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		<title>Conheça as startups catarinenses selecionadas para o programa de incubação da Rede MIDIHUB</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 17:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rede MIDIHUB divulgou as 95 startups catarinenses selecionadas para o programa de incubação 2026. Distribuídas entre 12 incubadoras, uma virtual e 11 em seis mesorregiões do estado, as empresas participarão de uma jornada de desenvolvimento de dois anos.&#160; A principal novidade desta edição é a integração com o Startup SC, iniciativa gratuita de capacitação [&#8230;]]]></description>
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<p>A Rede MIDIHUB divulgou as 95 startups catarinenses selecionadas para o programa de incubação 2026. Distribuídas entre 12 incubadoras, uma virtual e 11 em seis mesorregiões do estado, as empresas participarão de uma jornada de desenvolvimento de dois anos.&nbsp; A principal novidade desta edição é a integração com o Startup SC, iniciativa gratuita de capacitação que ampliará o acesso a mentorias, workshops e conteúdos exclusivos para negócios inovadores.</p>



<p>Coordenado pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e pelo Sebrae Startups, o programa tem como objetivo acelerar o crescimento de startups de base tecnológica com produto ou serviço já em operação, conectando-as a especialistas, investidores e parceiros estratégicos. &#8220;Santa Catarina construiu ao longo dos anos um ecossistema de inovação que é referência nacional. A nova turma do MIDIHUB é mais uma prova de que o estado segue formando empresas com potencial real de escala&#8221;, afirma o presidente da ACATE, Diego Brites Ramos. </p>



<p>O histórico do programa sustenta as expectativas para a nova turma. Em 2025, as startups incubadas na Rede MIDIHUB  somaram mais de R$ 42 milhões em faturamento e captaram R$ 11 milhões em recursos, entre investimentos e iniciativas de fomento. Entre os casos de sucesso que já passaram pelo programa estão Next Fit, Beepay, Guapeco, Cria.Ai, Prevision, Hauseful, Voltbras, que juntas somam mais de R$ 100 milhões captados, além da RD Station, adquirida pelo Grupo Totvs pelo valor de R$ 1,87 bilhão. &#8220;A cada edição, vemos o resultado direto do amadurecimento do ecossistema, e também do que o MIDIHUB foi construindo ao longo dos anos junto com as incubadoras parceiras&#8221;, destaca a coordenadora do MIDIHUB no Sebrae/SC, Silvia Carvalho.</p>



<p>Já são mais de 350 startups apoiadas pela Rede por meio da metodologia MIDITEC, quatro vezes premiada como a melhor do Brasil pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores e Tecnológicos (Anprotec), além de figurar três vezes entre as cinco melhores do mundo no World&#8217;s Top University-linked Business Incubators &amp; Accelerators, ranking da UBI Global.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Fazem parte da Rede MIDIHUB as incubadoras MIDITEC e SebraeHub, de Florianópolis; Gene, de Blumenau; Softville Ágora, de Joinville; Épsilon, de Lages; INCTECh, de Chapecó; ARATEC, de Araranguá; GTEC, de Rio do Sul; Sigma, de Tubarão; Fábrica Centro de Inovação, de São Miguel do Oeste; Itec.In, de Criciúma; e Marina Tech, de Itajaí.&nbsp; O ano de 2026 marca também a expansão de sua atuação fora do estado, com a instalação da Rede no HUB Cerrado, em Goiânia (GO).&nbsp;</p>



<p><strong>Como funciona a nova jornada&nbsp;</strong></p>



<p>Os próximos passos para as startups selecionadas incluem a assinatura de contratos com as incubadoras de cada região, seguida do kick-off presencial, marcado para 8 a 10 de abril em Florianópolis. A partir daí, as empresas iniciam oficialmente a trilha de incubação, com cronograma de metas e encontros estruturados ao longo dos próximos dois anos.</p>



<p>O modelo de incubação utiliza a metodologia MIDITEC, que se se baseia em pilares práticos, como diagnóstico de maturidade, plano de ação individual, acompanhamento mensal por indicadores (OKRs e KPIs) e capacitações temáticas. Além disso, os empreendedores têm acesso a uma plataforma exclusiva de monitoramento e conexão com especialistas. A rotina inclui fóruns, check-ins mensais e bancas de ramp-up, além de mentorias gratuitas e consultorias subsidiadas.</p>



<p><strong>Conheça as startups selecionadas:</strong></p>



<p><strong>Softville, Joinville:</strong><br>A&amp;B Conect <br>Amplify UGC<br>Bold<br>Gestlife Web App Ltda<br>Hollox<br>Hype Social<br>Industrialli<br>Opller<br>ORCON<br>ReportLog Tecnologia em Logística<br>Talent ADS<br>Vaca Roxa<br>VaReni Plataforma de Projetos<br>VencyOne Tecnologia Ltda.</p>



<p><strong>Marina Tech, Itajaí</strong><br>Ark Med<br>Dynamis Educação<br>FKSmart<br>InsideLab<br>Lysa<br>M&amp;M Soluções Empresariais<br>Mercado de Agentes<br>Movision<br>Noxel Labs / MinhaCamboriu<br>Saude Sync<br>Shift Tecnologia<br>Veicular &#8211; Comunicação Em Movimento<br>ZapVida Saúde Integrada<br>Zetta Translate</p>



<p><strong>SEBRAE HUB</strong><br>NewEdtech/ Clima Edu<br>Soul Healthcare LTDA<br>Trail Gov<br>Coostura</p>



<p><strong>Sigma, Tubarão</strong><br>Mei Forte Ltda<br>Inovabot Soluções em I.A Ltda<br>Elarin Ltda<br>Pulse Tecnologia em Saúde Ltda<br>Miamind HR Tech Ltda<br>Mila Tecnologia Ltda<br>Geovane Pereira da Silva</p>



<p><strong>Fábrica Centro de Inovação, São Miguel do Oeste</strong><br>Dose Certa<br>Power Care Eng. Elétrica Avançada<br>Conver<br>Natiz Ltda<br>Visa Pro<br>Alugee<br>Grtax Service<br>Abcskill</p>



<p><strong>Gene, Blumenau:</strong><br>Hidryco (Outline)<br>Hubdash<br>Idea Plus<br>Intracommerce<br>Lummi<br>Odisseia Ai<br>Taggui Rh</p>



<p><strong>INCTECh, Chapecó</strong><br>Carbon Smart<br>CRLajus Pesquisas e Inovações<br>DOOST<br>Jurística<br>Minha Babá<br>ModoBank<br>VEXCOM Sistemas</p>



<p><strong>ARATEC, Araranguá</strong><br>Ideal Opposite Soluções Tecnológicas LTDA</p>



<p><strong>MIDITEC, Florianópolis</strong><br>Conta Mais<br>Veros<br>Bluey<br>NAMTAB<br>MEDsimple<br>Sales Sense<br>Joga<br>Youlics<br>Datallog<br>Gaia Saneamento<br>RunnerHub</p>



<p><strong>Épsilon, Lages</strong><br>Alga&amp;nzyme &#8211; Microalgas Para Soluções <br>ECx Soluções em Saúde do Solo<br>GoDados<br>JustiPlus<br>Ouran<br>Plant Colab Pesq. Desenvolvimento Ltda<br>Ycorps &#8211; Soluções em diagnóstico</p>



<p><strong>GTEC, Rio do Sul</strong><br>Genial Dash Soluções Em B.I.<br>Execute Flow<br>Oasys Tecnologia<br>Meu Pmoc</p>



<p><strong>Itec.In, Criciúma</strong><br>Zorte<br>Valya<br>Auditus Sistemas<br>MiMolda<br>Supertixs<br>Aurora<br>PainCave Academy<br>BI CONECT<br>MEDICAL AI<br>Lifty Solutions<br>Bloom</p>
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		<title>Conexão entre CRM e IA deve extinguir uso de ferramentas isoladas no setor de vendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 19:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso de ferramentas isoladas no setor de vendas caminha gradualmente para o fim nas empresas. À medida que os sistemas passam a se conectar cada vez mais e as soluções evoluem, cresce a percepção de que processos e plataformas separados já não atendem às necessidades de agilidade e praticidade exigidas no dia a dia [&#8230;]]]></description>
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<p>O uso de ferramentas isoladas no setor de vendas caminha gradualmente para o fim nas empresas. À medida que os sistemas passam a se conectar cada vez mais e as soluções evoluem, cresce a percepção de que processos e plataformas separados já não atendem às necessidades de agilidade e praticidade exigidas no dia a dia das equipes comerciais. De acordo com dados da primeira edição do &#8220;Panorama do uso de Inteligência Artificial nas Vendas B2B no Brasil&#8221;, pesquisa exclusiva promovida pela Agendor em 2025, 68%&nbsp;dos profissionais de vendas afirmam já utilizar algum CRM. A demanda por essa integração, no entanto, sempre existiu, já que a rotina desses trabalhadores é marcada pelo ritmo intenso e pela necessidade constante de otimizar tempo. O panorama reforça o cenário, já que uma grande parcela dos participantes (48%) aponta o excesso de tarefas operacionais como o principal fator de cansaço na jornada de trabalho.&nbsp;</p>



<p>Quando as soluções estão integradas, o impacto aparece diretamente na produtividade. A conexão entre sistemas reduz o tempo gasto com preenchimentos e tarefas operacionais, permitindo que os profissionais se concentrem mais na atividade principal: vender. Com isso, equipes que operam dentro de um ecossistema conectado tendem a alcançar melhores resultados e maior eficiência no trabalho comercial.</p>



<p>O cofundador e diretor de produto da Agendor, Tulio Monte Azul, avalia que no cenário atual o CRM passa a assumir um papel central dentro das empresas. A ferramenta deixa de ser apenas mais um sistema utilizado pela equipe de vendas e se torna o agrupador de informações provenientes de diferentes plataformas, reunindo dados que ajudam o time de operações a entender o que está acontecendo com cada cliente e permitem que gestores e diretores tomem decisões mais estratégicas.</p>



<p>“Com essa conexão entre sistemas, o CRM deixa de ser uma ferramenta passiva, que apenas recebe e armazena informações, e passa a atuar de forma mais estratégica e ativa, gerando insights e resultados a partir dos dados integrados. A capacidade de integração se torna essencial para que a plataforma gere ganhos para as equipes e apoie decisões estratégicas dentro das empresas”, explica.&nbsp;</p>



<p>Conforme Tulio, na atuação da Agendor, um dos principais ganhos no uso de plataformas conectadas está em conseguir oferecer um CRM que tenha de fato engajamento com o time de vendas, com boa usabilidade e facilidade de uso da ferramenta. A proposta é ter integração com diferentes frentes do processo comercial, captação de leads e integração com dados armazenados, sem que o vendedor precise alternar entre ferramentas ou copiar e colar informações. A automação dessas etapas gera ganhos diretos de tempo e reduz falhas comuns em processos manuais.&nbsp;</p>



<p>“Ao evitar erros e diminuir tarefas operacionais, os profissionais podem dedicar mais tempo às atividades de venda, o que contribui para melhores resultados comerciais. Além disso, a integração amplia a visibilidade da gestão sobre o trabalho das equipes, permitindo acompanhar interações com clientes e entender melhor como os vendedores conduzem atendimentos e seguem as estratégias definidas, algo que seria mais difícil de garantir caso dependesse apenas do registro manual das informações” destaca.&nbsp;</p>



<p><strong>O papel das IAs na otimização do tempo</strong></p>



<p>A inteligência artificial (IA) também tem ampliado as possibilidades de integração entre diferentes fluxos e ferramentas dentro das empresas. Um dos principais impactos está na redução do tempo necessário para desenvolver integrações entre sistemas. Além de conectar dados, a IA também contribui para manipular, interpretar e organizar as informações, realizando tarefas como leitura de dados, categorização e atribuição. Com isso, processos que antes exigiam apenas o armazenamento de informações passam a gerar ações estratégicas a partir da análise desses dados.</p>



<p>Na prática, conforme Tulio, significa que dados de conversas, por exemplo, podem ser registrados inicialmente como informações brutas e, em seguida, interpretados pela IA para gerar ações dentro do CRM. A partir da leitura, o sistema pode sugerir a criação de um novo negócio, movimentar etapas do funil, recomendar follow-up futuro ou até indicar abordagens para que o vendedor contorne objeções. Esse tipo de análise, que antes dependia exclusivamente da interpretação humana, passa a ser automatizado e integrado ao fluxo de trabalho das equipes comerciais.</p>



<p>“O avanço da IA também tem facilitado o desenvolvimento de novas formas de integração entre ferramentas. Com a redução do custo e da complexidade no desenvolvimento de software, integrações que antes não eram viáveis passam a se tornar possíveis. Isso inclui tanto conexões via APIs quanto automações realizadas diretamente no próprio computador do usuário, permitindo automatizar tarefas que antes eram feitas manualmente entre diferentes sistemas e plataformas. Ou seja, ganhar tempo”, finaliza Tulio.&nbsp;</p>



<p><strong>A importância dos parceiros no ecossistema</strong></p>



<p>Para Tulio, os parceiros de consultoria e integração têm papel fundamental na construção de um ecossistema de soluções realmente completo. Neste sentido, é necessário que especialistas analisem os processos das empresas para entender como as atividades funcionam, quais ferramentas são utilizadas em cada etapa e onde essas soluções precisam estar conectadas. Desta forma, os parceiros contribuem diretamente ao identificar oportunidades de integração e estruturar a melhor forma de conectar sistemas dentro da rotina operacional das organizações.</p>



<p>Ainda segundo ele, após essa etapa de análise, entra em cena o processo de integração. Sem isso, a conexão pode ser viabilizada de forma rápida e prática por meio de APIs: um conjunto de protocolos e definições que permitem a integração do CRM com outros sistemas. É nesse momento que os parceiros integradores se tornam peça-chave, criando soluções que conectam o sistema a diversas plataformas utilizadas no mercado e ampliam as possibilidades de integração para os clientes.</p>



<p>“O próprio ecossistema de parceiros também gera novas oportunidades de colaboração entre os participantes. Consultores que atuam junto aos clientes podem recorrer a integradores dentro da rede quando surge a necessidade de desenvolver uma integração específica. Esse trabalho conjunto fortalece o ecossistema, cria novas oportunidades de negócio e beneficia todos os envolvidos, incluindo parceiros consultores, integradores, clientes e a própria empresa” pontua.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre a Agendor</strong></p>



<p><br>A Agendor é uma empresa brasileira de tecnologia que oferece um Ecossistema de Soluções para Vendas B2B, combinando automação e usabilidade para ajudar times comerciais a venderem com mais eficiência e liberdade. Hoje, a plataforma conecta CRM, WhatsApp e inteligência artificial para centralizar dados e trazer previsibilidade para a gestão de vendas. Desde 2012, já impactou mais de 700 mil empresas e mantém 28 mil usuários ativos diariamente.&nbsp;</p>
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		<title>Revenue Intelligence é o novo BI? Por que as áreas de vendas estão virando centros de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Sterenberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Por anos, empresas investiram em BI para entender o que estava acontecendo, com dashboards, relatórios e cruzamento de bases. Funcionou até certo ponto. O problema é que boa parte dos dados que realmente importam nunca chegaram a nenhum sistema, ficando presos em conversas e trocas. Em reuniões de vendas, ligações e trocas de mensagens, o [&#8230;]]]></description>
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<p>Por anos, empresas investiram em BI para entender o que estava acontecendo, com dashboards, relatórios e cruzamento de bases. Funcionou até certo ponto. O problema é que boa parte dos dados que realmente importam nunca chegaram a nenhum sistema, ficando presos em conversas e trocas.</p>



<p>Em reuniões de vendas, ligações e trocas de mensagens, o cliente fala tudo: objeções reais, concorrentes que está avaliando, prazo de decisões, orçamentos que ainda não foram aprovados. São dados de pipeline, de inteligência competitiva e de timing. E nenhum deles vai automaticamente para o CRM.</p>



<p>O que vai para o CRM é o que o vendedor lembrou de digitar depois da reunião, no meio de outras inúmeras tarefas. Ou seja, é um recorte parcial e até defasado da realidade. E é sobre esse recorte que gestores fazem forecast, CS prioriza contas em risco e CROs projetam as próximas receitas.&nbsp;</p>



<p>É aí, diante desses pontos desfalcados, que Revenue Intelligence aparece com a capacidade de transformar interações comerciais em dados estruturados que alimentam decisões estratégicas, transformando todo o ciclo de vendas e receitas de uma empresa.</p>



<p>Enquanto o BI parte de informações já registradas, Revenue Intelligence captura o dado no momento em que ele nasce, seja em uma fala do cliente ou nos padrões que só aparecem quando você junta centenas de conversas e consegue enxergar o que está acontecendo de verdade.</p>



<p>Além disso, essa inteligência não serve só para vendas. Ela conecta o que o cliente diz na prospecção com o que o CS precisa saber para a retenção, conecta o padrão de objeções com o conteúdo que o marketing deve produzir. Ou seja, é uma inteligência compartilhada entre times que, muitas vezes, operam de forma segmentada.</p>



<p>Empresas B2B com vendas complexas geram diariamente um volume imenso de dados não estruturados. Cada interação comercial contém informações valiosas sobre o mercado, concorrência, comportamento de compra do cliente e possíveis gargalos processuais. O desafio é que, frequentemente, esse&nbsp;dado é tratado apenas como parte de uma conversa.</p>



<p>Quando você começa a estruturar esse dado com segurança e integração aos sistemas que já existem, a área de vendas passa a funcionar como um centro de dados no sentido estratégico: um lugar de onde saem insights que orientam decisões estratégicas de toda a empresa.</p>



<p>Porém, é muito importante ressaltar que dados sem segurança não são ativos, são riscos. Sempre que se fala em captura de conversas, a pergunta sobre segurança é imediata (e legítima). A conversa com o cliente talvez seja o ativo mais sensível de uma operação comercial, tratar esse dado com o mesmo rigor que se trata uma base financeira é o mínimo que qualquer empresa séria deveria exigir das ferramentas que adota.&nbsp;</p>



<p>Por fim, as melhores informações sobre o seu cliente já estão na sua empresa, nas conversas e trocas que acontecem todos os dias. A questão é o que você está fazendo com elas.&nbsp; Sempre lembrando que criptografia e conformidade com a LGPD não são diferenciais, são requisitos. Qualquer plataforma que trata Revenue Intelligence com seriedade precisa ter isso como ponto de partida.</p>
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		<title>Galileu Saúde conquista certificação HIPAA com solução da SinapseTech</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Galileu Saúde implementou um projeto de governança, riscos e compliance (GRC) em parceria com a SinapseTech, empresa especializada em segurança digital e conformidade regulatória, e já colhe resultados relevantes. Com base na plataforma GRCTech, a iniciativa resultou na conquista da certificação HIPAA, consolidando a privacidade e a segurança como pilares da operação e habilitando [&#8230;]]]></description>
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<p>A Galileu Saúde implementou um projeto de governança, riscos e compliance (GRC) em parceria com a SinapseTech, empresa especializada em segurança digital e conformidade regulatória, e já colhe resultados relevantes. Com base na plataforma GRCTech, a iniciativa resultou na conquista da certificação HIPAA, consolidando a privacidade e a segurança como pilares da operação e habilitando a expansão internacional.</p>



<p>Inserida em um setor que lida diariamente com dados altamente sensíveis, a Galileu Saúde, ecossistema de gestão inteligente de saúde voltado para o cuidado de grandes populações, utilizando inteligência artificial e telemedicina para personalizar o atendimento, partiu do desafio de se tornar uma organização orientada por privacy by design.&nbsp;</p>



<p>Isso exigiu adequação à&nbsp; Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e a implementação da HIPAA, além de um esforço contínuo de capacitação interna e a adoção de um modelo de Encarregado de Proteção de Dados (DPO) as a service.</p>



<p>A estratégia de expansão para o mercado norte-americano intensificou a complexidade do projeto, ao demandar também conformidade com a Health Insurance Portability and Accountability Act (HIPAA), Lei federal dos EUA considerada referência global na proteção de dados de saúde.</p>



<p>Para responder a esse cenário, a SinapseTech estruturou a implementação da GRCTech como espinha dorsal da governança da Galileu Saúde. A plataforma integrou processos, controles e fluxos de trabalho em um ambiente centralizado, permitindo uma gestão contínua e estruturada da segurança da informação e da privacidade.&nbsp;</p>



<p>Segundo o CEO da SinapseTech, Reginaldo Back, &#8220;não se tratava apenas de atender normas, mas de criar uma base sólida que permitisse à Galileu crescer com consistência e segurança&#8221;. Ele reforça que &#8220;a tecnologia foi um meio, mas o diferencial esteve na organização dos processos e no engajamento das pessoas&#8221;.</p>



<p>Os resultados do projeto se destacam tanto pela profundidade como pela velocidade. A certificação HIPAA foi obtida em apenas dois meses, prazo bem inferior ao padrão de mercado, impulsionado pela maturidade construída no decorrer da implementação da ISO 27001. Ao longo da jornada, foram estruturadas dezenas de políticas internas, conduzido um amplo assessment de riscos, organizado o gerenciamento de contratos com fornecedores e desenvolvido um mapeamento detalhado dos dados, incluindo a criação de mecanismos formais de governança e canais voltados aos clientes.</p>



<p>Para o CEO da Galileu Saúde, Márcio Alves, o impacto vai além da conformidade. &#8220;A mudança mais relevante foi cultural. Segurança e privacidade deixaram de ser um tema restrito e passaram a fazer parte da rotina de toda a organização&#8221;, destaca a empresa. A companhia também ressalta que &#8220;a clareza de processos e a rastreabilidade das informações trouxeram mais confiança tanto para auditorias quanto para a gestão de incidentes&#8221;.</p>



<p>Back enfatiza que essa transformação é o principal indicador de sucesso do projeto. &#8220;Antes, privacidade e segurança eram intenções. Depois, viraram cultura, processo e vantagem competitiva. Quando a organização internaliza esses princípios, o compliance deixa de ser custo e passa a ser um ativo estratégico&#8221;. </p>



<p>&#8220;Com a nova estrutura de governança, reiteramos a nossa posição para atuar em mercados mais exigentes e ampliar a nossa credibilidade junto a clientes e parceiros. Nosso maior desafio esteve na mudança de mentalidade, seguida pela adaptação dos processos e pela implementação tecnológica, um esforço que hoje se traduz em uma cultura consolidada e em uma base sustentável para crescimento global&#8221;, detalha Alves.</p>



<p><strong>Sobre a SinapseTech</strong></p>



<p>A SinapseTech é uma empresa especializada em segurança digital e conformidade regulatória, que atua como parceira estratégica na transformação tecnológica de organizações brasileiras. Com a convicção de que a proteção de dados e a governança podem impulsionar – e não limitar – a inovação, a SinapseTech integra pessoas, negócios e tecnologia para desenvolver soluções seguras, escaláveis e orientadas ao crescimento sustentável.</p>



<p>Sua atuação é sustentada por um modelo de evolução contínua baseado no método PDCA (Plan, Do, Check, Act), garantindo previsibilidade, maturidade tecnológica e resiliência em ambientes digitais acelerados. Formada por um time multidisciplinar de especialistas em segurança da informação, direito, administração e desenvolvimento, a SinapseTech tem a segurança digital como pilar silencioso de suas soluções e se destaca pela implementação responsável e confiável de tecnologias avançadas, incluindo inteligência artificial.</p>
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		<title>Prime8 aposta em eficiência operacional e leva soluções ao Abramulti 2026</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[conectividade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prime8, empresa pertencente ao ecossistema de tecnologia ZoomHolding, estará presente no Abramulti 2026, que ocorre nos dias 08 e 09 de abril, no Expominas, em Belo Horizonte (MG). Considerado o único evento temático do setor de telecomunicações e internet do Brasil, o encontro reúne empresas, especialistas e lideranças para discutir tendências, inovação e os rumos da conectividade no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prime8, empresa pertencente ao ecossistema de tecnologia ZoomHolding, estará presente no Abramulti 2026, que ocorre nos dias 08 e 09 de abril, no Expominas, em Belo Horizonte (MG). Considerado o único evento temático do setor de telecomunicações e internet do Brasil, o encontro reúne empresas, especialistas e lideranças para discutir tendências, inovação e os rumos da conectividade no país.</p>



<p>Esta edição terá como tema o universo criativo dos quadrinhos. No <em>Abramulti Comics 2026</em>, a Prime8 contará com um  stand e apresentará suas soluções voltadas à eficiência operacional e à melhoria da qualidade dos serviços prestados por provedores de internet .Entre os destaques, estarão soluções como FTTR (Fiber to the Room), com demonstração prática em parede demonstrativa, além de equipamentos de alta performance como a linha NE8000 (com modelos F2 e M1D), switches como o S6780 e tecnologias como XGSPON, voltadas à expansão e evolução das redes. O portfólio inclui ainda soluções DCI e equipamentos como X6-10 Lite e K562e-10, reforçando a atuação da empresa em conectividade e infraestrutura de ponta.</p>



<p>A participação acontece em um momento de transformação do setor, impulsionado pelo crescimento das demandas de novas receitas e estratégias que mantenham os provedores regionais na vanguarda da tecnologia garantindo competitividade, o que tem elevado a demanda por tecnologias que garantam maior controle, desempenho e escalabilidade das operações. &#8220;A nossa presença no Abramulti 2026 reforça um movimento importante da Prime8 de estar cada vez mais próximas dos provedores e das demandas reais do mercado. Estamos levando ao evento soluções mais robustas e integradas, voltadas para aumentar a eficiência operacional e a qualidade da entrega de internet, especialmente em um cenário de crescimento acelerado dos ISPs regionais&#8221;, afirma Nilton Junior, CEO da ZoomHolding.</p>



<p>Para o executivo, este avanço do digital é mais do que importante nos tempos atuais, visto o amadurecimento do mercado. &#8220;Hoje em dia não basta apenas expandir cobertura, é preciso garantir performance, gestão eficiente e sustentabilidade do negócio. Nosso foco é justamente apoiar os provedores nessa nova fase&#8221;, complementa. </p>



<p>Nilton Junior afirma que o impacto desse movimento tende a ser sentido em toda a cadeia. Por isso, empresas mais preparadas tecnologicamente conseguem escalar com mais segurança, reduzir perdas e oferecer uma experiência melhor ao cliente final, o que eleva o nível de todo o setor.</p>



<p>Durante os dois dias de evento, a empresa também deve reforçar seu posicionamento estratégico junto ao ecossistema de telecomunicações, ampliando relacionamento com parceiros e acompanhando de perto as principais tendências que devem moldar o futuro da conectividade no Brasil. &#8220;Nossa expectativa é ampliar a presença da Prime8 no mercado, impulsionar novos projetos e acelerar negócios durante e após o evento. Em conjunto com a Huawei, vamos apresentar um portfólio completo, com soluções de alta performance que atendem desde a expansão até a evolução tecnológica dos ISPs, tanto para novos clientes quanto para parceiros já consolidados&#8221;, finaliza o executivo.</p>



<p><strong>Sobre a ZoomHolding</strong></p>



<p>Fundada em 2004 como Zoom Informática e Papelaria, empresa de artigos de tecnologia e expandida a partir de 2018, a ZoomHolding é uma holding brasileira com sede em Palhoça (SC) e foco em tecnologia e inovação. Com seis empresas conectadas e mais de 370 colaboradores, o grupo atua em toda a cadeia de tecnologia — da fabricação de hardware à integração de soluções e software. Em 2025, alcançou receita de R$ 750 milhões, o que representou 31% de crescimento em relação ao ano anterior.</p>
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		<title>Cuca centenária representa cultura regional no 2º Summit Nacional de Sustentabilidade do Sicredi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta terça e quarta-feira (31 de março e 1º de abril), lideranças de todo o país estão reunidas no 2º Summit Nacional de Sustentabilidade do Sicredi, um dos principais encontros do Sistema Sicredi voltado à construção de estratégias e ao fortalecimento do cooperativismo no Brasil. O evento reúne diretores e presidentes das cooperativas, além de [&#8230;]]]></description>
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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/8015962db11e34ae8d37c95da190c80a-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-10394" style="aspect-ratio:0.750012007108208;width:274px;height:auto" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/8015962db11e34ae8d37c95da190c80a-768x1024.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/8015962db11e34ae8d37c95da190c80a-225x300.jpg 225w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/8015962db11e34ae8d37c95da190c80a-1152x1536.jpg 1152w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/8015962db11e34ae8d37c95da190c80a-860x1147.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/8015962db11e34ae8d37c95da190c80a.jpg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Produto das cuqueiras de Rolante, reconhecido como patrimônio imaterial, leva tradição e identidade a encontro nacional do cooperativismo</em>.</figcaption></figure>
</div>


<p>Nesta terça e quarta-feira (31 de março e 1º de abril), lideranças de todo o país estão reunidas no 2º Summit Nacional de Sustentabilidade do Sicredi, um dos principais encontros do Sistema Sicredi voltado à construção de estratégias e ao fortalecimento do cooperativismo no Brasil. O evento reúne diretores e presidentes das cooperativas, além de representantes do Banco Central e convidados como José Galló e Mário Sérgio Cortella. Representando a cooperativa no encontro, o presidente do Conselho de Administração, Álvaro Link, e o diretor-executivo, Sherlei Zucchetti, participam da programação que conecta diferentes regiões do país em torno de um objetivo comum: pensar o futuro do cooperativismo a partir de práticas sustentáveis e colaborativas.</p>



<p>Neste ano, uma iniciativa especial trouxe ainda mais significado ao evento. Cada Central foi convidada a escolher um produto de associado que representasse sua identidade regional. A proposta ganhou forma em uma construção coletiva: uma padaria cooperativa simbólica, onde, no último dia do Summit, os produtos são compartilhados entre os participantes.</p>



<p>Para representar a Central Sul/Sudeste, que abrange os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Espírito Santo, foi escolhida a cuca produzida pelas cuqueiras de Rolante, organizadas na Associação de Cuqueiros e Cuqueiras de Rolante (ASCUR). Reconhecida como patrimônio imaterial, a tradicional receita ganha destaque nacional por meio da chamada Cuca Centenária, também conhecida como Cuca Sicredi. A versão apresentada no Summit leva kiwi, chocolate branco e nozes, combinação que une frescor, doçura e textura, ao mesmo tempo em que o kiwi remete ao verde característico do Sicredi, reforçando a conexão entre cultura local e identidade cooperativa.</p>



<p>Mais do que um alimento, a cuca carrega uma história que atravessa gerações. Produzida de forma artesanal, ela representa o cuidado, o saber-fazer e a tradição de uma comunidade que encontrou na culinária uma forma de expressão cultural e desenvolvimento.</p>



<p>Para o presidente Álvaro Link, a escolha simboliza o reconhecimento do trabalho construído pelos associados. “É motivo de orgulho e distinção ver um produto de um associado da nossa cooperativa sendo apresentado e conhecido em todo o Brasil”, destaca.</p>



<p>Ao integrar a programação do Summit, a iniciativa amplia o olhar sobre sustentabilidade, incorporando não apenas aspectos econômicos e ambientais, mas também culturais. A presença da cuca de Rolante no encontro simboliza justamente isso: a força de um modelo que cresce sem perder sua essência.</p>



<p>Mais do que representar uma região, a Cuca Centenária leva ao cenário nacional um pedaço da identidade de Rolante e região, mostrando que, no cooperativismo, desenvolvimento também é preservar e valorizar aquilo que nos conecta.</p>



<p><strong>Sobre a Sicredi Caminho das Águas</strong></p>



<p>Constituída em 1923, a Sicredi Caminho das Águas integra o Sistema Sicredi – composto por mais de 100 cooperativas em todo o Brasil. A instituição oferece um portfólio completo com mais de 300 soluções financeiras para liberar o potencial de pessoas e negócios. Com sede em Rolante (RS), reúne mais de 95 mil associados em uma área de atuação que abrange 33 municípios do Vale do Paranhana e do Litoral Norte gaúcho, como Igrejinha, Sapiranga, Taquara, Capão da Canoa, Torres, Osório, Tramandaí, entre outros.</p>
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		<title>Sistema FIERGS e Finep percorrem 10 cidades do RS para linhas de apoio à inovação industrial que somam R$ 3,3 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 23:04:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[A falta de informação sobre linhas de fomento à inovação ainda limita o acesso de indústrias a recursos disponíveis no país. O tema foi apontado como um dos principais gargalos durante o 11º Congresso de Inovação da Indústria, recentemente, em São Paulo. Para mudar esse cenário, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Mcti), por meio da Financiadora de Estudos [&#8230;]]]></description>
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<p>A falta de informação sobre linhas de fomento à inovação ainda limita o acesso de indústrias a recursos disponíveis no país. O tema foi apontado como um dos principais gargalos durante o 11º Congresso de Inovação da Indústria, recentemente, em São Paulo. Para mudar esse cenário, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Mcti), por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e com apoio do Sistema FIERGS, inicia, em abril, uma agenda de eventos no Rio Grande do Sul para apresentar 13 novas linhas de apoio voltadas à inovação industrial, com R$ 3,3 bilhões em recursos não reembolsáveis. As oportunidades são destinadas a empresas, cooperativas e instituições de ciência e tecnologia (ICTs). </p>



<p>A primeira agenda ocorre nesta quarta-feira, 1º, às 8h, no CIC de Bento Gonçalves (R. Avelino Luiz Zat, 95, Fenavinho). Na sequência, na quinta-feira, 2, a programação passa pelo TecnoUCS (R. Francisco Getúlio Vargas, 1130, Bloco 59, Petrópolis), às 9h. </p>



<p>No estado, a iniciativa conta com a parceria do Sistema FIERGS na organização e articulação dos eventos, que percorrerão&nbsp;10 cidades. A participação da Federação também busca aproximar as indústrias dos serviços oferecidos pela entidade, como o Balcão da Inovação e o Núcleo de Acesso ao Crédito, além de iniciativas do Senai-RS e do IEL-RS.&nbsp;</p>



<p>As novas linhas contemplam importantes áreas para a indústria, como semicondutores, transição energética e tecnologias digitais, consideradas fundamentais para ampliar a competitividade do setor.&nbsp;“Hoje muitas empresas não inovam por desconhecerem os instrumentos de fomento disponíveis. Queremos reduzir essa distância e fazer com que esses recursos cheguem, de fato, a quem precisa e quer investir em inovação”, afirma&nbsp;o diretor do Sistema FIERGS e coordenador do Conselho&nbsp;de&nbsp;Tecnologia e Inovação (Citec), Marcus Coester.&nbsp;</p>



<p>Inscrições&nbsp;para participar dos eventos podem ser realizadas por meio do link&nbsp;<strong><a href="https://forms.office.com/r/d2dJpMJ78H" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://forms.office.com/r/d2dJpMJ78H</a></strong>.&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>Hiperpersonalização dos ataques digitais: quando a IA transforma risco em escala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Iglesias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A ascensão da inteligência artificial, combinada ao uso intensivo de dados, inaugurou uma nova geração de ataques digitais: hiperpersonalizados, contextuais e cada vez mais difíceis de detectar. Não se trata mais de ameaças massificadas, campanhas genéricas ou tentativas aleatórias. Os ataques agora são mais precisos, conhecem o comportamento do usuário, simulam padrões legítimos e exploram, [&#8230;]]]></description>
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<p>A ascensão da inteligência artificial, combinada ao uso intensivo de dados, inaugurou uma nova geração de ataques digitais: hiperpersonalizados, contextuais e cada vez mais difíceis de detectar. Não se trata mais de ameaças massificadas, campanhas genéricas ou tentativas aleatórias. Os ataques agora são mais precisos, conhecem o comportamento do usuário, simulam padrões legítimos e exploram, em tempo real, fragilidades específicas de cada jornada. Esse movimento redefine o próprio conceito de risco no sistema financeiro.</p>



<p>Se antes a preocupação estava concentrada na proteção de perímetro e em regras estáticas, hoje o desafio passa a ser acompanhar uma dinâmica em que o ataque aprende, se adapta e evolui continuamente. A fraude já não é mais um evento isolado: ela passou a fazer parte de um ecossistema organizado, com uso sofisticado de IA, automação e engenharia social.</p>



<p>Levantamento do Gartner reforça a dimensão desse cenário: nos últimos 12 meses, 62% das organizações sofreram ataques com deepfake envolvendo engenharia social ou exploração de processos automatizados, enquanto 32% enfrentaram ataques a aplicações de IA baseados na exploração de prompts.</p>



<p>Na prática, isso significa que a defesa tradicional já não é suficiente. Modelos baseados apenas em regras, listas de bloqueio ou análises retrospectivas não conseguem acompanhar a velocidade e a complexidade desse novo cenário. Quando a fraude é detectada, muitas vezes, o dano já aconteceu.</p>



<p>A resposta precisa mudar de lógica. O combate à fraude passa a exigir inteligência contextual, capacidade de análise em tempo real e integração ao longo de toda a jornada financeira, do onboarding à transação. É nesse ponto que a inteligência artificial passa a ser um elemento central de defesa, e não somente uma ferramenta de eficiência.</p>



<p>Mas não qualquer IA. O que ganha relevância agora são modelos capazes de interpretar contexto, correlacionar sinais e agir em microssegundos. Sistemas que não apenas detectam anomalias, mas compreendem comportamento, combinando dados de dispositivo, padrões transacionais, identidade digital e sinais de rede para tomar decisões dinâmicas.</p>



<p>Esse avanço traz um novo paradigma: a segurança deixa de ser reativa e passa a ser adaptativa. Na prática, vemos três movimentos importantes nesse novo cenário.</p>



<p>O primeiro é o fortalecimento de camadas biométricas e de prova de vida, que evoluem para identificar manipulações sintéticas, deepfakes e tentativas de fraude baseadas em IA. Não basta reconhecer uma face ou um documento, é preciso validar a integridade do canal e a autenticidade da interação.</p>



<p>O segundo é a consolidação de arquiteturas de identidade inteligente, baseadas em princípios de zero trust. A identidade passa a ser um conjunto dinâmico de atributos, monitorado continuamente ao longo da jornada. Cada interação passa a ser validada com base em risco, contexto e comportamento.</p>



<p>O terceiro é a integração entre áreas que historicamente operavam de forma isolada. Segurança, prevenção à fraude, TI e experiência do cliente passam a atuar de forma coordenada. A fragmentação, muitas vezes causada por uma combinação de sistemas desconectados, não só aumenta a complexidade operacional, como amplia superfícies de risco.</p>



<p>É nesse ponto que a arquitetura tecnológica passa a ter um papel crítico. Ambientes fragmentados, construídos como verdadeiros &#8220;frankensteins&#8221; de soluções, dificultam a correlação de dados e atrasam a resposta a incidentes. Já arquiteturas integradas permitem orquestrar informações em tempo real, reduzir latência e tomar decisões mais precisas.</p>



<p>Essa mudança também impacta a forma como medimos eficiência em segurança. Indicadores tradicionais, como número de fraudes detectadas, passam a dividir espaço com métricas mais sofisticadas: tempo médio de detecção, tempo de resposta, redução de falsos positivos e impacto na experiência do cliente. O objetivo não é apenas bloquear fraude, mas fazer isso sem fricção desnecessária.</p>



<p>O desafio, portanto, não é apenas tecnológico, é estrutural.</p>



<p>A hiperpersonalização dos ataques exige uma resposta igualmente sofisticada, baseada em dados, integração e capacidade de adaptação contínua. Segurança passa a ser uma disciplina transversal, que sustenta a confiança no sistema financeiro, deixando de ser um componente isolado.</p>



<p>No fim, a equação é clara: quanto mais inteligente o ataque, mais inteligente precisa ser a defesa. E essa inteligência não está apenas na tecnologia, mas na capacidade das instituições de repensar suas arquiteturas, seus processos e sua forma de operar em um ambiente onde o risco evolui na mesma velocidade da inovação.</p>
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		<title>Com alta de quase 50%, M&#038;As alavancam crescimento do setor de tecnologia em Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[O ecossistema tecnológico de Santa Catarina inicia 2026 em um novo patamar de maturidade financeira, impulsionado por um maior volume de investimentos e aquisições registrados no último ano. De acordo com levantamento realizado pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) junto a empresas do setor, foram registradas 28 fusões e aquisições (M&#38;As) em 2025, 47% a [&#8230;]]]></description>
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<p>O ecossistema tecnológico de Santa Catarina inicia 2026 em um novo patamar de maturidade financeira, impulsionado por um maior volume de investimentos e aquisições registrados no último ano. De acordo com levantamento realizado pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) junto a empresas do setor, foram registradas 28 fusões e aquisições (M&amp;As) em 2025, 47% a mais do que em 2024, que registrou 19 operações, refletindo uma mudança no mercado, que passou de uma fase de cautela para um ciclo de expansão estratégica e internacionalização.&nbsp;</p>



<p>O desempenho de 2025 foi marcado pela retomada de rodadas significativas de&nbsp;<em>growth equity</em>&nbsp;e por operações de grande porte, com destaque para a aquisição da Conta Azul, de Joinville, pela norueguesa Visma, em um negócio que movimentou R$ 1,7 bilhão. O ano registrou, ainda, aumento no interesse estrangeiro pelas empresas locais, com oito&nbsp;M&amp;As&nbsp;internacionais no último ano ante quatro que haviam sido firmados em 2024. Em seis deles, companhias catarinenses foram adquiridas por marcas do Canadá, Reino Unido, Austrália e Israel, além da Noruega, e em outras duas operações empresas de Santa Catarina protagonizaram a aquisição de negócios do Chile e da Índia.&nbsp;</p>



<p>Para o diretor do ACATE Invest, Bruno Rodrigues, a alta nos&nbsp;M&amp;As&nbsp;internacionais é atribuída ao amadurecimento institucional do ecossistema catarinense. Segundo ele, o fortalecimento de cases de grande porte tem sido determinante para ampliar a visibilidade do estado fora do eixo Rio-São Paulo, alcançando também outros países. &#8220;Empresas como Starian/Softplan, Asaas, Conta Azul e Paytrack demonstram que é possível criar negócios relevantes longe dos grandes centros. Esses casos elevam o acesso do ecossistema como um todo ao capital internacional&#8221;.</p>



<p><strong>Novo perfil de compradores</strong></p>



<p>&nbsp;O aumento no volume de transações de um ano para outro está associado principalmente à busca por ativos mais maduros e com menor nível de risco, avalia Rodrigues. &#8220;O crescimento das operações é justificado pela aquisição de empresas mais maduras, com risco reduzido. Não vemos, porém, uma melhoria generalizada de múltiplos. O mercado continua precificando abaixo&#8221;, afirma o executivo. Na prática, isso significa que os investidores seguem seletivos e disciplinados, privilegiando previsibilidade de receita, governança e capacidade de escala.</p>



<p>Para o diretor do ACATE Invest, a próxima onda de compradores deve ter perfil estratégico. &#8220;Vejo os consolidadores de SaaS como ativos e bons candidatos a compradores em 2026. Também prevemos que empresas tradicionalmente compradoras de software retomem volume de&nbsp;<em>deals</em>&#8220;, destaca Rodrigues.&nbsp;</p>



<p>Outra frente apontada por ele envolve aquisições de empresas menores, com produtos e times especializados em inteligência artificial. A lógica é acelerar a maturidade tecnológica de grandes companhias por meio da incorporação de competências já desenvolvidas.</p>



<p><strong>Soluções integradas</strong></p>



<p>A análise da ACATE também indica uma evolução no perfil das empresas que mais atraem capital, com migração de soluções pontuais para plataformas tecnológicas integradas. O modelo, que centraliza serviços e dados em ecossistemas completos, ganha força em verticais onde o estado detém liderança técnica, como fintechs, healthtechs, energia, indústria e softwares de gestão (ERP). O mercado de capitais acompanha a tendência com aportes mais seletivos, priorizando teses validadas e capacidade de escala nacional, como demonstrou a captação de R$ 6,5 milhões pela Futuriza, em Joinville, e a mais recente aquisição da norueguesa Visma, a MaisMei, que não teve o valor de negociação divulgada, ambas no início de 2026.</p>



<p>Para os próximos meses, a perspectiva é de crescimento menos dependente de oscilações macroeconômicas de curto prazo, sustentado por melhores níveis de governança e estratégias de longo prazo. Em vez de expansão baseada apenas em liquidez abundante, o novo ciclo parece guiado por consolidação estratégica, eficiência operacional e ganhos de escala.</p>
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		<title>5 coisas que o NVIDIA GTC revelou sobre o futuro da inteligência artificial </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santos Poça D'Água]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[O NVIDIA GTC 2026 reforçou uma mudança profunda na forma como a inteligência artificial vem sendo percebida pelo mercado. Antes o foco era no avanço dos modelos, mas agora o debate é sobre infraestrutura produtiva, com impacto direto em eficiência operacional, geração de receita e vantagem competitiva. Mais do que um evento de tecnologia, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O NVIDIA GTC 2026 reforçou uma mudança profunda na forma como a inteligência artificial vem sendo percebida pelo mercado. Antes o foco era no avanço dos modelos, mas agora o debate é sobre infraestrutura produtiva, com impacto direto em eficiência operacional, geração de receita e vantagem competitiva. Mais do que um evento de tecnologia, o GTC se consolida como um termômetro estratégico da indústria. E, nesta edição, alguns sinais ficaram particularmente claros. </p>



<p><strong>Primeiro ponto, é o novo olhar para a Inteligência Artificial no mundo dos negócios. </strong>A principal inflexão apontada no evento é a transição da IA como ferramenta tecnológica apenas para uma base operacional e estratégica de negócios. Esse reposicionamento altera a lógica de investimento e priorização dentro das empresas. Em vez de projetos isolados ou experimentais, a inteligência artificial passa a ser tratada como elemento central da arquitetura corporativa, assim como já ocorreu com cloud e dados.</p>



<p><strong>A ascensão das &#8220;AI factory&#8221; e a nova lógica dos data centers também foram destaque. </strong>Nesse modelo, data centers deixam de ser estruturas voltadas apenas ao armazenamento e processamento para operar como verdadeiras fábricas de geração de valor. Os tokens são tratados como unidades econômicas, e métricas como <em>throughput</em>, latência e custo por token ganham protagonismo na avaliação de desempenho. Essa mudança tem implicações diretas para empresas que investem em infraestrutura já que a eficiência vai estar ligada à capacidade de monetização.</p>



<p><strong>A Inferência no centro da disputa competitiva e o foco na corrida tecnológica </strong>é o terceiro ponto evidenciado durante o evento.<strong> </strong> O treinamento de modelos, que dominou o debate nos últimos ciclos, cede espaço para a inferência (etapa em que a IA efetivamente gera valor na produção). Com a evolução da IA generativa para modelos com maior capacidade de raciocínio e, mais recentemente, para sistemas agênticos, cresce de forma exponencial a demanda por processamento contínuo, memória, armazenamento e redes de alta performance. Nesse contexto, eficiência operacional se torna tão relevante quanto inovação algorítmica.</p>



<p><strong>O avanço dos agentes e a transformação do software corporativo</strong> é o quarto e<strong> </strong>um dos pontos mais consistentes do discurso apresentado. A ideia de que o software empresarial está passando por uma nova transformação estrutural levanta tendências de que aplicações deixem de ser apenas interfaces utilizadas por humanos e passem a incorporar agentes capazes de executar tarefas, tomar decisões e interagir com sistemas de forma autônoma. A emergência de frameworks abertos para desenvolvimento de agentes sinaliza a construção de uma nova camada padrão da indústria, com potencial de redefinir o papel das empresas de software e abrir espaço para novos modelos de negócio.</p>



<p>Por fim, o GTC reforça que <strong>a inteligência artificial está avançando rapidamente para além do ambiente digital. </strong>Setores como manufatura, automotivo, telecomunicações e saúde começaram a integrar essa nova onda, impulsionados pela convergência entre modelos, simulação, dados sintéticos e computação acelerada. A chamada <strong>physical AI </strong>aponta para uma transformação mais ampla, de caráter industrial, em que a tecnologia deixa de atuar apenas na camada de software e passa a impactar diretamente operações físicas e processos produtivos.</p>



<p>Além da mudança estrutural, o evento também <strong>sinaliza um amadurecimento claro do mercado, </strong>com a IA cada vez mais integrada à base operacional das empresas. A discussão conecta desempenho técnico a eficiência e escala, enquanto temas como governança, soberania tecnológica e previsibilidade ganham relevância. No final, o GTC 2026 trouxe o ponto central de que a IA entrou em fase de consolidação em escala industrial, sendo uma estratégia de negócios onde implementá-la significa ter visão a longo prazo.</p>



<p>Nesse contexto, ganha relevância o papel de empresas capazes de dar suporte a essa nova complexidade operacional da inteligência artificial. Movimentos recentes, como a aquisição da GAVB, reforça esse posicionamento ao ampliar a capacidade de atuação em dados, interoperabilidade e sustentação de ambientes críticos. A combinação entre integração, governança e escala coloca a Semantix em uma posição alinhada às demandas que passam a surgir nesse novo ciclo da IA, em que tecnologia, dados e operação precisam funcionar de forma coordenada para gerar valor real ao negócio.</p>
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