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		<title>Do choque à reconstrução: o que a sustentabilidade nos ensina dois anos após as enchentes no Rio Grande do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rossana Parizotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois anos após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, o debate sobre sustentabilidade no território gaúcho precisa, necessariamente, sair da esfera emergencial e entrar no campo da análise estrutural. Não se trata mais de discutir a resposta imediata à crise, mas de avaliar o que, de fato, foi transformado e, [&#8230;]]]></description>
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<p>Dois anos após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, o debate sobre sustentabilidade no território gaúcho precisa, necessariamente, sair da esfera emergencial e entrar no campo da análise estrutural. Não se trata mais de discutir a resposta imediata à crise, mas de avaliar o que, de fato, foi transformado e, principalmente, o que permanece vulnerável. Esse deslocamento de olhar é essencial porque desastres dessa magnitude não são eventos isolados, mas expressões de fragilidades acumuladas ao longo do tempo.</p>



<p>As enchentes foram reconhecidas como o maior desastre climático da história do estado, afetando cerca de 2,4 milhões de pessoas em 478 municípios, mais de 95% do território gaúcho. O impacto humano foi devastador: mais de 180 mortes, dezenas de desaparecidos, centenas de feridos e um deslocamento massivo de população, com mais de 580 mil desalojados e cerca de 100 mil desabrigados. Paralelamente, aproximadamente 100 mil residências foram danificadas ou destruídas, enquanto os prejuízos econômicos ultrapassaram rapidamente a marca de R$ 10 bilhões, atingindo de forma transversal infraestrutura, habitação, agricultura, comércio e indústria. Esses números não apenas dimensionam a tragédia, eles evidenciam o caráter sistêmico do colapso.</p>



<p>Diante dessa escala, torna-se insustentável tratar o ocorrido como um evento excepcional. O desastre expôs, de forma inequívoca, a interdependência entre fatores ambientais, sociais e institucionais, revelando problemas estruturais como ocupação desordenada do solo, infraestrutura insuficiente, ausência de planejamento adaptativo e desigualdades históricas que amplificam impactos. A resposta inicial, marcada por forte mobilização social, solidariedade e atuação de redes comunitárias, foi fundamental para mitigar os danos imediatos. No entanto, a sustentabilidade não se mede pela capacidade de reagir, mas pela capacidade de antecipar, adaptar e transformar, e é nesse ponto que a análise se torna mais crítica.</p>



<p>Dois anos depois, o debate não pode mais se limitar ao que foi feito no auge da crise, mas precisa enfrentar o que não foi feito no período seguinte. E é justamente aqui que emerge uma das principais fragilidades do processo de reconstrução: a distância entre o discurso institucional e a execução concreta. Ao longo desse período, acumulam-se anúncios, planos, promessas de investimento e projetos técnicos. No papel, a reconstrução avança. Na prática, ela se arrasta. Projetos não protegem territórios. Planos não contêm enchentes. Sem execução, o que se constrói é apenas uma narrativa de ação, não uma transformação real.</p>



<p>Essa lacuna se torna ainda mais problemática quando analisamos as escolhas estratégicas adotadas por Porto Alegre e pelo governo do Rio Grande do Sul. A busca por referências e soluções em outros países, frequentemente apresentada como inovação, revela uma desconexão preocupante com a realidade local. Importar modelos de territórios com dinâmicas climáticas, geográficas e urbanas distintas ignora um princípio básico da sustentabilidade: soluções eficazes são, necessariamente, contextualizadas. O Rio Grande do Sul não carece de conhecimento técnico. Universidades, centros de pesquisa e especialistas locais estudam há décadas as especificidades da região. Ignorar esse repertório não é apenas um erro estratégico, é uma escolha que fragiliza a capacidade de resposta.</p>



<p>Mais do que isso, a adoção de soluções externas, sem a devida adaptação, cria uma falsa sensação de avanço. Substitui-se a construção de soluções estruturais por uma lógica de vitrine, onde o discurso de modernização se sobrepõe à efetividade. Em um cenário de risco climático crescente, essa abordagem não apenas é insuficiente, ela é perigosa. Sustentabilidade exige leitura territorial, integração de conhecimento local e capacidade de adaptação. Sem isso, qualquer intervenção tende a ser superficial.</p>



<p>A crítica se intensifica quando observamos o tempo de resposta estrutural. Aguardar dois anos após o maior desastre climático da história do estado para iniciar obras que deveriam ter caráter emergencial revela uma falha grave de priorização. Em gestão de riscos, tempo não é um detalhe operacional — é um fator crítico. Cada período de inação mantém populações expostas, prolonga vulnerabilidades e aumenta a probabilidade de novos impactos. Nesse contexto, a demora não pode ser interpretada como mera burocracia: ela representa um descaso institucional com a urgência da situação.</p>



<p>Enquanto isso, os efeitos sociais da tragédia permanecem. A reconstrução, em muitos casos, não significou melhoria das condições de vida, mas apenas um retorno precário ao cenário anterior. As populações mais vulneráveis continuam enfrentando dificuldades de acesso à moradia digna, trabalho e serviços básicos, evidenciando que, sem equidade, não há sustentabilidade possível. Desastres não afetam todos da mesma forma, eles seguem e aprofundam as desigualdades existentes.</p>



<p>Do ponto de vista ambiental, embora o discurso sobre mudanças climáticas tenha avançado, sua tradução em políticas públicas estruturantes ainda é limitada. A incorporação de estratégias de adaptação, a revisão de modelos urbanos e o investimento em infraestrutura resiliente ocorrem de forma fragmentada e, muitas vezes, reativa. No campo da governança, apesar de avanços pontuais na articulação entre atores durante a crise, ainda há dificuldade em consolidar uma gestão de riscos que seja, de fato, estratégica e contínua.</p>



<p>Por outro lado, a experiência também evidenciou caminhos possíveis. A atuação de redes comunitárias, cooperativas e tecnologias sociais demonstrou que a resiliência territorial não depende exclusivamente de grandes estruturas institucionais, mas também da capacidade de organização local. Esses atores foram fundamentais na resposta imediata e seguem sendo essenciais na reconstrução. Isso reforça que sustentabilidade não é apenas técnica, é social, relacional e territorial.</p>



<p>No campo econômico, os prejuízos bilionários e a interrupção de cadeias produtivas deixaram claro que ignorar riscos climáticos não é apenas ambientalmente inadequado, mas economicamente inviável. Ainda assim, a capacidade de resposta segue desigual: enquanto grandes organizações começam a incorporar esses riscos em suas estratégias, pequenos negócios permanecem mais expostos, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais inclusiva na construção da resiliência.</p>



<p>Diante desse cenário, o maior risco não é a repetição do evento em si, mas a repetição das condições que o tornaram tão devastador. A reconstrução representa uma oportunidade rara de transformação estrutural, mas isso exige mais do que planejamento, exige execução, prioridade e alinhamento com a realidade do território. Sustentabilidade, nesse contexto, deixa de ser um conceito aspiracional e se torna uma condição operacional para qualquer estratégia de desenvolvimento.</p>



<p>Dois anos depois, com dados que ainda refletem a magnitude da tragédia e com avanços que não acompanham a urgência necessária, a pergunta que se impõe é direta e inevitável: estamos, de fato, reconstruindo melhor, ou apenas criando as condições para que o próximo desastre encontre o território igualmente despreparado?</p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p>AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS E SANEAMENTO BÁSICO (ANA). <em>Estudo aponta que enchentes de 2024 foram o maior desastre natural da história do RS e sugere caminhos para o futuro com eventos extremos mais frequentes</em>. Brasília, 2024. Disponível em: <a href="https://www.gov.br/ana">https://www.gov.br/ana</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>DEFESA CIVIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. <em>Boletins e relatórios oficiais sobre as enchentes de 2024</em>. Porto Alegre, 2024. Disponível em: <a href="https://www.defesacivil.rs.gov.br">https://www.defesacivil.rs.gov.br</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. <em>Painel oficial: situação dos municípios afetados pelas enchentes</em>. Porto Alegre, 2024. Disponível em: <a href="https://sosenchentes.rs.gov.br">https://sosenchentes.rs.gov.br</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>BRASIL. Governo Federal. <em>Relatórios de impacto econômico e social das enchentes no Rio Grande do Sul</em>. Brasília, 2024. Disponível em: <a href="https://www.gov.br">https://www.gov.br</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). <em>Indicadores socioeconômicos regionais e impactos de desastres naturais</em>. Rio de Janeiro, 2024. Disponível em: <a href="https://www.ibge.gov.br">https://www.ibge.gov.br</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>



<p>WIKIPÉDIA. <em>Enchentes no Rio Grande do Sul em 2024</em>. Disponível em: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Enchentes_no_Rio_Grande_do_Sul_em_2024">https://pt.wikipedia.org/wiki/Enchentes_no_Rio_Grande_do_Sul_em_2024</a>. Acesso em: 05 maio 2026.</p>
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		<title>O Pix evoluiu e o jogo endureceu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victor Papi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A 28ª plenária do Fórum Pix evidenciou que o Sistema de Pagamentos Instantâneos entra em uma nova fase: menos sobre expansão e mais sobre amadurecimento, com foco em segurança, padronização e responsabilidade dos participantes. O principal recado do regulador é inequívoco: o MED 2.0 tornou-se prioridade absoluta. A implementação com desligamento simultâneo da versão anterior, [&#8230;]]]></description>
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<p>A 28ª plenária do Fórum Pix evidenciou que o Sistema de Pagamentos Instantâneos entra em uma nova fase: menos sobre expansão e mais sobre amadurecimento, com foco em segurança, padronização e responsabilidade dos participantes.</p>



<p>O principal recado do regulador é inequívoco: o MED 2.0 tornou-se prioridade absoluta. A implementação com desligamento simultâneo da versão anterior, sem possibilidade de <em>rollback</em>, e sem flexibilização de prazos, indica uma mudança de postura. O Banco Central continua a atuar como indutor de inovação mas exerce também um papel mais rigoroso na supervisão. Isso se reforça com a exigência de <a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/capital-minimo-regulatorio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">capital mínimo regulatório</a> e com a sinalização de punições rápidas e severas para quem não estiver em conformidade, inclusive com a possibilidade de exclusão do arranjo Pix.</p>



<p>Na prática, isso eleva o nível de maturidade exigido das instituições. Não se trata apenas de implementar uma nova funcionalidade, mas de revisar processos, governança e capacidade operacional para lidar com cenários mais complexos, especialmente no combate a fraudes. O MED 2.0 amplia o rastreamento de transações em múltiplas camadas, o que aumenta a efetividade potencial de recuperação de valores.</p>



<p>Outro ponto que ganha destaque é a revisão da experiência do usuário, especialmente no autoatendimento do MED. Os dados indicam um uso elevado, com aumento na recuperação de valores após a implementação do Autoatendimento MED, porém acompanhado de um crescimento desproporcional de casos indevidos (como situações de autofraude), muitas vezes motivado por erros de interpretação ou uso indevido. A resposta do regulador combina ajustes de UX com medidas educativas, mas o desafio é estrutural: equilibrar a autonomia do usuário com controle e qualidade da informação.</p>



<p>Ao mesmo tempo, a agenda evolutiva do Pix segue avançando. A cobrança híbrida (ou &#8220;bolepix&#8221;), prevista para outubro, aponta para uma convergência entre instrumentos tradicionais e instantâneos, ampliando casos de uso no varejo. Já a futura regulamentação dos intermediários indica uma preocupação crescente com riscos sistêmicos, especialmente em modelos que envolvem marketplaces e facilitadores de pagamento buscando dar maior transparência sobre quem participa da cadeia da transação: do intermediador ao beneficiário final.</p>



<p>Há também uma agenda silenciosa, mas relevante, em segurança e governança de dados. Com quase 1 bilhão de chaves Pix cadastradas, o sistema entra em um novo patamar de escala, o que exige mecanismos mais robustos de controle.&nbsp;</p>



<p>Nesse contexto, ganham força iniciativas como a higienização contínua das chaves, a validação junto à Receita Federal e o desenvolvimento de soluções para coibir o uso indevido do campo de descrição — cada vez mais explorado para envio de mensagens abusivas ou tentativas de fraude. Esses elementos mostram que o sistema caminha para uma infraestrutura mais robusta, orientada por dados e com maior capacidade preventiva.</p>



<p>O que emerge desse conjunto de iniciativas é um novo momento do Pix. Se, nos primeiros anos, o foco estava na adoção e na experiência, agora a prioridade é garantir sustentabilidade, segurança e confiança em escala. Para empresas, isso significa mais complexidade regulatória e operacional, mas também um ambiente mais sólido para inovação. Outro ponto relevante é a promessa de publicação do &#8220;Relatório de Gestão do Pix 2023–2025&#8221;, um documento abrangente que funciona como uma prestação de contas detalhada de todo o ecossistema. A última edição, divulgada em <a href="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/pix/relatorio_de_gestao_pix/relatorio_gestao_pix_2023.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">2023</a>, já seguia essa linha de consolidar dados, avanços e desafios do Pix.</p>



<p>O Pix está se consolidando como infraestrutura crítica do sistema financeiro brasileiro. E, como toda infraestrutura essencial, exige disciplina, investimento e adaptação contínua de seus participantes.</p>
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		<title>Metodologia digital em habitação utilizada em mais de 50 obras da MRV no RS garante destaque à companhia em prêmio nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:03:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A MRV, maior construtora da América Latina, conquistou um dos principais reconhecimentos nacionais em BIM (Building Information Modeling). A companhia venceu o Prêmio BIM Fórum Brasil 2026 com o case &#8220;Usos BIM em Construções Residenciais&#8221;, na categoria Construção de Edificações.  A metodologia tem ganhado espaço no país nos últimos anos &#8211; desde 2021, a MRV [&#8230;]]]></description>
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<p>A MRV, maior construtora da América Latina, conquistou um dos principais reconhecimentos nacionais em BIM (Building Information Modeling). A companhia venceu o Prêmio BIM Fórum Brasil 2026 com o case &#8220;Usos BIM em Construções Residenciais&#8221;, na categoria Construção de Edificações. </p>



<p>A metodologia tem ganhado espaço no país nos últimos anos &#8211; desde 2021, a MRV possui projetos 100% desenvolvidos em BIM. O modelo, impulsionado também por iniciativas do Governo Federal e de entidades técnicas ligadas à engenharia, construção civil e infraestrutura, permite integrar diferentes disciplinas e etapas de um empreendimento em ambientes digitais colaborativos, contribuindo para maior previsibilidade e gestão de obras públicas e privadas. Na prática, essa integração permite maior compatibilização entre projetos, reduz retrabalhos e desperdícios, além de trazer mais estabilidade de custos, prazos e execução.</p>



<p>No Rio Grande do Sul, o primeiro projeto da companhia a utilizar a metodologia em 2019, foi o empreendimento  Porto Savana, em Gravataí.  Ao todo, já são 53 projetos no estado que empregam a BIM. O modelo envolve mais de 3.500 profissionais e uma cadeia colaborativa que integra equipes internas, projetistas parceiros, consultores e fornecedores. São várias disciplinas de projeto trabalhando de forma coordenada dentro do ambiente BIM, consolidando um modelo de gestão digital escalável para construção residencial no Brasil.</p>



<p>&#8220;A inovação faz parte das nossas operações, desde o desenvolvimento do produto até a execução das obras. O BIM é uma tecnologia que nos permite ganhar escala com mais eficiência, reduzir desperdícios, aumentar a previsibilidade e elevar a qualidade dos empreendimentos&#8221;, afirma o Diretor de Produtos e Projetos da MRV&amp;CO, Flávio Paulino. </p>



<p>Em 2019, a MRV foi vencedora do Prêmio de Excelência BIM, promovido pelo SindusCon-SP, na categoria Contratante de Projetos, pelo avanço na implementação da metodologia. Desde então, a companhia vem ampliando continuamente a adoção de tecnologias digitais em seus processos de engenharia.&nbsp;</p>



<p><strong>BIM ganha espaço e acelera transformação na construção civil</strong>&nbsp;</p>



<p>Na edição deste ano, o Prêmio BIM Fórum Brasil ampliou o número de categorias e reforçou sua relevância no país, além de fortalecer o alinhamento internacional com a buildingSMART International, principal referência global em transformação digital e padronização BIM na construção civil.&nbsp;</p>



<p>Nesta edição, foram selecionados 25 finalistas, distribuídos em nove categorias, abrangendo áreas como Edificações, Infraestrutura, Educação, Operação e Manutenção, Pesquisa, Sustentabilidade e Tecnologia. A iniciativa reúne empresas, instituições de ensino e organizações do setor da construção civil para destacar soluções que utilizam BIM com foco em eficiência, qualidade, integração de projetos e avanço da maturidade digital na engenharia brasileira.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Essa conquista reforça o protagonismo da MRV na digitalização da construção civil e evidencia a aplicação do BIM em larga escala, contribuindo para ganhos de produtividade e evolução da engenharia habitacional no Brasil&#8221;, completa Flávio.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre a MRV</strong>&nbsp;</p>



<p>Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&amp;CO. Reconhecida como a maior construtora e incorporadora da América Latina, a companhia tem foco em empreendimentos residenciais acessíveis, voltados à realização do sonho da casa própria. A MRV já entregou mais de 500 mil unidades, impactando positivamente a vida de mais de 1,6 milhão de pessoas em todo o país.</p>
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		<title>Sistema FIERGS atenderá mais de 250 indústrias em programa de eficiência energética</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 17:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sistema FIERGS, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS), atenderá mais de 250 micro, pequenas e médias indústrias gaúchas até 2029 dentro do PotencializEE, iniciativa voltada à ampliação da eficiência energética e à redução de custos operacionais nas empresas. Apresentado na última sexta-feira, 15, na sede da Federação, o programa prevê diagnósticos subsidiados, apoio técnico e acesso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sistema FIERGS, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS), atenderá mais de 250 micro, pequenas e médias indústrias gaúchas até 2029 dentro do PotencializEE, iniciativa voltada à ampliação da eficiência energética e à redução de custos operacionais nas empresas. Apresentado na última sexta-feira, 15, na sede da Federação, o programa prevê diagnósticos subsidiados, apoio técnico e acesso a crédito para modernização energética das indústrias. </p>



<p>A ação integra uma cooperação Brasil-Alemanha liderada pelo Ministério de Minas e Energia (MME),&nbsp;por meio da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A, e coordenada pela Deutsche&nbsp;Gesellschaft&nbsp;für&nbsp;Internationale&nbsp;Zusammenarbeit&nbsp;(GIZ), com apoio do Departamento Nacional do Senai na execução das atividades voltadas ao setor industrial.&nbsp;No Rio Grande do Sul, o atendimento às empresas será realizado pelo&nbsp;Senai-RS.</p>



<p>O&nbsp;PotencializEE&nbsp;oferece diagnósticos subsidiados para identificar desperdícios e oportunidades de redução de consumo dentro das indústrias. As análises incluem sistemas elétricos, como motores, bombas e refrigeração, e térmicos, como caldeiras, fornos e aquecedores. Além disso, a iniciativa prevê apoio técnico para modernização de equipamentos, estruturação de projetos de eficiência energética e acesso facilitado a crédito para implementação das melhorias.&nbsp;</p>



<p>Com&nbsp;investimento de R$ 75 milhões na&nbsp;sua&nbsp;expansão nacional, o programa deve realizar mais de 1,7 mil atendimentos&nbsp;em empresas brasileiras, incluindo&nbsp;as mais de 250&nbsp;no Rio Grande do Sul. O&nbsp;PotencializEE&nbsp;é voltado para micro, pequenas e médias indústrias que possuam gasto mensal com energia superior a R$ 10&nbsp;mil, prevendo, também,&nbsp;relatórios para substituição de equipamentos e metas de redução superior a 10% no consumo das contempladas.&nbsp;</p>



<p>Para o diretor de Sesi-RS, Senai-RS e IEL-RS, Claudio&nbsp;Gastal, a eficiência energética deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ocupar papel estratégico para a competitividade da indústria. Segundo ele, a redução de desperdícios e custos energéticos permite ampliar a capacidade de investimento das empresas e fortalecer sua posição diante de um cenário internacional cada vez mais competitivo.&nbsp;“A questão energética acaba sendo central para a competitividade das nossas indústrias”, disse.&nbsp;</p>



<p>Conforme a coordenadora-geral de Eficiência Energética do MME, Samira Sousa, o&nbsp;PotencializEE&nbsp;reduz barreiras para implementação de projetos nas empresas, ampliando a confiança da indústria em iniciativas voltadas à redução de consumo, modernização de processos e aumento da competitividade. “Buscamos reduzir riscos e aumentar a confiança dos industriais em projetos de eficiência energética e nos benefícios que essas&nbsp;iniciativas podem trazer”, afirmou.&nbsp;O evento ainda contou com a participação do superintendente de Projetos de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos&nbsp;Bork, do cônsul-geral da Alemanha,&nbsp;Marc&nbsp;Bogdahn, e&nbsp;a representante&nbsp;da&nbsp;Enbpar,&nbsp;Myrthes&nbsp;Santos.&nbsp;</p>



<p>As indústrias interessadas podem obter mais informações e realizar inscrições pelo link&nbsp;<strong><a href="https://www.programa-potencializee.com.br/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://www.programa-potencializee.com.br/</a></strong>.&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jornada Startups 2026 anuncia empresas selecionadas em SC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 21:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e o Sebrae Startups anunciaram, nesta segunda-feira, 18, as empresas selecionadas para a edição 2026 do Jornada Startups, programa de pré-aceleração voltado a negócios em fase de validação. As escolhidas participarão de uma jornada de formação empreendedora com workshops, mentorias, conexões com o ecossistema e atividades voltadas à estruturação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e o Sebrae Startups anunciaram, nesta segunda-feira, 18, as empresas selecionadas para a edição 2026 do Jornada Startups, programa de pré-aceleração voltado a negócios em fase de validação. As escolhidas participarão de uma jornada de formação empreendedora com workshops, mentorias, conexões com o ecossistema e atividades voltadas à estruturação comercial dos negócios. <a href="https://www.jornadastartups.com.br/sobre/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A lista completa das startups aprovadas está disponível no site</a>.</p>



<p>Criado em 2021, o programa já apoiou mais de 665 startups catarinenses ao longo de cinco edições. Neste ano, a metodologia foi reformulada para apoiar empreendedores na validação comercial e na geração das primeiras vendas, com foco em startups que já possuem MVP (Produto Mínimo Viável) ou primeiros clientes.</p>



<p>A programação da edição 2026 inicia em 26 de maio e inclui workshops, mentorias coletivas, acesso à rede de mentores especializados, benefícios oferecidos por parceiros e integração com iniciativas estratégicas da ACATE, como Verticais de Negócios, LinkLab e MIDITEC. O encerramento do programa ocorrerá durante o Startup Summit 2026, em agosto, com apresentação das finalistas no evento e premiações às três primeiras colocadas.</p>



<p>&#8220;Tivemos algumas mudanças no programa neste ano. Percebemos que normalmente o principal gargalo está em concretizar as primeiras vendas, fazer essa validação do produto ou serviço. Então, pensando em gerar cada vez mais valor para o empreendedor, mudamos um pouco o foco do programa, com o objetivo de ajudar as startups a fazer essas primeiras vendas. A seleção das startups também levou em conta esse foco para este ano&#8221;, afirma a analista de negócios do Sebrae Startups, Luiza Pedroso.</p>



<p><strong>Startups de diferentes segmentos e regiões</strong></p>



<p>As startups selecionadas representam diferentes regiões de Santa Catarina, com empresas de cidades como Florianópolis, Joinville, Blumenau, Chapecó, Criciúma, São José, Lages e Araranguá. Foram aprovados 112 negócios.</p>



<p>Ao todo, foram selecionadas 32 startups de tecnologia da informação; 15 de saúde e bem-estar; 10 de educação, esporte e lazer; sete de agronegócio; seis de indústria e transformação; e seis de varejo e atacado. Também há startups das áreas de impacto socioambiental, construção civil e mercado imobiliário, crédito e finanças, governo, logística, telecomunicações, turismo e serviços profissionais.</p>



<p>&#8220;A diversidade das startups selecionadas mostra a maturidade e a capilaridade do ecossistema catarinense de inovação. Temos empresas de diferentes regiões do estado e atuando em segmentos estratégicos, o que fortalece as conexões entre empreendedores e amplia o potencial de geração de negócios ao longo do programa&#8221;, afirma Diego Ramos, presidente da ACATE.</p>



<p><strong>Sobre a ACATE</strong></p>



<p>A Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) representa os interesses do setor tecnológico catarinense desde 1986. Suas ações buscam aumentar o reconhecimento dessa indústria no estado, país e internacionalmente. A entidade é gestora de iniciativas como a incubadora MIDITEC, o laboratório de inovação aberta LinkLab, as Verticais de Negócios, e a rede de investidores-anjo.</p>



<p><strong>Sobre o Sebrae Startups</strong></p>



<p>O Sebrae Startups é uma plataforma de inovação que apoia empresas inovadoras em todo o Brasil, transformando negócios nascentes em scale-ups. Suas iniciativas dão suporte a startups desde a ideação. Dentre os programas que compõem o Sebrae Startups, estão ações com foco em capacitação, captação de recursos, internacionalização e networking, além de projetos estaduais personalizados de acordo com os desafios de cada ecossistema.</p>
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		<title>Sebrae Hacking 2026: Arena da ABStartups reúne lideranças para debater cenário de empreendedorismo e inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 21:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sebrae Hacking 2026, realizado pelo Sebrae Mato Grosso, acontece nos dias 22 e 23 de maio e se consolida como o maior encontro de inovação e criatividade do Mato Grosso, reunindo startups, especialistas e lideranças do ecossistema para democratizar o acesso ao conhecimento e a grandes oportunidades fora do eixo Rio-São Paulo. Como apoiadora [&#8230;]]]></description>
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<p>O Sebrae Hacking 2026, realizado pelo Sebrae Mato Grosso, acontece nos dias 22 e 23 de maio e se consolida como o maior encontro de inovação e criatividade do Mato Grosso, reunindo startups, especialistas e lideranças do ecossistema para democratizar o acesso ao conhecimento e a grandes oportunidades fora do eixo Rio-São Paulo. Como apoiadora da iniciativa, a ABStartups (Associação Brasileira de Startups), será responsável pela Arena Startups do evento, espaço dedicado a debates, conexões e troca de experiências entre profissionais do ecossistema de inovação.</p>



<p>&#8220;Como uma associação orquestradora do ecossistema brasileiro de startups, é fundamental apoiar esse tipo de evento. Um dos nossos maiores focos é olhar para a representatividade nacional desse mercado e incentivar iniciativas de todas as regiões, trazendo conhecimento e oportunidades&#8221;, destaca a CEO da ABStartups, Cláudia Schulz.</p>



<p>A Arena Startups reunirá convidados de diferentes setores para discutir tendências, desafios e oportunidades do mercado. Entre os nomes confirmados estão Guillermo Gomez, liderança comercial da Flash Benefícios; Thamara Prado, head de inovação da Natura; Carlos Pirovani, cofundador da Estuda.com; e Cristiane Novaes, CEO da Pine.</p>



<p>&#8220;O marketing tem um papel cada vez mais estratégico na consolidação e no crescimento de startups, especialmente em mercados altamente competitivos. Construir marca, autoridade e confiança é fundamental para fortalecer posicionamento e sustentar o crescimento no longo prazo. O Sebrae Hacking cria um espaço importante para discutir esses desafios, compartilhar experiências e aproximar empreendedores das ferramentas e conexões necessárias para acelerar seus negócios&#8221;, destaca Cristiane Novaes.</p>



<p><strong>Serviço:</strong></p>



<p>Evento: Sebrae Hacking.<br>Quando: 22 e 23 de maio.<br>Local: Centro de Eventos do Pantanal, Cuiabá &#8211; MT.<br>Ingressos: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/sebrae-hacking-2026/3415521?algoliaID=148f472f4f08b9cc928bad6147051c24" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/evento/sebrae-hacking-2026/3415521?algoliaID=148f472f4f08b9cc928bad6147051c24</a>.</p>



<p><strong>Sobre a Abstartups</strong></p>



<p>Fundada em 2011, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) nasceu em um momento em que o conceito de startups ainda era novidade no Brasil. Ao longo dos anos, empreendedores de diversas regiões do país começaram a se conectar, impulsionando um movimento que viria a transformar o cenário de inovação nacional. A Abstartups surgiu da união desses empreendedores, com a missão de criar uma rede coesa e colaborativa, voltada para o aprendizado, fomento e geração de oportunidades para startups brasileiras.</p>



<p>Hoje, a associação existe para construir o ambiente ideal para que as startups possam transformar o Brasil. A atuação ocorre de maneira transversal ao ecossistema, buscando criar e fomentar relações entre todos os seus agentes. Ao longo dos seus 14 anos de existência, já realizou 150 eventos com mais de 180 mil empreendedores impactados.</p>
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		<title>Radar de Futuros debate Educação Transformada e desenvolvimento regional na Universidade Feevale</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 20:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Feevale promove, nesta quinta-feira, 21, mais uma edição do Radar de Futuros, encontro voltado à reflexão sobre Educação Transformada e desenvolvimento regional. O evento acontecerá no Espaço Sicredi Feevale, no Câmpus II da Instituição (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo), reunindo representantes da educação, do cooperativismo e da gestão estratégica para debater novos caminhos para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Universidade Feevale promove, nesta quinta-feira, 21, mais uma edição do Radar de Futuros, encontro voltado à reflexão sobre Educação Transformada e desenvolvimento regional. O evento acontecerá no Espaço Sicredi Feevale, no Câmpus II da Instituição (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo), reunindo representantes da educação, do cooperativismo e da gestão estratégica para debater novos caminhos para o desenvolvimento da região. &nbsp;</p>



<p>A programação terá início às 19h, com recepção aos participantes. Às 19h15min, ocorrerão as boas-vindas e onboarding, conduzidos por Daniel Klein, líder educador, e Alcir Cardoso Meyer, assessor de Governança Executiva.</p>



<p>Na sequência, às 19h30min, será realizado o painel&nbsp;<em>Educação Transformada: um novo caminho para o desenvolvimento regional</em>, com Gustavo Casarotto, membro do Comitê do Futuro. Já às 20h, acontece o debate&nbsp;<em>Quando a educação vira estratégia de desenvolvimento</em>, que contará com a participação de José Paulo da Rosa, reitor da Universidade Feevale, Gustavo Casarotto, Solon Stahl, diretor executivo da Sicredi Pioneira, e Cláudio Meneguzzi Júnior, reitor da Ftec.</p>



<p>O evento contará, ainda, com um momento para tira-dúvidas, às 20h30min, seguido pelo encerramento, às 21h. A participação é gratuita, mediante confirmação de presença até esta quarta-feira, 20, pelo link: <a href="https://forms.office.com/r/Ht7XvHm41s">https://forms.office.com/r/Ht7XvHm41s</a>.</p>
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		<title>Leapy ON 2026 debate a transformação futuro dos jovens talentos no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 20:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Leapy, plataforma que apoia empresas na formação de jovens talentos por meio da aprendizagem, promove o Leapy ON 2026. O evento tem como objetivo ser uma conferência anual para discutir o futuro do mercado de trabalho e o desenvolvimento de jovens talentos. O encontro ocorre em formato presencial, dia 27 de maio, no polo [&#8230;]]]></description>
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<p>A <a href="https://www.leapy.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leapy</a>, plataforma que apoia empresas na formação de jovens talentos por meio da aprendizagem, promove o <a href="https://www.on.leapy.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Leapy ON 2026</strong></a>. O evento tem como objetivo ser uma conferência anual para discutir o futuro do mercado de trabalho e o desenvolvimento de jovens talentos. O encontro ocorre em formato presencial, dia 27 de maio, no polo de inovação Learning Village em São Paulo. A entrada pode ser adquirida via <a href="https://www.sympla.com.br/evento/leapy-on-2026-conferencia-anual-de-jovens-talentos/3397818?referrer=www.google.com&amp;referrer=www.google.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sympla</a>. </p>



<p>Em um cenário no qual as empresas enfrentam escassez de mão de obra qualificada e o modelo tradicional de atração profissional passa por transições, o Leapy ON busca destacar a importância da formação de novos talentos. O evento tem como propósito reunir executivos e lideranças de recursos humanos, e outros grupos interessados em acompanhar as mudanças do mercado de trabalho para discutir as transformações e desafios que já impactam as posições de entrada: jovem aprendiz, estágio e trainee. A expectativa é entregar um repertório acionável, garantindo que as ideias discutidas possam ser colocadas em prática pelas empresas em suas operações.&nbsp;</p>



<p>Em vez de palestras unilaterais, o conteúdo será pautado pela diversidade de perspectivas, cruzando visões de mercado, comportamento humano, estratégia corporativa e operação. Entre os temas estarão o redesenho do trabalho, a nova lógica do desenvolvimento de carreiras, dados e insights para a melhor tomada de decisões em programas de entrada e discussões com os próprios jovens que fazem parte dos programas de Aprendizagem. </p>



<p> A programação destaca a  a participação de: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Michele Schneider, autora e especialista em futuro do trabalho; </li>



<li>Matheus Fonseca, cofundador da Leapy; </li>



<li>Rachel Sarti, Head de Gente e Gestão da Dasa;</li>



<li>Gislaine Lima, Superintendente de Capital Humano do Banco Bradesco;</li>



<li>Maíra Habimorad, CEO da Inteli e membro do conselho do BTG; </li>



<li>Roberta Saragiotto, cofundadora da Blumi; </li>
</ul>



<p><strong>Serviço:</strong></p>



<p><strong>Leapy ON</strong><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Data:</strong> 27 de maio de 2026;<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/23f0.png" alt="⏰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Horário:</strong> das 13h00 às 20h00;<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Local:</strong> Learning Village | Rua Harmonia, 1250 Vila Madalena;<br><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39f.png" alt="🎟" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Ingressos: </strong><a href="https://www.sympla.com.br/evento/leapy-on-2026-conferencia-anual-de-jovens-talentos/3397818?token=51be80689c5b09f0951d8d8de753543a&amp;referrer=www.google.com&amp;referrer=www.google.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sympla</a> &#8211; a partir de R$100,00.<br><strong>Público: </strong>Executivos e profissionais  de recursos humanos, responsáveis por programas de jovem aprendiz, estágio e trainee e interessados em acompanhar as mudanças do mercado de trabalho;</p>



<p><strong>Sobre a Leapy</strong></p>



<p>A Leapy atua na contratação, formação e gestão de jovens aprendizes, ajudando empresas a transformar a obrigação legal da Lei da Aprendizagem em uma oportunidade estratégica. Com tecnologia e metodologia próprias, conecta jovens em início de carreira a áreas com déficit de talentos, preparando-os para desafios reais do mundo do trabalho e apoiando as organizações na construção de times mais diversos, engajados e capacitados para as demandas digitais atuais. Como resultado, alcançou uma taxa de efetivação entre os jovens três vezes maior que a média nacional, consolidando-se como uma das principais HRTechs focadas em talentos em início de carreira.</p>
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		<title>Evento Transporte do Futuro reúne líderes de empresas como Adidas, Mercado Livre, Nestlé, PepsiCo, Magalu e Carrefour</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 17:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[logtech]]></category>
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					<description><![CDATA[A nstech, maior ecossistema de software para supply chain da América Latina  e uma das cinco principais empresas SaaS do Brasil, promove a primeira edição do evento Transporte do Futuro nos dias17 e 18 de junho, na Expo Center Norte, em São Paulo. O encontro conta com a presença de marcas líderes de mercado, incluindo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://nstech.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nstech</a>, maior ecossistema de software para supply chain da América Latina  e uma das cinco principais empresas SaaS do Brasil, promove a primeira edição do evento <a href="https://transportedofuturo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Transporte do Futuro</a> nos dias17 e 18 de junho, na Expo Center Norte, em São Paulo. O encontro conta com a presença de marcas líderes de mercado, incluindo Petrobras, Adidas, Mercado Livre, Nestlé, PepsiCo, Accenture, Magalu, Suzano, Cargill, JBS, Votorantim, Carrefour Brasil, Rumo, Loggi, Motz e GOLLOG.</p>



<p>Com foco em organizações que movimentam a economia e o PIB do país, o encontro traz caminhos para melhorar margens financeiras, gerar mais valor ao cliente final e consolidar operações cada vez mais eficientes e de alta performance. Também pensado para empresas que vivem desafios mais operacionais, o Transporte do Futuro reunirá discussões sobre gestão, estratégia e o dia a dia do ecossistema, apoiando as organizações a saírem do improviso e estruturarem planos ágeis e adaptáveis.</p>



<p>O Vice-Presidente de Cliente, Estratégia e Mercado da nstech, Leopoldo Suarez, reforça que o encontro será benéfico para gerar conexões no setor, além de trazer insights essenciais para o desenvolvimento dos negócios. &#8220;Pensamos em um espaço que realmente estimule o diálogo e a troca, onde todos possam sair com ideias para aplicar no dia a dia das suas operações e caminhos para resolver as principais dores do dia a dia. Além dos painéis principais, teremos salas temáticas com especialistas, trazendo uma interação mais próxima e focada na resolução de desafios reais. No mercado logístico, essa troca de vivências faz toda a diferença para antecipar tendências e solucionar desafios&#8221;, afirma o executivo.</p>



<p>O evento conta com uma programação de temas relevantes para o crescimento do setor, como o futuro da infraestrutura, os impactos da Reforma Tributária e a aplicação de tecnologia para eficiência operacional em segmentos específicos como agronegócio, e-commerce, indústria e varejo/distribuição. O encontro é parte da estratégia da nstech de integração do ecossistema através da Transportation Network System (TNS), uma solução logística que une todos os elos da cadeia em uma única plataforma, garantindo visibilidade total das rotas e otimização dos resultados financeiros de maneira segura e simplificada.</p>



<p>O evento foi pensado em diferentes formatos, começando pelas sessões plenárias, que reúnem grandes nomes do mercado para discutir estratégias e tendências globais. Para quem busca um aprofundamento mais prático, o encontro conta com mentorias coletivas em salas temáticas, promovendo uma troca direta e personalizada com especialistas e aprendizados em grupos pequenos.</p>



<p>A programação também inclui um espaço de Match Making, criado para gerar conexões diretas e ajudar na resolução de desafios. O evento conta com um sistema de networking técnico, disponível tanto no ambiente físico quanto online, conectando os mais de 2 mil executivos sêniores confirmados.</p>



<p>&#8220;O Transporte do Futuro foi planejado para conectar quem movimenta o PIB do país. Pensamos em um ambiente focado em colaboração, onde a troca de experiências motiva a eficiência e o fluxo operacional das organizações. Nossa visão é consolidar uma logística cada vez mais integrada e tecnológica, e este evento é o convite para que as lideranças se conectem e construam o amanhã do setor no Brasil&#8221;, finaliza o executivo.&nbsp;</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p><strong>O que: </strong>Transporte do Futuro.<br><strong>Quando:</strong> 17 e 18 de junho de 2026.<br><strong>Onde: </strong>Expo Center Norte, São Paulo.<br>Rua José Bernardo Pinto, 333.<br><strong>Ingressos:</strong> diferentes opções disponíveis no <a href="https://transportedofuturo.com.br/#ingressos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a>.</p>



<p><strong>Sobre a nstech:</strong></p>



<p>A nstech é a maior empresa de software para supply chain da América Latina e quarta maior empresa SaaS brasileira. Reúne mais de 100 soluções que hoje atendem cerca de 75 mil clientes do setor, incluindo as maiores empresas do mundo. Centrada na resolução das dores de todo o ecossistema logístico, a nstech é criadora da categoria TNS &#8211; Transportation Network System. A rede logística integrada conecta, de forma fluida e inteligente, empresas e elos da cadeia logística por meio de uma plataforma única, que reúne mais de 100 soluções para que as empresas possam evoluir seus negócios, crescer mais gastando menos, fazer entregas mais eficientes e impactar a sociedade ao reduzir a emissão de CO2, acidentes e roubos.</p>



<p>Reúne mais 2,3 milhões de motoristas em seu banco de dados, o maior do Brasil, e está presente em 15 países — Angola, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, EUA, México, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela. A nstech impulsiona as empresas para o futuro com o propósito de transformar o mundo por meio da logística.</p>
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		<title>Nem todo &#8220;sim&#8221; que muda um negócio vem de investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kassio Seefeld]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 17:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se fala em empreendedorismo, a narrativa costuma seguir um roteiro conhecido: o investidor que acreditou, o mentor que abriu portas, o sócio que dividiu o risco. Esses elementos são, sem dúvida, fundamentais para o crescimento de qualquer empresa. Mas existe um tipo de apoio que raramente entra nessa equação e que, na prática, sustenta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando se fala em empreendedorismo, a narrativa costuma seguir um roteiro conhecido: o investidor que acreditou, o mentor que abriu portas, o sócio que dividiu o risco. Esses elementos são, sem dúvida, fundamentais para o crescimento de qualquer empresa. Mas existe um tipo de apoio que raramente entra nessa equação e que, na prática, sustenta muitas das decisões mais críticas de quem empreende: a família.</p>



<p>Antes de existir produto, cliente ou faturamento, existe risco. E, muitas vezes, esse risco não é assumido sozinho. Os dados mais recentes sobre o assunto ajudam a dimensionar esse cenário. Segundo o relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2024, mais de 50 milhões de brasileiros estão envolvidos em alguma atividade empreendedora. Ao mesmo tempo, o país segue com altas taxas de mortalidade de empresas nos primeiros anos, o que reforça o nível de incerteza envolvido em começar um negócio.</p>



<p>Por trás desses números, há histórias que não entram nos relatórios. Em 2018, enquanto atuava no setor de meios de pagamento e atendia clientes do segmento de transporte rodoviário, surgiu a oportunidade de criar uma solução voltada para um mercado ainda pouco explorado sob a ótica de tecnologia e eficiência. Naquele momento, porém, a empresa era apenas um CNPJ. Não havia produto estruturado, base de clientes ou qualquer previsibilidade de receita. Havia apenas uma hipótese de mercado e a decisão de apostar nela.</p>



<p>Como acontece com boa parte dos empreendedores brasileiros, a escolha não envolvia apenas uma mudança profissional, mas também pessoal. Isso incluía sair do Rio Grande do Sul e recomeçar em outra cidade, longe da rede de apoio familiar, com filhos pequenos e sem garantias. É nesse ponto que o empreendedorismo deixa de ser apenas uma decisão individual e passa a ser, inevitavelmente, uma construção coletiva.</p>



<p>Segundo uma pesquisa do Sebrae de 2023, mais de 60% dos empreendedores brasileiros contam com apoio direto da família no início da jornada, seja financeiro, emocional ou na divisão de responsabilidades do dia a dia. Ainda assim, esse fator raramente é tratado como parte estratégica da construção de um negócio, mesmo sendo, em muitos casos, o que viabiliza a continuidade nos momentos mais críticos.</p>



<p>Há decisões que não aparecem em relatórios, mas que definem trajetórias. Entre elas, o &#8220;sim&#8221; de quem está ao lado, muitas vezes abrindo mão de estabilidade, carreira e proximidade com familiares para sustentar um projeto que ainda não oferece garantias concretas de sucesso. Esse tipo de apoio tem um peso que não pode ser mensurado em indicadores tradicionais. Não entra em avaliação, não compõe apresentações para investidores e dificilmente é mencionado quando se fala em crescimento ou escala.</p>



<p>Ao longo do tempo, quando a empresa amadurece e os resultados começam a aparecer, a narrativa tende a destacar marcos mais tangíveis, como faturamento, expansão e inovação. Esses elementos são importantes e ajudam a contar parte da história, mas existe uma camada anterior, menos visível, que sustenta todas essas conquistas. Empreender no Brasil ainda é uma decisão de alto risco e, na prática, esse risco costuma ser compartilhado com quem está mais próximo, muitas vezes sem qualquer garantia de retorno.</p>



<p>Reconhecer esse fator não é apenas uma questão pessoal, mas uma forma de ampliar a compreensão sobre o que sustenta o empreendedorismo no país. Porque, no fim, antes de qualquer investimento, existe confiança. E, em muitos casos, é ela, silenciosa e fora dos holofotes, que permite que uma empresa exista, resista e cresça ao longo do tempo.</p>
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