;, finaliza a Psicóloga, doutora e Mestre em Psicologia da Saúde, especialista em Psicopatologia e Saúde Pública. Doutoranda em Ciências do Envelhecimento (com ênfase em Trabalho e Novas Tecnologias).<br><br>Com 24 anos em gestão de pessoas, Erica atua em consultoria especializada em Saúde Mental nas Organizações, parceira da Vetor Editora em projetos na área.</p>



<p><strong>Sobre a Vetor Editora:</strong></p>



<p><em>A </em><a href="https://www.vetoreditora.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Vetor Editora</em></a><em>, parte do grupo Giunti Psychometrics, líder em psicometria científica, é referência em materiais e tecnologia para avaliação psicológica e manutenção da saúde mental nas empresas. Criada há 58 anos para contribuir com o exercício da psicologia em diversas áreas, desenvolve e oferece cerca de 100 instrumentos psicológicos que podem ser aplicados e corrigidos por meio da sua plataforma, a VOL Vetor Online. Com sua linha de negócios, a Vetor Serviços, presta serviços de contratação, consultoria e treinamentos na área de Recursos Humanos, auxiliando companhias a avançarem nos cuidados com o bem-estar emocional dos profissionais, e conta com mais de 40 mil clientes, entre eles MRS Logística, Sodexo, Gerdau, etc. Além disso, a editora foi reconhecida com o selo Great Place to Work por dois anos consecutivos, 2023-2024 e 2024-2025, uma certificação que avalia a opinião dos colaboradores acerca da cultura organizacional, liderança, comunicação, benefícios, respeito, credibilidade, entre outros.</em></p>
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		<title>CEO da Vittude lança livro sobre saúde mental corporativa com metodologia validada em mais de 200 empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo terceiro ano consecutivo, o número de afastamentos por transtornos mentais cresceu no Brasil. Só em 2025, foram 546 mil afastamentos registrados pelo INSS, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados da própria instituição. O cenário ganha novos contornos com a entrada em vigor da nova redação da NR-1, que passa [&#8230;]]]></description>
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<p>Pelo terceiro ano consecutivo, o número de afastamentos por transtornos mentais cresceu no Brasil. Só em 2025, foram 546 mil afastamentos registrados pelo INSS, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados da própria instituição. O cenário ganha novos contornos com a entrada em vigor da nova redação da NR-1, que passa a exigir o mapeamento e a gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.</p>



<p>É nesse contexto que <a href="https://www.linkedin.com/in/tatianapimenta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tatiana Pimenta</a>, fundadora e CEO da <a href="https://www.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vittude</a>, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, lançou o livro <strong>&#8220;</strong><a href="https://www.editoragente.com.br/pre-venda-saude-mental-e-inegociavel---vendido-e-entregue-por-livraria-martins-fontes/p" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Saúde mental é inegociável</strong></a><strong>&#8220;</strong>. Na obra, a autora compartilha sua trajetória, marcada por traumas, recomeços e descobertas, e apresenta uma metodologia baseada em dados concretos, validada por mais de 200 empresas, capaz de transformar o cuidado com a saúde mental dentro das empresas. A obra traz ainda cases de organizações que já estão na vanguarda do cuidado com seus colaboradores, além de contribuições de especialistas do setor e membros do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério Público do Trabalho.</p>



<p>Reconhecida como uma das principais vozes sobre saúde mental da atualidade, Tatiana reúne dados, pesquisas, fundamentos técnicos, políticas públicas e estratégias aplicáveis ao universo corporativo. &#8220;O futuro do trabalho será liderado por quem cuida, e ele começa agora, com escolhas. A pergunta que fica é: qual será o seu papel nessa transformação? Precisamos colocar a saúde mental no centro das decisões e transformar a cultura das organizações, antes que o esgotamento vire o próximo colapso&#8221;, afirma a CEO.</p>



<p>Engenheira civil por formação, Tatiana deixou uma carreira de mais de 15 anos em empresas como Votorantim Cimentos e Arauco para fundar a Vittude em 2016, que hoje impacta mais de 3 milhões de vidas com soluções voltadas à saúde mental no ambiente corporativo.&nbsp;O livro é leitura essencial para entender por que a saúde mental é uma agenda urgente e inadiável no mundo do trabalho e quais estratégias organizacionais podem transformar a cultura do cuidado em um pilar do futuro. A obra já está disponível em pré-venda e terá lançamento oficial no dia 10 de abril.</p>



<p><strong>Ficha técnica</strong>:</p>



<p><strong>Título:</strong> Saúde mental é inegociável.<br><strong>Autor:</strong> Tatiana Pimenta.<br><strong>Editora: </strong>Gente.<br><strong>ISBN:</strong> 978-65-5544-529-9.<br><strong>Páginas:</strong> 256.<br><strong>Preço de capa:</strong> R$79,90.<br><strong>Pré-venda no </strong><a href="https://www.editoragente.com.br/pre-venda-saude-mental-e-inegociavel---vendido-e-entregue-por-livraria-martins-fontes/p" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>link</strong></a><strong>. </strong></p>



<p><strong>Sobre a Vittude</strong></p>



<p>A Vittude é referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, sendo parceira dos maiores empregadores do Brasil. Com um ecossistema de soluções inteligentes em saúde mental, desenvolve projetos apoiados em 4 pilares: diagnóstico, educação, clínica e inteligência. Atende mais de 200 clientes, entre eles Grupo Boticário, Sodexo, SAP, Ipiranga Petróleo, Leroy Merlin, Yamaha Motors, Arcos Dourados, iFood, Thomson Reuters e Syngenta, possuindo mais de 3,5 milhões de pessoas beneficiadas por suas soluções. A empresa já recebeu mais de R$40 milhões em investimentos dos fundos Crescera Capital, Redpoint eVentures, Scale Up Ventures e Superjobs.vc.</p>
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		<title>Confira os principais insights da 7ª edição do Vittude Summit, maior evento de saúde mental corporativa do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:23:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última semana, a Vittude, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, realizou a 7ª edição do Vittude Summit, maior evento de saúde mental corporativa do Brasil. A ocasião reuniu gestores de saúde corporativa, líderes de RH, médicos do trabalho, engenheiros de segurança do trabalho e especialistas em saúde mental para compartilhar boas práticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última semana, a <a href="https://www.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vittude</a>, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, realizou a 7ª edição do <a href="https://summit.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Vittude Summit</strong></a><strong>,</strong> maior evento de saúde mental corporativa do Brasil. A ocasião reuniu gestores de saúde corporativa, líderes de RH, médicos do trabalho, engenheiros de segurança do trabalho e especialistas em saúde mental para compartilhar boas práticas e promover trocas estratégicas sobre o tema: &#8216;Desvendando a regulamentação e estratégias para garantir a conformidade no trabalho&#8217;. </p>



<p>Ao todo, foram 32 horas de conteúdo distribuídas em 26 palestras e 12 painéis, além de momentos dedicados ao networking. A programação contou com a participação de grandes nomes, como Ana Paula Padrão, CEO da Unna;&nbsp;Mariana Ferrão, CEO da Soul.Me; Ana Fontes, fundadora e presidente do RME (Rede Mulher Empreendedora); Raphael Bozza, CHRO da iFood; Caroline Fenelon, Gerente Executiva de Saúde, Bem-Estar e Benefício da RD Saúde; Silene Rodrigues, Diretora Senior de RH da adidas; Cirlene Zimmermann, procuradora do MTE e mais personalidades do nicho.</p>



<p>Diante da relevância dos temas abordados, confira alguns insights compartilhados durante o evento:</p>



<p><strong>1) Saúde mental é inegociável</strong></p>



<p>Na abertura do&nbsp;evento, Tatiana Pimenta, CEO da Vittude, destacou que pelo terceiro ano consecutivo, o número de afastamentos por transtornos mentais cresceu no Brasil. Só em 2025, foram 546 mil afastamentos registrados pelo INSS, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados da própria instituição. O cenário ganha novos contornos com a entrada em vigor da nova redação da NR-1, que passa a exigir o mapeamento e a gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.</p>



<p>&#8220;A NR-1 exige das empresas uma abordagem estratégica e preventiva para gestão de riscos psicossociais. Não existe solução mágica para um problema complexo, um único questionário que resolva tudo, ou uma plataforma, isoladamente, que dê conta da prevenção. A maturidade da agenda de saúde mental começa quando a organização aceita que esse tema não será resolvido com superficialidade&#8221;, afirma.</p>



<p><strong>2) O Brasil ainda está aprendendo, mas não parte do zero</strong></p>



<p>A palestra de Gustavo Locatelli reforçou que, apesar das dúvidas sobre a nova regulamentação, o tema não é novo. Há décadas, estudos internacionais analisam os impactos do trabalho na saúde mental.</p>



<p>&#8220;O que Gustavo mostrou com muita clareza é que o tema dos fatores de risco psicossociais não surgiu agora. Desde os primeiros modelos teóricos desenvolvidos a partir dos anos 70 e 80, até as formulações mais contemporâneas sobre demanda, autonomia, suporte social, esforço, recompensa, engajamento e burnout, existe um corpo robusto de conhecimento já disponível. O Brasil está atrasado, mas não precisa inventar tudo do zero. Pode aprender com a experiência internacional, adaptar modelos já consolidados e evitar atalhos perigosos&#8221;, comenta Tatiana.</p>



<p><strong>3) A NR-1 não criou esse dever, apenas o tornou impossível de ignorar</strong></p>



<p>Durante sua palestra, a procuradora Cirlene Zimmermann destacou que a nova redação da NR-1 não cria uma nova responsabilidade, mas reforça um dever já existente: o de proteger a saúde dos trabalhadores.</p>



<p>&#8220;O dever de proteger a saúde das pessoas no trabalho já existia. O que a nova redação faz é retirar a ambiguidade, tornar o tema mais explícito e reduzir o espaço para omissão. Essa diferença é relevante e ajuda a desmontar a narrativa de que a norma teria inventado um problema novo ou imposto uma exigência descolada da realidade. Os afastamentos, o sofrimento e as denúncias já estavam acontecendo. O que muda agora é que não há mais espaço para ignorar&#8221;, explica Tatiana.</p>



<p><strong>4) Escala não pode ser desculpa para a inação</strong></p>



<p>O case apresentado por Caroline Fenelon, da RD Saúde, mostrou que é possível avançar mesmo em operações complexas e com grande número de colaboradores. A empresa estruturou uma jornada que inclui diagnóstico, engajamento da liderança, integração de dados, formação contínua e ações específicas para áreas de maior risco. O aprendizado central: quanto maior a operação, maior a urgência em tratar o tema com profundidade.</p>



<p><strong>5) Cultura organizacional é peça-chave na gestão de riscos psicossociais</strong></p>



<p>No painel com a Alessandra Peixoto, Diretora de Talentos e Desenvolvimento da Sodexo Brasil, a executiva reforçou que o avanço da agenda de mapeamento de riscos psicossociais passa pela construção de confiança, por uma comunicação clara sobre propósito e confidencialidade, pela adaptação das estratégias à realidade de cada operação e pelo preparo das lideranças para promover escuta ativa, empatia e segurança psicológica. A especialista também ressaltou que, mais do que atender a uma exigência regulatória, a gestão dos riscos psicossociais representa a oportunidade concreta de fortalecer uma cultura organizacional mais preventiva, humana e consistente.</p>



<p>&#8220;Na Sodexo, entendemos que falar sobre saúde mental é, antes de tudo, falar sobre respeito, escuta e responsabilidade coletiva. Esse é um compromisso com a construção de uma cultura em que as pessoas se sintam acolhidas, seguras e valorizadas em sua integralidade, porque acreditamos que ambientes emocionalmente saudáveis são essenciais para o desenvolvimento das pessoas e para a força das companhias&#8221;, finaliza Alessandra.</p>



<p><strong>Sobre a Vittude</strong></p>



<p>A Vittude é referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, sendo parceira dos maiores empregadores do Brasil. Com um ecossistema de soluções inteligentes em saúde mental, desenvolve projetos apoiados em 4 pilares: diagnóstico, educação, clínica e inteligência. Atende mais de 200 clientes, entre eles Grupo Boticário, Sodexo, SAP, Ipiranga Petróleo, Leroy Merlin, Yamaha Motors, Arcos Dourados, iFood, Thomson Reuters e Syngenta, possuindo mais de 3,5 milhões de pessoas beneficiadas por suas soluções. A empresa já recebeu mais de R$40 milhões em investimentos dos fundos Crescera Capital, Redpoint eVentures, Scale Up Ventures e Superjobs.vc.</p>
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