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		<title>IA sem controle: uso descentralizado nas empresas começa a gerar riscos operacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 18:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
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					<description><![CDATA[A adoção de ferramentas de inteligência artificial pelas empresas ganhou velocidade nos últimos anos, mas nem sempre veio acompanhada de estrutura. Em muitas organizações, áreas de negócio passaram a incorporar soluções por conta própria, sem diretrizes claras, envolvimento de TI ou mecanismos de governança. O resultado é um cenário em que a tecnologia avança mais [&#8230;]]]></description>
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<p>A adoção de ferramentas de inteligência artificial pelas empresas ganhou velocidade nos últimos anos, mas nem sempre veio acompanhada de estrutura. Em muitas organizações, áreas de negócio passaram a incorporar soluções por conta própria, sem diretrizes claras, envolvimento de TI ou mecanismos de governança. O resultado é um cenário em que a tecnologia avança mais rápido do que a capacidade de controle: processos automatizados sem rastreabilidade, decisões tomadas por algoritmos e fluxos operacionais sem padronização. Na prática, empresas já funcionam com IA integrada ao dia a dia, mas sem clareza sobre como, onde e sob quais riscos.</p>



<p>O movimento reflete uma mudança no próprio acesso à tecnologia. Com ferramentas mais simples e acessíveis, equipes de diferentes áreas passaram a desenvolver automações e incorporar IA diretamente em suas rotinas. Esse avanço, no entanto, ocorre de forma fragmentada: cada área adota soluções distintas, cria seus próprios fluxos e toma decisões automatizadas sem integração com o restante da operação. Surgem, assim, &#8220;ilhas de eficiência&#8221; — processos que funcionam localmente, mas não se conectam entre si.</p>



<p>Na avaliação da Roboteasy, empresa especializada em hiperautomação com IA, o momento atual não caracteriza uma transformação digital estruturada, mas sim uma &#8220;adoção acelerada sem coordenação&#8221;. &#8220;Entre os sinais mais evidentes estão o uso pulverizado de ferramentas, a ausência de documentação e de responsáveis claros pelos processos automatizados, e a falta de políticas definidas para uso de dados&#8221;, destaca o CEO da Roboteasy, Daniel Torres.</p>



<p>Segundo o executivo, o uso desorganizado de IA não está restrito a empresas menos maduras — pelo contrário: o fenômeno aparece com ainda mais frequência em organizações de médio e grande porte, onde a complexidade operacional e a autonomia das áreas favorecem iniciativas descentralizadas. Há também maior incidência em setores com alta pressão por produtividade, como saúde, serviços, financeiro e logística, nos quais a automação surge como resposta imediata a gargalos operacionais.</p>



<p>&#8220;Muitas dessas empresas já têm boa maturidade digital, com sistemas e infraestrutura consolidados, mas ainda carecem de mecanismos de governança para organizar o uso da IA&#8221;, explica Daniel. &#8220;O desafio está na ausência de orquestração sobre como a tecnologia é aplicada no dia a dia&#8221;.</p>



<p><strong>Quando os problemas começam a aparecer</strong></p>



<p>Se, em um primeiro momento, a adoção de IA traz ganhos pontuais de eficiência, os efeitos colaterais começam a surgir à medida que essas iniciativas se multiplicam sem coordenação: as empresas passam a conviver com operações fragmentadas, em que diferentes fluxos utilizam lógicas distintas e produzem resultados inconsistentes.</p>



<p>Entre os principais impactos estão a divergência de dados entre áreas, falhas de integração entre sistemas, e decisões automatizadas sem qualquer trilha de auditoria. &#8220;Em muitos casos, processos que deveriam reduzir esforço acabam gerando retrabalho oculto quando uma automação precisa ser corrigida manualmente ou validada posteriormente&#8221;, diz Daniel Torres, da Roboteasy.</p>



<p>Outro ponto crítico é a dependência de pessoas-chave. Sem documentação ou padronização, quem desenvolve a automação passa a ser &#8220;o dono informal&#8221; daquele fluxo, concentrando conhecimento e aumentando o risco operacional. Assim, o ganho de eficiência localizado começa a produzir o efeito inverso na operação como um todo. &#8220;A eficiência local começa a gerar ineficiência sistêmica&#8221;, resume Daniel.</p>



<p>Para além dos impactos operacionais, o uso desestruturado de IA atinge um nível mais sensível: a governança corporativa. À medida que decisões passam a ser automatizadas sem controle central, as empresas começam a perder visibilidade sobre seus próprios processos. &#8220;A ausência de rastreabilidade dificulta auditorias internas e externas, compromete a capacidade de explicar decisões automatizadas e amplia a exposição a riscos jurídicos e regulatórios&#8221;, destaca Daniel. &#8220;Em setores mais sensíveis, esse cenário pode gerar implicações diretas em compliance&#8221;.</p>



<p>Daniel diz que, na base de clientes da Roboteasy, é comum encontrar em diagnósticos iniciais empresas com dezenas de automações em funcionamento, muitas vezes entre 10 e 30 fluxos, operando sem qualquer controle central. &#8220;Parte desses processos envolve atividades críticas rodando a partir de scripts ou modelos de IA sem versionamento, o que impede acompanhamento de mudanças e aumenta o risco de erro&#8221;, conta o CEO. &#8220;Ao mesmo tempo, equipes criam automações fora da estrutura de TI para ganhar velocidade, reforçando a fragmentação da operação&#8221;.</p>



<p><strong>Da adoção à organização</strong></p>



<p>Na visão da Roboteasy, o desafio central no que diz respeito à organização da IA está na forma como ela é incorporada à operação. &#8220;Isso implica uma mudança de abordagem. Em vez de iniciativas isoladas, a empresa passa a tratar automação e IA como parte de um sistema estruturado, com regras, processos e governança definidos&#8221;, explica o CEO Daniel Torres. &#8220;É a transição de uma lógica orientada por ferramentas para um modelo orientado por operação&#8221;.</p>



<p>O foco deixa de ser o ganho imediato e passa a ser a construção de escala com controle — condição necessária para que a IA deixe de atuar de forma pontual e passe a sustentar processos críticos.</p>



<p>&#8220;A transição de um ambiente desorganizado para um modelo estruturado produz efeitos diretos na operação: empresas conseguem reduzir retrabalho, ganhar previsibilidade e ampliar a capacidade de escalar automações de forma consistente&#8221;, diz Daniel. &#8220;Há também melhoria na qualidade dos dados, uma vez que processos passam a seguir padrões definidos e integrados, além de redução de riscos regulatórios, com maior controle sobre decisões automatizadas&#8221;.</p>



<p>Apesar da complexidade do tema, a estruturação do uso de IA não depende necessariamente de grandes projetos iniciais. Segundo a Roboteasy, algumas medidas básicas já permitem reduzir riscos e criar as condições para evolução da governança. Entre as principais práticas recomendadas estão a criação de um inventário das automações e aplicações de IA em uso, a definição de responsáveis por cada fluxo automatizado e o estabelecimento de critérios mínimos para uso de dados. A padronização de documentação, mesmo que em nível básico, também contribui para aumentar a transparência.</p>



<p>Outro passo relevante é a centralização gradual das automações, permitindo maior visibilidade sobre a operação, além do monitoramento contínuo de resultados — não apenas da implementação, mas do impacto real no negócio.</p>



<p>O ponto de partida, no entanto, é conceitual: &#8220;A IA já deixou de ser uma iniciativa experimental dentro das empresas e passou a operar em processos do dia a dia&#8221;, conclui Daniel. &#8220;Em vez de adotar cada vez mais tecnologia de forma desordenada, é importante que as empresas se dediquem a organizar o que já está em funcionamento&#8221;.</p>
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		<title>Gramado Summit termina com recorde de público e expansão de 35% em infraestrutura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Consolidada como o maior brainstorming da América Latina, a Gramado Summit encerrou a edição de 2026 reafirmando seu papel como motor de inovação e desenvolvimento econômico. Durante os três dias de evento, realizados de 6 a 8 de maio, no Serra Park, o festival de inovação registrou a marca histórica de 24 mil pessoas circulando [&#8230;]]]></description>
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<p>Consolidada como o maior brainstorming da América Latina, a Gramado Summit encerrou a edição de 2026 reafirmando seu papel como motor de inovação e desenvolvimento econômico. Durante os três dias de evento, realizados de 6 a 8 de maio, no Serra Park, o festival de inovação registrou a marca histórica de 24 mil pessoas circulando nos pavilhões do Serra Park, superando as expectativas iniciais de público.</p>



<p>Em comparação ao ano anterior, a Gramado Summit apresentou um aumento de 35% em estruturas montadas nos dois pavilhões do Serra Park, com 10 palcos, mais de 500 empresas expositoras e uma programação robusta distribuída em 18 trilhas de conteúdo. Ao todo, mais de 700 palestrantes compartilharam insights sobre tecnologia, gestão e comportamento sob o tema &#8220;Make It Human&#8221;.</p>



<p>Impacto Econômico e Protagonismo Regional</p>



<p>A edição de 2026 não apenas movimentou o ecossistema de inovação, mas também transformou a dinâmica da Serra Gaúcha. Dados preliminares do Sindicato de Hotelaria da Região das Hortênsias (SindTur) apontam que a ocupação hoteleira chegou a 81%.</p>



<p>Para o CEO da Gramado Summit, Marcus Rossi, o engajamento constante do público desde a abertura foi o grande diferencial deste ano. &#8220;A edição de 2026 foi um marco na nossa história. Historicamente, temos nosso pico de participantes no segundo dia, mas este ano mantivemos um público recorde desde o primeiro momento. Isso prova que as pessoas passaram a enxergar a Gramado Summit como uma experiência para ser vivida por completo&#8221;, destaca.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5433-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-10970" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5433-1024x683.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5433-300x200.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5433-768x512.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5433-330x220.jpg 330w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5433-420x280.jpg 420w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5433-615x410.jpg 615w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5433-860x573.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5433.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Ana Paula Renault e a participação histórica</strong></p>



<p>Além dos espaços de networking e das discussões técnicas, a Gramado Summit 2026 apostou na convergência entre entretenimento e estratégia digital. Um dos grandes destaques foi a presença surpresa da jornalista e influenciadora Ana Paula Renault, que manteve cerca de duas mil pessoas até os últimos momentos do evento em sua estreia como palestrante, no fechamento da programação.</p>



<p>“Tradicionalmente, a plateia do palco principal costuma ter espaços sobrando no terceiro dia de evento. Muito por questões de logística do público, que é majoritariamente de fora do Estado. Porém, a estreia de Ana Paula manteve a plenária pulsante até os últimos segundos da Gramado Summit, algo que, para nós, foi histórico”, comenta Rossi. Ana quebrou a dinâmica tradicional de palestras ao dar o microfone ao público para conversar com a plateia.</p>



<p><strong>Conteúdo e Experiência</strong></p>



<p>Com foco no protagonismo humano em meio à revolução da Inteligência Artificial, o evento também recebeu nomes como Luís Justo, Luiza Helena Trajano, Maria Homem e Sérgio Sacani.</p>



<p>Além do palcos conhecidos, novas verticais de conteúdo garantiram a pluralidade de debates, unindo desde a cultura geek até discussões profundas sobre o futuro do trabalho e do consumo.</p>



<p>Na Arena New Ventures, o matchmaking entre startups e investidores reforçou o viés de negócios do evento, promovendo rodadas de investimento e a tradicional Batalha de Startups, fundamentais para o fomento do ecossistema empreendedor brasileiro. As vencedoras desta edição foram duas jovens de 24 e 25 anos que criaram um creme para proteger a pele de produtores de fumo de intoxicação no manuseio com a planta.</p>



<p>Gramado Summit 2027 A próxima edição do maior brainstorming da América Latina já tem data confirmada: será de 05 a 07 de maio, nos pavilhões do Serra Park.Os ingressos já estão disponíveis <a href="https://www.gramadosummit.com/gs-2027/home">https://www.gramadosummit.com/gs-2027/home</a>.</p>
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		<title>Do lixo ao dado: a digitalização que tenta organizar uma cadeia ainda fragmentada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 19:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A digitalização começa a ganhar espaço em uma das cadeias mais desestruturadas da economia brasileira: a reciclagem. De um lado, plantas industriais altamente automatizadas, capazes de processar centenas de toneladas por dia com precisão milimétrica. De outro, uma base ainda marcada por informalidade, baixa padronização e falhas na coleta e separação de resíduos. Esse contraste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A digitalização começa a ganhar espaço em uma das cadeias mais desestruturadas da economia brasileira: a reciclagem. De um lado, plantas industriais altamente automatizadas, capazes de processar centenas de toneladas por dia com precisão milimétrica. De outro, uma base ainda marcada por informalidade, baixa padronização e falhas na coleta e separação de resíduos.</p>



<p>Esse contraste define o estágio atual da reciclagem no país. E ajuda a explicar por que tecnologia e dados deixaram de ser apenas ferramentas operacionais para se tornarem parte central da estratégia de empresas que atuam no setor. “A digitalização na cadeia de reciclagem no Brasil ainda acontece de forma desigual, refletindo a própria estrutura do setor. Estamos falando de um ecossistema bastante fragmentado, que vai desde cooperativas e operadores informais, com baixa adoção tecnológica, até grandes empresas já altamente digitalizadas”, afirma o CIO do Grupo Multilixo, Marcelo Kotaki. “De forma geral, o Brasil hoje vive um estágio intermediário de maturidade digital: há ilhas de excelência convivendo com operações ainda analógicas”.</p>



<p><strong>Quando dados deixam de ser suporte e viram infraestrutura</strong></p>



<p>A mudança de papel da tecnologia na reciclagem não acontece por acaso. Três forças têm acelerado esse movimento: pressão regulatória, exigências crescentes da agenda ESG e a busca por eficiência em um setor historicamente pressionado por margens. Com a consolidação de políticas públicas voltadas à gestão de resíduos e o aumento da cobrança por transparência ambiental, empresas passaram a ser pressionadas a comprovar, com dados, o destino e o impacto dos materiais que colocam em circulação.</p>



<p>Nesse contexto, tecnologia e dados deixam de ser suporte e passam a ser infraestrutura crítica do negócio, viabilizando desde a rastreabilidade ponta a ponta até a geração de inteligência para tomada de decisão e ganho de escala. “É nesse cenário que o Grupo Multilixo se posiciona. Nós atuamos na fronteira da digitalização do setor, combinando a adoção de tecnologias consolidadas, inclusive soluções internacionais, com o desenvolvimento de ferramentas próprias, desenhadas para a complexidade da operação brasileira”, destaca Kotaki. Para ele, esse modelo híbrido permite não apenas ganhos de eficiência, mas também a construção de uma camada de inteligência operacional que conecta diferentes elos da cadeia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="791" height="445" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/04-edited.jpg" alt="" class="wp-image-10996" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/04-edited.jpg 791w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/04-edited-300x169.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/04-edited-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 791px) 100vw, 791px" /><figcaption class="wp-element-caption">CIO do Grupo Multilixo, Marcelo Kotaki. | Foto: Divulgação.</figcaption></figure>



<p><strong>O que a tecnologia já consegue resolver</strong></p>



<p>Na prática, a digitalização da reciclagem acontece dentro das plantas industriais, onde a automação vem substituindo processos manuais e aumentando o nível de precisão na triagem de materiais. Na operação da Flacipel, braço de reciclagem do Grupo Multilixo, líder em gestão de resíduos privados em São Paulo, o uso de sensores ópticos, lasers de precisão e sistemas baseados em inteligência artificial permite identificar e separar mais de 130 tipos diferentes de materiais. “Isso aumenta eficiência, reduz perdas e garante qualidade dos insumos reinseridos na cadeia produtiva. Por outro lado, a tecnologia ainda não resolve tudo. Ainda temos muitos desafios, como, por exemplo, a educação e a conscientização para o descarte correto e a logística de coleta reversa, continuam sendo fatores que vão além da automação dentro da planta”, explica Kotaki.</p>



<p>Neste sentido, a Flacipel se posiciona como uma das principais empresas de reciclagem e economia circular aplicada em escala no país. A operação é hoje a maior planta de reciclagem da América Latina, com uma estrutura de mais de 20 mil m² e capacidade de processamento de até 8 mil toneladas por mês. O diferencial está na escala combinada com tecnologia industrial: são linhas automatizadas de separação que podem atingir até 350 toneladas por turno, garantindo consistência na qualidade dos materiais reciclados, algo ainda pouco comum no setor.</p>



<p>Na prática, estamos falando de uma operação altamente tecnológica, que identifica, separa e classifica materiais de forma automatizada, como, por exemplo, identificar uma garrafa Pet e a tampa da garrafa, que são plásticos distintos e tem tratamentos distintos na reciclagem. “A inteligência de dados permite monitorar todo o processo, gerar rastreabilidade e otimizar continuamente a operação”, aponta Kotaki.</p>



<p>Isso impacta diretamente a qualidade do material reciclado. “A automação aumenta a precisão da separação e garante maior padronização, o que torna esses materiais mais valiosos e mais facilmente inseridos na cadeia produtiva”, explica o executivo. No Grupo Multilixo, esse modelo é aplicado em uma lógica de operação industrializada, com investimentos em tecnologia operacional avançada e desenvolvimento contínuo de soluções próprias, o que amplia a capacidade de processamento e sustenta eficiência em escala sem comprometer a qualidade da triagem e do material final.</p>



<p><strong>O que a tecnologia ainda não resolve</strong></p>



<p>Apesar dos avanços, há limites claros para o impacto da digitalização. E eles começam antes mesmo de o resíduo chegar às plantas de reciclagem. Um dos principais gargalos está na origem: a baixa qualidade do descarte. Materiais misturados, contaminados ou separados de forma incorreta comprometem toda a cadeia, independentemente do nível de tecnologia aplicado na etapa industrial. “A tecnologia ainda não resolve tudo”, reconhece Kotaki. “A educação e a conscientização para o descarte correto continuam sendo fatores fundamentais”.</p>



<p>A tecnologia está avançando muito na organização e eficiência da cadeia, mas, não resolve o problema sozinha. Ela é essencial para escalar, padronizar e dar transparência ao processo. No entanto, a reciclagem depende de um ecossistema mais amplo, que envolve comportamento do consumidor (peça-chave), infraestrutura de coleta e integração entre os elos da cadeia. Ou seja, a tecnologia é uma parte fundamental da solução, mas não substitui a necessidade de mudanças estruturais no sistema como um todo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="647" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/02-1024x647.jpg" alt="" class="wp-image-10997" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/02-1024x647.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/02-300x190.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/02-768x485.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/02-860x543.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/05/02.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Na operação da Flacipel, braço de reciclagem do Grupo Multilixo, o uso de sensores ópticos, lasers de precisão e sistemas baseados em inteligência artificial permite identificar e separar mais de 130 tipos diferentes de materiais. | Foto: Divulgação/Multilixo.</figcaption></figure>



<p><strong>ESG exige mais do que discurso</strong></p>



<p>A pressão da agenda ESG adiciona uma camada extra de complexidade ao cenário. Se antes a sustentabilidade podia ser tratada como posicionamento, hoje ela exige comprovação. Relatórios, métricas e auditorias passam a depender diretamente da qualidade dos dados gerados ao longo da cadeia, o que reforça a importância da rastreabilidade. “A agenda ESG deixou de ser apenas discurso e passou a exigir resultados concretos, principalmente em termos de transparência, métricas confiáveis e comprovação de impacto. Quando o maior fundo americano de investimento diz que a sustentabilidade é a garantia dos negócios do futuro, isso diz muita coisa”, ressalta Kotaki.</p>



<p>Para o CIO do Grupo Multilixo, ainda existem gargalos importantes que a tecnologia, sozinha, não resolve. “Entre eles estão a fragmentação da cadeia, a baixa qualidade do material na origem, desafios logísticos e a necessidade de maior integração entre os agentes”.</p>



<p>Nesse cenário, a digitalização ganha um papel estratégico, não só como ganho operacional, mas como base para viabilizar a economia circular na prática. “Acreditamos que a tecnologia precisa caminhar junto de outras frentes estruturais, especialmente a educação ambiental, que influencia diretamente a qualidade da separação na origem e a efetividade de toda a cadeia”, explica Kotaki. Para ele, a combinação entre automação, rastreabilidade e conscientização é um dos caminhos mais consistentes para ampliar eficiência e transformar a forma como os resíduos são tratados.</p>



<p><strong>O que vem pela frente</strong></p>



<p>Para que a economia circular avance de forma consistente no Brasil, o caminho passa por uma combinação de fatores: mais tecnologia, maior integração entre os elos da cadeia, investimentos em infraestrutura e, principalmente, mudanças no comportamento de consumo e descarte. Segundo o CIO do Grupo Multilixo, a digitalização tende a seguir como um dos principais motores dessa transformação, especialmente na construção de uma cadeia mais rastreável, eficiente e escalável. “Mas o avanço real depende de algo mais básico: alinhar o que acontece dentro das plantas industriais com a realidade fora delas”.</p>



<p>Para ele, a reciclagem no Brasil começa a se estruturar como uma indústria de dados.<br>Mas ainda depende, em grande parte, de um sistema que segue analógico na origem. “É nesse descompasso que está o principal desafio do setor”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ana Paula Renault encerra Gramado Summit 2026 em noite de estreia como palestrante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 16:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Talvez a maior prisão da vida adulta seja perceber que, muitas vezes, a gente não está vivendo. Está apenas administrando a própria imagem&#8221;. Foi com essa provocação que a jornalista e apresentadora Ana Paula Renault iniciou sua trajetória nos palcos corporativos, encerrando a programação do Palco Principal Vero e Rio Grande Seguros da Gramado Summit, [&#8230;]]]></description>
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<p>&#8220;Talvez a maior prisão da vida adulta seja perceber que, muitas vezes, a gente não está vivendo. Está apenas administrando a própria imagem&#8221;. Foi com essa provocação que a jornalista e apresentadora Ana Paula Renault iniciou sua trajetória nos palcos corporativos, encerrando a programação do Palco Principal Vero e Rio Grande Seguros da Gramado Summit, na última sexta-feira, 8, na Serra Gaúcha.</p>



<p>Para uma plateia lotada de quase 2 mil pessoas, entre empreendedores, executivos e investidores, Ana Paula abordou o tema “Força, Vulnerabilidade e Coragem: o poder de ser quem se é”. Em total sintonia com o manifesto &#8220;Make it Human&#8221; (tema da 9ª edição do evento), ela questionou a exaustão gerada pela busca incessante de aprovação e pela criação de ‘personagens’ para sobreviver no mercado e nas redes sociais.</p>



<p>No palco, Ana Paula afirmou que há um consenso sobre ser protagonista da própria história, mas que poucos falam da parte mais difícil: todo protagonista ‘sangra’, sente medo e insegurança. “Protagonismo não é parecer forte o tempo inteiro, mas continuar mesmo tremendo, pois coragem nunca foi ausência de medo, sempre foi presença de verdade&#8221;, destacou a agora palestrante.</p>



<p><strong>Maturidade e a pressão sobre o envelhecimento</strong></p>



<p>Um dos momentos de maior conexão com a plateia foi quando a jornalista abordou a crueldade silenciosa da sociedade em relação ao envelhecimento feminino. De acordo com Ana Paula, há uma ideia de que a maturidade apaga o brilho e de que o tempo retira a potência. Porém, segundo ela, é o contrário: o tempo é que lapida e revela. “A gente vive numa sociedade que ainda valoriza muito o novo, mas pouco o profundo. A juventude impressiona, mas a maturidade conecta”, cravou.</p>



<p>Comparando sua versão atual com a que o Brasil conheceu intensamente há uma década, durante o BBB 16, Ana Paula refletiu sobre a evolução de sua força mental e a substituição da raiva pela consciência de seus limites. &#8220;Minha força não vem da ausência de dor. Vem da minha capacidade de continuar consciente de quem eu sou, mesmo quando tentam me definir por um erro ou um recorte&#8221;.</p>



<p><strong>Mensagem e personagem certas</strong></p>



<p>Para o CEO da Gramado Summit, Marcus Rossi, a estreia de Ana Paula na Gramado Summit é um marco para a pluralidade do evento. Rossi afirma que a jornalista materializou o tema do evento e reforçou que a inovação não sobrevive sem humanidade e vulnerabilidade. “Ver o maior brainstorming da América Latina parar para ouvir e refletir sobre saúde mental, autenticidade e o fim da exigência da perfeição prova que escolhemos a mensagem e a personagem certa para encerrar nosso evento” declara.</p>



<p>Ana Paula finalizou sua participação de forma catártica, deixando um conselho aos presentes. &#8220;Permita-se ser mal-visto.</p>



<p>&nbsp;Permita-se ser imperfeito, não caber e decepcionar expectativas que nunca foram suas. Ser você talvez seja a sua maior força&#8221;.</p>
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		<title>Startup que criou creme que protege produtores de fumo de intoxicação é a vencedora da Batalha de Startups da Gramado Summit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 16:05:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma final marcada por inovação científica e impacto social, a Protege Química, de Santa Cruz do Sul (RS), no Vale do Rio Pardo, consagrou-se como a vencedora da Batalha de Startups da Gramado Summit 2026. A solução premiada é um creme protetor inédito no mundo, desenvolvido para prevenir a doença da folha verde do [&#8230;]]]></description>
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<p>Em uma final marcada por inovação científica e impacto social, a Protege Química, de Santa Cruz do Sul (RS), no Vale do Rio Pardo, consagrou-se como a vencedora da Batalha de Startups da Gramado Summit 2026. A solução premiada é um creme protetor inédito no mundo, desenvolvido para prevenir a doença da folha verde do tabaco, uma intoxicação aguda causada pela absorção de nicotina através da pele, muito comum em produtores da fumicultura. Os sintomas incluem vômito, tontura e delírio.</p>



<p>O anúncio foi feito na sexta-feira, 8, no palco principal do evento, após uma disputa intensa que envolveu mais de 70 startups inscritas e 14 selecionadas para as etapas classificatórias. Como prêmio pelo primeiro lugar, a Protege Química tem a possibilidade de negociar um aporte da Ventiur entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão.&nbsp; &nbsp;</p>



<p><br>O protetor atua como uma barreira química seletiva, uma espécie de &#8220;peneira&#8221; que permite a transpiração da pele, mas bloqueia a entrada da molécula da nicotina.<br><br></p>



<p>Elaborado pelas empreendedoras Júlia Giovanna Nunes, 25 anos, e Franciele Pedroso Carrara, 24, o creme protetor resolve um problema crítico para os mais de 600 mil trabalhadores das lavouras de fumo no Brasil: a dificuldade de usar os equipamentos de proteção individual (EPIs) plásticos sob temperaturas altas necessários para proteger a pele.</p>



<p>&#8220;A gente trouxe uma solução mais moderna para a prevenção. O produtor aplica o creme como se fosse um protetor solar e pode trabalhar na lavoura com segurança, sem sofrer com vômitos e tonturas causados pela nicotina&#8221;, explicou Júlia Nunes.</p>



<p><strong>Filha e neta de fumicultores</strong></p>



<p>Ainda no Ensino Médio, com 18 e 17 anos, respectivamente, Júlia e Franciele desenvolveram o projeto como trabalho de conclusão do curso Técnico em Química, na cidade onde vivem e que é o principal polo de produção de tabaco no Rio Grande do Sul. Foi ouvindo histórias sobre o efeito da doença nos avós e na mãe, quando atuavam na lavoura, que Júlia pensou em alternativas para a prevenção.</p>



<p>“Eu acredito que essa trajetória da minha família foi o que motivou a gente olhar pra essa população. Tem muitas pesquisas sobre o setor do tabaco no sentido de falar do produto final, que é o cigarro, mas existe também uma realidade de mais de 600 mil pessoas no Brasil que trabalham em lavouras de tabaco e precisam ganhar o seu dinheiro para sobreviver“, afirma Júlia.</p>



<p>Com patente de invenção e validação em fóruns internacionais, a startup já soma 11 mil unidades vendidas. O creme da Protege Química já está disponível nos principais municípios produtores de tabaco do Brasil e, atualmente, passa por um processo de internacionalização, com expectativa de exportação para países como Argentina, Turquia, Zâmbia, Zimbábue e Índia.<br><br>Para Rodrigo Pimenta, head de investimentos da Ventiur e responsável pela Batalha de Startups, a vitória da Protege Química reflete a força das Deep Techs nesta edição. “São negócios provenientes da pesquisa, que transformam o estudo em um negócio inovador. Das cinco finalistas, quatro têm essa característica”.&nbsp;</p>



<p>A Batalha de Startups é um dos pilares da Gramado Summit, realizada em parceria com a Ventiur. Nesta 6ª edição, o júri avaliou critérios como modelo de negócio, proposta de valor, escalabilidade e o pitch de cinco minutos dos fundadores. Em segundo e terceiro lugar ficaram as startups Siapesq, da cidade de Rio Grande (RS), que usa IA para fazer o mapeamento e monitoramento de ecossistemas de flora e fauna via satélite, e a Entomos, também de Santa Cruz do Sul, que transforma proteína de insetos para produzir alimentação para animais como cachorros e pássaros.&nbsp;</p>
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		<title>Tecnologia brasileira chega à NASA e integra missão espacial </title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 21:45:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A inovação científica aliada ao empreendedorismo está no DNA da Condor Instruments, empresa brasileira de tecnologia que se destaca no desenvolvimento de soluções avançadas para o monitoramento do sono, da atividade e dos ritmos circadianos. Fundada há mais de uma década por ex-alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), a companhia construiu, [&#8230;]]]></description>
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<p>A inovação científica aliada ao empreendedorismo está no DNA da <a href="https://condorinst.com/pt/">Condor Instruments</a>, empresa brasileira de tecnologia que se destaca no desenvolvimento de soluções avançadas para o monitoramento do sono, da atividade e dos ritmos circadianos. Fundada há mais de uma década por ex-alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), a companhia construiu, ao longo dos anos, uma trajetória sólida em um nicho altamente especializado, consolidando também sua presença no mercado internacional.</p>



<p>Os primeiros passos não foram simples. O desenvolvimento inicial exigiu investimento próprio dos fundadores, cerca de R$ 40 mil, além de um processo intenso de testes e ajustes para transformar a solução em um produto viável. Esse caminho ganhou fôlego com o apoio do programa PIPE Fase 2 da FAPESP, que aportou aproximadamente R$ 195 mil e permitiu acelerar a evolução da tecnologia e sua entrada no mercado.</p>



<p>Desde o início, a empresa decidiu ir além do mercado brasileiro e apostar também no cenário internacional. Essa estratégia, combinada com o foco em qualidade técnica e um suporte próximo ao cliente, foi fundamental para construir uma operação global sólida. Hoje, a Condor Instruments atende 735 clientes em 43 países, entre eles instituições de referência como a NASA, Harvard University, Stanford University, National Institutes of Health (NIH), National Health Service (NHS), Northwestern University, Hokkaido University e o Federal Institute for Occupational Safety and Health (BAuA), na Alemanha.</p>



<p>Em 2025, a empresa registrou faturamento superior a R$ 6,5 milhões, sendo 86,47% provenientes de exportações. Entre 2021 e 2025, o crescimento médio anual (CAGR) foi de 50,63% em faturamento, um resultado que reforça a consistência do modelo de crescimento sustentável (<em>bootstrap</em>) adotado pela companhia.</p>



<p>&#8220;Nosso foco sempre foi resolver problemas complexos com precisão e isso nos levou, de forma natural, a clientes e projetos no mundo inteiro. Hoje, temos a convicção de que estamos construindo o melhor produto do mundo&#8221;, explica o Diretor de Operações e Cofundador da Condor Instruments, Rodrigo Okamoto.</p>



<p>No centro dessa trajetória está o ActLumus, principal solução desenvolvida pela Condor. Trata-se de um dispositivo de actigrafia capaz de registrar atividade motora, temperatura cutânea e exposição à luz, permitindo uma análise detalhada de seus efeitos sobre o organismo. A tecnologia se destaca tanto no campo da pesquisa quanto na prática clínica, especialmente em investigações relacionadas ao sono e à regulação do ritmo circadiano.</p>



<p>Com formato semelhante ao de um relógio de pulso, o equipamento permite o acompanhamento contínuo dos padrões de sono e vigília do usuário com alto grau de precisão. Para isso, incorpora múltiplos sensores que detectam a incidência luminosa em diferentes faixas espectrais. Esses dados são essenciais, já que a luz interfere diretamente no ciclo claro-escuro, responsável por sincronizar o relógio biológico interno com o ambiente.</p>



<p>&#8220;O ActLumos representa a evolução de anos de pesquisa aplicada em eletrônica e sistemas embarcados. Desenvolvemos uma solução completa, que integra hardware e software, permitindo aos nossos clientes extrair dados com alto nível de precisão e gerar insights relevantes para ciência e medicina&#8221;, destaca o CTO e sócio-fundador da empresa, Luis Filipe Fragoso Rossi.</p>



<p>A tecnológica da Condor Instruments também abriu portas para aplicações em contextos de alta complexidade. Em 2023, equipes ligadas à NASA iniciaram testes com dispositivos da empresa, culminando no uso para a missão Artemis II. O interesse surgiu a partir de equipes envolvidas no programa, reforçando o reconhecimento internacional da qualidade e confiabilidade dos equipamentos da empresa brasileira..</p>



<p>Combinando base científica sólida, inovação contínua e estratégia global desde a origem, a Condor Instruments segue ampliando sua presença no mercado internacional, contribuindo para avanços nas áreas de sono, cronobiologia e saúde, e posicionando o Brasil como um polo relevante em tecnologias de alta complexidade.</p>



<p><strong>Fundadores da Condor Instruments</strong></p>



<p><strong>Rodrigo Trevisan Okamoto </strong>é Diretor de Operações e sócio-fundador da Condor Instruments. Engenheiro Mecatrônico pela Escola Politécnica da USP, iniciou sua trajetória liderando a equipe Keep Flying de Aerodesign, com projetos reconhecidos internacionalmente, incluindo o 1º lugar no Aerodesign East 2009 e o NASA Systems Engineering Award. Começou sua carreira na Dowertech, atuando em processos de fabricação e desenvolvimento industrial. Desde 2013, na Condor Instruments, responde pela operação da empresa, com foco em eficiência, qualidade e evolução técnica, contribuindo para sua consolidação e crescimento no mercado.&nbsp;</p>



<p><strong>Luis Filipe Fragoso de Barros e Silva Rossi </strong>é CTO e sócio-fundador da Condor Instruments. Engenheiro formado pela Escola Politécnica da USP, possui mestrado em Engenharia Elétrica e doutorado em Engenharia Mecânica pela mesma instituição, consolidando uma trajetória acadêmica voltada à inovação e ao desenvolvimento tecnológico. Especialista em eletrônica e sistemas embarcados, atua desde 2013 na liderança técnica da Condor Instruments. É responsável pelo desenvolvimento de novos produtos, pesquisa aplicada e evolução das soluções da empresa, contribuindo diretamente para sua competitividade, crescimento e posicionamento no mercado.&nbsp;</p>
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		<title>O fim do carrinho? Loopia aposta em chat commerce para transformar atendimento em vendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 21:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[especial]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Se durante anos a jornada de compra foi baseada em navegação, com o consumidor passando por páginas, comparando produtos e finalizando no carrinho, uma nova dinâmica começa a ganhar força: a venda mediada por conversa. Esse movimento, conhecido como chat commerce, ganhou força com a chegada do TikTok Shop ao Brasil, que transformou o consumo [&#8230;]]]></description>
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<p>Se durante anos a jornada de compra foi baseada em navegação, com o consumidor passando por páginas, comparando produtos e finalizando no carrinho, uma nova dinâmica começa a ganhar força: a venda mediada por conversa. Esse movimento, conhecido como <em>chat commerce</em>, ganhou força com a chegada do TikTok Shop ao Brasil, que transformou o consumo em um fluxo contínuo entre conteúdo, interesse e compra.</p>



<p>Nesse cenário, a <a href="https://loopia.com.br/">Loopia</a>, plataforma especializada em agentes de inteligência artificial (IA), decidiu se antecipar: tornou-se uma das primeiras soluções a integrar sua tecnologia diretamente à operação da plataforma, ampliando sua atuação no social commerce por meio de APIs oficiais.</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-text-color has-link-color wp-elements-b5acda2bb980515b0afffc5f7db91769"><strong><a href="https://starten.tech/2026/04/17/loopia-anuncia-integracao-com-tiktok-shop-para-impulsionar-conversao-direta-no-social-commerce">LEIA MAIS: Loopia anuncia integração com TikTok Shop para impulsionar conversão direta no Social Commerce.</a></strong></p>



<p>De acordo com o cofundador e CEO da empresa, Tiago Vailati, a aposta no futuro do varejo digital passa por agentes de IA capazes de operar toda a jornada do consumidor em tempo real. “Qualquer e-commerce que deu certo hoje não vive só do site. Ele está em vários canais ao mesmo tempo, sejam eles marketplaces, redes sociais ou WhatsApp. Isso torna o relacionamento muito mais complexo”.</p>



<p>Essa transformação não aconteceu da noite para o dia. Segundo o executivo, foi na Pandemia de Covid-19 que o varejo foi forçado a migrar rapidamente para o digital. “Ali teve uma mudança real de hábito. Muita gente que nunca tinha comprado online passou a comprar, e esse comportamento não voltou atrás”.</p>



<p>Com isso, o e-commerce deixou de ser um ambiente centrado apenas no <em>self-service</em> e passou a incorporar interações mais diretas entre marca e consumidor. É nesse espaço que surge o <em>chat commerce</em>, um modelo em que a venda acontece por meio de conversas, e não apenas de cliques. “O segredo hoje está no relacionamento dentro da jornada de compra”, afirma Vailati.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O problema da fragmentação</strong></h3>



<p>Se por um lado a presença em múltiplos canais ampliou o alcance das marcas, por outro trouxe um novo desafio operacional. Marketplaces, redes sociais e aplicativos de mensagem passaram a concentrar interações com clientes, muitas vezes de forma simultânea. Gerenciar esse volume com consistência e rapidez se tornou um gargalo para empresas de todos os portes. “Isso gera uma dificuldade enorme para o empreendedor administrar tudo isso”, afirma Vailati.</p>



<p>Foi a partir dessa dor que nasceu a Loopia. A proposta da empresa é centralizar esses canais em uma única interface e automatizar a comunicação por meio de agentes de inteligência artificial, sistemas capazes de interagir com clientes e executar tarefas ao longo da jornada de compra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Além dos chatbots</strong></h3>



<p>Embora o uso de automação no atendimento não seja novidade, a abordagem baseada em agentes representa uma mudança importante em relação aos chatbots tradicionais. “O chatbot faz o que foi programado. O agente entende o contexto, toma decisões e executa ações”, explica o cofundador e CEO da Loopia.</p>



<p>Na prática, isso significa que a tecnologia não apenas responde perguntas, mas também consulta sistemas, verifica pedidos, aciona processos logísticos e até realiza operações como cancelamentos ou trocas. “Ele não só conversa, ele resolve”, destaca Vailati.</p>



<p>Essa capacidade amplia o papel da automação dentro do e-commerce, aproximando a experiência de um atendimento humano e permitindo escala sem aumento proporcional de equipe.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Velocidade que vira receita</strong></h3>



<p>Nesse novo modelo, tempo de resposta se torna um dos principais fatores de conversão. Dados da Loopia mostram que 77% das vendas influenciadas por atendimento acontecem quando o cliente recebe retorno em até cinco minutos. Depois disso, a probabilidade de conversão cai rapidamente para cerca de 20% em dez minutos e menos de 10% após meia hora. “Cada minuto a mais reduz drasticamente a chance de venda”, afirma o CEO da Loopia.</p>



<p>O impacto é especialmente relevante na pré-venda, quando o consumidor ainda está decidindo se vai comprar. Segundo Vailati, em categorias mais consultivas, como autopeças ou eletrônicos, a ausência de resposta pode significar a perda imediata da venda. “Se o cliente não tira a dúvida, ele não compra”.</p>



<p>Nesse contexto, ele explica que o atendimento deixa de ser visto apenas como suporte e passa a atuar diretamente na geração de receita. “A gente transforma o que antes era custo em uma linha estratégica de vendas”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>TikTok Shop e a compra por descoberta</strong></h3>



<p>A recente integração com o TikTok Shop reforça essa mudança de lógica. Diferente de outros canais, a plataforma combina conteúdo, influência e transação em um único ambiente. “O TikTok traz um modelo de compra por descoberta. Você não estava procurando o produto, ele aparece para você no momento certo”, diz Vailati.</p>



<p>Esse formato reduz etapas do funil tradicional e acelera a tomada de decisão. Ele explica que, em vez de sair da rede social para um site externo, o usuário pode concluir a compra dentro da própria plataforma. “O conteúdo e a venda acontecem no mesmo fluxo”.</p>



<p>Para acompanhar esse ritmo, a capacidade de resposta em tempo real se torna ainda mais crítica, o que reforça o papel da automação.</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-text-color has-link-color wp-elements-c091ae4e44533365a29bbdccd810a32b"><strong><a href="https://starten.tech/2026/02/03/tiago-vailati-lanca-chat-commerce-primeiro-livro-brasileiro-dedicado-a-nova-era-das-vendas-conversacionais/">LEIA MAIS: Tiago Vailati lança “Chat Commerce”, primeiro livro brasileiro dedicado à nova era das vendas conversacionais.</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="665" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Tiago-Vailati-CEO-da-Loopia.-Credito-da-imagem-DIVULGACAO-1-1024x665.jpeg" alt="" class="wp-image-9511" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Tiago-Vailati-CEO-da-Loopia.-Credito-da-imagem-DIVULGACAO-1-1024x665.jpeg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Tiago-Vailati-CEO-da-Loopia.-Credito-da-imagem-DIVULGACAO-1-300x195.jpeg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Tiago-Vailati-CEO-da-Loopia.-Credito-da-imagem-DIVULGACAO-1-768x499.jpeg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Tiago-Vailati-CEO-da-Loopia.-Credito-da-imagem-DIVULGACAO-1-860x558.jpeg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/02/Tiago-Vailati-CEO-da-Loopia.-Credito-da-imagem-DIVULGACAO-1.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">CEO da Loopia, Tiago Vailati</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Crescimento e posicionamento</strong></h3>



<p>Fundada em 2024, a Loopia vem crescendo rapidamente ao surfar essa transformação. Segundo Vailati, o faturamento saiu de quatro para seis dígitos ao longo de 2025, com expansão de 25 vezes no período. O posicionamento, no entanto, é claro: focar exclusivamente no varejo digital. “Relacionamento com cliente é um mercado enorme e horizontal. Mas o segredo é ser muito bom em um nicho específico”, afirma.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>IA com limites e humano no loop</strong></h3>



<p>Apesar do avanço da inteligência artificial, Vailati destaca que a tecnologia ainda exige supervisão e contexto para operar corretamente. “Se você não treinar, ela vai fazer besteira”.</p>



<p>Para ele, há momentos em que a intervenção humana continua sendo necessária, especialmente em situações mais sensíveis ou complexas. “Comprar é uma atividade humana. O agente potencializa, mas não substitui completamente”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que vem pela frente</strong></h3>



<p>Para os próximos anos, a expectativa é de evolução contínua na forma como consumidores e marcas interagem. Segundo o CEO da Loopia, o mercado caminha para o que ele chama de ‘comércio agêntico’, em que sistemas automatizados assumem grande parte das operações, mas sempre com o humano no centro da decisão. “Em três ou quatro anos, a gente vai olhar para trás e achar trabalhoso como comprava hoje”.</p>



<p>Mais do que uma ruptura, a transformação tende a acontecer de forma gradual, mas com impacto profundo. No fim, a interface pode mudar, os canais podem evoluir e a tecnologia pode assumir novas funções. Mas o princípio permanece o mesmo: vender continua sendo, acima de tudo, uma questão de entender, e responder, ao outro lado da conversa.</p>
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		<title>Quando proteger demais vira erro: IA falha 57,7% quando empresas misturam segurança e regra de negócio, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 17:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[especial]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A corrida pela adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas esconde um erro estrutural que vai além da escolha de modelos como ChatGPT, Claude ou Gemini. De acordo com um estudo da Tech for Humans, consultoria que simplifica a tecnologia por meio de Agentes de IA e Jornadas Digitais, sistemas de IA podem errar em [&#8230;]]]></description>
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<p>A corrida pela adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas esconde um erro estrutural que vai além da escolha de modelos como ChatGPT, Claude ou Gemini. De acordo com um estudo da Tech for Humans, consultoria que simplifica a tecnologia por meio de Agentes de IA e Jornadas Digitais, sistemas de IA podem errar em até 57,7% das interações quando o usuário foge do assunto principal da conversa. Segundo a pesquisa esta é uma prática comum e pouco discutida no mercado: a mistura de regras de negócio com mecanismos de segurança no atendimento ao cliente.</p>



<p>O levantamento analisou dezenas de milhares de execuções experimentais para entender por que assistentes baseados em modelos de linguagem vêm apresentando dois comportamentos extremos: ou deixam passar tentativas sofisticadas de manipulação, ou bloqueiam clientes legítimos por excesso de rigor. Na prática, essa combinação faz com que a IA passe a interpretar qualquer desvio de contexto como uma ameaça potencial, bloqueando usuários legítimos ou respondendo de forma inadequada.</p>



<p>O problema, segundo o CEO da <a href="https://www.techforhumans.com.br/">Tech for Humans</a>, Fernando Wolff, não está na capacidade dos modelos, mas na forma como eles são implementados. “O mercado está focado em escolher o modelo mais avançado, mas ignora a engenharia de decisão. Quando você mistura regra de negócio com regra de segurança, você cria um conflito interno no sistema. A IA passa a julgar relevância como se fosse ameaça”.</p>



<p>De acordo com o estudo, o erro começa quando a camada de segurança, conhecida como Guardrail (responsável por proteger o sistema contra-ataques, vazamentos ou manipulação), passa a atuar também como filtro de escopo comercial. Em vez de se limitar a bloquear riscos técnicos, como tentativas de manipulação de instruções ou vazamento de dados, ela passa a decidir o que é ou não pertinente ao negócio. “Guardrail não é filtro de assunto. Ele existe para proteger a integridade técnica do sistema. Quando a IA é treinada para operar dentro de um escopo rígido, qualquer solicitação fora desse padrão pode ser vista como suspeita”, destaca o executivo.</p>



<p>O resultado é um comportamento distorcido: ou o sistema se torna permissivo demais, deixando passar falhas de segurança, ou rígido em excesso, bloqueando interações legítimas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="663" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Fernando-Wolff-CEO-da-Tech-for-Humans-Creditos-Nora-Cintra-4-1024x663.jpg" alt="" class="wp-image-10513" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Fernando-Wolff-CEO-da-Tech-for-Humans-Creditos-Nora-Cintra-4-1024x663.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Fernando-Wolff-CEO-da-Tech-for-Humans-Creditos-Nora-Cintra-4-300x194.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Fernando-Wolff-CEO-da-Tech-for-Humans-Creditos-Nora-Cintra-4-768x497.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Fernando-Wolff-CEO-da-Tech-for-Humans-Creditos-Nora-Cintra-4-860x557.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/04/Fernando-Wolff-CEO-da-Tech-for-Humans-Creditos-Nora-Cintra-4.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">CEO da Tech for Humans, Fernando Wolff. | Foto: Nora Cintra.</figcaption></figure>



<p><strong>Impacto direto no negócio</strong></p>



<p>Embora técnico, o problema tem consequências concretas. Em operações de atendimento em larga escala, especialmente em setores como seguros e serviços financeiros, erros desse tipo afetam diretamente métricas críticas como conversão, retenção e percepção de marca. “Você acaba impactando o cliente com a intenção de proteger o sistema”, explica Wolff.</p>



<p>O risco é ainda maior em situações sensíveis. Como exemplo, Wolff destaca um cliente que busca assistência emergencial, como um guincho ou suporte residencial, pode ser bloqueado por não seguir exatamente o fluxo esperado pelo sistema. “Nesse cenário, a IA deixa de ser um facilitador e passa a ser um ponto de fricção”.</p>



<p>Para o CEO da Tech for Humans, o avanço recente dos modelos de linguagem criou uma falsa sensação de simplicidade. Com ferramentas cada vez mais acessíveis, empresas passaram a priorizar a escolha do modelo em detrimento da arquitetura. “As plataformas ficaram muito fáceis de usar. Mas elas são feitas para usuários, não para ambientes produtivos”.</p>



<p>Esse descompasso ajuda a explicar por que a maioria dos projetos de IA não sai do papel. Segundo dados do estudo da Tech for Humans, apenas 8% das iniciativas chegam efetivamente à produção, um reflexo da complexidade subestimada na implementação. “Na prática, muitas empresas avançam em provas de conceito (POCs), mas falham ao escalar a solução por não considerar aspectos estruturais como governança, integração e desenho de decisão”.</p>



<p><strong>Modelo virou commodity</strong></p>



<p>Outro ponto que emerge do estudo é a perda de protagonismo dos modelos como diferencial competitivo. Para Wolff, a disputa entre plataformas como OpenAI, Anthropic ou Google já não é o principal fator de sucesso. “Modelo é commodity. As empresas vão precisar trabalhar com vários ao mesmo tempo”.</p>



<p>Neste sentido, ele entende que o diferencial passa a ser a capacidade de orquestrar esses modelos dentro de uma arquitetura robusta, capaz de garantir consistência, redundância e controle. “Isso inclui, por exemplo, prever falhas de um modelo e acionar outro automaticamente, mantendo o padrão de resposta”.</p>



<p><strong>Separar para funcionar: a nova arquitetura da IA</strong></p>



<p>Como resposta ao problema, a Tech for Humans propõe uma abordagem baseada na separação clara de responsabilidades. De um lado, os guardrails devem atuar exclusivamente na proteção técnica do sistema, identificando tentativas de manipulação, vazamento de dados ou comportamentos anômalos. De outro, o agente principal fica responsável por interpretar contexto, aplicar regras de negócio e conduzir a interação com o usuário.</p>



<p>Outro ponto crítico é a atuação dos guardrails não apenas na entrada, mas também na saída das respostas. Isso evita situações em que o sistema retorna informações inconsistentes ou inadequadas. Um exemplo citado por Wolff ilustra o risco: em um caso recente, um sistema automatizado chegou a oferecer a venda de um carro por R$ 1,00 após uma interação mal interpretada. “O erro não estava na pergunta do usuário, mas na ausência de validação na resposta”.</p>



<p><strong>Governança no centro</strong></p>



<p>À medida que a IA se torna parte central das operações, a governança passa a ocupar um papel estratégico. Sem diretrizes claras sobre quais ferramentas utilizar, como integrá-las e quais dados podem ser acessados, empresas correm o risco de criar ambientes fragmentados e inseguros. “Se cada pessoa usa uma ferramenta diferente, sem controle, você perde consistência e aumenta o risco de vazamento de informação”, afirma Wolff.</p>



<p>Na prática, isso significa colocar governança e segurança no centro da estratégia, e não como uma camada posterior.</p>



<p><strong>O futuro: IA supervisionando IA</strong></p>



<p>O cenário que se desenha para os próximos anos aponta para sistemas cada vez mais complexos e monitorados. Segundo Wolff, a tendência é a criação de múltiplas camadas de verificação, com inteligências artificiais atuando como ‘juízes’ de outras IAs. “Esses sistemas analisam interações, identificam desvios e geram alertas para supervisores humanos, que continuam no ciclo de decisão, modelo conhecido como <em>human in the loop”</em>.</p>
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		<title>Alta movimentação no Dia das Mães leva varejo a investir em tecnologia contra furtos </title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2026 17:34:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Dia das Mães de 2026 deve movimentar não só o e-commerce, mas também o varejo físico no Brasil. É o que aponta o levantamento recente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), onde a opção será o principal meio de compra para 73,4% dos consumidores este ano.   Mas, com a alta concentração de pessoas nos [&#8230;]]]></description>
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<p>O Dia das Mães de 2026 deve movimentar não só o e-commerce, mas também o varejo físico no Brasil. É o que aponta o levantamento recente da <a href="https://www.cdlbh.com.br/noticia/dia-das-maes-consumidor-deve-gastar-mais-este-ano/#:~:text=O%20comportamento%20do%20consumidor%20indica,a%20for%C3%A7a%20do%20varejo%20f%C3%ADsico." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH),</u></a> onde a opção será o principal meio de compra para 73,4% dos consumidores este ano.  </p>



<p>Mas, com a alta concentração de pessoas nos pontos de venda, cresce também a complexidade da operação e a exposição a furtos oportunistas. &#8220;Para os varejistas, especialmente em lojas de grande circulação e categorias com alto giro, o cenário evidencia uma transformação estrutural, onde a prevenção de perdas deixou de ser reativa para mais tecnológica, preditiva e orientada por dados&#8221;, afirma Rodrigo Tessari, CEO da Deconve, startup especializada em prevenção de perdas no varejo físico. </p>



<p>Ainda segundo a pesquisa, entre os itens mais procurados estão cosméticos e perfumaria (23,9%), roupas (21,1%), calçados e bolsas (9,1%) e eletrodomésticos (8,3%), aumentando o movimento nestes centros comerciais e shopping centers, por exemplo.  </p>



<p>&#8220;Por sorte, hoje conseguimos antecipar essas ocorrências com o uso de inteligência artificial, câmeras inteligentes e análise comportamental em tempo real&#8221;, destaca Tessari.  </p>



<p><strong>Como essa tecnologia tem funcionado?</strong></p>



<p>Na prática, o avanço tecnológico tem substituído modelos tradicionais baseados apenas em vigilância passiva ou atuação após o prejuízo. Segundo o executivo, as câmeras inteligentes são integradas a um software capaz de realizar detecção e reconhecimento facial em tempo real.  </p>



<p>&#8220;O sistema cruza imagens com uma base de dados colaborativa e gera alertas preventivos que passam por validação humana antes de chegar à loja, o que permite uma atuação antecipada e responsável, especialmente em datas como o Dia das Mães, quando o fluxo intenso dificulta o controle manual&#8221;, ressalta Rodrigo.</p>



<p>Outro diferencial está no uso de inteligência colaborativa entre unidades varejistas. A análise integrada de dados sobre tentativas recorrentes de furto permite fortalecer a prevenção em toda a operação, criando uma camada adicional de proteção em períodos sazonais, quando a dinâmica de consumo muda rapidamente. &#8220;Não se trata de vigiar pessoas, mas de prevenir perdas com responsabilidade, respeitando o cliente e apoiando a operação da loja&#8221;, reforça o CEO.</p>



<p>Com o aumento do fluxo e da relevância comercial da data, a combinação entre tecnologia e estratégia operacional se torna essencial para equilibrar segurança e experiência de compra. &#8220;O Dia das Mães é uma das datas mais importantes para o varejo no primeiro semestre. Garantir eficiência e reduzir perdas é fundamental para transformar esse potencial de consumo em resultado real para as empresas&#8221;, conclui.</p>



<p><strong>Sobre a Deconve</strong></p>



<p>A Deconve faz parte do Grupo OSTEC, atuando como o braço de segurança física do grupo especializado em cibersegurança. Fundada em Florianópolis (SC), a startup participou do programa de incubação MIDITEC, da ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia). Com atuação nacional, a Deconve ajuda varejistas a reduzirem furtos e perdas por meio de uma tecnologia que une reconhecimento facial e inteligência artificial, buscando resultados concretos e com rápida implementação de uso acessível por lojistas.</p>
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		<title>Incluiai, a startup que quer incluir milhões de alunos e virar unicórnio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[da redação.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 17:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra &#8220;unicórnio&#8221;, usada para designar startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão, ainda ressoa com ceticismo em muitos círculos do ecossistema brasileiro. Mas quem acompanha de perto a trajetória da IncluiAI hesita cada vez menos em pronunciá-la. O crescimento exponencial, a entrada iminente no setor público, o interesse de investidores internacionais e a solidez da [&#8230;]]]></description>
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<p>A palavra &#8220;unicórnio&#8221;, usada para designar startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão, ainda ressoa com ceticismo em muitos círculos do ecossistema brasileiro. Mas quem acompanha de perto a trajetória da <a href="https://incluiai.com.br/">IncluiAI</a> hesita cada vez menos em pronunciá-la. O crescimento exponencial, a entrada iminente no setor público, o interesse de investidores internacionais e a solidez da proposta de valor formam uma tese de investimento difícil de ignorar.</p>



<p>A empresa chegou ao mercado com uma proposta clara e cirúrgica: usar inteligência artificial de última geração e as mais modernas tecnologias disponíveis para transformar o modo como escolas, redes de ensino, fundações e institutos lidam com a inclusão. Não como um recurso acessório, mas como parte estrutural do processo pedagógico.</p>



<p>&#8220;O ano era 2024, quando professores de diferentes cantos do Brasil começaram a relatar o mesmo problema: a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na sala de aula era uma obrigação legal, mas as ferramentas disponíveis eram escassas, fragmentadas e, na maioria das vezes, completamente desconectadas da realidade do dia a dia escolar&#8221;, nos conta Carlos &#8220;Cadu&#8221; Arruda, CEO e founder da&nbsp;IncluiAI.&nbsp; Em menos de dois anos, a empresa se tornou o case mais comentado no ecossistema brasileiro de&nbsp;EdTechs.</p>



<p>À frente desse movimento, &#8220;Cadu&#8221; Arruda tem uma trajetória construída nas trincheiras do direito corporativo e da gestão executiva, carregando a rara combinação de rigor jurídico, visão estratégica e sensibilidade social. Atributos que, segundo quem o conhece, fazem toda a diferença quando o assunto é navegar pela complexa legislação brasileira de inclusão educacional.</p>



<p>Não foi por acaso que um executivo com esse perfil enxergou na educação inclusiva uma oportunidade de impacto exponencial. &#8220;O Brasil tem uma legislação robusta sobre inclusão, o que faltava era uma plataforma que ajudasse escolas a, de fato, cumprir essas normas de maneira prática, escalável e com qualidade&#8221;, explica Arruda.</p>



<p><strong>Crescimento exponencial</strong></p>



<p>Se em 2024 foi o ano do nascimento, 2025 foi o ano da explosão. A plataforma cresceu de forma exponencial, penetrando nas principais redes de ensino do país, em escolas privadas e públicas, em fundações e institutos de referência. A IncluiAI passou a ser sinônimo de solução e não apenas de software.</p>



<p>Para 2026, de acordo com Cadu, &#8220;as projeções são ainda mais ambiciosas: um crescimento de&nbsp;<strong>500%</strong>&nbsp;está no radar, impulsionado por dois vetores estratégicos&#8221;. O primeiro é a entrada no setor público de educação, onde o contingente de alunos é contado às dezenas de milhões. O segundo é a internacionalização, que começa a ganhar corpo com o interesse crescente de investidores estrangeiros na plataforma&#8221;.</p>



<p>Para entender a magnitude do que está em jogo, nos Estados Unidos, cerca de&nbsp;<strong>50% dos alunos matriculados</strong>&nbsp;nas escolas públicas já são classificados como atípicos;&nbsp; dado que, ao mesmo tempo em que revela a dimensão global da pauta, aponta o caminho que o Brasil inevitavelmente percorrerá. Por aqui, as estimativas do IBGE indicam que mais de 8 milhões de crianças e adolescentes em idade escolar possuem algum tipo de deficiência ou necessidade especial. E a legislação não perdoa: escolas que não garantem inclusão adequada enfrentam sanções administrativas e judiciais.</p>



<p>É exatamente nessa linha entre a obrigação legal e a dificuldade prática que a IncluiAI encontrou seu espaço, funcionando como parceira estratégica das instituições de ensino, em um ecossistema integrado, intuitivo e continuamente atualizado.</p>



<p><strong>Tecnologia de ponta</strong></p>



<p>A IncluiAI não é uma plataforma comum. Ela foi construída desde o início sobre uma arquitetura de IA generativa de última geração, alinhada com as melhores práticas globais do universo EdTech . Modelos de linguagem avançados, adaptações curriculares, relatórios para equipes multidisciplinares sinalizam em tempo real quando um estudante precisa de atenção especializada. A tecnologia, que poderia parecer complexa demais para o cotidiano escolar, foi cuidadosamente desenhada para ser operada por qualquer professor, independentemente de background técnico.</p>



<p>Esse alinhamento com o melhor que o mundo de EdTech&nbsp; tem a oferecer não passou despercebido. Fundos internacionais de impacto e investidores especializados no setor de educação começaram a monitorar a empresa com atenção crescente. A combinação de um mercado endereçável colossal, uma tecnologia proprietária robusta, conformidade regulatória e uma liderança com credibilidade estabelecida forma o quadro que investidores experientes reconhecem imediatamente como excepcional.</p>



<p>&#8220;Se os próximos anos confirmarem as projeções, a IncluiAI não será apenas mais uma EdTech de sucesso. Será o símbolo de que é possível construir uma empresa de impacto global a partir de uma demanda real, com tecnologia de excelência e um propósito que transcende o lucro: colocar no centro da equação o direito de cada criança de aprender, sem exceção&#8221;, finaliza o CEO e founder.</p>



<p><strong>Sobre a IncluiAI</strong></p>



<p>Fundada em 2024, em São Paulo (SP), como Prova Adaptada, a IncluiAI é uma EdTech  brasileira especializada em soluções de educação inclusiva baseadas em tecnologia e inteligência artificial. A empresa atua em todos os estados brasileiros e desenvolve ferramentas digitais para apoiar escolas públicas e privadas na personalização do ensino e na gestão inclusiva. Reconhecida nacionalmente por sua inovação, a empresa conquistou prêmios como o Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE) e conta com uma equipe multidisciplinar formada por especialistas em tecnologia, pedagogia e e ducação inclusiva. O nome IncluiAI faz referência direta ao uso de inteligência artificial como base da tecnologia desenvolvida pela empresa, que busca tornar os processos educacionais mais personalizados, eficientes e escaláveis.</p>
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