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		<title>Food To Save lança campanha para incentivar economia durante os jogos do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Food To Save, app número 1 no combate ao desperdício de alimentos no Brasil, lança uma campanha especial para a Copa. Com o mote &#8220;A torcida que faz diferença no desperdício&#8221;, a iniciativa busca aproveitar o clima de engajamento em torno dos jogos da Seleção Brasileira para incentivar escolhas mais conscientes, promover economia para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="457" height="577" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/food-.jpg" alt="" class="wp-image-11704" style="width:237px;height:auto" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/food-.jpg 457w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/07/food--238x300.jpg 238w" sizes="(max-width: 457px) 100vw, 457px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Com o mote &#8220;A torcida que faz diferença no desperdício&#8221;, ação vai disponibilizar Sacolas Surpresa de categorias especialmente associadas aos momentos de torcida</em>.</figcaption></figure>
</div>


<p>A <a href="https://www.foodtosave.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Food To Save</strong></a>, app número 1 no combate ao desperdício de alimentos no Brasil, lança uma campanha especial para a Copa. Com o mote <strong>&#8220;A torcida que faz diferença no desperdício&#8221;</strong>, a iniciativa busca aproveitar o clima de engajamento em torno dos jogos da Seleção Brasileira para incentivar escolhas mais conscientes, promover economia para os consumidores e ampliar o resgate de alimentos por meio das Sacolas Surpresa.</p>



<p>A campanha acontece em todas as regiões onde a plataforma atua e seguirá ao longo da participação do Brasil no torneio. Durante o período, os usuários encontrarão no aplicativo opções de Sacolas Surpresa de categorias especialmente associadas aos momentos de torcida, como padarias, mercados, bebidas, salgados, doces e outros produtos ideais para reunir amigos e familiares durante os jogos.&nbsp;</p>



<p>A iniciativa também reforça o propósito da foodtech de conectar economia e sustentabilidade em momentos do cotidiano. Ao adquirir uma Sacola Surpresa, os consumidores têm acesso a alimentos de qualidade por preços reduzidos, enquanto ajudam a evitar que itens ainda próprios para consumo sejam descartados.</p>



<p>&#8220;A Copa é um momento de encontro, celebração e compartilhamento. Queremos mostrar que também pode ser uma oportunidade para consumir de forma mais consciente. Ao escolher uma Sacola Surpresa para acompanhar os jogos, o consumidor economiza, descobre novos estabelecimentos e ainda ajuda a evitar o desperdício de alimentos. É uma forma simples de gerar impacto positivo enquanto torce pelo Brasil&#8221;, afirma Marcelo Fernandes, Head de Marketplace da Food To Save.</p>



<p>Além das ações voltadas ao público final, a Food To Save também realizará um trabalho junto aos estabelecimentos parceiros, incentivando principalmente padarias e mercados a disponibilizarem seus excedentes na plataforma durante o período da competição. A expectativa é ampliar a oferta de Sacolas Surpresa e atender ao aumento da demanda gerada pelos dias de jogo.</p>



<p>Ao completar cinco anos de atuação, a marca reforça seu posicionamento de que é possível unir conveniência, economia e impacto positivo para o planeta. Durante o evento esportivo, a empresa convida os brasileiros a mostrarem que a torcida também pode fazer a diferença fora dos gramados, ajudando a reduzir o desperdício de alimentos e promovendo um consumo mais responsável.</p>



<p><strong>Sobre a Food To Save:</strong></p>



<p>A <a href="https://link.foodtosave.com.br/imprensa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Food To Save</a> é uma foodtech sustentável que nasceu em 2021 para revolucionar o desperdício de alimentos no Brasil. Hoje está presente em 14 estados e mais de 100 cidades. Por meio de um aplicativo, atua como um elo entre estabelecimentos como padarias, supermercados, franquias, indústrias, hortifrutis, entre outros, que possuem excedentes de produção, produtos próximos à data de vencimento ou fora do padrão, mas que ainda estão perfeitamente consumíveis. e clientes engajados com o consumo consciente.&nbsp;</p>



<p>Com mais de 7.5 milhões de usuários cadastrados e 5 milhões de Sacolas Surpresa resgatadas, a startup ajudou a salvar mais de 8&nbsp; mil toneladas de alimentos que seriam desperdiçados, o que representa um total de 13 mil toneladas de CO2 que deixaram de ser emitidos na atmosfera. A foodtech está entre os 6 aplicativos mais baixados no Brasil, e recebeu selo do Sistema B, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade, passando a integrar também a Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas (ONU).Entre as marcas que fazem parte desse movimento estão: Cacau Show, GPA, Rei do Mate, St. Marche, Zé Delivery, entre outros.</p>
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		<title>Da coleta à decisão: como os dados estão redefinindo a Experiência do Cliente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Pupim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante muito tempo, os dados foram tratados como um subproduto das operações, com um grande volume de informações subutilizadas, com registros gerados a partir de transações, armazenados em diferentes sistemas e ferramentas, e pouco explorados de forma estratégica.&#160; Hoje os dados deixaram de ser apenas históricos para se tornarem uma das principais alavancas na construção [&#8230;]]]></description>
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<p>Durante muito tempo, os dados foram tratados como um subproduto das operações, com um grande volume de informações subutilizadas, com registros gerados a partir de transações, armazenados em diferentes sistemas e ferramentas, e pouco explorados de forma estratégica.&nbsp;</p>



<p>Hoje os dados deixaram de ser apenas históricos para se tornarem uma das principais alavancas na construção de experiências relevantes e duradouras, e a base para estratégias que antecipam necessidades e potencializam resultados. Nesse contexto, além de entender o que aconteceu, as companhias passaram a buscar respostas para o que está acontecendo no presente, e principalmente, o que ainda irá acontecer.</p>



<p>Segundo estudo da McKinsey &amp; Company, empresas que utilizam dados de forma avançada para a personalização podem gerar até 40% mais receita nessas iniciativas, além de melhorar significativamente a satisfação dos clientes. Esse movimento reflete uma mudança mais profunda: a transição de um modelo orientado à conversão e volume, para uma abordagem centrada na jornada do cliente, em que cada interação deixa de ser um evento isolado e passa a compor uma relação contínua, fortalecendo a reputação e acelerando o sucesso do negócio. E é justamente aqui que os dados ganham protagonismo.</p>



<p>No mercado brasileiro, essa evolução tem sido impulsionada pelo avanço tecnológico e pelo aumento da expectativa (ou nível de exigência) dos consumidores. Um estudo da Salesforce mostra que 73% dos consumidores esperam que as empresas compreendam suas necessidades e expectativas, mas apenas pouco mais da metade acredita que isso realmente acontece, evidenciando uma lacuna clara entre intenção e entrega, ou expectativa e realidade.</p>



<p>Empresas que antes operavam com dados fragmentados hoje buscam consolidar informações, conectar canais e construir uma visão mais completa do cliente, não apenas para analisar, mas para agir.</p>



<p>Essa transformação, no entanto, não acontece de forma espontânea, e se sustenta em três pilares fundamentais.</p>



<p>O primeiro deles é a integração de dados. Unificar informações de diferentes pontos de contato é um grande desafio, mas deixa de ser um diferencial e passa a ser uma condição básica para garantir consistência na experiência. Sem isso, o cliente continua sendo tratado de forma fragmentada, e percebe isso rapidamente.</p>



<p>Já o segundo pilar é a inteligência aplicada à personalização. Dados só geram valor quando são convertidos em decisões. É necessário sair da análise descritiva e avançar para uma atuação contextual, onde as comunicações, ofertas e jornadas se adaptam ao comportamento e ao momento de cada cliente. De acordo com estudo da Epsilon, 80% dos consumidores têm maior propensão a comprar de marcas que oferecem experiências personalizadas, reforçando que a personalização deixou de ser diferencial e passou a ser expectativa do consumidor.</p>



<p>E o terceiro pilar é a tecnologia como viabilizadora da experiência. Ferramentas de análise em tempo real, automação de jornadas e uso de inteligência artificial permitem escalar personalização sem perder eficiência, desde que aplicadas com critério.</p>



<p>Mas como toda mudança de comportamento é sempre desafiadora, as organizações encontram barreiras relevantes quando decidem atuar de maneira orientada por dados. Qualidade e governança de dados são pontos críticos. Afinal, não existe experiência consistente construída sobre bases inconsistentes. Um levantamento da Gartner indica que a má qualidade de dados custa, em média, US$ 12,9 milhões por ano, um impacto direto que vai além da operação e afeta decisões, eficiência e a própria experiência do cliente.</p>



<p>Ao mesmo tempo, cresce a responsabilidade das empresas em garantir privacidade, transparência e uso ético das informações dos seus clientes. Segundo a PwC, 85% dos consumidores afirmam que não farão negócios com empresas nas quais não confiam em relação ao uso de seus dados, reforçando que privacidade e transparência deixaram de ser exigências regulatórias e passaram a ser fatores de decisão do cliente.</p>



<p>Talvez o maior desafio do dia a dia esteja na capacidade de transformar dados em ação. Muitas organizações evoluíram na coleta e armazenamento de dados, mas ainda encontram dificuldade em utilizar essas informações na construção de interações que sejam coerentes, eficientes e mensuráveis, e principalmente rentáveis.</p>



<p>E, em um cenário cada vez mais orientado por inteligência artificial, quando se trata de experiência do cliente, existe uma linha muito tênue entre o bom e o ruim: o uso excessivo de automações que podem comprometer a humanização da experiência. Personalizar não é apenas automatizar, é, sobretudo, encontrar o melhor momento para intervir de forma relevante e transformar a experiência em valor real.</p>



<p>No fim, a diferença não está em ter mais dados, mas em fazer o melhor uso deles. Afinal, empresas que ainda tratam dados como registro estão, na prática, tomando decisões às cegas.</p>



<p>As empresas que conseguem transformar dados em valor real são aquelas que deixam de enxergar o cliente como um número ou um ponto de contato isolado, e passam a atuar com uma mentalidade organizacional centrada no cliente, buscando a construção de relações contínuas, baseadas em contexto, relevância e confiança.</p>



<p>O próximo passo dessa evolução já começa a se desenhar. A tendência é que a experiência do cliente se torne cada vez mais preditiva, integrada e, quem sabe até invisível, com os dados atuando nos bastidores para antecipar necessidades, reduzir fricções e tornar a jornada mais fluida. Nesse cenário, o desafio deixa de ser apenas coletar informações e passa a ser orquestrar experiências que façam sentido, no tempo certo e da forma certa.</p>



<p>Porque, no fim, não é sobre dados.</p>



<p>É sobre decisões que conectam e geram valor de longo prazo.</p>
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		<title>Na MRV, corretagem atrai mulheres no RS, impulsionada por flexibilidade e autonomia financeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:11:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[A busca por maior autonomia profissional e por uma rotina mais compatível com a maternidade tem levado cada vez mais mulheres a enxergar a corretagem imobiliária como uma alternativa de carreira. Na MRV, esse cenário também se reflete no perfil dos profissionais. Atualmente, a empresa conta com aproximadamente 5.000 corretores exclusivos no país, dos quais [&#8230;]]]></description>
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<p>A busca por maior autonomia profissional e por uma rotina mais compatível com a maternidade tem levado cada vez mais mulheres a enxergar a corretagem imobiliária como uma alternativa de carreira. Na MRV, esse cenário também se reflete no perfil dos profissionais. Atualmente, a empresa conta com aproximadamente 5.000 corretores exclusivos no país, dos quais metade são mulheres. No Rio Grande do Sul, elas representam 45% da equipe, com 82 corretoras atuando em Porto Alegre e Canoas, onde está concentrada a atuação da empresa.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Temos observado um crescimento consistente da presença feminina na corretagem, especialmente entre mães que buscam mais autonomia e flexibilidade profissional. Na MRV, oferecemos suporte, capacitação e oportunidades reais de crescimento, valorizando trajetórias diversas e incentivando o desenvolvimento de carreira&#8221;, afirma o VP Comercial e Marketing da MRV, Thiago Ely.</p>



<p>O avanço acompanha uma tendência nacional. Segundo o Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis), as mulheres já representam 35,5% dos corretores de imóveis do país e respondem por 40% dos novos registros da profissão Hoje, cerca de 232 mil mulheres atuam no mercado imobiliário brasileiro.</p>



<p><strong>Flexibilidade que faz a diferença</strong></p>



<p>Na prática, a flexibilidade da profissão tem sido decisiva para muitas mulheres. Gestora de vendas da MRV no RS, Lilian da Silveira Tavares, destaca que conciliar a maternidade com a carreira exige organização, planejamento e boa rede de apoio, mas a autonomia da corretagem permite acompanhar momentos importantes da vida da filha &#8211; como consultas médicas e outras ocasiões &#8211; sem abrir mão do crescimento profissional. &#8220;Após a maternidade, essa busca por estabilidade e autonomia se intensificou, já que passei a ter uma motivação ainda maior para construir um futuro seguro para minha família, sem abrir mão de estar presente na criação da minha filha&#8221;.</p>



<p>Dados do Raio-X da Corretora 2024, da DataZAP, mostram que 56% das mulheres ingressam na área em busca de maior autonomia profissional, cerca de 70% atuam de forma autônoma e três em cada quatro corretoras são mães. Além disso, a presença feminina tem ganhado destaque também pela proximidade com o público. Em muitos lares, a decisão final de compra do imóvel passa pelas mulheres, o que fortalece a relação de confiança entre cliente e corretora ao longo da jornada de compra.</p>



<p><strong>Novo canal para aproximar corretores e oportunidades</strong></p>



<p>Como parte da estratégia para fortalecer sua rede comercial, a MRV acaba de lançar o perfil <strong>@mrvparacorretores</strong> no Instagram. O canal reúne informações sobre lançamentos, tendências do mercado, dicas de vendas, campanhas e conteúdos exclusivos voltados aos corretores parceiros.&nbsp;</p>



<p>A companhia também está com cerca de <strong>100 vagas abertas </strong>para o credenciamento de&nbsp; corretores autônomos no Rio Grande do Sul. Com mais de duas mil unidades disponíveis para venda em Porto Alegre, Canoas e São Leopoldo, a empresa amplia sua equipe comercial para acompanhar a expansão das operações no estado. Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (51) 98044-2244 ou pelo e-mail <a href="mailto:gabriel.abianna@mrv.com.br">gabriel.abianna@mrv.com.br</a>.</p>



<p>A MRV oferece um programa estruturado de formação para novos corretores, com capacitação por meio da Escola de Vendas MRV e incentivos voltados à qualificação profissional e ao desenvolvimento da carreira.</p>



<p><strong>Sobre a MRV</strong></p>



<p>Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&amp;CO. Reconhecida como a maior construtora e incorporadora da América Latina, a companhia tem foco em empreendimentos residenciais acessíveis, voltados à realização do sonho da casa própria. A MRV já entregou mais de 500 mil unidades, impactando positivamente a vida de mais de 1,6 milhão de pessoas em todo o país.</p>



<p></p>
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		<title>Genesys adquire Pinkfish para acelerar o futuro das experiências autônomas do cliente</title>
		<link>https://starten.tech/2026/07/01/genesys-adquire-pinkfish-para-acelerar-o-futuro-das-experiencias-autonomas-do-cliente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:06:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Genesys®, líder global em nuvem em orquestração de experiências com IA (AI-Powered Experience Orchestration), anunciou a aquisição da Pinkfish, uma empresa líder em orquestração de workflows agênticos. Essa aquisição expandirá o Genesys Cloud™ AI com recursos de integração de ferramentas baseadas em MCP e automação de workflows, ajudando as organizações a conectar a intenção do cliente a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://www.genesys.com/pt-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Genesys®,</a> líder global em nuvem em orquestração de experiências com IA (AI-Powered Experience Orchestration), anunciou a aquisição da <a href="https://www.pinkfish.ai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pinkfish</a>, uma empresa líder em orquestração de workflows agênticos. Essa aquisição expandirá o Genesys Cloud<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> AI com recursos de integração de ferramentas baseadas em MCP e automação de workflows, ajudando as organizações a conectar a intenção do cliente a ações governadas em sistemas corporativos e a acelerar a adoção de experiências autônomas confiáveis que impulsionam resultados de negócios. Os termos da transação não foram divulgados.</p>



<p>&#8220;A IA agêntica está transformando a experiência do cliente, passando de um engajamento assistido para uma execução governada&#8221;, afirma o vice-presidente executivo e diretor de tecnologia (CTO) da Genesys, Glenn Nethercutt. &#8220;Com a Pinkfish, estamos avançando na orquestração agêntica ao conectar a intenção do cliente aos dados corporativos, workflows de negócios e ações governadas por meio do Genesys Cloud AI, permitindo que as organizações resolvam necessidades mais complexas dos clientes com maior autonomia, controle e rapidez&#8221;.</p>



<p><strong>Acelerando a orquestração agêntica por meio da execução corporativa</strong></p>



<p>À medida que as organizações buscam migrar de workflows estáticos para uma IA autônoma, elas precisam eliminar a distância entre o engajamento com o cliente e a execução corporativa. A Pinkfish amplia a capacidade do Genesys Cloud Agentic Virtual Agent e dos Genesys Cloud Copilots de acessar dados com segurança e executar ações em sistemas corporativos.</p>



<p>Com mais de 500 integrações que suportam 25.000 ferramentas MCP abrangendo CRM, ERP, TI, RH, gestão de pedidos, faturamento e outras aplicações empresariais, a Pinkfish traz para o Genesys Cloud um dos ecossistemas MCP mais amplos do setor de experiência do cliente (CX). Esses recursos ajudarão as organizações a superar alguns dos principais obstáculos para a adoção da IA agêntica: sistemas fragmentados, workflows desconectados e complexidade operacional, fatores que frequentemente impedem a entrega de experiências mais autônomas e orientadas a resultados.</p>



<p>A aquisição também ampliará as capacidades do Genesys Cloud Agentic Virtual Agent para orquestrar e concluir autonomamente atividades dos clientes dentro de diretrizes de governança confiáveis. Como resultado, o Agentic Virtual Agent poderá resolver necessidades mais complexas dos clientes de ponta a ponta, aprimorando as experiências de autoatendimento, reduzindo o esforço do cliente e diminuindo a necessidade de transferências entre equipes.</p>



<p>&#8220;Fundamos a Pinkfish porque acreditamos que a IA só atinge todo o seu potencial quando pode operar de forma segura em toda a empresa&#8221;, destaca a CEO e cofundadora da Pinkfish, Charanya Kannan. &#8220;Toda grande experiência do cliente combina conversas significativas com ações relevantes que abrangem CRM, ERP, faturamento e o restante da organização. Ao unir a liderança da Genesys em orquestração de IA com os recursos de automação de workflows impulsionados por IA da Pinkfish, ajudaremos as organizações a avançar rumo a uma IA capaz de agir com segurança, concluir atividades dos clientes em toda a empresa e proporcionar experiências excepcionais&#8221;.</p>



<p><strong>Avançando na automação de workflows com IA</strong></p>



<p>A combinação do Genesys Cloud AI com a automação de workflows orientada por linguagem natural da Pinkfish permitirá que as organizações criem e implementem workflows sofisticados de CX baseados em IA, tornando a orquestração agêntica mais acessível aos usuários de negócios e acelerando o tempo até a geração de valor.</p>



<p>Por exemplo, quando um cliente entra em contato com um varejista por causa de um pedido atrasado, um Agentic Virtual Agent poderá verificar o status do pedido, consultar as informações de envio, conceder um crédito de serviço, atualizar a modalidade de entrega e notificar o cliente, coordenando todas essas ações entre diferentes sistemas sem necessidade de intervenção humana. Em vez de encaminhar a solicitação para várias equipes e sistemas, o Agentic Virtual Agent poderá concluir todo o processo de ponta a ponta em uma única interação.</p>



<p>Esses recursos também poderão ser combinados ao Genesys Cloud Case Management para dar suporte a processos intensivos em workflows, como integração de clientes (onboarding), processamento de sinistros de seguros, autorizações de devolução de mercadorias, solicitações de serviços de empréstimos, gestão de garantias e outros processos empresariais que envolvem operações de front office e back office.</p>



<p>&#8220;A empresa autônoma depende da capacidade de coordenar ações em ambientes empresariais complexos, mantendo governança e controle&#8221;, ressalta a CEO e principal analista da Valoir, Rebecca Wettemann. &#8220;Com a incorporação da Pinkfish, o Genesys Cloud está preparado para ampliar seus recursos de automação de workflows e conectividade corporativa, ajudando as organizações a escalar a orquestração agêntica&#8221;.</p>
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		<title>Por que a discussão sobre governança de IA está longe de acabar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Everton Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é novidade que o uso de inteligência artificial está cada vez mais presente em diversas áreas, ajudando empresas a otimizar dados, acelerar processos e apoiar tomadas de decisões. Com esses avanços, também surgem questionamentos sobre como essas informações estão sendo utilizadas e expostas, além de como as empresas e líderes estão atuando diante dessa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não é novidade que o uso de inteligência artificial está cada vez mais presente em diversas áreas, ajudando empresas a otimizar dados, acelerar processos e apoiar tomadas de decisões. Com esses avanços, também surgem questionamentos sobre como essas informações estão sendo utilizadas e expostas, além de como as empresas e líderes estão atuando diante dessa nova era tecnológica.</p>



<p>Uma das maiores preocupações das companhias é justamente o uso de seus dados dentro dessas ferramentas. Segundo a Gartner, até o fim de 2026 mais de 80% das empresas terão utilizado APIs ou modelos de IA generativa em algum nível. Esse crescimento acelerado amplia não apenas a adoção da tecnologia, mas também os riscos relacionados à privacidade, segurança e transparência das informações.</p>



<p>Diante dessas preocupações, muitas organizações têm investido na criação de ambientes controlados para o uso de ferramentas de IA. O relatório F5 State of Application Strategy Report apontou que 96% das organizações estão planejando e desenvolvendo suas próprias plataformas de IA. Com essas iniciativas, os dados permanecem dentro da empresa, o uso da tecnologia pode ser monitorado e as interações realizadas nesses ambientes ficam mais seguras e rastreáveis. Esse tipo de abordagem permite aproveitar o potencial da inteligência artificial sem abrir mão do controle e proteção das informações corporativas.</p>



<p>Além disso, para garantir um cenário mais seguro, é fundamental que as organizações estruturem sua governança desde o início, permitindo acelerar a adoção da IA com menos dificuldades e menor exposição a riscos. Com uma gestão bem estruturada, a inovação consegue crescer de forma mais segura e sustentável.</p>



<p>A balança entre a exposição dos dados e seu uso nas ferramentas é um dos grandes debates dos dias atuais. Empresas que limitam o uso de IA tendem a perder competitividade, enquanto aquelas que liberam seu uso apresentam aumento do risco da exposição dessas informações. Nesse cenário, o ponto de equilíbrio passa por estruturar essa utilização: permitir experimentação em ambientes controlados, definir limites claros para dados sensíveis, educar os times sobre riscos e boas práticas. Esse equilíbrio é o que sustenta o uso responsável da tecnologia.</p>



<p>Sendo assim, a discussão sobre a governança de IA nas empresas está longe de acabar, porque envolve estratégia, negócio, segurança e responsabilidade corporativa. Enquanto as organizações não conseguirem equilibrar inovação, segurança e transparência em suas operações, esse tema continuará em debate. Por isso, a governança de IA não deve ser vista como uma discussão temporária, mas como um processo contínuo de adaptação, aprendizado e evolução diante das transformações que a tecnologia continuará trazendo.</p>
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		<title>Smark CRM e D4Sign firmam parceria para integrar gestão comercial e assinatura eletrônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Smark CRM e a D4Sign estabeleceram uma parceria estratégica para conectar gestão comercial e formalização digital de contratos em uma única jornada. A iniciativa amplia as possibilidades de integração entre CRM e assinatura eletrônica, oferecendo às empresas mais agilidade, segurança jurídica e visibilidade sobre todo o ciclo comercial. Reconhecida como a maior plataforma de [&#8230;]]]></description>
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<p>A Smark CRM e a D4Sign estabeleceram uma parceria estratégica para conectar gestão comercial e formalização digital de contratos em uma única jornada. A iniciativa amplia as possibilidades de integração entre CRM e assinatura eletrônica, oferecendo às empresas mais agilidade, segurança jurídica e visibilidade sobre todo o ciclo comercial.</p>



<p>Reconhecida como a maior plataforma de assinatura eletrônica e digital do Brasil, a D4Sign é especializada na formalização e gestão de documentos com validade jurídica, atendendo empresas de diferentes portes e segmentos. Com a parceria, clientes da Smark passam a contar com uma operação ainda mais integrada, unindo relacionamento, gestão de oportunidades e assinatura de contratos em um fluxo contínuo e conectado.</p>



<p>Como parte do acordo, clientes da Smark terão benefícios exclusivos na contratação da D4Sign, incluindo a bonificação dos recursos de Busca Avançada e Suporte Premium, ampliando a experiência de uso e a capacidade de gestão documental das empresas.</p>



<p>A parceria surge em um momento em que as organizações buscam reduzir etapas manuais, acelerar processos comerciais e aumentar a eficiência operacional sem abrir mão da segurança jurídica. Ao conectar CRM e assinatura eletrônica, as empresas passam a ter mais visibilidade sobre toda a jornada do cliente, desde a geração da oportunidade até a formalização do negócio.</p>



<p>&#8220;A assinatura de um contrato não deve ser tratada como uma etapa isolada do processo comercial. Quando conectamos a formalização do negócio às informações que já estão sendo trabalhadas no CRM, eliminamos retrabalho, reduzimos riscos operacionais e damos mais velocidade às negociações. Essa parceria com a Smark nasce justamente para aproximar duas frentes que são essenciais para o crescimento das empresas: a gestão do relacionamento com o cliente e a conclusão segura dos negócios&#8221;, comenta o Coordenador Comercial da D4Sign, Kauê Oliveira.</p>



<p>Segundo o CEO da Smark, Leandro Ceccato, a integração responde a uma necessidade crescente do mercado de unir relacionamento, gestão e execução em um único fluxo de trabalho. &#8220;Acreditamos que a evolução da gestão comercial passa pela integração entre processos que tradicionalmente operavam de forma separada. Ao aproximar CRM e assinatura eletrônica, criamos uma jornada mais fluida para nossos clientes, permitindo que informações estratégicas acompanhem toda a trajetória do relacionamento, desde a geração da oportunidade até a formalização do negócio&#8221;.</p>



<p>Além dos benefícios operacionais, a parceria amplia o acesso dos clientes da Smark a uma das plataformas de assinatura eletrônica mais completas do mercado. A D4Sign oferece diferentes métodos de autenticação, recursos avançados de automação, inteligência artificial aplicada à gestão documental e uma infraestrutura alinhada às principais práticas de segurança da informação, incluindo certificações reconhecidas pelo mercado.</p>



<p>Para Ceccato, a transformação digital só gera resultados reais quando está conectada às necessidades das pessoas e dos negócios. &#8220;Na Smark, defendemos que tecnologia deve impulsionar pessoas, não substituí-las. A assinatura de um contrato é um momento decisivo da jornada comercial e precisa estar conectada ao histórico de relacionamento do cliente. Com essa parceria, ajudamos as empresas a ganhar produtividade, governança e previsibilidade, sem perder de vista aquilo que realmente sustenta os negócios: a confiança construída entre pessoas&#8221;.</p>



<p>A expectativa é que a parceria contribua para acelerar processos comerciais, fortalecer a governança documental e oferecer uma experiência mais fluida para empresas que buscam crescimento sustentável por meio da integração entre tecnologia, gestão e relacionamento.</p>



<p><strong>Sobre a Smark</strong></p>



<p>Pioneira no Brasil em CRM para gestão de vendas e pós-vendas, a Smark soma cerca de vinte mil contratos gerenciados em sua plataforma ao longo dos mais de 28 anos de atuação no país. A empresa atende clientes nas áreas de saúde suplementar, indústrias, facilities, segurança patrimonial, refeições coletivas e tecnologia e serviços diversos, com marcas renomadas como Dimep, Sapore, Grupo Adservi, Cucinare e Imap, entre outras. Só na área da saúde, atende mais de 70 operadoras Unimed.</p>



<p><strong>Sobre a D4Sign by Zucchetti&nbsp;</strong></p>



<p>A D4Sign é uma plataforma brasileira de assinatura eletrônica e digital que, desde 2024, integra o ecossistema da multinacional italiana Zucchetti. Mais de 500 mil empresas confiam à D4Sign a gestão de seus documentos, por meio de soluções seguras, inteligentes e integradas para armazenamento, gestão e formalização, atendendo organizações de diferentes portes e segmentos. Pioneira em seu segmento com integração direta de dados com o Governo Federal, a D4Sign também foi a primeira na implementação de 15 métodos de autenticação, incluindo o PIX, elevando os padrões de segurança, confiabilidade e conformidade jurídica dos processos digitais no Brasil.&nbsp;</p>



<p>Reconhecida por sua vocação inovadora, foi a primeira empresa do mercado brasileiro a aplicar um ecossistema de Inteligência Artificial de forma prática ao negócio, com o lançamento do D4Sign.AI., que permite reduzir em até 70% o tempo dedicado à leitura e à análise de contratos, por meio da geração automática de resumos e de um chatbot inteligente que esclarece dúvidas das partes envolvidas, apoiando a tomada de decisão e aprimorando a experiência do usuário ao longo de todo o fluxo de assinatura. Além disso, é possível analisar dados operacionais e comportamentais para identificar padrões, gerar insights e otimizar fluxos de assinatura e a gestão contratual. O resultado é mais controle, eficiência operacional e segurança jurídica.</p>
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		<title>Por que a governança de IA se tornou o maior desafio dos CTOs?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Carniel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[O hype em torno da Inteligência Artificial no desenvolvimento de software costuma focar no &#8216;autocomplete mágico&#8217; da promessa sedutora de que ela escreverá sistemas inteiros enquanto o time toma café, multiplicando a produtividade de forma exponencial. No entanto, para líderes de TI e engenharia de software que lidam com sistemas críticos corporativos, a realidade nas [&#8230;]]]></description>
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<p>O hype em torno da Inteligência Artificial no desenvolvimento de software costuma focar no &#8216;autocomplete mágico&#8217; da promessa sedutora de que ela escreverá sistemas inteiros enquanto o time toma café, multiplicando a produtividade de forma exponencial. No entanto, para líderes de TI e engenharia de software que lidam com sistemas críticos corporativos, a realidade nas trincheiras é bem menos glamourosa.</p>



<p>A constatação que começa a ecoar nos corredores das grandes empresas de tecnologia é clara: dar acesso à IA para um time de desenvolvimento sem um processo estabelecido é como liberar <em>deploy</em> em produção sem testes. A sensação inicial é de velocidade, mas a conta chega rapidamente em forma de retrabalho, decisões inconsistentes e um perigoso débito técnico.</p>



<p>A popularização de ferramentas baseadas em agentes fez com que a IA deixasse de ser apenas assistiva, passando a influenciar diretamente decisões de implementação e arquitetura. O problema é que, sem governança, modelos genéricos passam a tomar decisões técnicas importantes sem qualquer alinhamento com a estratégia do produto ou os padrões do time.</p>



<p>Para evitar que a adoção de IA se transformasse em um passivo arquitetural, é necessário formalizar etapas que costumam ser ignoradas na pressa do dia a dia. A conclusão que tive, ao longo da minha experiência na Qive, é: a IA não deveria decidir arquitetura sozinha, mas operar dentro de um fluxo onde contexto, revisão e execução fossem claramente separados.</p>



<p>E esse novo <em>framework</em> operacional baseia-se em três pilares fundamentais que servem de modelo para o mercado:</p>



<p><strong>1. A regra de ouro: não gerar código antes do alinhamento</strong>&nbsp;</p>



<p>A primeira fase do fluxo estruturado proíbe que qualquer linha de código seja gerada antes de um alinhamento técnico humano. Em vez de atuar como uma mera geradora de scripts, a IA é utilizada inicialmente como uma parceira de <em>system design</em>. Ela conduz o time em um brainstorming para levantar dependências, identificar riscos e gerar uma especificação.&nbsp;</p>



<p>Apenas após a aprovação desta especificação técnica, a execução do código é autorizada. O racional é simples: uma especificação rejeitada custa minutos, mas um código reescrito por falta de alinhamento custa horas ou dias.</p>



<p><strong>2. Criação da memória operacional do projeto</strong></p>



<p>Sem contexto, qualquer IA responde de forma genérica. Para resolver isso, a governança exige a criação de uma &#8220;memória operacional do projeto&#8221;. E isso pode ser feito através de arquivos de contrato (como o AGENTS.md) que ditam a arquitetura de diretórios, padrões internos e, sobretudo, os antipadrões e o que explicitamente não deve ser feito pela IA.&nbsp;</p>



<p>Além disso, a adoção de servidores MCP (Model Context Protocol) permite que os agentes consultem automaticamente dados estruturados e em tempo real em ferramentas como Jira e Notion, garantindo que o robô já inicie a sessão compreendendo as regras de negócio.</p>



<p><strong>3. O humano como guardião absoluto</strong></p>



<p>Um detalhe inegociável na era da IA é que o fluxo não elimina a etapa de revisão final humana. Quando a inteligência artificial absorve a digitação do código a partir de um plano validado, o <em>Code Review</em> deixa de ser uma caça a erros de sintaxe e passa a focar no que realmente importa: a segurança, a legibilidade e a qualidade da implementação. A IA escreve, mas o time continua sendo o guardião absoluto do que vai para produção.</p>



<p>Com esses três insights, é possível dizer que a IA não está substituindo o pensamento crítico; paradoxalmente, ela está elevando o nível técnico das discussões humanas ao forçar os times a formalizarem decisões, criarem documentações vivas e exigirem clareza arquitetural.</p>



<p>Para as empresas que ainda estão patinando na adoção de IA, a lição mais valiosa do mercado atual é: pare de buscar o prompt perfeito e comece a desenhar o fluxo de trabalho. Ferramentas e modelos evoluirão a cada trimestre, mas processos de engenharia bem desenhados continuam sendo o principal fator que separa a verdadeira velocidade do caos. A maior mudança trazida pela IA não é a automação do código em si, mas a necessidade inadiável de amadurecer os processos de engenharia corporativos.</p>
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		<title>Times mais engajados aumentam receita em até 18% com programas da Loyalme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio à busca por ambientes corporativos mais eficientes e sustentáveis, programas de fidelidade e incentivo voltados para colaboradores vêm se consolidando como ferramentas estratégicas para fortalecer a cultura organizacional e impulsionar resultados de negócio. De acordo com a Loyalme, startup especializada em soluções de fidelização para grandes empresas,&#160; times mais engajados aumentam a receita [&#8230;]]]></description>
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<p>Em meio à busca por ambientes corporativos mais eficientes e sustentáveis, programas de fidelidade e incentivo voltados para colaboradores vêm se consolidando como ferramentas estratégicas para fortalecer a cultura organizacional e impulsionar resultados de negócio. De acordo com a <a href="https://loyalme.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loyalme</a>, startup especializada em soluções de fidelização para grandes empresas,&nbsp; times mais engajados aumentam a receita em até 18% com programas da companhia.</p>



<p>Mais do que benefícios pontuais, empresas têm apostado em modelos estruturados de engajamento que incorporam rankings, missões semanais, acompanhamento de performance em tempo real e reconhecimento contínuo de micro conquistas. A proposta é transformar metas e entregas do cotidiano em estímulos mais tangíveis para os colaboradores, incentivando avanços constantes nas etapas do funil, maior geração de leads qualificados e evolução consistente de indicadores internos.</p>



<p>De acordo com Thiago Brandão, CEO e cofundador da Loyalme, a combinação entre gamificação, reconhecimento e metas claras contribui para aumentar a previsibilidade operacional e criar equipes mais resilientes, especialmente em cenários de alta competitividade e pressão por performance.</p>



<p>&#8220;Quando o colaborador consegue visualizar sua evolução e percebe reconhecimento constante pelas pequenas entregas do dia a dia, o engajamento deixa de depender apenas de cobrança. Programas estruturados ajudam a fortalecer disciplina, senso de pertencimento e cultura de alta performance de forma muito mais sustentável&#8221;, afirma.</p>



<p>Com o avanço da digitalização e da gestão orientada por dados, programas de fidelidade corporativos deixam de ocupar apenas um papel motivacional e passam a integrar estratégias mais amplas de performance, retenção e crescimento empresarial.&nbsp;</p>



<p>O executivo destaca que iniciativas desse tipo também contribuem para reduzir índices de rotatividade e fortalecer o alinhamento entre liderança e equipes. &#8220;Ao equilibrar competição saudável, metas coletivas e indicadores transparentes, organizações conseguem estruturar ambientes mais colaborativos e preparados para sustentar crescimento contínuo no longo prazo&#8221;, complementa.</p>



<p><strong>SOBRE A LOYALME</strong></p>



<p>Fundada por Nara Iachan, Thiago Brandão e Lionardo Nogueira, a Loyalme é uma startup especializada em soluções de tecnologia para fidelizar clientes de grandes empresas. Fundada a partir da necessidade do mercado de atender o público B2B, a empresa se dedica a desenvolver estratégias que não só atraem, mas também retêm clientes, com a oferta de clubes de benefícios (com cupom, cashback e carteira digital), marketplace (com compras dentro de apps parceiros) e gamificação onde as missões cumpridas se transformam em bonificações. Hoje, a startup opera mais os maiores clubes de vantagens do mercado, com clientes como Bradesco, Ticket, Natura e outras, impactando mais de 70 milhões de pessoas.</p>
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		<title>Jota levanta R$150 milhões para construir o agente financeiro do empreendedor, baseado em IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:39:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[O Jota, assistente financeiro e pessoal que funciona dentro do WhatsApp e em aplicativo próprio, captou R$ 150 milhões (US$ 30 milhões) em uma rodada Série A liderada pela Haun Ventures. A operação reúne ainda a HOF Capital e Alter Global, que acompanham a empresa desde a rodada seed, além da Greyhound Capital, e de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a href="https://www.jota.ai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jota</a>, assistente financeiro e pessoal que funciona dentro do WhatsApp e em aplicativo próprio,<strong> captou R$ 150 milhões (US$ 30 milhões) em uma rodada Série A liderada pela Haun Ventures</strong>. A operação reúne ainda a HOF Capital e Alter Global, que acompanham a empresa desde a rodada seed, além da Greyhound Capital, e de um grupo de investidores globais que enxergam na inteligência artificial a próxima virada na forma como as pessoas trabalham, tomam decisões e cuidam do próprio dinheiro.</p>



<p>O aporte coincide com o <strong>lançamento do Jota 2.0, </strong>a maior virada do produto desde a estreia: a passagem de um assistente que responde quando perguntado para um agente que se antecipa. Em vez de esperar o comando do cliente, o Jota 2.0 categoriza os gastos automaticamente, controla despesas, organiza as contas e produz insights proativamente. Nos primeiros testes, o engajamento foi de até cinco vezes o da versão anterior.</p>



<p>É o segundo aporte que a empresa recebe em pouco mais de um ano. No início de 2025, o Jota <strong>havia captado R$ 60 milhões em uma rodada seed </strong>liderada pela MAYA Capital, com participação da HOF Capital, Big Bets, Alter Global e North Ventures. Desde então, partindo do zero, <strong>chegou a cerca de 300 mil clientes e R$ 3,5 bilhões em volume transacionado anualizado.</strong></p>



<p>A tese do Jota é que a principal interface financeira será uma conversa. Boa parte dos empreendedores brasileiros nunca chegou a uma planilha de Excel: administra o negócio de cabeça e no caderninho, anotando à mão o que entra, o que sai e quem ficou devendo. Em vez de exigir que essas pessoas aprendam a operar mais um sistema, o Jota faz o caminho inverso: entende o que o cliente precisa, por texto, áudio ou foto, e executa.</p>



<p>&#8220;A gente quer aposentar o caderninho&#8221;, diz Davi Holanda, fundador e CEO do Jota. &#8220;Quem empreende precisa vender, atender e fazer o negócio crescer, não passar a noite somando conta no papel. O Jota é o principal parceiro de quem toca tudo sozinho&#8221;.</p>



<p>Com o Jota, o empreendedor controla o dinheiro sem abrir planilha, apps de banco ou caderninho. Ele cobra clientes, vende no cartão em até 12x sem precisar de maquininha, registra quem ficou devendo e realiza pagamentos, pelo Whatsapp ou em seu app conversacional. A partir disso, o Jota lembra proativamente quem deve, quais boletos vencem, o que entrou, o que saiu, deixa o saldo rendendo enquanto o negócio roda, além de ter insights para tomar melhores decisões financeiras.</p>



<p>&#8220;Nosso objetivo nunca foi criar mais um aplicativo financeiro&#8221;, afirma Holanda. &#8220;Estamos construindo um assistente que ajuda milhões de brasileiros a ganhar tempo, gastar menos e decidir melhor todos os dias. Acreditamos que, daqui a alguns anos, a principal forma de cuidar do dinheiro vai ser conversando&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Com os recursos da Série A, o Jota pretende acelerar o desenvolvimento de sua infraestrutura de inteligência artificial e expandir as funcionalidades do assistente, antecipando entregas que já faziam parte da visão de longo prazo da empresa. Entre as frentes em estudo está a oferta de crédito em contexto, no momento exato em que o cliente precisa de liquidez.</p>



<p>&#8220;Os melhores produtos financeiros são aqueles que se integram naturalmente à forma como as pessoas já vivem e trabalham&#8221;, afirma Diogo Monica, General Partner da Haun Ventures. &#8220;O Jota fez exatamente isso ao construir um assistente que encontra o empreendedor brasileiro onde ele já está, no WhatsApp, falando a sua língua e do seu jeito. O Jota é um dos produtos mais promissores que vimos surgir no segmento de finanças conversacionais, e temos orgulho de liderar esta rodada Série A&#8221;.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre o Jota:</strong></p>



<p>O Jota é um assistente financeiro e pessoal com inteligência artificial que funciona no WhatsApp e em aplicativo próprio. Por meio do Open Finance, reúne as contas do usuário em um só lugar, controla despesas e permite pagar boletos e Pix, gerar cobranças, vender no cartão e acompanhar a saúde financeira do negócio por áudio, texto ou imagem. Com o lançamento do Jota 2.0, a plataforma evoluiu de um assistente que responde a comandos para um agente financeiro proativo, capaz de monitorar movimentações e gerar insights para empreendedores. Fundado por Davi Holanda, empreendedor de referência no setor financeiro, que fundou a Bankly e teve papel central na criação do PagBank, o Jota foi lançado em janeiro de 2025 e já atende cerca de 300 mil clientes. Entre seus investidores estão a Haun Ventures, líder da rodada Série A, além de HOF Capital, Greyhound Capital, Alter Global, Big Bets e MAYA Capital, que liderou a rodada seed.</p>
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		<title>Versi anuncia parceria com FYP Engenharia e empreendimento com R$ 119 milhões em VGV</title>
		<link>https://starten.tech/2026/06/29/versi-anuncia-parceria-com-fyp-engenharia-e-empreendimento-com-r-119-milhoes-em-vgv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 21:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A real estate fintech Versi, de Santa Catarina, anunciou a chegada da FYP Engenharia como nova incorporadora parceira. A parceria entre as empresas terá início no Condomínio Maxy Grego, localizado em Santa Bárbara d&#8217;Oeste (SP). O empreendimento soma R$ 119 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV) e conta com 327 unidades. Com a novidade, [&#8230;]]]></description>
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<p>A <em>real estate fintech</em> Versi, de Santa Catarina, anunciou a chegada da FYP Engenharia como nova incorporadora parceira. A parceria entre as empresas terá início no Condomínio Maxy Grego, localizado em Santa Bárbara d&#8217;Oeste (SP). O empreendimento soma R$ 119 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV) e conta com 327 unidades. Com a novidade, a empresa passa a contar com 29 incorporadoras integradas à comunidade.</p>



<p>Com 15 anos de atuação no estado de São Paulo, a FYP Engenharia construiu uma trajetória no segmento econômico, com forte presença na região de Campinas e ampla experiência no programa Minha Casa Minha Vida. Ao longo de sua atuação, a incorporadora soma 4.268 unidades entregues.</p>



<p>A empresa também reúne importantes certificações do setor da construção civil, como o NDT da Caixa Econômica Federal (Nível de Desempenho Técnico), PBQP-h nível &#8220;A&#8221; e ISO 9001, reforçando sua atuação voltada à qualidade, eficiência operacional e gestão.</p>



<p>Para o CEO da Versi, Ebran Theilacker, a chegada da FYP Engenharia fortalece a comunidade da real estate fintech, que segue ampliando a rede de incorporadoras parceiras e expandindo sua presença no mercado imobiliário brasileiro. &#8220;Reforça nosso compromisso em conectar empresas sólidas, com experiência e visão de crescimento. A FYP tem uma trajetória consistente no segmento econômico e uma atuação muito relevante no interior de São Paulo, o que agrega ainda mais valor ao nosso ecossistema — destaca&#8221;. </p>



<p>O sócio-fundador da FYP, Bruno Fakiani, também celebrou a parceria. &#8220;Desde o início, a equipe foi direta, técnica e parceira de verdade. Com visão de negócio e muita seriedade na análise. Para quem está no mercado de Minha Casa, Minha Vida, ter um investidor que entende de crédito associativo e fala a mesma língua faz toda a diferença. Estamos animados com o que vem pela frente&#8221;.</p>



<p><strong>Sobre a Versi</strong></p>



<p>Fundada em 2014, a Versi é especialista em soluções para incorporadoras do segmento econômico. Gerenciando investimentos e atuando com funding, é uma real estate fintech pioneira ao ser 100% dedicada a impulsionar empreendimentos em todo o Brasil ligados a programas como o Minha Casa Minha Vida, ajudando a acelerar a redução do déficit habitacional do país. Com um portfólio de obras que soma R$ 5,8 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), a Versi fornece funding para incorporadoras a partir do Registro da Incorporação (RI), suportando os desafios iniciais antes da entrada da Caixa Econômica Federal. Além de funding, atua também com um ecossistema de soluções integradas para o setor, tecnologia especializada e uma comunidade que colabora e fortalece o setor de forma conjunta. Em 2024, foi listada pela Revista Exame no ranking brasileiro de Negócios em Expansão.</p>
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