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		<title>Negócios de bioeconomia na Amazônia crescem mais de cinco vezes em oito anos, aponta estudo da CERTI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 20:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de negócios ligados à bioeconomia mapeados na Amazônia Legal passou de 130, em 2017, para 890 em 2025, crescimento de 585% no período. O dado integra o estudo &#8220;Bioeconomia e empreendedorismo de impacto na Amazônia: evidências, estado atual e visão de futuro&#8221;, que será apresentado pela CERTI no dia 5 de outubro, em [&#8230;]]]></description>
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<p>O número de negócios ligados à bioeconomia mapeados na Amazônia Legal passou de 130, em 2017, para 890 em 2025, crescimento de 585% no período. O dado integra o estudo &#8220;Bioeconomia e empreendedorismo de impacto na Amazônia: evidências, estado atual e visão de futuro&#8221;, que será apresentado pela CERTI no dia 5 de outubro, em evento promovido pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), em Quito, no Equador. A análise mostra ainda que 70% dos negócios identificados têm até cinco anos de existência.</p>



<p>O levantamento aponta que os negócios de bioeconomia estavam distribuídos por 142 municípios da Amazônia Legal em 2025, ante 54 municípios ao fim da fase inicial analisada, até 2017. A expansão ganhou velocidade a partir de 2018 e ocorreu tanto nas capitais quanto em cidades do interior. Entre os 890 negócios mapeados, 91% apresentavam situação cadastral ativa.</p>



<p>A publicação será apresentada em Quito, no Equador, por Rafael Kamke, diretor do Centro de Economia Verde da CERTI, durante o painel &#8216;<em>A Amazônia – Um Laboratório de Inovação</em>&#8216; no <a href="https://bidlab.org/en/products/knowledge-and-connections/get-forum-2026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GET Fórum 2026</a>. Elaborado a partir de dados reunidos durante a implementação da Jornada Amazônia, iniciativa promovida pela CERTI para fortalecer o ecossistema de bioeconomia na região, o levantamento examina o ecossistema amazônico como um todo, considerando sua evolução, características e desafios. &#8220;Trazer esta discussão para o encontro no Equador é uma oportunidade de compartilhar os desafios, as oportunidades e os aprendizados observadosna Amazônia brasileira com outros países que também fazem parte do bioma. Queremos mostrar o potencial da floresta em termos de inovação e geração de valor, e o que já está sendo realizado&#8221;, afirma Kamke.</p>



<p>O estudo também identificou 9.881 talentos em 279 municípios da Amazônia Legal, entre 2023 e 2025, além de 1.570 ideias de negócios relacionadas à bioeconomia, originadas em 181 municípios. Os dados mostram que, embora as capitais concentrem parte importante dos novos empreendimentos, há uma base de negócios no interior fortemente ligada às cadeias da sociobiodiversidade e às atividades produtivas locais.<br>Segundo Kamke, os dados apontados pelo levantamento resultam de fatores como a ampliação de programas de formação e apoio a empreendedores, a aproximação entre empresas, universidades, centros de pesquisa, investidores e organizações de suporte e a maior presença da bioeconomia nas agendas de desenvolvimento, clima, conservação e inovação.</p>



<p>Apesar do crescimento, o ecossistema ainda enfrenta desafios de maturidade e escala. Na análise da Comunidade de Negócios da Jornada Amazônia, cerca de metade das iniciativas estavam nas etapas de protótipo ou produto mínimo viável (MVP). &#8220;O desafio agora não é somente fazer o ecossistema crescer. É aumentar sua capacidade de estruturar negócios, levar soluções ao mercado e gerar valor de forma sustentável e distribuída pelo território, com impactos econômicos, sociais e ambientais positivos&#8221;, conclui Kamke.</p>



<p>A discussão sobre a bioeconomia amazônica integra a programação do evento promovido pelo BID Lab, braço de inovação e venture capital do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O encontro no Equador reunirá empreendedores, investidores, lideranças empresariais, representantes de governos e agentes dos ecossistemas de inovação da América Latina e do Caribe.</p>



<p><strong>Sobre a CERTI </strong></p>



<p>A CERTI é uma organização de pesquisa, desenvolvimento e serviços tecnológicos especializados que proporciona soluções inovadoras para a iniciativa privada, governo e terceiro setor. É uma instituição independente e sem fins lucrativos, com experiência acumulada desde 1984, que contribui para a competitividade e sustentabilidade de seus clientes.</p>
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		<title>Mesmo proibidos, deepfakes tomam conta das redes antes da eleição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 18:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a campanha para o primeiro turno das eleições gerais de 2026, pelo menos 554 vídeos e imagens do tipo deepfake foram publicadas nas redes sociais, conforme levantamento do projeto VigIA, realizado pela agência de checagem Lupa, que monitora o uso de IA no pleito. Desses, 29 foram disseminados por perfis de candidatos ou partidos, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Durante a campanha para o primeiro turno das eleições gerais de 2026, pelo menos 554 vídeos e imagens do tipo <em>deepfake</em> foram publicadas nas redes sociais, </strong>conforme levantamento do projeto VigIA, realizado pela agência de checagem Lupa, que monitora o uso de IA no pleito.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703948&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703948&amp;o=node"></p>



<p><strong>Desses, 29 foram disseminados por perfis de candidatos ou partidos, o que pode gerar sanções.&nbsp;</strong></p>



<p>Deepfakes são conteúdos produzidos ou editados com ferramentas de IA a partir da imagem de uma pessoa real, manipulada de forma que ela apareça falando frases ou realizando atos que não são reais.&nbsp;</p>



<p>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/tse-aprova-restricoes-para-uso-de-ia-nas-eleicoes-de-outubro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tribunal Superior Eleitoral proibiu essas publicações</a>, que podem acarretar até na cassação da candidatura ou do mandato, mas também ressalvou que, para isso, elas devem estar caracterizadas como propaganda política e apresentar verossimilhança capaz de enganar o eleitor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desafio</h2>



<p><strong>Relatório publicado na quinta-feira (1°) pelo projeto VigIA identificou que <em>deepfakes</em> foram os principais conteúdos criados ou editados com IA e publicados nas redes sociais neste período eleitoral.</strong></p>



<p>Eles correspondem a 60% do total de 920 publicações coletadas entre os dias 16 de agosto e 28 de setembro.&nbsp;</p>



<p>Destacam-se entre as <em>deepfakes</em> mais recorrentes, vídeos em que jornalistas anunciam notícias inventadas e celebridades manifestam, falsamente, apoio a candidatos.&nbsp;</p>



<p>A maioria das postagens falsas (525) foram feitas por usuários comuns, incluindo muitos anônimos. Para a pesquisadora responsável pelo relatório, Beatriz Farrugia, esse dado revela um desafio para a aplicação da lei eleitoral:&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Se a gente quer bloquear de toda maneira a publicação de <em>deepfakes</em> pelo risco que impõe ao entendimento das pessoas sobre os eventos políticos, a gente precisa considerar que a maior parte desses conteúdos tem partido de contas de usuários e de avatares anônimos. Aqui a Justiça precisaria trabalhar com as plataformas para tentar identificar essas pessoas&#8221;</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Sinalização</h2>



<p>O relatório também identificou outra prática que contraria a legislação eleitoral. <strong>O uso de IA é permitido desde que as peças criadas ou manipuladas com o auxílio dessas ferramentas sejam sinalizadas, o que não ocorreu na maioria dos casos.&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>Dos 920 conteúdos identificados, apenas 371 estavam devidamente rotulados como material feito com IA, cerca de 40%. <strong>Considerando as 549 publicações irregulares, 75 foram feitas por candidatos ou partidos.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">VigIA em números</h2>



<p>Ao todo, o VigIA coletou 1.941 conteúdos político-eleitorais suspeitos, ao longo do período analisado. Por enquanto, 972 imagens e vídeos foram analisados, com 920 casos confirmados de uso de IA.&nbsp;</p>



<p>A investigação é feita em parceria com o Laboratório de Inteligência Artificial (Recod.ai) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>



<p>Três ferramentas de detecção de IA são aplicadas para procurar indícios de uso dessas ferramentas, e depois o resultado passa pelo crivo dos pesquisadores.&nbsp;</p>



<p>Além dos <em>deepfakes</em>, há também conteúdos sintéticos, em que a tecnologia foi usada para criar ou modificar aspectos da publicação, sem imputar a uma pessoa fala ou atos que não aconteceram.</p>



<p>Para a fundadora e gerente de Inteligência e Formação da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, os números mostram que a IA &#8220;já faz parte da comunicação política cotidiana, e não só de episódios isolados&#8221;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Quando encontramos quase um conteúdo com IA por hora e vemos que a maioria não sinaliza o uso da tecnologia, temos uma dimensão do desafio que esse cenário representa não só para o eleitor como para os órgãos fiscalizadores”, acrescenta.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p>De forma geral, <strong>a promoção de candidaturas foi a finalidade mais frequente entre os conteúdos identificados pelo VigIA, aparecendo em 414 dos 920 casos (45%). </strong>No entanto, um quarto dos conteúdos trazem ataques contra candidatos ou outras pessoas.</p>



<p>Há também uma proporção parecida de peças em que a IA foi utilizada para produzir conteúdo de humor ou sátira.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Eleições</h2>



<p>O cenário nacional foi mais explorado, com grande foco nas eleições presidenciais. Em consonância, o atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi a principal figura pública retratada nas peças, aparecendo em 379 publicações. Em seguida, vem Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula, com 190 aparições.&nbsp;</p>



<p><strong>No caso de Lula, 39% das publicações eram de humor ou sátira e outras 34% buscavam atacar sua candidatura. Já entre as publicações com Flávio Bolsonaro, 40% buscavam favorecê-lo e 28% traziam conteúdo humorístico ou satírico.&nbsp;</strong></p>



<p>A predominância de usuários comuns como principais publicadores se manteve na análise geral, e 47% dos autores têm esse perfil.</p>



<p>No entanto, o relatório também destaca que 27% das publicações partiram de perfis desconhecidos, proporção maior do que os 24,5% referentes às contas oficiais das candidaturas.&nbsp;</p>



<p><em>(Com: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/">Agência Brasil</a>)</em></p>
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		<title>Não espere novembro chegar: por que você precisa começar a se preparar para a Black Friday 2026 hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Vailati]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 18:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A Black Friday é uma das datas mais esperadas e lucrativas do comércio brasileiro. No entanto, enquanto a maioria dos lojistas começa a se movimentar entre setembro e outubro, quem já entendeu o jogo do e-commerce sabe que: a preparação para a Black Friday começa muito antes do que parece. Se você pensa que o [&#8230;]]]></description>
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<p>A Black Friday é uma das datas mais esperadas e lucrativas do comércio brasileiro. No entanto, enquanto a maioria dos lojistas começa a se movimentar entre setembro e outubro, quem já entendeu o jogo do e-commerce sabe que: a preparação para a Black Friday começa muito antes do que parece.</p>



<p>Se você pensa que o sucesso dessa data depende apenas de descontos agressivos ou de um orçamento generoso em tráfego pago, convido você a mudar essa perspectiva. A verdadeira chave para escalar suas vendas e, mais importante, construir um negócio sustentável está na experiência do cliente — especificamente no atendimento de pré e pós-venda.</p>



<p><strong>O pré-venda: preparando o terreno para a conversão</strong></p>



<p>A jornada de compra na Black Friday não começa no clique do botão &#8220;comprar&#8221;. Ela se inicia semanas (ou até meses) antes, quando o consumidor pesquisa produtos, compara marcas e testa o nível de confiança da sua empresa. É aqui que o atendimento de pré-venda entra como protagonista.</p>



<p>Durante esse período, o volume de dúvidas dispara. Clientes querem saber sobre especificações de produtos, prazos de entrega atualizados e garantia de estoque. Se a sua equipe de suporte demorar horas para responder a uma simples mensagem no WhatsApp, esse consumidor migrará para o concorrente sem pensar duas vezes.</p>



<p>Para garantir um pré-venda eficiente para a Black Friday 2026, é essencial alinhar tecnologia e atendimento humano:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Centralização de canais (Omnichannel):</strong> Tenha certeza de que sua equipe consegue visualizar e responder mensagens do whatsApp, marketplaces, redes sociais e chat ao vivo em uma única plataforma.</li>



<li><strong>Treinamento estratégico:</strong> Prepare seu time para responder com agilidade às dúvidas mais complexas. Automatize as respostas recorrentes via agentes de IA, mantendo uma  transição fluida para um atendente humano.</li>



<li><strong>Aquecimento de base:</strong> Use o pré-venda para qualificar potenciais compradores. Crie listas VIP ou canais exclusivos para entrar em contato antecipadamente quem já demonstrou interesse nos seus produtos.</li>
</ul>



<p>Lembre-se: um pré-vendas ágil elimina objeções, gera segurança e transforma um visitante curioso em um comprador decidido.</p>



<p><strong>O pós-venda: onde a magia da fidelização acontece</strong></p>



<p>Se o pré-venda garante o faturamento de novembro, o pós-venda garante a saúde financeira do seu negócio para o ano seguinte. Infelizmente, é no pós-venda que muitas lojas cometem seus piores erros durante a Black Friday.</p>



<p>Com o aumento massivo no volume de pedidos, gargalos na logística, atrasos nas entregas e trocas são inevitáveis. O que diferencia as marcas é como elas lidam com esses imprevistos.</p>



<p>Um pós-venda de excelência exige estratégias bem definidas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Comunicação proativa:</strong> Não espere o cliente reclamar que o pedido atrasou. Caso ocorra qualquer imprevisto na logística, informe-o antes que ele precise perguntar. Transparência gera empatia e reduz o volume de chamados de suporte.</li>



<li><strong>Trocas e devoluções descomplicadas:</strong> Facilite o processo de Logística Reversa. O cliente que precisa trocar um presente ou devoluções sem atrito tende a comprar novamente com a sua marca.</li>



<li><strong>Políticas de Encantamento (Unboxing &amp; Feedback):</strong> Dispare mensagens de acompanhamento após a entrega para saber se o produto atendeu às expectativas. Um pós-venda bem feito transforma a compra pontual da Black Friday no início de um relacionamento de longo prazo.</li>
</ul>



<p><strong>Por que começar a preparação agora?</strong></p>



<p>Ajustar processos, treinar equipes, contratar tecnologias de automação e estruturar fluxos de comunicação demandam tempo e testes. Deixar essas implementações para a última hora é receita certa para sobrecarga do time, erros operacionais e clientes frustrados.</p>



<p>Começar a se preparar para a Black Friday 2026 desde já permite que você teste suas ferramentas em datas comemorativas menores ao longo do ano, identifique gargalos operacionais com antecedência e chegue a novembro com uma estrutura blindada.</p>



<p>Não veja o atendimento apenas como um &#8220;centro de custo&#8221;, mas sim como a sua maior vantagem competitiva. Descontos podem ser igualados pela concorrência, mas um atendimento ágil e eficiente é único. Comece seu planejamento hoje e garanta não apenas vendas recordes, mas clientes fiéis para o seu negócio.</p>
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		<title>AXIA Energia inicia inspeções à distância com drones em subestações e prevê expansão para 150 ativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 18:09:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A AXIA Energia realizou pela primeira vez inspeções à distância, com uso de drones, nas subestações Jacarepaguá (RJ) e Foz do Iguaçu (PR). Com investimento previsto de R$ 28 milhões, o projeto tem como objetivo reduzir a exposição dos profissionais ao risco, evitar falhas, facilitar rondas noturnas e auxiliar na tomada de decisões de manutenção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-38-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-13593" style="aspect-ratio:0.5625060365088053;width:239px;height:auto" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-38-576x1024.jpg 576w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-38-169x300.jpg 169w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-38.jpg 675w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption">Com investimento previsto de R$ 28 milhões, projeto piloto em Jacarepaguá (RJ) e Foz do Iguaçu (PR) amplia a segurança operacional, reduz riscos de falhas e torna a manutenção mais eficiente. | Foto: Divulgação AXIA Energia</figcaption></figure>
</div>


<p>A AXIA Energia realizou pela primeira vez inspeções à distância, com uso de drones, nas subestações Jacarepaguá (RJ) e Foz do Iguaçu (PR). Com investimento previsto de R$ 28 milhões, o projeto tem como objetivo reduzir a exposição dos profissionais ao risco, evitar falhas, facilitar rondas noturnas e auxiliar na tomada de decisões de manutenção de forma mais rápida e assertiva. Utilizando uma base automatizada e um drone que gera modelos 3D de alta precisão, a tecnologia conhecida como BVLOS (Beyond Visual Line of Sight), proporciona uma visão ampla dos empreendimentos monitorados.</p>



<p>A companhia prevê a implementação do método à distância em outros 150 ativos nos próximos quatro anos. Os drones podem ser conectados ao sistema da AXIA através dos Modelos Digitais das Subestações (BIM), que funcionam como uma representação virtual dos empreendimentos. Com alta tecnologia e autonomia de até 50 minutos, a aeronave possui câmeras térmicas, recursos de zoom e armazenamento detalhado de imagens que são descarregadas na base de forma automática após o pouso. A operação é realizada remotamente por profissionais habilitados.</p>



<p>“Essa iniciativa demonstra como a inovação e a tecnologia podem ser usadas para melhorar a eficiência e a segurança em atividades essenciais. O projeto faz parte de uma estratégia digital, que acompanha os ativos desde os estudos e a construção até as etapas de operação e manutenção, permitindo que informações geradas ao longo de toda a jornada acrescentem valor para a companhia” afirma o Diretor do Centro de Excelência Digitais da AXIA Energia, Lucas Pinz.</p>



<p>As subestações de Jacarepaguá e de Foz do Iguaçu foram escolhidas para o projeto piloto por serem ativos relevantes, estarem em áreas estratégicas e possuírem acesso logístico favorável ao acompanhamento dos testes. Foz do Iguaçu é responsável pelo intercâmbio de energia entre as regiões Sudeste e Sul e Jacarepaguá, pelo abastecimento de parte do município do Rio de Janeiro.</p>



<p>&#8220;Nosso objetivo é utilizar os drones telecomandados para tornar a operação mais segura aos nossos profissionais em campo. A ampliação desse projeto demonstra a capacidade da AXIA de transformar tecnologia em resultados concretos para o negócio. Ao adequar a rotina de inspeção às diferentes necessidades das subestações, reforçamos o compromisso da companhia com a segurança&#8221; destaca o Diretor de Segurança Operacional da AXIA Energia, Mario Ellis.</p>



<p>Para viabilizar a operação, a empresa conduziu um rigoroso processo técnico e regulatório junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), obtendo autorização para capacitar seis operadores de drones BVLOS na companhia.</p>



<p><strong>Sobre a AXIA Energia</strong></p>



<p>A AXIA Energia é a maior empresa de energia 100% renovável do Hemisfério Sul, responsável por 17% da capacidade de geração nacional e por 37% das linhas de transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN). A companhia possui 81 usinas em operação — 47 hidrelétricas, 33 eólicas e uma solar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Kamino vence Prêmio Fintech do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo</title>
		<link>https://starten.tech/2026/10/02/kamino-vence-premio-fintech-do-instituto-brasileiro-de-executivos-de-financas-de-sao-paulo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 18:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[A Kamino, plataforma de automação financeira, foi premiada na categoria Fintech na quarta edição do Prêmio Fintech, realizado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (IBEF-SP). A premiação avaliou o desempenho de fintechs e techfins que apresentaram soluções de maior relevância, inovação e impacto para o ecossistema de serviços financeiros. A Kamino [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-37-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-13590" style="width:255px;height:auto" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-37-768x1024.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-37-225x300.jpg 225w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-37-860x1147.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-37.jpg 900w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Gonzalo Parejo, CEO, e Juliana Strohl, diretora jurídica da Kamino. | Foto: Divulgação</em></figcaption></figure>
</div>


<p>A Kamino, plataforma de automação financeira, foi premiada na categoria Fintech na quarta edição do Prêmio Fintech, realizado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (IBEF-SP). A premiação avaliou o desempenho de fintechs e techfins que apresentaram soluções de maior relevância, inovação e impacto para o ecossistema de serviços financeiros. A Kamino foi reconhecida como fintech destaque.</p>



<p>A premiação avaliou critérios como produto, alavancagem operacional, maturidade operacional e governança, tendo como critérios de desempate a inovação, aplicabilidade e relevância. No total, 32 empresas concorreram ao prêmio, com nove finalistas e três vencedoras que foram avaliadas por 10 jurados, entre eles CFOs da Mastercard, Afya e AMCOM, sócio da Deloitte e investidores do Shark Tank. </p>



<p>Para o CEO da Kamino, Gonzalo Parejo, o prêmio representa a força e a inovação da empresa, que já havia sido classificada como finalista na segunda edição do prêmio. Atualmente, a empresa conta com mais de 5 mil clientes e gerencia mais de R$ 50 bilhões por ano. &#8220;O CFO da média empresa não precisa de mais um chat de IA. Precisa de um dado em que possa confiar. Em 2024 chegamos à final. Dois anos depois, voltamos com um produto que já roda com dados reais em milhares de empresas. Ser reconhecido por uma banca de CFOs é a validação que mais importa para a gente, e mostra que estamos no caminho certo”.</p>



<p><strong>Sobre a Kamino</strong></p>



<p>A Kamino é uma plataforma de gestão financeira com IA nativa para empresas de médio porte no Brasil, integrando software de gestão, conta bancária e cartão corporativo em uma única plataforma. Fundada em 2021 por Gonzalo Parejo (CEO), Benjamin Gleason (Corp Dev), Guto Fragoso (CFO), Rodrigo Perenha (CPTO) e Juliana Strohl (CLO), a empresa já captou mais de R$108 milhões (US$20 milhões) com investidores como Flourish Ventures, Quona Capital, Inspired Capital, Endeavor Catalyst, Fontes (QED), Propel VC, Clocktower Technology Ventures, Picus Capital e Norte Ventures. </p>



<p>Hoje, a Kamino atende mais de 6 mil CNPJs, já gerenciou mais de R$25 bilhões e ajuda times financeiros a economizar até 72% do tempo gasto em rotinas manuais. Seu diferencial está em três camadas proprietárias: (i) trilhos bancários nativos — conta Kamino, cartão corporativo e conectividade direta com os principais bancos do mercado; (ii) integração com os principais ERPs do mercado em arquitetura API-first; e (iii) uma camada de inteligência artificial construída sobre dados transacionais próprios, que inclui o CFO Agent — agente autônomo que executa rotinas financeiras de ponta a ponta —, os motores de IA de leitura e captura de faturas, e de configuração do plano financeiro de contas. Essa combinação de infraestrutura bancária, conectividade multibanco e IA aplicada posiciona a Kamino como a próxima geração de gestão financeira para o mercado de média empresa brasileira.</p>
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		<title>Flywheel integra Digital Shelf, operações de varejo e Retail Media em nova plataforma para marcas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 14:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Flywheel, empresa de Retail Tech da Omnicom Media e parceira estratégica de mais da metade das 100 maiores empresas globais de bens de consumo, apresentou a nova versão de sua plataforma de Digital Shelf. O lançamento responde à crescente fragmentação do comércio digital, reunindo monitoramento da gôndola digital, Retail Operations e Retail Media em [&#8230;]]]></description>
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<p>A Flywheel, empresa de Retail Tech da Omnicom Media e parceira estratégica de mais da metade das 100 maiores empresas globais de bens de consumo, apresentou a nova versão de sua plataforma de <strong>Digital Shelf</strong>. O lançamento responde à crescente fragmentação do comércio digital, reunindo monitoramento da gôndola digital, Retail Operations e Retail Media em uma única interface para oferecer às marcas uma visão totalmente integrada de mídia, operação e performance. </p>



<p>A tecnologia passa por uma reformulação técnica completa na estruturação dos dados e fontes de coleta, conectando informações de mais de 500 plataformas e varejistas na América Latina em um único ambiente. Essa evolução integra áreas que tradicionalmente operam isoladas, como marketing, e-commerce, trade e operações. Além disso, o visual foi inteiramente remodelado para aprimorar a experiência de navegação (UX/UI) e a disposição das informações, tornando a leitura mais fluída e facilitando a identificação dos principais KPIs e a geração de insights acionáveis pelos usuários. </p>



<p>A nova versão também amplia o módulo de <em>Share of Search</em>, que acompanha a presença orgânica e patrocinada dos produtos nos buscadores dos varejistas e permite medir a participação das marcas nas buscas por palavras-chave relevantes, além de recursos de inteligência de precificação e painéis consolidados de Retail Media, com cobertura de ecossistemas como Amazon, Mercado Livre, Magalu e TikTok Shop. A próxima atualização da plataforma contará com alertas automatizados que os usuários poderão selecionar e organizar no painel de controle do perfil para receberem notificações (via plataforma e/ou e-mail) sobre os KPIs mais importante para cada conta, como, por exemplo, variações de preço e rupturas de estoque. </p>



<p>&#8220;O comércio digital deixou de ser uma jornada linear. Hoje, a performance de uma marca depende da combinação de muitas coisas, entre elas, performance de Retail Media, disponibilidade nos canais, preço praticado no varejo, facilidade de encontrar o produto, conteúdo das páginas e avaliações do consumidor. Ter essas informações isoladas de cada retailers dificulta a tomada de decisão e pode fazer com que as empresas reajam tarde às mudanças do mercado. Ao integrar esses dados em uma única plataforma, queremos dar às marcas uma visão mais completa da operação e transformar informação em decisões mais rápidas, estratégicas e acionáveis”, afirma o Director of Clients and Growth da Flywheel LATAM, Lucca Belli. </p>



<p>A atualização também contempla recursos em desenvolvimento para o monitoramento de <em>Generative Engine Optimization</em> (GEO), frente que acompanha como produtos e marcas são apresentados e recomendados por sistemas de inteligência artificial. A iniciativa reflete uma mudança na jornada de descoberta de produtos, que passa a incluir, além dos mecanismos tradicionais de busca, respostas e recomendações geradas por sistemas de IA.</p>



<p>Com mais de 1.700 especialistas em escala global e operações na América Latina, a Flywheel combina tecnologia proprietária, dados e inteligência especializada para apoiar marcas na gestão de sua presença no comércio digital, com foco em eficiência operacional, crescimento das vendas e evolução de sua participação de mercado. </p>



<p><strong>Sobre a Omnicom Media</strong></p>



<p>A Omnicom Media, parte da Omnicom, é a maior rede global de agências de mídia do mundo. Impulsionada pela Omni, a Omnicom Media e suas agências combinam mais de US$ 75,6 bilhões em investimentos em mídia, uma rede de mais de 40.000 especialistas em mais de 70 mercados e um dos portfólios mais robustos da indústria para ajudar as marcas mais ambiciosas do mundo a crescer de forma mais rápida, inteligente e sustentável.</p>



<p>O portfólio da Omnicom Media inclui as agências globais OMD, Initiative, PHD, UM e DRUM e Outpromo no Brasil, além de um conjunto de capacidades integradas, entre as quais se destacam a Acxiom, que transforma dados em valor real para as marcas, e a Flywheel, plataforma completa de commerce end-to-end. Também inclui soluções especializadas em consultoria tecnológica, marketing de criadores, serviços financeiros, saúde e esportes.</p>
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		<title>O novo vendedor não será humano nem robô: será uma equipe híbrida de agentes de IA e pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Hortolan]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 14:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A IA vai substituir os vendedores? Durante anos, a discussão sobre inteligência artificial no comercial foi colocada da maneira errada. A pergunta parte de uma premissa equivocada de que o futuro do trabalho será uma disputa entre humanos e máquinas. No comercial, o cenário mais provável é outro. O vendedor continuará existindo, mas seu trabalho [&#8230;]]]></description>
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<p>A IA vai substituir os vendedores?</p>



<p>Durante anos, a discussão sobre inteligência artificial no comercial foi colocada da maneira errada. A pergunta parte de uma premissa equivocada de que o futuro do trabalho será uma disputa entre humanos e máquinas. No comercial, o cenário mais provável é outro. O vendedor continuará existindo, mas seu trabalho será radicalmente diferente e, ao seu lado, haverá uma nova camada de &#8220;colegas&#8221; digitais capazes de pesquisar contas, analisar sinais, priorizar oportunidades, preparar abordagens, atualizar sistemas e executar tarefas em escala.</p>



<p>Portanto, o novo time comercial não será formado apenas por pessoas, mas uma equipe híbrida de pessoas e agentes de IA. O vendedor já está deixando de fazer parte do trabalho que fazia e essa transformação começa pelas tarefas. Pesquisar prospects, organizar informações, atualizar CRM, preparar reuniões, resumir interações e produzir comunicações são atividades que consomem tempo, mas nem sempre exigem julgamento comercial sofisticado. É justamente aí que a IA começa a ganhar espaço.</p>



<p>A McKinsey estima que cerca de um quinto das funções atuais das equipes de vendas poderia ser automatizado. Isso não significa que um quinto dos vendedores desaparecerá, mas que uma parcela relevante do trabalho realizado por eles pode mudar de mãos. Se uma máquina consegue executar uma tarefa operacional em segundos, manter um vendedor fazendo essa tarefa manualmente não é preservar o trabalho humano. É desperdiçar capacidade humana.</p>



<p>Um agente de IA pode trabalhar continuamente, processar grandes volumes de informação e executar tarefas repetitivas sem depender da agenda de um vendedor. O humano, por sua vez, tem outras vantagens, como contexto, relacionamento, negociação, empatia, julgamento e capacidade de lidar com situações ambíguas. A questão, portanto, é descobrir qual combinação produz o melhor resultado.</p>



<p>A Microsoft, por exemplo, vem descrevendo essa mudança como a formação de equipes humano-agente. Em sua pesquisa de 2025, 82% dos líderes disseram esperar usar &#8220;trabalho digital&#8221; para ampliar a capacidade da força de trabalho nos 12 a 18 meses seguintes.</p>



<p>O conceito é simples, em vez de aumentar a equipe apenas contratando mais pessoas, as empresas passam a combinar profissionais com agentes capazes de assumir partes específicas do trabalho. O vendedor não terá um assistente, ele terá uma equipe.</p>



<p>Essa pode ser a mudança mais interessante. Hoje, pensamos na IA como um copiloto que ajuda o vendedor. A próxima etapa é pensar nela como uma camada operacional do time comercial. O vendedor entra onde sua capacidade humana faz mais diferença, decidindo, negociando, construindo relacionamento e conduzindo a oportunidade. Não é &#8220;humano versus robô&#8221;. É humano coordenando uma rede de inteligência digital.</p>



<p>A McKinsey aponta justamente para esse modelo ao defender equipes humano-IA conectadas e o redesenho dos workflows comerciais. Em uma das análises mais recentes da empresa, a implementação de IA agêntica em uma das jornadas comerciais pode liberar cerca de 10% adicional do tempo do vendedor.</p>



<p>Porém, quanto mais autonomia os agentes ganham, mais importante se torna definir onde termina a máquina e começa a responsabilidade humana. A pesquisa global da Deloitte de 2026 ilustra esse paradoxo: 61% dos líderes esperam que, em quatro anos, a maior parte dos agentes utilizados sejam autônomos, mas apenas 5% das organizações consideram seus processos altamente preparados para agentes de IA. Além disso, 75% concordam que a colaboração entre humanos e agentes cria mais valor do que a automação por agentes isoladamente.</p>



<p>Ou seja, o desafio é desenhar a relação entre agentes e pessoas. Quais decisões podem ser automatizadas? Quais precisam de aprovação? Quando o vendedor deve assumir o controle? Como medir a performance de um agente? Quem responde pelo resultado?</p>



<p>O vendedor do futuro não será apenas um usuário de IA. Será alguém capaz de delegar trabalho para agentes, avaliar suas respostas, corrigir seus caminhos e transformar inteligência em ação comercial. Empresas que apenas adicionarem IA ao processo existente ganharão produtividade. As que redesenharem o processo em torno de dados, agentes e pessoas poderão mudar a economia da própria operação comercial.</p>



<p>O futuro não é um robô sentado no lugar do vendedor. Também não é um vendedor usando um chatbot. É algo mais interessante, uma equipe comercial em que humanos fazem o que exige julgamento, relacionamento e estratégia, enquanto agentes de IA fazem o que exige escala, velocidade e execução contínua.</p>
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		<title>Se o consumidor perguntar à IA qual produto comprar, sua marca será encontrada? </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Mantovani]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 14:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante todos os últimos anos de minha trajetória no setor digital, a pergunta do e-commerce foi: “Como faço minha marca aparecer no Google?”. Depois, vieram SEO, mídia de performance, redes sociais, marketplaces e toda uma engenharia para disputar os primeiros lugares da jornada de descoberta. Agora, uma nova pergunta começa a ganhar espaço: o que [&#8230;]]]></description>
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<p>Durante todos os últimos anos de minha trajetória no setor digital, a pergunta do e-commerce foi: “Como faço minha marca aparecer no Google?”. Depois, vieram SEO, mídia de performance, redes sociais, marketplaces e toda uma engenharia para disputar os primeiros lugares da jornada de descoberta.</p>



<p>Agora, uma nova pergunta começa a ganhar espaço: o que acontece quando o consumidor deixa de pesquisar sozinho e pergunta diretamente a uma inteligência artificial qual produto deve comprar?</p>



<p>Bom, a resposta pode mudar completamente a lógica de descoberta e esse movimento já é mensurável. Dados da Adobe mostram que, no primeiro trimestre de 2026, o tráfego de fontes de inteligência artificial para sites de varejo nos Estados Unidos cresceu 393% em relação ao mesmo período de 2025. Em março, esse tráfego apresentou uma taxa de conversão 42% superior à de fontes não relacionadas à IA.</p>



<p>Portanto, não estamos falando apenas de uma nova forma de buscar informação. Estamos falando de uma possível mudança no intermediário da decisão de compra.</p>



<p>É nesse contexto que ganha força o conceito de GEO (Generative Engine Optimization), uma evolução do SEO voltada à descoberta em mecanismos generativos (ou seja, a IA). A lógica deixa de ser apenas “como aparecer entre os resultados?” e passa a ser também “como ser considerado quando uma IA recomenda produtos ou serviços?”</p>



<p>Uma pesquisa acadêmica publicada em 2026 pelo MIT e pela Columbia Business School já trata essa transformação como um novo problema do e-commerce: como aumentar a visibilidade e a relevância de produtos em mecanismos generativos que passam a orientar consumidores durante a compra.</p>



<p>E isso traz uma consequência importante para marcas e marketplaces: ter um bom produto não será suficiente se os dados que explicam esse produto não forem facilmente encontrados, compreendidos e comparados pelas máquinas. Neste cenário, preço, estoque, especificações, avaliações, disponibilidade, prazo de entrega, reputação e informações sobre a marca passam a ter um papel ainda mais estratégico.</p>



<p>Para se ter uma ideia deste movimento, o próprio Google está estruturando essa nova infraestrutura. O Universal Commerce Protocol (UCP), lançado em 2026, foi criado para conectar agentes de IA a empresas e permitir funcionalidades como descoberta de produtos, carrinho e checkout.</p>



<p>Isso muda também o papel dos marketplaces. Agora, eles não são apenas vitrines digitais onde o consumidor entra para procurar alguma coisa e podem se tornar fontes estruturadas de informação para sistemas de IA que ajudam o consumidor a decidir o que comprar.</p>



<p>Por isso, a próxima disputa pela atenção talvez não aconteça na primeira página do Google. Ela pode acontecer dentro de uma resposta como: “Encontrei três opções que atendem ao que você procura. Estas são as diferenças entre elas.” E, naquele momento, a marca que não estiver presente na conversa simplesmente não estará participando daquela decisão.</p>



<p>É claro que o SEO, o Marketplace e o Conteúdo continuam importantes, mas uma nova camada está sendo adicionada a essa equação: ser compreensível para a inteligência artificial que começa a mediar a descoberta de produtos.</p>



<p>Por final, a pergunta para as marcas, portanto, já não é apenas: “Meu consumidor consegue me encontrar?”</p>



<p>É: “Quando ele pedir ajuda para uma IA, ela saberá que eu existo e terá motivos para me considerar?”</p>



<p>Sua marca está preparada para este novo desafio?!</p>
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		<title>O funil que a maioria das CVCs ainda não construiu</title>
		<link>https://starten.tech/2026/10/01/o-funil-que-a-maioria-das-cvcs-ainda-nao-construiu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vinícius Marcílio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 21:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A maior parte dos programas de corporate venture no Brasil ainda funciona como uma coleção, não como um sistema. Reúne investimentos minoritários, startups aceleradas, programas de inovação e relatórios de resultados, mas nem sempre consegue conectar essas iniciativas a uma estratégia de crescimento. O desafio não está em ampliar o número de investimentos, mas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A maior parte dos programas de corporate venture no Brasil ainda funciona como uma coleção, não como um sistema. Reúne investimentos minoritários, startups aceleradas, programas de inovação e relatórios de resultados, mas nem sempre consegue conectar essas iniciativas a uma estratégia de crescimento.</p>



<p>O desafio não está em ampliar o número de investimentos, mas em fazer com que cada iniciativa contribua para a seguinte. Para isso, aceleração, venture building e fusões e aquisições (M&amp;A) precisam deixar de operar isoladamente e passar a funcionar como partes de um mesmo sistema. </p>



<p><strong>Da aceleração à aquisição</strong> </p>



<p>A aceleração é a primeira camada desse funil. Mais do que identificar startups promissoras, permite acompanhar a capacidade de execução dos empreendedores. Observar um fundador durante meses, diante de prazos, recursos limitados e mudanças de estratégia, oferece informações que dificilmente aparecem em apresentações ou processos tradicionais de diligência.</p>



<p>O venture building entra quando o mercado apresenta lacunas que as startups existentes ainda não conseguem preencher. Se uma mesma necessidade aparece repetidamente e nenhuma solução demonstra capacidade de atendê-la, construir um negócio pode ser mais interessante do que continuar procurando uma empresa na qual investir.</p>



<p>Já o M&amp;A representa a etapa de consolidação. Seu papel é adquirir negócios que comprovaram sua capacidade de execução, possuem receita e precisam de estrutura para alcançar o próximo estágio. Nesse contexto, o investimento não parte apenas de uma expectativa de crescimento, mas de resultados já demonstrados.</p>



<p>Quando essas três frentes estão conectadas, uma startup acelerada pode se tornar candidata a aquisição, uma empresa adquirida pode oferecer canais comerciais a novos negócios e uma solução desenvolvida internamente pode atrair investidores externos. O resultado é um fluxo contínuo de oportunidades, em vez de iniciativas independentes.</p>



<p><strong>Os três desafios de um funil integrado</strong></p>



<p>Para que esse modelo funcione, três condições são fundamentais.</p>



<p>A primeira é estabelecer critérios comuns de avaliação. Embora startups em diferentes estágios exijam indicadores específicos, todas as oportunidades precisam ser analisadas a partir de uma lógica compartilhada de mercado, capacidade de execução, risco e retorno. Sem isso, torna-se difícil comparar investimentos e decidir onde alocar capital.</p>



<p>A segunda é oferecer mais do que recursos financeiros. Empresas em crescimento frequentemente precisam de competências comerciais, comunicação, tecnologia e apoio à gestão. Uma plataforma operacional compartilhada pode acelerar seu desenvolvimento e criar vantagens competitivas que um investidor exclusivamente financeiro não oferece.</p>



<p>A terceira é definir regras claras para potenciais conflitos de interesse. Acelerar uma startup que futuramente poderá ser adquirida exige transparência, proteção das informações compartilhadas e avaliações independentes. Os fundadores também precisam ter liberdade para rejeitar propostas sem comprometer sua participação no programa. </p>



<p><strong>O risco de investir apenas no que se conhece</strong></p>



<p>Um funil integrado também apresenta riscos. O principal é o viés de seleção: a tendência de priorizar empresas que já fazem parte do ecossistema corporativo, mesmo quando existem oportunidades externas mais interessantes.</p>



<p>O relacionamento prévio reduz os custos de diligência, mas não substitui uma avaliação criteriosa. Por isso, cada oportunidade deve ser comparada com alternativas de mercado antes de qualquer decisão de investimento ou aquisição. </p>



<p>Outro desafio está na mensuração dos resultados. O sucesso de uma CVC não deveria ser avaliado apenas pelo número de startups aceleradas, investimentos realizados ou empresas adquiridas. É necessário observar quantos negócios avançaram entre as diferentes etapas e, sobretudo, quanto valor foi criado nessas transições.</p>



<p>Uma coleção se mede pela quantidade de logos. Um sistema se mede pela capacidade de fazer ativos avançarem entre suas diferentes frentes e pelo valor gerado ao longo desse processo.</p>
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		<title>Geração Z compra carro de um jeito completamente diferente</title>
		<link>https://starten.tech/2026/10/01/geracao-z-compra-carro-de-um-jeito-completamente-diferente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Sarlo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 21:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Para uma geração que cresceu pesquisando antes de comprar, pedir opinião na internet e desconfiar de respostas prontas, comprar um carro não começa mais necessariamente em uma concessionária, ela começa no celular. O novo fluxo agora é assim: Um vídeo no TikTok ou no Instagram apresenta um modelo. Um marketplace mostra quanto ele custa. Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para uma geração que cresceu pesquisando antes de comprar, pedir opinião na internet e desconfiar de respostas prontas, comprar um carro não começa mais necessariamente em uma concessionária, ela começa no celular.</p>



<p>O novo fluxo agora é assim: Um vídeo no TikTok ou no Instagram apresenta um modelo. Um marketplace mostra quanto ele custa. Um fórum ou grupo de consumidores revela problemas recorrentes. Uma busca no Google ajuda a comparar versões. A inteligência artificial responde dúvidas sobre manutenção, consumo e custo-benefício.</p>



<p>E, antes mesmo de o comprador entrar no carro, ele já pode ter construído uma opinião bastante completa sobre aquele veículo.</p>



<p>É justamente a Geração Z, formada por jovens que chegaram à vida adulta em um ambiente essencialmente digital, que está ajudando a acelerar essa transformação na jornada automotiva. No Brasil, 51% da Geração Z pretendiam comprar ou trocar de carro nos três anos seguintes, segundo levantamento da Localiza&amp;Co (2024) divulgado em 2025. Ou seja: apesar das mudanças na relação dos jovens com mobilidade, o carro continua fazendo parte dos planos de uma parcela relevante dessa geração.</p>



<p>O que está mudando é a maneira de chegar até ele. Agora, o primeiro showroom está no celular e a pesquisa já começa online. Segundo a Webmotors (2025), 62% dos brasileiros entrevistados afirmaram que a busca por um carro começa nos classificados online. Entre os jovens de 18 a 25 anos, classificados e concessionárias aparecem como os canais mais utilizados nessa etapa, com os classificados alcançando 64% desse público. Isso altera completamente a dinâmica da compra.</p>



<p>O consumidor agora não precisa mais entrar em uma loja para descobrir quais carros existem, quanto custam ou quais versões estão disponíveis. Ele chega à loja depois de pesquisar e essa diferença é importante, pois quando o comprador já chega munido de informações, a relação deixa de ser exclusivamente baseada naquilo que o vendedor apresenta e o consumidor passa a comparar ofertas, versões, preços, avaliações e histórico por conta própria.</p>



<p>A opinião de quem já comprou ganhou ainda mais força e, para quem vende carros usados, não basta mais estar na internet, é preciso estar onde as pessoas conversam sobre o produto. A edição 2026 do Global Automotive Consumer Study, da Deloitte, realizada com 28.553 consumidores em 27 países, incluindo mil brasileiros, mostra uma particularidade importante do mercado nacional: 44% dos brasileiros citam redes sociais e avaliações de influenciadores como fonte de informação para a compra de veículos. No Brasil, esse canal aparece atrás apenas da visita à concessionária, mencionada por 58% dos entrevistados. No cenário global, redes sociais e influenciadores são citados por 33%.</p>



<p>Para as novas gerações, isso representa uma mudança de lógica, pois a publicidade diz o que uma marca quer comunicar; e as redes sociais mostram o que outros consumidores estão dizendo sobre aquilo, e essa segunda camada ganhou enorme importância, pois o jovem quer saber como é o carro depois de comprado, conhecer problemas relatados por proprietários, saber quanto custa manter e descobrir se aquela versão realmente entrega o que promete.</p>



<p>Em outras palavras, a experiência de quem já comprou passou a fazer parte da experiência de quem ainda está decidindo. Vale lembrar que a transformação ficou ainda mais acelerada com a inteligência artificial. Dados apresentados pelo Google no Anfavea Visions 2026 mostram que 57% dos consumidores brasileiros já utilizam ferramentas de IA ao longo da jornada de compra de um automóvel. Outros 13% afirmam delegar parte das escolhas à tecnologia.</p>



<p>Portanto, a mudança não está apenas na ferramenta, está no tipo de pergunta que o consumidor faz, e em vez de simplesmente pesquisar “SUV até R$ 100 mil”, ele pode perguntar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; “Qual desses modelos tem menor custo de manutenção?”</li>



<li>&#8211; “Qual é melhor para quem roda 1.500 quilômetros por mês?”</li>



<li>&#8211; “Quais problemas aparecem com frequência depois dos 80 mil quilômetros?”</li>



<li>&#8211; “Qual versão entrega melhor relação entre equipamentos e preço?”</li>
</ul>



<p>Por fim, destaco que a transparência deixou de ser diferencial, já que a nova geração tende a olhar para o carro não apenas como um produto, mas como um conjunto de informações que precisa fazer sentido. Preço, quilometragem, estado de conservação, documentação e histórico precisam conversar entre si. E, quando não conversam, surge a dúvida.</p>



<p>Para os profissionais do setor, mesmo com toda essa digitalização, o consumidor ainda quer experimentar o carro. A pesquisa Jornada de Compra Automotiva 2025, da Globo/Offerwise, ouviu mil brasileiros que haviam comprado ou pretendiam comprar um veículo. 87% disseram que fazer um test-drive é imprescindível para a decisão e 90% afirmaram que ir à concessionária continua sendo muito importante. Ao mesmo tempo, 86% disseram que a tecnologia auxilia cada vez mais sua experiência de compra.</p>



<p>Ou seja: a tecnologia não matou a experiência presencial. Ela mudou o momento em que ela acontece e agora há uma jornada híbrida: Digital para descobrir, dados para comparar, redes para ouvir, IA para entender e o mundo real para confirmar. E quanto mais dados estiverem disponíveis, mais difícil será convencer alguém apenas com uma boa apresentação.</p>



<p>No fim, a Geração Z pode estar ensinando ao mercado uma nova regra para vender carros: antes de pedir confiança ao consumidor, ofereça informação suficiente para que ele possa construir a própria confiança.</p>
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