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	<title>saúde mental &#8211; starten.tech</title>
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	<title>saúde mental &#8211; starten.tech</title>
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		<title>Resultado acima de tudo. Até quando esse lema vai custar caro para as equipes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cris Pellegrin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante muito tempo, falar sobre saúde mental no ambiente de trabalho era considerado um sinal de fraqueza, tanto para quem precisava quanto para quem tentava abordar o tema. Esse cenário mudou. Não completamente, e não da mesma forma em todas as organizações, mas mudou o suficiente para que ignorar o assunto seja hoje uma escolha [&#8230;]]]></description>
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<p>Durante muito tempo, falar sobre saúde mental no ambiente de trabalho era considerado um sinal de fraqueza, tanto para quem precisava quanto para quem tentava abordar o tema. Esse cenário mudou. Não completamente, e não da mesma forma em todas as organizações, mas mudou o suficiente para que ignorar o assunto seja hoje uma escolha consciente, e não mais uma omissão invisível.</p>



<p>O que ainda persiste, em muitos ambientes, é a dificuldade de traduzir essa consciência em prática. Existe o discurso sobre bem-estar, existem as políticas escritas, existem os programas de apoio. E existe o dia a dia, onde a mensagem fora do horário chega, onde o feedback não vem, onde as férias são interrompidas por uma urgência que, na maioria das vezes, poderia esperar.</p>



<p>Entre o que se declara e o que se pratica, quem sofre as consequências são as pessoas da equipe.</p>



<p><strong>O que mudou no campo legal e por que isso importa</strong></p>



<p>A inclusão dos riscos psicossociais como responsabilidade formal das organizações, prevista na atualização da NR1, não criou uma obrigação nova do ponto de vista humano. Ela formalizou algo que deveria ser uma responsabilidade de gestão há muito tempo. Para organizações que já levavam esse tema a sério, representa um respaldo. Para as que ainda não levavam, representa uma exigência.</p>



<p>O risco, como em toda mudança regulatória, é que parte das organizações responda apenas no papel. Criem protocolos, preencham formulários, documentem ações e sigam em frente sem que nada mude de fato dentro das equipes. O que vai determinar se essa norma gera impacto real ou apenas burocracia adicional não é o setor jurídico. É a liderança.</p>



<p><strong>O papel do líder que nenhum treinamento entrega pronto</strong></p>



<p>O líder, na maior parte das organizações, é quem tem contato direto e contínuo com as pessoas da equipe. Ele é o primeiro a perceber quando alguém está sobrecarregado, quando a energia do time mudou, quando uma pessoa que sempre entregava bem começou a travar. Essa proximidade é uma vantagem, mas também uma responsabilidade que poucos líderes foram preparados para exercer.</p>



<p>Não se trata de transformar o líder em terapeuta ou de esperar que ele resolva questões que estão além da sua alçada. Trata-se de algo mais simples e mais difícil ao mesmo tempo: estar presente de verdade. Ouvir sem pressa. Dar feedback com regularidade, para que a pessoa saiba onde está e o que se espera dela, sem precisar adivinhar. Respeitar os limites de horário e de descanso não como concessão, mas como parte da forma de liderar.</p>



<p>Cobranças sem contexto, metas sem clareza e silêncio onde deveria haver orientação não são apenas falhas de gestão. São fatores que, acumulados, comprometem o bem-estar das pessoas e, consequentemente, os resultados que o líder tanto busca.</p>



<p><em>Gestão por resultados e gestão humana não são opostas. O que as separa, na prática, é a qualidade da liderança que as conecta.</em></p>



<p><strong>Quando resultado e bem-estar caminham juntos</strong></p>



<p>Existe uma percepção, ainda presente em parte das lideranças, de que cuidar das pessoas e cobrar resultados são movimentos em direções opostas. Essa percepção não resiste a uma análise mais cuidadosa.</p>



<p>Equipes que operam com clareza de objetivos, que recebem feedback com regularidade e que têm autonomia para tomar decisões dentro do seu escopo tendem a entregar mais e com mais consistência. Não porque estão sob menos pressão, mas porque sabem exatamente o que se espera delas e têm as condições para corresponder.</p>



<p>Ferramentas como OKRs, quando bem implementadas, ajudam nesse equilíbrio. Elas tornam os objetivos visíveis e compartilhados, reduzem a ambiguidade sobre prioridades e criam um espaço onde o resultado é medido pelo que foi acordado, não pela percepção subjetiva de quem está mais presente ou mais visível. Combinadas com uma cultura de feedback contínuo e com o desenvolvimento da autoliderança dentro da equipe, criam um ambiente onde as pessoas se sentem responsáveis pelo próprio desempenho, não apenas cobradas por ele.</p>



<p><em>Uma equipe que não recebe feedback não sabe se está no caminho certo. Com o tempo, essa incerteza vira ansiedade. A ansiedade crônica, dentro de um ambiente de trabalho, tem nome: é um risco psicossocial. O mesmo que a legislação agora exige que as organizações identifiquem e gerenciem.</em></p>



<p><strong>A responsabilidade que vem com o cargo</strong></p>



<p>Toda pessoa que ocupa uma posição de liderança carrega, junto com ela, uma responsabilidade que vai além dos números e das entregas. Ela responde pelo desenvolvimento da sua carreira, pelos resultados da área e, também, pelo ambiente que cria para as pessoas que trabalham com ela.</p>



<p>Isso exige preparo. Não no sentido de ter todas as respostas, mas no sentido de buscar evolução constante, de reconhecer os próprios limites, de entender que liderar bem é uma habilidade que se desenvolve com intenção e com prática.</p>



<p>Líderes que entendem isso não esperam uma norma para cuidar das pessoas. Não precisam de uma obrigação legal para dar feedback, para respeitar o tempo de descanso da equipe ou para criar um ambiente onde as pessoas possam ser honestas sobre o que estão vivendo. Eles fazem isso porque entenderam que gerir pessoas é, antes de tudo, uma responsabilidade humana. E que resultado sustentável não se constrói sobre equipes esgotadas.</p>



<p><em>No próximo artigo da série, vamos explorar diversidade e inclusão na prática: além do discurso, como a liderança torna esse compromisso real no dia a dia das equipes.</em></p>
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		<title>Tradicional indústria náutica é pioneira no uso de programa estruturado para medir bem-estar dentro do ambiente corporativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[A Intermarine, um dos nomes mais tradicionais e respeitados do setor náutico brasileiro, em seus objetivos de empresa inovadora deu mais um passo à frente e implantou uma estratégia de gestão de pessoas ao introduzir nos processos uma plataforma que mede mensalmente o bem-estar e a felicidade dos colaboradores, conectando saúde emocional, engajamento e produtividade.  [&#8230;]]]></description>
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<p>A Intermarine, um dos nomes mais tradicionais e respeitados do setor náutico brasileiro, em seus objetivos de empresa inovadora deu mais um passo à frente e implantou uma estratégia de gestão de pessoas ao introduzir nos processos uma plataforma que mede mensalmente o bem-estar e a felicidade dos colaboradores, conectando saúde emocional, engajamento e produtividade. </p>



<p>A iniciativa se dá em parceira com a Eleve, empresa que desenvolveu o PSIE (Programa de Saúde Integral para Empresas), metodologia que integra gestão de bem-estar, cultura organizacional e performance sob uma perspectiva sistêmica e estratégica;&nbsp; reforçando uma visão avançada da Intermarine, em que o cuidado com as pessoas deixa de ser subjetivo e passa a ser mensurado por indicadores claros, apoiando decisões de liderança, prevenindo riscos psicossociais e fortalecendo a performance organizacional. Este movimento no estaleiro de iates também antecipa, de forma estratégica, as diretrizes mais rigorosas da Norma Regulamentadora (NR-1), pilar da segurança e saúde ocupacional no Brasil que amplia o olhar sobre saúde mental no contexto do trabalho.</p>



<p>&#8220;O cuidado sempre fez parte da nossa cultura. Olhar para dentro e cuidar de quem integra a Intermarine todos os dias é parte da nossa estratégia de excelência, porque acreditamos que resultados consistentes nascem de relações saudáveis&#8221;, destaca Tatiana Paiva, executiva de Recursos Humanos da Intermarine. &#8220;Com a implantação do programa ganhamos ainda mais clareza para evoluir continuamente como organização. Para nós, felicidade organizacional não é um discurso, é a consequência de um ambiente onde as pessoas se sentem respeitadas, ouvidas e parte de algo maior,&#8221; conclui Tatiana.</p>



<p>Com mais de 50 anos de história e um DNA marcado por excelência técnica e alto padrão de entrega, a Intermarine reconhece que resultados consistentes são consequência direta da qualidade das relações internas. Ao estruturar um acompanhamento contínuo do bem-estar corporativo, a empresa fortalece o senso de pertencimento, melhora a comunicação interna e reduz fatores que podem comprometer o desempenho no médio e longo prazo, como sobrecarga, desgaste emocional e ruídos entre equipes.</p>



<p>O programa adotado pela companhia integra diagnóstico organizacional, escuta ativa dos colaboradores e indicadores mensais de saúde organizacional, permitindo que o RH atue de forma preventiva, estratégica e orientada por dados. &#8220;Mais do que atender a uma exigência regulatória, a Intermarine utiliza metodologia, tecnologia e estratégia integradas para potencializar talentos e sustentar um crescimento saudável&#8221;, ressalta Mariana Bovo, diretora da Eleve.</p>



<p>&#8220;Ao investir na saúde integral, na clareza das responsabilidades e no senso de pertencimento, a Intermarine reafirma seu compromisso com um ambiente onde performance e bem-estar caminham juntos. Mais do que uma iniciativa pontual, trata-se de um posicionamento: cuidar de quem integra a companhia todos os dias é parte da própria estratégia de excelência&#8221;, complementa a especialista.</p>



<p><strong>Sobre a Intermarine</strong></p>



<p>Fundada em 1973, a Intermarine é a marca mais renomada do mercado náutico brasileiro. Com uma estrutura completa que inclui seis fábricas internas, marina própria no Guarujá e o melhor serviço pós-venda do mercado, a empresa é pioneira e líder na personalização total de embarcações de luxo no Brasil. Cada projeto é uma parceria única entre os especialistas da Intermarine e o cliente, resultando em embarcações que são verdadeiras obras de arte, construídas para durar e proporcionar momentos inesquecíveis a bordo.</p>



<p><strong>Certificação Internacional e Atuação Pioneira</strong></p>



<p>A fundadora da Eleve, Mariana Bovo, é certificada como Auditora Líder na NP 4590, norma portuguesa que estrutura, avalia e audita Sistemas de Gestão de Bem-Estar e Felicidade Organizacional, integrando saúde física, mental e social ao desempenho e à sustentabilidade das empresas. Essa certificação, ainda rara no Brasil, é oferecida por entidades internacionais como APCER, Bureau Veritas e ATSG, e posiciona a Eleve na vanguarda de um movimento que está chegando agora ao mercado brasileiro, mas que irá definir os próximos 10, 20, 30 e 50 anos da gestão empresarial. Além da formação internacional, a CEO atuou na etapa inicial de auditoria de uma das primeiras empresas brasileiras a buscar essa certificação, acompanhando na prática a implementação de políticas, indicadores e processos de bem-estar organizacional em nível estrutural.</p>
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		<title>NR-01 tende a transformar prevenção em prática cotidiana, revelam especialistas de saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 17:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a fiscalização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) em pouco mais de um mês, é urgente a necessidade das empresas brasileiras se adequarem às novas exigências que incluem, pela primeira vez, a obrigatoriedade de mapear, avaliar e gerenciar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho.&#160; Em 2025, de acordo com o Ministério da Previdência [&#8230;]]]></description>
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<p>Com a fiscalização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) em pouco mais de um mês, é urgente a necessidade das empresas brasileiras se adequarem às novas exigências que incluem, pela primeira vez, a obrigatoriedade de mapear, avaliar e gerenciar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho.&nbsp; Em 2025, de acordo com o Ministério da Previdência Social, o Brasil registrou 546.254 afastamentos por transtornos mentais, um aumento de 15,6% em relação ao ano anterior, com ansiedade e depressão sendo as principais causas.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O ano de 2026 marca um ponto de virada importante para a NR-1. A norma amplia o olhar sobre os riscos psicossociais e exige que as organizações atuem de forma mais estruturada e preventiva. Criamos um evento pensado para traduzir essas exigências em ações concretas, com linguagem acessível e foco na prática, o Summit NR-01, realizado recentemente. Essa vai ser uma habilidade essencial para os gestores: saber como transformar a norma em ações concretas no ambiente de trabalho&#8221;, afirma Ricardo Mattos, CEO da <a href="https://www.vetoreditora.com.br/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=18657008870&amp;gbraid=0AAAAADqOERz3pJ6c3D4T1nCvL2rdM5lqB&amp;gclid=Cj0KCQiAtfXMBhDzARIsAJ0jp3C9uxY48VQ08xpLSqWc5dJBbMgLSbiQo2tmS9-rNlQ38ABFIAhjCi0aAnVOEALw_wcB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vetor Editora</a>, empresa do grupo <em>Giunti Psychometrics</em>.</p>



<p>O evento contou com a participação de especialistas em saúde ocupacional e saúde mental, que renderam 5 dicas para as organizações que ainda não se adequaram à norma. Veja abaixo.&nbsp;</p>



<p><strong>1 &#8211; Para Izabella Camargo, a norma terá impacto direto na liderança</strong></p>



<p><strong>&#8220;</strong>A NR-01 impacta diretamente as lideranças ao exigir que riscos psicossociais, como assédio, excesso de demandas, falta de autonomia e baixa previsibilidade, sejam identificados e gerenciados no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), posicionando os gestores como responsáveis pela prevenção de estresse e esgotamento nas equipes. Líderes contam com ferramentas práticas, como escuta ativa, mapeamento de sinais precoces, como absenteísmo ou queda de engajamento, e protocolos de intervenção rápida, enquanto um plano de ação pode incluir diagnóstico inicial, treinamentos, ajustes organizacionais e monitoramento contínuo para resultados tangíveis&#8221;, explica a jornalista e especialista em saúde mental no trabalho, reconhecida por sua trajetória na comunicação e por liderar o debate sobre a Síndrome de Burnout no Brasil. </p>



<p><strong>2 &#8211; De acordo com Rogério Muniz de Andrade, a gestão de riscos ocupacionais precisa estar integrada à rotina da empresa</strong></p>



<p>&#8220;Para os psicólogos organizacionais, o olhar sai apenas do acolhimento do sofrimento e passa a atuar na prevenção, conectando escuta qualificada, análise da organização do trabalho e construção de medidas concretas de controle. A saúde mental deixa de ser tratada como reação ao problema e passa a compor a estratégia de gestão, com inventário de riscos mais preciso, planos de ação mais efetivos e intervenções possíveis já no dia seguinte&#8221;, pondera Rogério, Clínico Geral e Médico do Trabalho, Chefe da Clínica de Doenças do Trabalho do Hospital das Clínicas da FMUSP e professor do Curso de Pós-graduação em Medicina do Trabalho da FMUSP. O especialista atua em projetos de saúde corporativa, GRO e PGR, com experiência em grandes empresas.</p>



<p><strong>3 &#8211; Já de acordo com Anna Carolina Neves, a comunicação dos resultados precisa ser estratégica</strong></p>



<p>&#8220;No ambiente digital, o rigor científico começa na escolha de instrumentos psicométricos validados e na leitura responsável dos dados, garantindo que o diagnóstico de riscos psicossociais seja confiável, comparável e útil para a tomada de decisão. Isso permite transformar percepções dispersas em indicadores quantitativos consistentes, capazes de revelar o contexto laboral, os impactos emocionais do trabalho e a relação entre percepção organizacional, bem-estar e retenção de talentos. Ao mesmo tempo, a comunicação dos resultados precisa ser estratégica e segmentada, traduzindo evidências técnicas em mensagens claras para lideranças, RH e equipes, de modo que os achados apoiem ações concretas e fortaleçam uma cultura de prevenção&#8221;, complementa a Psicóloga, mestre em Psicologia com ênfase em Avaliação Psicológica.<br><br>Anna Carolina Atua no departamento de Produtos e Pesquisa da Vetor Editora. É coautora do teste Atenção Online (AOL) e dos manuais técnicos atualizados do Teste Não Verbal de Inteligência R-1 e do Teste Palográfico. Docente em cursos de extensão e pós-graduação.</p>



<p><strong>4 &#8211; Para Fernando Akio Mariya, falar de fatores psicossociais é essencial&nbsp;</strong></p>



<p>&#8220;Esses fatores psicossociais representam as condições objetivas do trabalho que impactam diretamente a saúde mental, indo além de questões individuais para prevenir estresse, burnout e turnover. A NR-01 estabelece o marco legal ao exigir sua inclusão obrigatória no PGR e no GRO, transformando a gestão de riscos em processo contínuo com inventário e plano de ação que psicólogos organizacionais ajudam a construir com rigor. Ferramentas de avaliação validadas, combinadas com triangulação de evidências, com questionários, entrevistas e indicadores, geram diagnósticos precisos e acionáveis&#8221;, complementa o Médico do Trabalho, especialista em saúde ocupacional e Diretor Médico na P&amp;G para a América Latina.<br><br>Fernando é referência em saúde mental no trabalho e riscos psicossociais, com atuação em programas de qualidade de vida e implementação da NR-01 em grandes organizações.</p>



<p><br><strong>5 &#8211; Erica Hokama revela que estratégias de engajamento em saúde mental transformam a prevenção em prática cotidiana</strong></p>



<p>&#8220;É importante ter planos de ação claros para a manutenção do bem-estar que integram a NR-01 ao dia a dia organizacional. Comitês de saúde mental, aliados ao desenvolvimento de lideranças capacitadas, promovem segurança psicológica essencial para o engajamento autêntico das equipes, criando ambientes onde as vulnerabilidades são acolhidas. O suporte imediato para crises complementa protocolos preventivos e reforça a cultura de cuidado proativa e sustentável nas companhias&#8221;, finaliza a Psicóloga, doutora e Mestre em Psicologia da Saúde, especialista em Psicopatologia e Saúde Pública. Doutoranda em Ciências do Envelhecimento (com ênfase em Trabalho e Novas Tecnologias).<br><br>Com 24 anos em gestão de pessoas, Erica atua em consultoria especializada em Saúde Mental nas Organizações, parceira da Vetor Editora em projetos na área.</p>



<p><strong>Sobre a Vetor Editora:</strong></p>



<p><em>A </em><a href="https://www.vetoreditora.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Vetor Editora</em></a><em>, parte do grupo Giunti Psychometrics, líder em psicometria científica, é referência em materiais e tecnologia para avaliação psicológica e manutenção da saúde mental nas empresas. Criada há 58 anos para contribuir com o exercício da psicologia em diversas áreas, desenvolve e oferece cerca de 100 instrumentos psicológicos que podem ser aplicados e corrigidos por meio da sua plataforma, a VOL Vetor Online. Com sua linha de negócios, a Vetor Serviços, presta serviços de contratação, consultoria e treinamentos na área de Recursos Humanos, auxiliando companhias a avançarem nos cuidados com o bem-estar emocional dos profissionais, e conta com mais de 40 mil clientes, entre eles MRS Logística, Sodexo, Gerdau, etc. Além disso, a editora foi reconhecida com o selo Great Place to Work por dois anos consecutivos, 2023-2024 e 2024-2025, uma certificação que avalia a opinião dos colaboradores acerca da cultura organizacional, liderança, comunicação, benefícios, respeito, credibilidade, entre outros.</em></p>
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		<title>CEO da Vittude lança livro sobre saúde mental corporativa com metodologia validada em mais de 200 empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo terceiro ano consecutivo, o número de afastamentos por transtornos mentais cresceu no Brasil. Só em 2025, foram 546 mil afastamentos registrados pelo INSS, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados da própria instituição. O cenário ganha novos contornos com a entrada em vigor da nova redação da NR-1, que passa [&#8230;]]]></description>
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<p>Pelo terceiro ano consecutivo, o número de afastamentos por transtornos mentais cresceu no Brasil. Só em 2025, foram 546 mil afastamentos registrados pelo INSS, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados da própria instituição. O cenário ganha novos contornos com a entrada em vigor da nova redação da NR-1, que passa a exigir o mapeamento e a gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.</p>



<p>É nesse contexto que <a href="https://www.linkedin.com/in/tatianapimenta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tatiana Pimenta</a>, fundadora e CEO da <a href="https://www.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vittude</a>, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, lançou o livro <strong>&#8220;</strong><a href="https://www.editoragente.com.br/pre-venda-saude-mental-e-inegociavel---vendido-e-entregue-por-livraria-martins-fontes/p" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Saúde mental é inegociável</strong></a><strong>&#8220;</strong>. Na obra, a autora compartilha sua trajetória, marcada por traumas, recomeços e descobertas, e apresenta uma metodologia baseada em dados concretos, validada por mais de 200 empresas, capaz de transformar o cuidado com a saúde mental dentro das empresas. A obra traz ainda cases de organizações que já estão na vanguarda do cuidado com seus colaboradores, além de contribuições de especialistas do setor e membros do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério Público do Trabalho.</p>



<p>Reconhecida como uma das principais vozes sobre saúde mental da atualidade, Tatiana reúne dados, pesquisas, fundamentos técnicos, políticas públicas e estratégias aplicáveis ao universo corporativo. &#8220;O futuro do trabalho será liderado por quem cuida, e ele começa agora, com escolhas. A pergunta que fica é: qual será o seu papel nessa transformação? Precisamos colocar a saúde mental no centro das decisões e transformar a cultura das organizações, antes que o esgotamento vire o próximo colapso&#8221;, afirma a CEO.</p>



<p>Engenheira civil por formação, Tatiana deixou uma carreira de mais de 15 anos em empresas como Votorantim Cimentos e Arauco para fundar a Vittude em 2016, que hoje impacta mais de 3 milhões de vidas com soluções voltadas à saúde mental no ambiente corporativo.&nbsp;O livro é leitura essencial para entender por que a saúde mental é uma agenda urgente e inadiável no mundo do trabalho e quais estratégias organizacionais podem transformar a cultura do cuidado em um pilar do futuro. A obra já está disponível em pré-venda e terá lançamento oficial no dia 10 de abril.</p>



<p><strong>Ficha técnica</strong>:</p>



<p><strong>Título:</strong> Saúde mental é inegociável.<br><strong>Autor:</strong> Tatiana Pimenta.<br><strong>Editora: </strong>Gente.<br><strong>ISBN:</strong> 978-65-5544-529-9.<br><strong>Páginas:</strong> 256.<br><strong>Preço de capa:</strong> R$79,90.<br><strong>Pré-venda no </strong><a href="https://www.editoragente.com.br/pre-venda-saude-mental-e-inegociavel---vendido-e-entregue-por-livraria-martins-fontes/p" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>link</strong></a><strong>. </strong></p>



<p><strong>Sobre a Vittude</strong></p>



<p>A Vittude é referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, sendo parceira dos maiores empregadores do Brasil. Com um ecossistema de soluções inteligentes em saúde mental, desenvolve projetos apoiados em 4 pilares: diagnóstico, educação, clínica e inteligência. Atende mais de 200 clientes, entre eles Grupo Boticário, Sodexo, SAP, Ipiranga Petróleo, Leroy Merlin, Yamaha Motors, Arcos Dourados, iFood, Thomson Reuters e Syngenta, possuindo mais de 3,5 milhões de pessoas beneficiadas por suas soluções. A empresa já recebeu mais de R$40 milhões em investimentos dos fundos Crescera Capital, Redpoint eVentures, Scale Up Ventures e Superjobs.vc.</p>
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		<title>Confira os principais insights da 7ª edição do Vittude Summit, maior evento de saúde mental corporativa do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:23:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última semana, a Vittude, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, realizou a 7ª edição do Vittude Summit, maior evento de saúde mental corporativa do Brasil. A ocasião reuniu gestores de saúde corporativa, líderes de RH, médicos do trabalho, engenheiros de segurança do trabalho e especialistas em saúde mental para compartilhar boas práticas [&#8230;]]]></description>
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<p>Na última semana, a <a href="https://www.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vittude</a>, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, realizou a 7ª edição do <a href="https://summit.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Vittude Summit</strong></a><strong>,</strong> maior evento de saúde mental corporativa do Brasil. A ocasião reuniu gestores de saúde corporativa, líderes de RH, médicos do trabalho, engenheiros de segurança do trabalho e especialistas em saúde mental para compartilhar boas práticas e promover trocas estratégicas sobre o tema: &#8216;Desvendando a regulamentação e estratégias para garantir a conformidade no trabalho&#8217;. </p>



<p>Ao todo, foram 32 horas de conteúdo distribuídas em 26 palestras e 12 painéis, além de momentos dedicados ao networking. A programação contou com a participação de grandes nomes, como Ana Paula Padrão, CEO da Unna;&nbsp;Mariana Ferrão, CEO da Soul.Me; Ana Fontes, fundadora e presidente do RME (Rede Mulher Empreendedora); Raphael Bozza, CHRO da iFood; Caroline Fenelon, Gerente Executiva de Saúde, Bem-Estar e Benefício da RD Saúde; Silene Rodrigues, Diretora Senior de RH da adidas; Cirlene Zimmermann, procuradora do MTE e mais personalidades do nicho.</p>



<p>Diante da relevância dos temas abordados, confira alguns insights compartilhados durante o evento:</p>



<p><strong>1) Saúde mental é inegociável</strong></p>



<p>Na abertura do&nbsp;evento, Tatiana Pimenta, CEO da Vittude, destacou que pelo terceiro ano consecutivo, o número de afastamentos por transtornos mentais cresceu no Brasil. Só em 2025, foram 546 mil afastamentos registrados pelo INSS, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados da própria instituição. O cenário ganha novos contornos com a entrada em vigor da nova redação da NR-1, que passa a exigir o mapeamento e a gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.</p>



<p>&#8220;A NR-1 exige das empresas uma abordagem estratégica e preventiva para gestão de riscos psicossociais. Não existe solução mágica para um problema complexo, um único questionário que resolva tudo, ou uma plataforma, isoladamente, que dê conta da prevenção. A maturidade da agenda de saúde mental começa quando a organização aceita que esse tema não será resolvido com superficialidade&#8221;, afirma.</p>



<p><strong>2) O Brasil ainda está aprendendo, mas não parte do zero</strong></p>



<p>A palestra de Gustavo Locatelli reforçou que, apesar das dúvidas sobre a nova regulamentação, o tema não é novo. Há décadas, estudos internacionais analisam os impactos do trabalho na saúde mental.</p>



<p>&#8220;O que Gustavo mostrou com muita clareza é que o tema dos fatores de risco psicossociais não surgiu agora. Desde os primeiros modelos teóricos desenvolvidos a partir dos anos 70 e 80, até as formulações mais contemporâneas sobre demanda, autonomia, suporte social, esforço, recompensa, engajamento e burnout, existe um corpo robusto de conhecimento já disponível. O Brasil está atrasado, mas não precisa inventar tudo do zero. Pode aprender com a experiência internacional, adaptar modelos já consolidados e evitar atalhos perigosos&#8221;, comenta Tatiana.</p>



<p><strong>3) A NR-1 não criou esse dever, apenas o tornou impossível de ignorar</strong></p>



<p>Durante sua palestra, a procuradora Cirlene Zimmermann destacou que a nova redação da NR-1 não cria uma nova responsabilidade, mas reforça um dever já existente: o de proteger a saúde dos trabalhadores.</p>



<p>&#8220;O dever de proteger a saúde das pessoas no trabalho já existia. O que a nova redação faz é retirar a ambiguidade, tornar o tema mais explícito e reduzir o espaço para omissão. Essa diferença é relevante e ajuda a desmontar a narrativa de que a norma teria inventado um problema novo ou imposto uma exigência descolada da realidade. Os afastamentos, o sofrimento e as denúncias já estavam acontecendo. O que muda agora é que não há mais espaço para ignorar&#8221;, explica Tatiana.</p>



<p><strong>4) Escala não pode ser desculpa para a inação</strong></p>



<p>O case apresentado por Caroline Fenelon, da RD Saúde, mostrou que é possível avançar mesmo em operações complexas e com grande número de colaboradores. A empresa estruturou uma jornada que inclui diagnóstico, engajamento da liderança, integração de dados, formação contínua e ações específicas para áreas de maior risco. O aprendizado central: quanto maior a operação, maior a urgência em tratar o tema com profundidade.</p>



<p><strong>5) Cultura organizacional é peça-chave na gestão de riscos psicossociais</strong></p>



<p>No painel com a Alessandra Peixoto, Diretora de Talentos e Desenvolvimento da Sodexo Brasil, a executiva reforçou que o avanço da agenda de mapeamento de riscos psicossociais passa pela construção de confiança, por uma comunicação clara sobre propósito e confidencialidade, pela adaptação das estratégias à realidade de cada operação e pelo preparo das lideranças para promover escuta ativa, empatia e segurança psicológica. A especialista também ressaltou que, mais do que atender a uma exigência regulatória, a gestão dos riscos psicossociais representa a oportunidade concreta de fortalecer uma cultura organizacional mais preventiva, humana e consistente.</p>



<p>&#8220;Na Sodexo, entendemos que falar sobre saúde mental é, antes de tudo, falar sobre respeito, escuta e responsabilidade coletiva. Esse é um compromisso com a construção de uma cultura em que as pessoas se sintam acolhidas, seguras e valorizadas em sua integralidade, porque acreditamos que ambientes emocionalmente saudáveis são essenciais para o desenvolvimento das pessoas e para a força das companhias&#8221;, finaliza Alessandra.</p>



<p><strong>Sobre a Vittude</strong></p>



<p>A Vittude é referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, sendo parceira dos maiores empregadores do Brasil. Com um ecossistema de soluções inteligentes em saúde mental, desenvolve projetos apoiados em 4 pilares: diagnóstico, educação, clínica e inteligência. Atende mais de 200 clientes, entre eles Grupo Boticário, Sodexo, SAP, Ipiranga Petróleo, Leroy Merlin, Yamaha Motors, Arcos Dourados, iFood, Thomson Reuters e Syngenta, possuindo mais de 3,5 milhões de pessoas beneficiadas por suas soluções. A empresa já recebeu mais de R$40 milhões em investimentos dos fundos Crescera Capital, Redpoint eVentures, Scale Up Ventures e Superjobs.vc.</p>
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		<title>Vittude Summit vai reunir executivos de empresas como TOTVS, iFood e RD Saúde para trocar conhecimento sobre saúde mental corporativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 20:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos dias 25 e 26 de março será realizado, em São Paulo, a&#160;7ª edição do&#160;Vittude Summit,&#160;maior evento de saúde mental corporativa do Brasil, com palestras e participações de empresas como TOTVS, iFood, Suzano e RD Saúde. Realizado pela&#160;Vittude, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, a ocasião reunirá gestores [&#8230;]]]></description>
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<p>Nos dias 25 e 26 de março será realizado, em São Paulo, a&nbsp;7ª edição do&nbsp;<a href="https://summit.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vittude Summit</a>,&nbsp;maior evento de saúde mental corporativa do Brasil, com palestras e participações de empresas como TOTVS, iFood, Suzano e RD Saúde. Realizado pela&nbsp;<a href="https://www.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vittude</a>, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, a ocasião reunirá gestores de saúde corporativa, líderes de RH, médicos do trabalho, engenheiros de segurança do trabalho e especialistas em saúde mental para compartilhar boas práticas e promover trocas estratégicas sobre o&nbsp;tema:&nbsp;&#8216;Desvendando a regulamentação e estratégias para garantir a conformidade no trabalho&#8217;.&nbsp;</p>



<p>&#8220;A saúde mental deixou de ser apenas um tema de bem-estar para se tornar uma dimensão estratégica da gestão de pessoas. Nesse contexto, a tecnologia se torna uma aliada importante, ao trazer mais dados, inteligência e capacidade de gestão para que as lideranças possam tomar decisões mais conscientes. Eventos como o Vittude Summit são importantes para ampliar esse diálogo entre líderes, especialistas e organizações, transformando exigências regulatórias em práticas concretas que fortalecem o desenvolvimento das pessoas e dos negócios&#8221;, destaca Robson Campos, Diretor de produtos e negócios para RH da TOTVS, patrocinadora do evento e que estará presente com o Palco Mundo Pessoas, espaço dedicado a conversas práticas sobre como transformar exigências legais em gestão estratégica.</p>



<p>A programação contará ainda com conteúdos exclusivos apresentados por representantes do Ministério Público do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego e outros especialistas que estão no centro das discussões regulatórias; insights de líderes de RH e SST das maiores empresas brasileiras; networking com profissionais e organizações que estão liderando a transformação no país; além de acesso às últimas novidades do setor.&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;<em>line up</em>&nbsp;também reúne nomes como Raphael Bozza, CHRO da iFood; Caroline Fenelon, Gerente Executiva de Saúde, Bem-Estar e Benefício da RD Saúde; Silene Rodrigues, Diretora Senior de RH da adidas; Carolina Ignarra, fundadora e CEO da Talento Incluir; Ana Fontes, fundadora e presidente do RME (Rede Mulher Empreendedora); Mariana Ferrão, CEO da Soul.Me e mais personalidades do nicho.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p><strong><em>Vittude Summit 2026</em></strong><br><strong>Data</strong>: 25 e 25 de março de 2026<br><strong>Horário: </strong>08h às 19h<br><strong>Local</strong>: Transamérica Expo Center &#8211; Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 &#8211; Santo Amaro, São Paulo &#8211; SP, 04757-020<br><strong>Ingressos: </strong>disponíveis no <a href="https://www.sympla.com.br/evento/vittude-summit-2026/2845683?referrer=summit.vittude.com&amp;referrer=summit.vittude.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>



<p><strong>Sobre a Vittude</strong></p>



<p>A Vittude é referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, sendo parceira dos maiores empregadores do Brasil. Com um ecossistema de soluções inteligentes em saúde mental, desenvolve projetos apoiados em 4 pilares: diagnóstico, educação, clínica e inteligência. Atende mais de 200 clientes, entre eles Grupo Boticário, Sodexo, SAP, Ipiranga Petróleo, Leroy Merlin, Yamaha Motors, Arcos Dourados, iFood, Thomson Reuters e Syngenta, possuindo mais de 3,5 milhões de pessoas beneficiadas por suas soluções. A empresa já recebeu mais de R$40 milhões em investimentos dos fundos Crescera Capital, Redpoint eVentures, Scale Up Ventures e Superjobs.vc.</p>
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		<title>Sempre ocupada, pouco produtiva? O alerta para equipes presas no &#8220;modo ansiedade&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 21:01:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Um quarto da população brasileira apresenta diagnóstico de ansiedade, de acordo com a pesquisa Covitel 2023, disponível no Observatório da Saúde Pública da Umane. Esse é um dos principais problemas de saúde mental no país e, claro, que essa situação também impacta os ambientes de trabalho.&#160;A ansiedade levou a 166.489 afastamentos&#160;do trabalho por incapacidade temporária [&#8230;]]]></description>
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<p>Um quarto da população brasileira apresenta diagnóstico de ansiedade, de acordo com a pesquisa Covitel 2023, disponível no Observatório da Saúde Pública da Umane. Esse é um dos principais problemas de saúde mental no país e, claro, que essa situação também impacta os ambientes de trabalho.&nbsp;A ansiedade levou a 166.489 afastamentos&nbsp;do trabalho por incapacidade temporária no Brasil em 2025, segundo dados da Previdência Social.&nbsp;</p>



<p>Para especialistas em gestão, o cenário é amplo e pode afetar mais pessoas do que as que são diagnosticadas com ansiedade ou afastadas do trabalho. Eles alertam que há um estado coletivo de equipes que estão desconectadas do presente.&nbsp; O fenômeno, conhecido como &#8220;modo ansiedade&#8221;, se manifesta quando o time passa a operar em alerta constante, projetando cenários negativos ou remoendo erros do passado.</p>



<p>&#8220;Quando a ansiedade toma conta, o grupo perde a capacidade de estar presente e passa a projetar cenários negativos para o futuro ou a remoer erros do passado. Essa mudança de estado mental coletivo afeta diretamente a produtividade, a criatividade e o bem-estar de todos&#8221;, explica Bianca Aichinger, especialista em desenvolvimento de lideranças e transformação cultural e sócia da Quantum Development.</p>



<p>No dia a dia destes times, estão presentes o medo de errar, processos de comunicação cercados de tensão e dificuldade em reconhecer e celebrar pequenas conquistas. Segundo Bianca, isso acontece porque grande parte da energia do time é consumida na ruminação mental, e não no trabalho estratégico. &#8220;Líderes eficazes trazem clareza ao caos, funcionando como pontos de ancoragem para suas equipes&#8221;, afirma. Ser esse ponto de ancoragem significa reduzir ruídos, dar direção e ajudar o time a diferenciar o que é sinal do que é apenas ruído.&nbsp;</p>



<p>Entre as iniciativas que podem ser adotadas para promover uma redução do &#8220;modo ansiedade&#8221; estão:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; Ter clareza de objetivos de curto e longo prazo.</li>



<li>&#8211; Focar em ações do presente.</li>



<li>&#8211; Ter coragem para dizer não a distrações fazem parte desse processo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; Realizar alinhamentos rápidos, para que todos tenham visibilidade do processo ao longo do caminho.</li>



<li>&#8211; Promover rituais com consistência e previsibilidade.</li>



<li>&#8211; Realizar o reconhecimento de pequenas vitórias ajuda a devolver segurança psicológica às equipes.</li>
</ul>



<p>Ignorar esse estado de alerta permanente tem consequências profundas. Individualmente, o esgotamento bloqueia aprendizado e desenvolvimento. No coletivo, criatividade e colaboração desaparecem, já que inovar exige espaço mental. &#8220;Esse estado de alerta constante cria uma ilusão de produtividade, com muita atividade e pouco trabalho significativo, além de decisões ruins e perda de engajamento&#8221;, alerta a especialista.</p>



<p>Bianca avalia que é importante começar a mudança através de pequenos passos e de um olhar sincero para os problemas. &#8220;Em vez de anunciar &#8216;vamos implementar mindfulness&#8217;, faz mais sentido ouvir as dores dos colaboradores: reuniões caóticas, falta de foco, esgotamento. Quando o problema vem primeiro, as práticas parecem soluções naturais. As práticas mais eficazes se misturam ao fluxo: 30 segundos de silêncio no início das reuniões, pequenas pausas entre blocos intensos, micro-respiros entre videoconferências. Assim, ninguém estranha&#8221;, sugere. E o líder é modelo e exemplo, não adianta defender pausas e enviar e-mails no meio da madrugada. &#8220;É só quando os líderes respiram antes de começar reuniões e respeitam limites, que a cultura muda&#8221;.</p>



<p><strong>Sobre a Quantum Development</strong></p>



<p>Com foco no desenvolvimento de equipes de liderança de alta performance, a Quantum Development apoia seus clientes na sua profissionalização e na transformação da cultura organizacional em um mundo em constante evolução. Criada em 2021 pelas sócias-fundadoras Bianca Aichinger e Susana Azevedo, que possuem mais de duas décadas de experiência no mercado corporativo nacional e internacional, a Quantum Development tem em seu portfólio de clientes empresas como Grupo Leveros e Uappi.</p>
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		<title>Evento de saúde mental corporativa vai abordar o impacto da NR-1 e estratégias para garantir a conformidade no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 16:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sua 7ª edição, o Vittude Summit, maior evento de saúde mental corporativa do Brasil, ocorre nos dias 25 e 26 de março em São Paulo. Realizado pela Vittude, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, a ocasião reunirá gestores de saúde corporativa, líderes de RH, médicos do trabalho, engenheiros de segurança [&#8230;]]]></description>
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<p>Em sua 7ª edição, o <a href="https://summit.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vittude Summit</a>, maior evento de saúde mental corporativa do Brasil, ocorre nos dias 25 e 26 de março em São Paulo. Realizado pela <a href="https://www.vittude.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vittude</a>, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, a ocasião reunirá gestores de saúde corporativa, líderes de RH, médicos do trabalho, engenheiros de segurança do trabalho e especialistas em saúde mental para compartilhar boas práticas e promover trocas estratégicas sobre o tema: &#8216;Desvendando a regulamentação e estratégias para garantir a conformidade no trabalho&#8217;. </p>



<p>&#8220;A NR-1 exige das empresas uma abordagem estratégica e preventiva para gestão de riscos psicossociais. Na prática, isso significa ir além da conformidade: implementar ações concretas, monitorar resultados e criar ambientes que de fato promovam saúde.&nbsp; Nosso papel é preparar líderes com soluções práticas e orientações claras para essa nova realidade regulatória&#8221;, destaca a CEO da Vittude, Tatiana Pimenta.</p>



<p>A programação terá conteúdos exclusivos de representantes do Ministério Público do Trabalho e outros especialistas que estão no centro das discussões regulatórias; insights de líderes de RH e SST das maiores empresas brasileiras; networking com profissionais e organizações que estão liderando a transformação no país; além de acesso às últimas novidades do setor.&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;<em>line up</em>&nbsp;contará com nomes como Fernando Sollak, Diretor de RH da TOTVS; Silene Rodrigues, Diretora Senior de RH da adidas; Carolina Ignarra, fundadora e CEO da Talento Incluir; Ana Fontes, fundadora e presidente do RME (Rede Mulher Empreendedora); Ana Franzoti, executiva e especialista&nbsp;em RH;&nbsp;Cirlenne Zimmermann, Gerente do Projeto Estratégico Nacional do MPT &#8220;Saúde Mental no Trabalho&#8221;; Gustavo Locatelli, Head Global de Saúde, Consultor e Professor em Saúde Mental e Bem-Estar; Mary com Y, fundadora da Humorlab e mais personalidades do nicho.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p><strong><em>Vittude Summit 2026</em></strong><br><strong>Data</strong>: 25 e 25 de março de 2026<br><strong>Horário:&nbsp;</strong>08h às 19h<br><strong>Local</strong>:&nbsp;Transamérica Expo Center &#8211; Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 &#8211; Santo Amaro, São Paulo &#8211; SP, 04757-020<br><strong>Ingressos:&nbsp;</strong>disponíveis no&nbsp;<a href="https://www.sympla.com.br/evento/vittude-summit-2026/2845683?referrer=summit.vittude.com&amp;referrer=summit.vittude.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>



<p><strong>Sobre a Vittude</strong></p>



<p>A Vittude é referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas, sendo parceira dos maiores empregadores do Brasil. Com um ecossistema de soluções inteligentes em saúde mental, desenvolve projetos apoiados em 4 pilares: diagnóstico, educação, clínica e inteligência. Atende mais de 200 clientes, entre eles Grupo Boticário, Sodexo, SAP, Ipiranga Petróleo, Leroy Merlin, Yamaha Motors, Arcos Dourados, iFood, Thomson Reuters e Syngenta, possuindo mais de 3,5 milhões de pessoas beneficiadas por suas soluções. A empresa já recebeu mais de R$40 milhões em investimentos dos fundos Crescera Capital, Redpoint eVentures, Scale Up Ventures e Superjobs.vc.</p>
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		<title>Feevale recebe selo Workplace Mental Health</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 20:01:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Universidade Feevale recebeu na manhã desta quinta-feira, 29, em São Paulo, o selo Workplace Mental Health, concedido a 30 organizações reconhecidas nacionalmente por suas práticas de promoção da saúde mental no ambiente de trabalho. A Instituição foi representada por Fabrícia Boll, coordenadora de Desenvolvimento Humano Organizacional (DHO) do setor de Gestão de Pessoas. O selo [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="960" height="959" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/01/VDRwfcABF0284.jpg" alt="" class="wp-image-9462" style="aspect-ratio:1.0010563094174048;width:310px;height:auto" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/01/VDRwfcABF0284.jpg 960w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/01/VDRwfcABF0284-300x300.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/01/VDRwfcABF0284-150x150.jpg 150w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/01/VDRwfcABF0284-768x767.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/01/VDRwfcABF0284-860x859.jpg 860w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Universidade está entre as 30 melhores organizações do país em saúde mental no trabalho</em></figcaption></figure>
</div>


<p>A Universidade Feevale recebeu na manhã desta quinta-feira, 29, em São Paulo, o selo Workplace Mental Health, concedido a 30 organizações reconhecidas nacionalmente por suas práticas de promoção da saúde mental no ambiente de trabalho. A Instituição foi representada por Fabrícia Boll, coordenadora de Desenvolvimento Humano Organizacional (DHO) do setor de Gestão de Pessoas.<br> <br>O selo é concedido pela Great People Mental Health, empresa parceira da Great Place to Work (GPTW), que avalia de forma rigorosa a experiência emocional vivida pelos colaboradores nas organizações. Nesta primeira edição, apenas as 30 organizações mais bem pontuadas foram reconhecidas como Top 30 Workplace Mental Health 2025. A Universidade Feevale se junta, assim, a um seleto grupo de empresas e instituições com destaque nacional, comprometidas com a promoção da saúde mental de seus colaboradores.<br> <br>O gerente de Gestão de Pessoas da Feevale, Everton Zambon, destaca que esse prêmio valoriza e reconhece o trabalho da Universidade junto aos colaboradores dentro da pauta da saúde mental. &#8220;Realizamos várias ações preventivas em todas as áreas, viabilizando essa percepção positiva da nossa atuação junto aos colegas. Essas melhorias geram maior engajamento e melhores resultados para nossa instituição. Estamos muto felizes e orgulhosos com mais esta conquista&#8221;, afirma. <br> <br>No ano passado, a Feevale também recebeu a certificação Great Place to Work (GPTW), uma distinção internacional que reconhece as melhores organizações para se trabalhar, e a Great People Mental Health, certificação em saúde mental. Além disso, ganhou, nos últimos dois anos, o prêmio Top Ser Humano, conferido pela ABRH-RS. Esses reconhecimentos reforçam o cuidado da Instituição com as pessoas e as boas práticas de gestão.</p>
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		<title>Bom Princípio Alimentos é certificada com selo GPMH por excelência em saúde emocional corporativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 17:56:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Bom Princípio Alimentos, referência nacional na fabricação de recheios de chocolate e frutas, cremes de avelã, doces de leite, geleias e conservas, acaba de conquistar a certificação GPMH &#8211; Great People Mental Health, selo que reconhece empresas comprometidas com o bem-estar e a saúde emocional de seus colaboradores.  Para o CEO da Bom Princípio [&#8230;]]]></description>
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<p>A Bom Princípio Alimentos, referência nacional na fabricação de recheios de chocolate e frutas, cremes de avelã, doces de leite, geleias e conservas, acaba de conquistar a certificação GPMH &#8211; Great People Mental Health, selo que reconhece empresas comprometidas com o bem-estar e a saúde emocional de seus colaboradores. </p>



<p>Para o CEO da Bom Princípio Alimentos, Alexandre Ledur, a certificação simboliza o alinhamento entre cuidado, ciência e gestão de pessoas. &#8220;A certificação é muito significativa para nós e confirma um compromisso que já integra a cultura da empresa há anos. As ações que desenvolvemos, desde conscientização até acolhimento psicológico, mentorias e capacitação das lideranças, têm impacto real na vida dos nossos colaboradores&#8221;.</p>



<p>A jornada rumo ao selo GPMH teve início ainda em 2022, quando a Bom Princípio intensificou suas ações estruturadas de saúde mental. A empresa certificadora utilizou dados da pesquisa GPTW, combinados a ferramentas de neurociência e inteligência artificial, que permitiram interpretar a linguagem dos colaboradores e identificar padrões relacionados ao bem-estar emocional. Além da análise técnica, a certificação envolveu duas reuniões aprofundadas para apresentação da cultura corporativa, das práticas internas e do funcionamento do Programa de Saúde Mental da Bom Princípio.</p>



<p>Para obter o selo, a empresa precisou atender a critérios que medem não apenas iniciativas pontuais, mas a existência de um programa consistente. Entre os principais aspectos avaliados estão a linguagem emocional expressa pelos colaboradores, o nível geral de bem-estar dentro da organização, a existência de práticas internas sólidas voltadas à saúde mental, e a efetividade das ações implementadas e sua integração à cultura institucional.</p>



<p>O Programa de Saúde Mental da Bom Princípio, considerado um dos pontos fortes do processo, inclui campanhas como Janeiro Branco e Setembro Amarelo, encontros trimestrais sobre saúde emocional com líderes e equipes, mentorias individuais e coletivas, acolhimentos psicológicos, canal sigiloso de apoio emocional e treinamentos de liderança focados em segurança psicológica, escuta ativa e identificação de sinais de adoecimento.<br><br><strong>Sobre a Bom Princípio Alimentos</strong></p>



<p>A Bom Princípio Alimentos começou suas atividades em 1996, em Bom Princípio (RS). A empresa familiar, iniciou os trabalhos produzindo doces de frutas, tradicionalmente conhecidos como chimia no sul do país (herança dos imigrantes alemães). Em 2007, a companhia mudou-se para a cidade de Tupandi (RS), num moderno parque industrial, com uma área de mais de 22 mil metros quadrados. Com a expansão, foram construídas quatro fábricas: de frutas, leite, chocolates e conservas. </p>



<p>Após quase três décadas de trabalho, a Bom Princípio consolidou o amplo portfólio com produtos voltados ao varejo e ao food service, tendo como carro-chefe o creme de avelã, seguido pelos recheios. Além disso, a empresa vem investindo em exportação, comercializando produtos para dez países. A companhia é certificada com o FSSC 22000, norma reconhecida internacionalmente e, em 2025, conquistou o selo GPTW, reconhecida como um excelente lugar para se trabalhar e o selo GPMH (Great People Mental Health), que reconhece empresas comprometidas com o bem-estar emocional.</p>
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