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	<title>educação &#8211; starten.tech</title>
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		<title>Edtech UpMat alcança 4 milhões de estudantes por ano e deve crescer 43% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:11:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dados do relatório recente divulgado pela UNESCO revelam que 273 milhões de crianças no mundo estão fora da escola, e apenas dois em cada três estudantes concluem o ensino secundário. Isso significa que o problema de acesso e permanência ainda é muito grande. A UpMat Educacional, principal plataforma de competições acadêmicas da América Latina, nasce [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-8-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-11852" style="width:231px;height:auto" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-8-683x1024.jpg 683w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-8-200x300.jpg 200w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-8-768x1152.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/image-8.jpg 800w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">CEO da UpMat, Cristina Diaz. | Foto: Divulgação.</figcaption></figure>
</div>


<p>Dados do relatório recente divulgado pela UNESCO revelam que 273 milhões de crianças no mundo estão fora da escola, e apenas dois em cada três estudantes concluem o ensino secundário. Isso significa que o problema de acesso e permanência ainda é muito grande. A <a href="https://www.upmat.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UpMat Educacional</a>, principal plataforma de competições acadêmicas da América Latina, nasce com a missão de ajudar a resolver este problema.</p>



<p>A startup é criadora e pioneira da categoria <em>Olympics as a Service</em> (OaaS) no país, modelo que permite que organizações públicas e privadas criem grandes competições educacionais sem que precisem desenvolver infraestrutura própria.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Nós transformamos competições acadêmicas em jornadas completas, capazes de aumentar o engajamento dos estudantes, fortalecer o vínculo entre escola e família e gerar evidências concretas de aprendizagem para gestores educacionais. Historicamente, organizar uma competição nacional exigia estruturas complexas, equipes especializadas e altos custos operacionais. Nós simplificamos o processo com uma plataforma que automatiza etapas críticas, como inscrições, aplicação de provas, correção, classificação, premiação e geração de relatórios&#8221;, explica a CEO da UpMat, Cristina Diaz.</p>



<p>Junto com Cristina, que conta com mais de 15 anos de empreendedorismo na área educacional, a edtech foi fundada em 2018 também pelos professores Élio Mega, que foi cofundador da Etapa Educação, e Miguel Perez, que atuou por 15 anos como diretor da Santillana Brasil. Logo após, em 2025, contou com investimento da Potencia Ventures, que tem o compromisso de alavancar negócios com alto potencial de escala e transformação social. &#8220;Além do capital, a Potencia nos trouxe apoio estratégico para a profissionalização da operação, definição de prioridades de crescimento e ampliação da nossa capacidade de atender projetos de escala nacional. Esse movimento foi fundamental para posicionar a UpMat não apenas como organizadora de olimpíadas, mas como uma plataforma capaz de operar programas complexos para diferentes parceiros&#8221;, reforça Cristina.</p>



<p>Já para Itali Collini, liderança da <a href="https://potenciaventures.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Potencia Ventures</a> no Brasil, o aporte e apoio estratégico para o crescimento da edtech não é só um compromisso de negócio, mas também social. &#8220;Nosso maior objetivo é atuar como investidores estratégicos em duas áreas essenciais para o desenvolvimento do país que são a educação e o futuro do trabalho.&nbsp; A UpMat resolve um dos maiores problemas da educação tradicional, que é a falta de interesse e o distanciamento das famílias, além disso ainda consegue gerar dados concretos de aprendizagem.<em> </em>Nosso papel na Potencia é ir muito além da alocação de capital, mas também fornecer o suporte em governança e rede de contatos necessários para que essa infraestrutura chegue a cada vez mais organizações públicas e privadas&#8221;, complementa Itali.</p>



<p><strong>Inovação e Inteligência Artificial aplicadas à escala educacional</strong></p>



<p>Atualmente, a UpMat atende cerca de 20 mil escolas brasileiras e engaja mais de 4 milhões de estudantes anualmente em todos os estados. Com inovação e tecnologia, a edtech apoia instituições para lançarem competições nacionais em meses, em vez de anos. Para garantir máxima eficiência, é aplicada Inteligência Artificial no recebimento das respostas, na correção das provas, atribuição de notas e até na identificação automática dos medalhistas de cada olimpíada.</p>



<p>&#8220;Enquanto grande parte das EdTechs foca exclusivamente na oferta de conteúdo, nosso diferencial é operar uma infraestrutura completa e altamente escalável para gerir programas educacionais de alcance nacional&#8221;, reforça a CEO.&nbsp;</p>



<p>Foi com esse DNA que a UpMat construiu seu maior marco até então: consolidar o Brasil como a maior operação mundial do Concurso Internacional Canguru de Matemática. Graças a essa credibilidade na execução, a plataforma passou a atrair e organizar outras gigantes do setor, como o Desafio Internacional Bebras de Pensamento Computacional, a OLITEF (Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira) e a ONEE (Olimpíada Nacional de Eficiência Energética).</p>



<p>Olhando para o futuro, a visão da UpMat, apoiada pela Potencia Ventures, é expandir a atuação para outros países da América Latina, ampliar as áreas do conhecimento oferecidas e utilizar inteligência artificial para personalizar jornadas de aprendizagem, gerando de aprendizado cada vez mais valiosas para as escolas. &#8220;Queremos também nos aproximar cada vez mais de empresas, fundações e órgãos públicos que queiram usar o SaaS como um poderoso instrumento de engajamento e impacto social&#8221;, finaliza Cristina.</p>



<p><strong>Sobre a Potencia Ventures:</strong></p>



<p>Fundada em 2002 por Kelly Michel, a Potencia Ventures é um grupo global pioneiro em investimento de impacto que investe em fundos de Venture Capital e startups early stage. Em 2005, a Potencia financiou a primeira aceleradora de impacto do Brasil, a Artemisia, em que Kelly foi cofundadora e permaneceu na operação até 2010, passando ao conselho desde então. Em 2009, a Potencia também catalisou o primeiro fundo de venture capital de impacto brasileiro, a Vox Capital, no qual Kelly também operou nos primeiros anos como co-fundadora.</p>



<p>Com enfoque em modelos de negócios que melhoram a vida de pessoas de baixa renda, a Potencia Ventures trabalha nos Estados Unidos e mercados emergentes da América Latina e Índia, identificando, executando e gerenciando investimentos nos setores de educação e empregabilidade. O grupo já conta com mais de 25 startups em seu portfólio e também investe em mais de 45 fundos ao redor do mundo.</p>
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		<title>Tecnologia na Educação: Entre o Alicerce Digital e a Formação Humana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sonia de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 18:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando o aprendizado na infância é impulsionado pela criatividade, a retenção do conhecimento flui de maneira muito mais natural ao longo de toda a jornada educativa. Nesse cenário, a tecnologia não deve ser vista como um fim, mas como um alicerce: um suporte para modernizar metodologias tradicionais e abrir novas janelas para o saber por [&#8230;]]]></description>
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<p>Quando o aprendizado na infância é impulsionado pela criatividade, a retenção do conhecimento flui de maneira muito mais natural ao longo de toda a jornada educativa. Nesse cenário, a tecnologia não deve ser vista como um fim, mas como um alicerce: um suporte para modernizar metodologias tradicionais e abrir novas janelas para o saber por meio de lousas digitais, plataformas online e atividades interativas. O grande desafio, contudo, surge quando esse acesso ocorre sem o monitoramento necessário, transformando uma ferramenta potente em um obstáculo ao desenvolvimento.</p>



<p>Dados do TIC Kids Online Brasil 2025 revelam que 93% da população entre 9 e 17 anos (cerca de 25 milhões de jovens) utilizam a internet no país. Essa conectividade massiva mostra que o aprendizado hoje enfrenta a concorrência de inúmeros estímulos e facilidades digitais dentro de casa, onde o foco é constantemente testado. Vivemos, hoje, o ápice da tensão entre a eficiência técnica e a integridade da formação humana, um equilíbrio delicado que exige atenção redobrada.</p>



<p>O uso desenfreado de redes sociais e ferramentas de inteligência artificial pode acabar atrofiando a capacidade de análise e o pensamento crítico. A exposição excessiva às telas tem o potencial de gerar danos em especial em três esferas fundamentais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cognitiva:</strong> O imediatismo digital pode prejudicar o raciocínio, a memória e o controle inibitório. Habilidades essenciais de linguagem e resolução de problemas correm o risco de serem treinadas apenas para processar ideias rasas e sem consistência.</li>



<li><strong>Emocional:</strong> O excesso compromete a estabilidade psicológica, criando gatilhos para ansiedade, depressão e dependência. A busca incessante por recompensas imediatas e a comparação constante nas redes afetam severamente a autoestima.</li>



<li><strong>Interpessoal:</strong> Observamos uma preocupante &#8220;desumanização&#8221; do convívio. O isolamento social e a perda de empatia dificultam a gestão de conflitos e a aceitação de rejeições no mundo físico.</li>
</ul>



<p>O caminho, portanto, não é a simples limitação ou o temor diante de uma Inteligência Artificial que já se provou irreversível. O verdadeiro desafio está em ressignificar a tecnologia no cotidiano das novas gerações. É preciso buscar um equilíbrio entre a inovação e a mediação consciente, garantindo que o digital cumpra seu papel de potencializar o aprendizado sem jamais comprometer a formação integral e a dignidade do ser humano.</p>



<p>Devemos ter sempre a consciência de que o educador e a família continuam sendo os mediadores insubstituíveis que transformam a informação fria em conhecimento vivo e humano.</p>
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		<title>Instituto MRV&#038;CO fortalece educação no Rio Grande do Sul com programas de formação e alfabetização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:51:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 2,4 mil professores gaúchos participaram de formações do Instituto iungo, 127 trabalhadores da construção civil foram alfabetizados em obras no Rio Grande do Sul nos últimos cinco anos e projetos sociais mobilizam crianças e jovens em ações de empreendedorismo e desenvolvimento sustentável. Esses são alguns dos resultados apresentados pelo Relatório de Vidas Transformadas [&#8230;]]]></description>
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<p>Mais de 2,4 mil professores gaúchos participaram de formações do Instituto iungo, 127 trabalhadores da construção civil foram alfabetizados em obras no Rio Grande do Sul nos últimos cinco anos e projetos sociais mobilizam crianças e jovens em ações de empreendedorismo e desenvolvimento sustentável. Esses são alguns dos resultados apresentados pelo Relatório de Vidas Transformadas 2025, divulgado pelo Instituto MRV&amp;CO, que reúne os impactos dos investimentos sociais da instituição e evidencia como a educação vem transformando realidades no estado. </p>



<p>Um dos destaques no Rio Grande do Sul é o Escola Nota 10, iniciativa voltada à alfabetização de colaboradores da construção civil. Nos últimos cinco anos, 127 trabalhadores participaram do projeto em quatro obras gaúchas, reforçando o papel da educação como ferramenta de transformação social, aumento da autoestima e ampliação das perspectivas de crescimento profissional. Atualmente, o programa mantém uma unidade em funcionamento em São Leopoldo. Em âmbito nacional, são 30 escolas em operação, outras 11 em implantação, 2.335 alunos atendidos e 1.092 certificados desde 2021.</p>



<p>Outro resultado expressivo vem do Instituto iungo. Em parceria com a Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul (Seduc-RS), o curso gratuito Cartografias: projetos de vida e educação para as relações étnico-raciais ultrapassou 2,4 mil participantes ativos e mais de 4 mil inscritos no estado desde outubro de 2024. A iniciativa fortalece a formação continuada de educadores e incentiva práticas pedagógicas voltadas à equidade e ao desenvolvimento integral dos estudantes. </p>



<p>O relatório também destaca os resultados do programa Educar para Transformar no Rio Grande do Sul. Entre eles estão os projetos DUXtec e Ressignificando as Flores na Ilha, que utilizam a educação, o empreendedorismo social e a solidariedade para estimular crianças e jovens a desenvolver soluções para desafios de suas comunidades, promovendo protagonismo juvenil e desenvolvimento sustentável. </p>



<p><strong>Investimento e resultados</strong></p>



<p>Em 2025, o Instituto MRV&amp;CO investiu R$ 3,2 milhões em programas de educação, cidadania e desenvolvimento social, alcançando mais de 115 mil pessoas em todo o país. Os resultados refletem uma trajetória construída ao longo de mais de uma década, com a educação como principal ferramenta de transformação social.</p>



<p>Um dos principais pontos do relatório é a mensuração do Retorno Social sobre o Investimento (SROI), metodologia internacional que avalia o valor social gerado por iniciativas socioeducacionais. O estudo demonstrou retornos expressivos, como o &#8220;Educar para Transformar&#8221;, que gera R$ 3,36 em retorno social para cada R$ 1 investido. &#8220;Mais do que indicadores, estamos falando de oportunidades criadas, trajetórias transformadas e impactos que permanecem ao longo do tempo&#8221;, explica Maria Fernanda, presidente do Instituto MRV&amp;CO.</p>



<p>Ao longo de sua trajetória, o Instituto já impactou cerca de 2,9 milhões de pessoas direta e indiretamente, com investimentos superiores a R$ 48 milhões.&nbsp;Para conhecer mais das iniciativas e resultados do Instituto MRV&amp;CO acesse o relatório pelo site <a href="https://institutomrv.com.br/transparencia/relatorio-de-atividades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://institutomrv.com.br/transparencia/relatorio-de-atividades/</a>.&nbsp;</p>



<p><strong>Relatório de Sustentabilidade 2025</strong></p>



<p>A MRV&amp;CO apresentou recentemente o Relatório Anual de Sustentabilidade 2025, que consolida os avanços do grupo em sua agenda ambiental, social e de governança ao longo do último ano.&nbsp; O documento apresenta resultados em descarbonização, eficiência operacional, inovação aplicada à sustentabilidade e impacto social, em linha com a estratégia da empresa de integrar habitação acessível e responsabilidade socioambiental.</p>



<p>O Relatório Anual de Sustentabilidade 2025 da MRV&amp;CO segue as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) e está disponível no link&nbsp;<a href="https://mrveco.com.br/sustentabilidade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link</a>.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre o Instituto MRV&amp;CO</strong></p>



<p>O Instituto MRV&amp;CO acredita que os primeiros passos para trilhar um futuro com mais oportunidades estão diretamente ligados ao poder transformador da educação. Por isso, desde 2014, o lado social da MRV&amp;CO desenvolve e apoia importantes programas e projetos, que têm como essência oferecer possibilidades ainda maiores na área da educação. Dessa forma, já conseguimos proporcionar oportunidades de um futuro melhor para mais de 2,9 milhões de pessoas em doze anos. Saiba mais em&nbsp;<a href="http://institutomrv.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">institutomrv.com.br</a>.</p>



<p><strong>Sobre MRV&amp;CO</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Grupo MRV&amp;CO desenvolve soluções habitacionais que se adaptam a diferentes momentos de vida e necessidades de seus clientes. São cinco empresas que compartilham o objetivo de oferecer as melhores opções de moradia &#8211; seja com a aquisição de apartamentos prontos ou na planta por meio da MRV ou de Sensia, pela compra de um terreno em loteamentos completamente urbanizados pela Urba, ou mesmo alugando imóveis especialmente pensados, com inúmeros serviços, oferecidos pela startup Luggo de forma totalmente digital e sem burocracia. A MRV&amp;CO atua em diferentes nichos do mercado imobiliário, trazendo propostas distintas e complementares para o mercado nacional. O Grupo se completa com a Resia, empresa voltada para o mercado de moradia norte-americano, fazendo o intercâmbio de tecnologias e consolidando-se internacionalmente.&nbsp;</p>
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		<title>Projeto Pescar completa 50 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Projeto Pescar celebra, em 20 de maio de 2026, 50 anos do Projeto que visa a formação socioprofissional de jovens em situação de vulnerabilidade social no Brasil. Presente em 12 estados, 40 cidades e com 67 unidades Pescar ativas, distribuídas em empresas ou organizações, além da sede &#8211; onde está o HUB Pescar [&#8230;]]]></description>
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<p>A Fundação Projeto Pescar celebra, em 20 de maio de 2026, 50 anos do Projeto que visa a formação socioprofissional de jovens em situação de vulnerabilidade social no Brasil. Presente em 12 estados, 40 cidades e com 67 unidades Pescar ativas, distribuídas em empresas ou organizações, além da sede &#8211; onde está o HUB Pescar de Execução e Inovação &#8211; o Pescar oferece oportunidades para adolescentes e jovens, preferencialmente entre 14 e 19 anos, ingressarem no mercado por meio de uma formação gratuita que dá ênfase ao desenvolvimento humano para o mundo do trabalho.</p>



<p>“A formação envolve não apenas capacitação profissional, mas também o fortalecimento de valores, o estímulo à autonomia, o impulso da autoestima e o incentivo à cidadania ativa. Essa abordagem completa contribui para que os jovens não só adquiram habilidades para o ambiente de trabalho, mas também se tornem agentes de transformação em suas famílias e comunidades”, destaca Adriana Loiferman, presidente voluntária da Fundação Projeto Pescar.</p>



<p>Desde sua criação, o Projeto Pescar já atendeu mais de 40 mil jovens, transformando vidas e promovendo a inclusão social por meio do desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais. “Em 2025, atendemos mais de 1.700 jovens, contando com o apoio de uma ampla rede de mantenedores, voluntários, educadores e colaboradores, reforçando seu papel essencial na capacitação e inserção de adolescentes em situação de vulnerabilidade social no universo profissional, contribuindo para o progresso das regiões nas quais eles estão inseridos. &#8220;Muita gente sequer imagina o quanto o Pescar é capilarizado. E nestes 50 anos de construção, conseguimos atingir praticamente todas as regiões do País”, detalha a presidente da Fundação.</p>



<p>Para os jovens concorrerem a uma vaga basta acompanharem as oportunidades no site da Fundação e, conforme a abertura de turmas realizar a inscrição e preencher os pré-requisitos, sobretudo o financeiro, que exige renda per capta de no máximo meio salário mínimo. Os cursos são totalmente gratuitos e há apoio com passagens, alimentação, uniforme, entre outros benefícios.</p>



<p>A mobilização do Pescar iniciou-se em 20 de maio de 1976, quando o empresário gaúcho Geraldo Linck (1927-1998) presenciou um menino assaltando um idoso e, chocado ao ver a agilidade e o vigor do jovem contra a fragilidade da vítima, resolveu fazer algo para mudar aquela situação de violência. Linck entendeu que, não bastava dar no peixe, era preciso ensinar a pescar. Por isso decidiu abrir as portas de sua empresa e deu início ao Projeto ao oportunizar uma primeira formação profissional a jovens que buscavam mudar a sua realidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/credito-Rafael-Brito_Projeto-Pescar-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-11140" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/credito-Rafael-Brito_Projeto-Pescar-1-1024x576.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/credito-Rafael-Brito_Projeto-Pescar-1-300x169.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/credito-Rafael-Brito_Projeto-Pescar-1-768x432.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/credito-Rafael-Brito_Projeto-Pescar-1-860x484.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/credito-Rafael-Brito_Projeto-Pescar-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Pesquisa</strong></p>



<p>A Fundação Projeto Pescar lançou um estudo pioneiro conduzido pelo Laboratório de Estudos e Pesquisas em Educação e Economia Social (Lepes) da Universidade de São Paulo (USP) como parte das ações dos 50 anos. O material traz evidências concretas sobre o poder transformador dos cursos da Fundação em todo o Brasil. Trata-se de uma investigação sobre como a instituição apoia o jovem no ingresso no mundo do trabalho. Intitulada &#8220;Pesquisa de Monitoramento de Egressos do Projeto Pescar &#8211; As histórias e trajetórias de uma amostra de egressos”, contatou mais de 3 mil jovens oriundos de turmas de 2018 a 2024. Os números revelam taxas impressionantes em relação ao universo do trabalho e mudanças positivas nas realidades socioeconômicas das famílias. Para cada R$100,00 que um jovem brasileiro ganha trabalhando, um egresso do Pescar recebe R$133,00, tendo média salarial de R$ 2.488,44. E o mais essencial, o incentivo para seguir nos estudos. Sete de cada dez entrevistados continuam a estudar pós-Pescar e dos que trabalham, mais de 90% estão em vagas qualificadas dentro do mercado formal. Os egressos também apresentam maior engajamento nos postos de trabalho que ocupam.</p>



<p>Dados da Fundação Projeto Pescar em 2025</p>



<p>• 40.833 jovens formados até 2025<br>• 1.791 jovens atendidos<br>• 12 estados<br>• 40 municípios<br>• 67 unidades<br>• Presente em outros 3 países: Angola, Argentina e Paraguai (a partir de cedência metodológica)<br>• 921 voluntários<br>• 13 mantenedoras institucionais<br>• 106 mantenedores de rede<br>• 32 apoiadores institucionais</p>



<p><strong>Projeto Pescar</strong></p>



<p>O Projeto Pescar é mantido por uma Fundação, criada em 1995, para expandir e consolidar um programa pioneiro de formação socioprofissionalizante, voltado para o desenvolvimento de adolescentes e jovens. Ao lado de empresas e organizações parceiras, a entidade oportuniza gratuitamente o acesso de adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social ao mundo do trabalho em todo o Brasil. Atualmente, está presente em 12 estados, 40 cidades e conta com 67 Unidades Pescar ativas em empresas, organizações e no HUB Pescar de Execução e Inovação. Essa iniciativa tem como marco o ano de 1976, quando o empresário Geraldo Linck abriu as portas da sua empresa para formar a primeira turma de jovens que buscavam mudar a sua realidade. As socioprofissionalizações são estruturadas por um método que trabalha, de forma conjunta, o desenvolvimento pessoal, cidadão e profissional. Ao todo, são 119 mantenedores, de rede e institucionais, Desde a criação do Pescar já foram atendidos mais de 40 mil jovens.</p>
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		<title>Radar de Futuros debate Educação Transformada e desenvolvimento regional na Universidade Feevale</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 20:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Feevale promove, nesta quinta-feira, 21, mais uma edição do Radar de Futuros, encontro voltado à reflexão sobre Educação Transformada e desenvolvimento regional. O evento acontecerá no Espaço Sicredi Feevale, no Câmpus II da Instituição (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo), reunindo representantes da educação, do cooperativismo e da gestão estratégica para debater novos caminhos para [&#8230;]]]></description>
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<p>A Universidade Feevale promove, nesta quinta-feira, 21, mais uma edição do Radar de Futuros, encontro voltado à reflexão sobre Educação Transformada e desenvolvimento regional. O evento acontecerá no Espaço Sicredi Feevale, no Câmpus II da Instituição (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo), reunindo representantes da educação, do cooperativismo e da gestão estratégica para debater novos caminhos para o desenvolvimento da região. &nbsp;</p>



<p>A programação terá início às 19h, com recepção aos participantes. Às 19h15min, ocorrerão as boas-vindas e onboarding, conduzidos por Daniel Klein, líder educador, e Alcir Cardoso Meyer, assessor de Governança Executiva.</p>



<p>Na sequência, às 19h30min, será realizado o painel&nbsp;<em>Educação Transformada: um novo caminho para o desenvolvimento regional</em>, com Gustavo Casarotto, membro do Comitê do Futuro. Já às 20h, acontece o debate&nbsp;<em>Quando a educação vira estratégia de desenvolvimento</em>, que contará com a participação de José Paulo da Rosa, reitor da Universidade Feevale, Gustavo Casarotto, Solon Stahl, diretor executivo da Sicredi Pioneira, e Cláudio Meneguzzi Júnior, reitor da Ftec.</p>



<p>O evento contará, ainda, com um momento para tira-dúvidas, às 20h30min, seguido pelo encerramento, às 21h. A participação é gratuita, mediante confirmação de presença até esta quarta-feira, 20, pelo link: <a href="https://forms.office.com/r/Ht7XvHm41s">https://forms.office.com/r/Ht7XvHm41s</a>.</p>
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		<title>Incluiai, a startup que quer incluir milhões de alunos e virar unicórnio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 17:30:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra &#8220;unicórnio&#8221;, usada para designar startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão, ainda ressoa com ceticismo em muitos círculos do ecossistema brasileiro. Mas quem acompanha de perto a trajetória da IncluiAI hesita cada vez menos em pronunciá-la. O crescimento exponencial, a entrada iminente no setor público, o interesse de investidores internacionais e a solidez da [&#8230;]]]></description>
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<p>A palavra &#8220;unicórnio&#8221;, usada para designar startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão, ainda ressoa com ceticismo em muitos círculos do ecossistema brasileiro. Mas quem acompanha de perto a trajetória da <a href="https://incluiai.com.br/">IncluiAI</a> hesita cada vez menos em pronunciá-la. O crescimento exponencial, a entrada iminente no setor público, o interesse de investidores internacionais e a solidez da proposta de valor formam uma tese de investimento difícil de ignorar.</p>



<p>A empresa chegou ao mercado com uma proposta clara e cirúrgica: usar inteligência artificial de última geração e as mais modernas tecnologias disponíveis para transformar o modo como escolas, redes de ensino, fundações e institutos lidam com a inclusão. Não como um recurso acessório, mas como parte estrutural do processo pedagógico.</p>



<p>&#8220;O ano era 2024, quando professores de diferentes cantos do Brasil começaram a relatar o mesmo problema: a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na sala de aula era uma obrigação legal, mas as ferramentas disponíveis eram escassas, fragmentadas e, na maioria das vezes, completamente desconectadas da realidade do dia a dia escolar&#8221;, nos conta Carlos &#8220;Cadu&#8221; Arruda, CEO e founder da&nbsp;IncluiAI.&nbsp; Em menos de dois anos, a empresa se tornou o case mais comentado no ecossistema brasileiro de&nbsp;EdTechs.</p>



<p>À frente desse movimento, &#8220;Cadu&#8221; Arruda tem uma trajetória construída nas trincheiras do direito corporativo e da gestão executiva, carregando a rara combinação de rigor jurídico, visão estratégica e sensibilidade social. Atributos que, segundo quem o conhece, fazem toda a diferença quando o assunto é navegar pela complexa legislação brasileira de inclusão educacional.</p>



<p>Não foi por acaso que um executivo com esse perfil enxergou na educação inclusiva uma oportunidade de impacto exponencial. &#8220;O Brasil tem uma legislação robusta sobre inclusão, o que faltava era uma plataforma que ajudasse escolas a, de fato, cumprir essas normas de maneira prática, escalável e com qualidade&#8221;, explica Arruda.</p>



<p><strong>Crescimento exponencial</strong></p>



<p>Se em 2024 foi o ano do nascimento, 2025 foi o ano da explosão. A plataforma cresceu de forma exponencial, penetrando nas principais redes de ensino do país, em escolas privadas e públicas, em fundações e institutos de referência. A IncluiAI passou a ser sinônimo de solução e não apenas de software.</p>



<p>Para 2026, de acordo com Cadu, &#8220;as projeções são ainda mais ambiciosas: um crescimento de&nbsp;<strong>500%</strong>&nbsp;está no radar, impulsionado por dois vetores estratégicos&#8221;. O primeiro é a entrada no setor público de educação, onde o contingente de alunos é contado às dezenas de milhões. O segundo é a internacionalização, que começa a ganhar corpo com o interesse crescente de investidores estrangeiros na plataforma&#8221;.</p>



<p>Para entender a magnitude do que está em jogo, nos Estados Unidos, cerca de&nbsp;<strong>50% dos alunos matriculados</strong>&nbsp;nas escolas públicas já são classificados como atípicos;&nbsp; dado que, ao mesmo tempo em que revela a dimensão global da pauta, aponta o caminho que o Brasil inevitavelmente percorrerá. Por aqui, as estimativas do IBGE indicam que mais de 8 milhões de crianças e adolescentes em idade escolar possuem algum tipo de deficiência ou necessidade especial. E a legislação não perdoa: escolas que não garantem inclusão adequada enfrentam sanções administrativas e judiciais.</p>



<p>É exatamente nessa linha entre a obrigação legal e a dificuldade prática que a IncluiAI encontrou seu espaço, funcionando como parceira estratégica das instituições de ensino, em um ecossistema integrado, intuitivo e continuamente atualizado.</p>



<p><strong>Tecnologia de ponta</strong></p>



<p>A IncluiAI não é uma plataforma comum. Ela foi construída desde o início sobre uma arquitetura de IA generativa de última geração, alinhada com as melhores práticas globais do universo EdTech . Modelos de linguagem avançados, adaptações curriculares, relatórios para equipes multidisciplinares sinalizam em tempo real quando um estudante precisa de atenção especializada. A tecnologia, que poderia parecer complexa demais para o cotidiano escolar, foi cuidadosamente desenhada para ser operada por qualquer professor, independentemente de background técnico.</p>



<p>Esse alinhamento com o melhor que o mundo de EdTech&nbsp; tem a oferecer não passou despercebido. Fundos internacionais de impacto e investidores especializados no setor de educação começaram a monitorar a empresa com atenção crescente. A combinação de um mercado endereçável colossal, uma tecnologia proprietária robusta, conformidade regulatória e uma liderança com credibilidade estabelecida forma o quadro que investidores experientes reconhecem imediatamente como excepcional.</p>



<p>&#8220;Se os próximos anos confirmarem as projeções, a IncluiAI não será apenas mais uma EdTech de sucesso. Será o símbolo de que é possível construir uma empresa de impacto global a partir de uma demanda real, com tecnologia de excelência e um propósito que transcende o lucro: colocar no centro da equação o direito de cada criança de aprender, sem exceção&#8221;, finaliza o CEO e founder.</p>



<p><strong>Sobre a IncluiAI</strong></p>



<p>Fundada em 2024, em São Paulo (SP), como Prova Adaptada, a IncluiAI é uma EdTech  brasileira especializada em soluções de educação inclusiva baseadas em tecnologia e inteligência artificial. A empresa atua em todos os estados brasileiros e desenvolve ferramentas digitais para apoiar escolas públicas e privadas na personalização do ensino e na gestão inclusiva. Reconhecida nacionalmente por sua inovação, a empresa conquistou prêmios como o Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE) e conta com uma equipe multidisciplinar formada por especialistas em tecnologia, pedagogia e e ducação inclusiva. O nome IncluiAI faz referência direta ao uso de inteligência artificial como base da tecnologia desenvolvida pela empresa, que busca tornar os processos educacionais mais personalizados, eficientes e escaláveis.</p>
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		<title>Especialização em Gestão de Pessoas e Liderança da Feevale tem aula inaugural na segunda-feira</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 18:17:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A aula inaugural da especialização em Gestão de Pessoas e Liderança, curso realizado pela Universidade Feevale em parceria com o Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul (CRA-RS), acontecerá na próxima segunda-feira, 27. A atividade, gratuita e aberta ao público, ocorrerá às 19h30min, no Salão de Atos do Câmpus II (ERS-239, 2755, Novo [&#8230;]]]></description>
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<p>A aula inaugural da especialização em Gestão de Pessoas e Liderança, curso realizado pela Universidade Feevale em parceria com o Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul (CRA-RS), acontecerá na próxima segunda-feira, 27. A atividade, gratuita e aberta ao público, ocorrerá às 19h30min, no Salão de Atos do Câmpus II (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo). As inscrições podem ser feitas pelo link https://feev.as/fa9a382.<br> <br>Na ocasião, a professora Carmem Giongo ministrará a palestra &#8220;Trabalho, saúde mental e governança: leituras críticas da NR1 na interface Psicologia e Administração&#8221;. Doutora em Psicologia Social e Institucional (UFRGS), com pós-doutorados na mesma universidade e na Université Paris Nanterre (França), Carmem é pesquisadora e docente da Universidade Feevale e pesquisadora produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Também coordena o Núcleo de Pesquisa e Intervenção em Saúde, Trabalho e Justiça Social (Nupsitra/CNPq) da Feevale e integra redes nacionais de pesquisa em trabalho e saúde.<br> <br>O encontro propõe um olhar atento sobre a NR1 como uma ferramenta estratégica na gestão de riscos psicossociais, conectando conceitos da Psicologia e da Administração para fortalecer ambientes de trabalho mais saudáveis, éticos e sustentáveis. O objetivo é refletir sobre as relações entre trabalho, saúde mental e governança no cenário contemporâneo.</p>
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		<title>Codifica avalia impactos do ECA Digital na vida e no aprendizado dos jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrou em vigor no mês de março a Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que impacta diretamente na forma como o Brasil protege os menores de idade no ambiente on-line. A legislação transfere parte da responsabilidade pela segurança desse público para as empresas de tecnologia. Nesse sentido, a Codifica &#8211; [&#8230;]]]></description>
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<p>Entrou em vigor no mês de março a Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que impacta diretamente na forma como o Brasil protege os menores de idade no ambiente on-line. A legislação transfere parte da responsabilidade pela segurança desse público para as empresas de tecnologia.</p>



<p>Nesse sentido, a Codifica &#8211; editech que desenvolve programas educacionais voltados à tecnologia, inovação e pensamento computacional defende que apenas proibir o acesso não é a solução para uma geração que já nasceu conectada. A Pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, por exemplo, revelou que, enquanto 29% dos jovens, entre 9 e 17 anos, relataram já ter vivido situações incômodas ou ofensivas no mundo digital, apenas 8% dos pais afirmaram acreditar que os filhos já experimentaram situações desse tipo. A mesma pesquisa também traz a informação que 93% das crianças e adolescentes da mesma faixa etária usam a internet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.</p>



<p>Na avaliação da pedagoga da empresa, Katia Vielitz, “o verdadeiro escudo é o letramento digital: ensinar o uso ético, preparar as crianças e os adolescentes para os riscos e dar autonomia para escolhas seguras”.</p>



<p>De acordo com a especialista, é fundamental que sua implementação caminhe junto com investimentos em formação docente e inclusão de conteúdos de educação digital nos currículos. “A proteção sem educação pode criar um falso senso de segurança”, completa.</p>



<p>Esta significativa normatização é uma das mais importantes atualizações desde a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que há 35 anos consolidou a proteção de direitos no mundo offline. Entretanto, nas últimas décadas, este grupo se tornou cada vez mais vulnerável ao ambiente digital, que ainda não contava com uma regulação específica.</p>



<p>Nesse contexto, iniciativas como as desenvolvidas pela Codifica ganham relevância, ao atuar na formação de estudantes e professores para o uso seguro e consciente da tecnologia. A organização mantém projetos em parceria com instituições públicas, privadas e sociais, com foco na educação básica e na preparação para os desafios do ambiente digital.</p>



<p><strong>Sobre a Codifica</strong></p>



<p>A Edtech desenvolve programas educacionais voltados à tecnologia, inovação e pensamento computacional, com atuação em todas as etapas da educação, da Educação Básica à qualificação profissional. Por meio de parcerias com instituições públicas, privadas e sociais, a organização impacta regularmente milhares de pessoas em todo o país. Sua principal frente está na Educação Básica, atendendo mais de 16 mil estudantes em cerca de 80 instituições de ensino parceiras, distribuídas em mais de 11 estados brasileiros, além de projetos voltados à inclusão digital, empregabilidade e formação para o mundo do trabalho.</p>
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		<title>Pesquisa do LEPES&#124;USP revela impacto transformador do Projeto Pescar na vida dos jovens que participaram das iniciativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 20:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa pioneira conduzida pelo Laboratório de Estudos e Pesquisas em Educação e Economia Social (Lepes) da Universidade de São Paulo (USP) traz evidências concretas sobre o poder transformador dos cursos socioproﬁssionalizantes oferecidos pela Fundação Projeto Pescar em todo o Brasil. Trata-se de uma investigação sobre como o Projeto Pescar apoia o jovem no ingresso [&#8230;]]]></description>
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<p>Uma pesquisa pioneira conduzida pelo Laboratório de Estudos e Pesquisas em Educação e Economia Social (Lepes) da Universidade de São Paulo (USP) traz evidências concretas sobre o poder transformador dos cursos socioproﬁssionalizantes oferecidos pela Fundação Projeto Pescar em todo o Brasil. Trata-se de uma investigação sobre como o Projeto Pescar apoia o jovem no ingresso no mundo do trabalho. Intitulada &#8220;<em>Pesquisa de Monitoramento de Egressos do Projeto Pescar&#8221; &#8211; As histórias e trajetórias de uma amostra de egressos</em>”, o estudo contatou 3.369 jovens e acompanha 594 deles, prioritariamente oriundos de turmas de 2018 a 2024, que passaram pelas formações gratuitas. Os números revelam taxas impressionantes de inserção no mercado e mudanças positivas nas realidades socioeconômicas das famílias.</p>



<p>Lançada nesta terça-feira, dia 7 abril, em Porto Alegre (RS), a pesquisa aponta que nove de cada dez egressos conseguiram seus empregos por conta do Projeto Pescar após a conclusão dos cursos &#8211; no recorte de 2018 a 2024. Lembrando que os participantes têm origem em domicílios economicamente frágeis, a mobilidade econômica e social foi comprovada. Para cada R$100,00 que um jovem brasileiro ganha trabalhando, um egresso do Pescar recebe R$133,00. E o mais essencial, o incentivo para seguir nos estudos. Sete de cada dez entrevistados continua seus estudos pós-Pescar. O material, divulgado no Hub Pescar de Execução e Inovação, dentro do Shopping Total, em Porto Alegre (RS), foi apresentado por Fernando de Bezerra Lollo e Luiz Guilherme Scorzafave, do Lepes (USP). A</p>



<p>cidade de Ribeirão Preto (SP) vai receber as informações posteriormente, no dia 23 de abril, com uma equipe da Fundação na cidade.</p>



<p>“No contexto brasileiro, marcado por desigualdades sociais e desemprego juvenil, ações como essa ganham importância estratégica. O estudo da USP reforça que os cursos do Projeto Pescar vão além da qualiﬁcação proﬁssional: eles mudam vidas ao promover autonomia, cidadania e resiliência”, destaca Adriana Loiferman, presidente da diretoria voluntária da Fundação Projeto Pescar.</p>



<p><strong>Pontos essenciais da pesquisa</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; R$ 2.488,44 é a remuneração média dos egressos do Pescar</li>



<li>&#8211; Depois de sete anos de conclusão do Pescar, um egresso ganha 42% a mais que um indivíduo da mesma idade que não teve a chance de passar pelo Projeto</li>



<li>&#8211; Para cada R$100,00 que um jovem brasileiro ganha no mundo do trabalho, um egresso do Pescar recebe R$133,00</li>



<li>&#8211; Metade das mães pelos egressos não terminaram a educação básica. Já 75,6% de seus ﬁlhos concluem o ensino médio, o que assevera o impacto intergeracional da educação dentro do Projeto</li>



<li>&#8211; Dos que trabalham, mais de 90% estão no mercado formal</li>



<li>&#8211; Destaque para as palavras-chave “cooperação”, “responsabilidade” e &#8220;compromisso, que são as competências comportamentais que os jovens relatam na pesquisa qualitativa</li>



<li>&#8211; O Pescar busca e alcança aqueles que precisam: jovens em situação de vulnerabilidade ﬁnanceira e social, pois apresentam renda per capita de R$ 990,05</li>



<li>&#8211; O perﬁl do egresso de 2018 a 2024 sugere uma melhora importante no status socioeconômico das famílias</li>



<li>&#8211; Egressos do Pescar encontram um mercado de trabalho mais amigável que a média dos jovens brasileiros</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; Maior engajamento nos postos de trabalho que ocupam</li>



<li>&#8211; Remunerações mais elevadas em comparação com outros jovens</li>



<li>&#8211; Postos de trabalho de maior qualidade</li>



<li>&#8211; Relatos da pesquisa qualitativa trazem um intenso sentimento de pertencimento ao Pescar</li>



<li>&#8211; A    metodologia   do    Pescar   fomenta competências socioemocionais enquanto trabalha questões básicas do mundo do trabalho</li>
</ul>



<p><strong>50 anos em 2026 &#8211; </strong>O Projeto Pescar celebra 50 anos, em 20 de maio próximo, de uma ação que visa a formação socioproﬁssional de adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social no Brasil. Presente em 12 estados, 40 cidades e com 67 Unidades Pescar ativas, distribuídas em empresas ou instituições de rede, além do HUB Pescar de Execução e Inovação, onde também estão centralizadas as atividades administrativas, a Fundação oferece oportunidades para, preferencialmente, adolescentes e jovens entre 14 e 19 anos ingressarem no mundo do trabalho, por meio de uma formação gratuita que une aspectos proﬁssionais, pessoais e de cidadania.</p>



<p><strong>Experiências de aprendizado &#8211; </strong>A missão da Fundação Projeto Pescar é transformar vidas gerando competências e experiências inesquecíveis de aprendizado para atuação empreendedora na construção de um mundo sustentável. O método oportuniza a integração dos adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social ao mundo do trabalho, Para avançar ainda mais, a Fundação está sempre aberta para receber empresas parceiras e também doações que, inclusive, podem ser feitas por pessoas e não apenas por empresas. No <a href="https://www.projetopescar.org.br/"><u>site</u></a> é possível conhecer melhor a instituição e encontrar todas as formas de doação.</p>



<p><strong>Projeto Pescar</strong></p>



<p>O <a href="https://www.projetopescar.org.br/"><u>Projeto Pescar</u></a> é mantido por uma Fundação, criada em 1995, para expandir e consolidar um programa pioneiro de formação socioproﬁssionalizante, voltado para o desenvolvimento de adolescentes e jovens. Ao lado de empresas e organizações parceiras, a entidade oportuniza gratuitamente o acesso de adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social ao mundo do trabalho em todo o Brasil. Atualmente, está presente em 12 estados, 40 cidades e conta com 67 Unidades Pescar ativas em empresas,instituições e no HUB Pescar de Execução e Inovação. Essa iniciativa tem como marco o ano de 1976, quando o empresário Geraldo Linck abriu as portas da sua empresa para formar a primeira turma de jovens que buscavam mudar a sua realidade. As socioproﬁssionalizações são estruturadas por um método que trabalha, de forma conjunta, o desenvolvimento pessoal, cidadão e proﬁssional. Ao todo, são 119 mantenedores, de rede e institucionais, Desde a criação do Pescar já foram atendidos mais de 40 mil jovens.</p>
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		<title>Integrantes do Comitê de Inovação da Feevale participam de formação continuada</title>
		<link>https://starten.tech/2026/03/25/integrantes-do-comite-de-inovacao-da-feevale-participam-de-formacao-continuada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 19:07:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Feevale vem fortalecendo sua atuação em inovação por meio de um programa institucional voltado ao desenvolvimento de cultura inovadora entre colaboradores e áreas estratégicas. O Programa de Inovação tem cono foco promover integração, desenvolvimento e alinhamento entre diferentes setores. Entre as ações do programa está o Comitê de Inovação, formado por representantes de diversas áreas [&#8230;]]]></description>
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<p>A Universidade Feevale vem fortalecendo sua atuação em inovação por meio de um programa institucional voltado ao desenvolvimento de cultura inovadora entre colaboradores e áreas estratégicas. O Programa de Inovação tem cono foco promover integração, desenvolvimento e alinhamento entre diferentes setores.<br> <br>Entre as ações do programa está o Comitê de Inovação, formado por representantes de diversas áreas decisórias da Universidade. O grupo atua de forma transversal, contribuindo para a construção e disseminação de práticas inovadoras no ambiente institucional.<br> <br>Como parte desse processo, os integrantes do comitê participam de uma formação continuada, com o objetivo de ampliar repertório e qualificar a atuação em inovação. Ao longo dos encontros, são apresentados cases de diferentes organizações. Entre eles, a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, que abordou a inovação no contexto da saúde, e o Sicredi, que na tarde da última terça-feira, 24, compartilhou sua experiência na construção de uma cultura de inovação.</p>
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