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	<title>Pedro Barbosa &#8211; starten.tech</title>
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	<title>Pedro Barbosa &#8211; starten.tech</title>
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		<title>Resiliência climática e inovação no contexto do Plano Rio Grande são temas de painel no South Summit Brazil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 23:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[SSB 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[O RS Innovation Stage do South Summit Brazil 2026, evento correalizado pelo governo do Estado, recebeu, na tarde desta quarta-feira, 25, o painel “Inovação para a resiliência climática: como a ciência está guiando o RS”. O debate abordou alguns dos projetos em andamento do Plano Rio Grande e a estrutura do Comitê Científico que integra o Plano.  Coube ao professor Joel Goldenfum, [&#8230;]]]></description>
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<p>O RS <em>Innovation Stage</em> do <a href="https://www.southsummit.io/e/brazil/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>South Summit Brazil 2026</strong></a>, evento correalizado pelo governo do Estado, recebeu, na tarde desta quarta-feira, 25, o painel “Inovação para a resiliência climática: como a ciência está guiando o RS”. O debate abordou alguns dos projetos em andamento do <a href="https://planoriogrande.rs.gov.br/inicial" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Plano Rio Grande</strong></a> e a estrutura do Comitê Científico que integra o Plano. </p>



<p>Coube ao professor Joel Goldenfum, à frente da secretaria-executiva do Comitê Científico do Plano Rio Grande, apresentar a composição do órgão. “O Comitê é formado por 48 pesquisadores, cientistas, especialistas em diferentes áreas do conhecimento que trabalham com o objetivo de fornecer elementos técnicos e científicos para a tomada de decisão. Temos a ciência dentro da governança de um plano de reconstrução pós-desastre”, ressaltou.&nbsp;</p>



<p><strong>Legado do Plano Rio Grande</strong></p>



<p>“O que buscamos desde o início no governo foi utilizar o conhecimento que a nossa sociedade produziu para gerar os melhores resultados a esta mesma sociedade”, afirmou o secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi, também presente no painel.</p>



<p>Para Capeluppi, a mediação entre a academia e a gestão pública não é algo simples ou trivial, mas uma condição necessária e fundamental para os trabalhos de reconstrução do Estado. “Ficará de legado do Plano Rio Grande a relação de confiança entre a gestão pública e a academia, algo que precisa ser continuado”, comentou.</p>



<p>Liderado pelo governador Eduardo Leite, o Plano Rio Grande é um programa de Estado criado para proteger a população, reconstruir o Rio Grande do Sul e torná-lo ainda mais forte e resiliente, preparado para o futuro.</p>



<p>Também estiveram presentes no painel os pesquisadores Odir Dellagostin, da Fapergs, e Éder Henriqson, da PUCRS. Para os pesquisadores, as iniciativas de aproximação entre ciência e política pública precisam ser alimentadas e aprofundadas, para além dos ciclos políticos e governos. A mediação do debate foi realizada pela professora Alexandra Passuello, que integra a assessoria técnica do Comitê Científico.</p>
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		<title>Mais de 70% dos profissionais de marketing digital demonstram otimismo com o futuro do setor no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:56:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[O marketing digital brasileiro vive um momento de consolidação. Dados levantados pelo Reportei com 186 profissionais da área mostram que 70,37% estão otimistas (35,80%) ou muito otimistas (35,80%) em relação ao futuro do setor nos próximos dois anos. Outros 17,28% se dizem neutros, enquanto 12,34% afirmam estar preocupados ou pessimistas. Mais do que um reflexo [&#8230;]]]></description>
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<p>O marketing digital brasileiro vive um momento de consolidação. Dados levantados pelo Reportei com 186 profissionais da área mostram que 70,37% estão otimistas (35,80%) ou muito otimistas (35,80%) em relação ao futuro do setor nos próximos dois anos. Outros 17,28% se dizem neutros, enquanto 12,34% afirmam estar preocupados ou pessimistas.</p>



<p>Mais do que um reflexo de entusiasmo pontual, o dado indica uma percepção de maturidade de um mercado que cresce de forma consistente, amplia sua base de anunciantes e passa por uma transformação estrutural impulsionada por tecnologia e dados. Esse otimismo aparece associado a expectativas individuais de crescimento. Quando questionados sobre os principais objetivos para 2026, 58,33% afirmam que desejam aumentar a renda, enquanto 13,10% buscam maior estabilidade profissional. Apenas 3,57% indicam a intenção de escalar equipes.</p>



<p>Segundo o cofundador e CMO do Reportei, Renan Caixeiro, o que sustenta essa confiança é a ampliação contínua da digitalização de negócios. “Pequenas e médias empresas que antes não investiam em mídia online passaram a enxergar o digital como canal essencial de aquisição e relacionamento. Antes aquele restaurante que não investia, aquela oficina mecânica que ficava fora, hoje inevitavelmente está indo para o digital e buscando um profissional”.</p>



<p>A pesquisa ouviu profissionais que atuam majoritariamente como donos de agência (32,14%), analistas de marketing (20,24%) e gestores de tráfego (15,48%), com forte presença de perfis experientes. Do total de respondentes, 57,14% trabalham na área há mais de seis anos, sendo 34,52% com mais de uma década de atuação no mercado.</p>



<p>O levantamento também mostra que a percepção positiva está presente mesmo em um mercado formado, em grande parte, por pequenas e médias operações. Mais de 70% dos profissionais atendem até sete clientes simultaneamente, e a maioria dos anunciantes investe até R$ 5 mil por mês em mídia paga por cliente.</p>



<p>Caixeiro entende que o crescimento ganhou tração especialmente após a pandemia, que acelerou o consumo digital e aumentou o tempo de tela do brasileiro. “Com mais audiência online, cresceu também a demanda por gestão profissional de mídia, conteúdo e performance”.</p>



<p>O levantamento foi conduzido internamente pelo Reportei e reúne respostas de profissionais de diferentes modelos de contratação, com atuação predominante nas regiões Sudeste (52,44%) e Sul (24,39%), atendendo principalmente empresas B2B, negócios locais e marcas de pequeno e médio porte.</p>



<p><strong>Como você vê o futuro do marketing digital nos próximos 2 anos?</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="872" height="540" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/03/image.png" alt="" class="wp-image-9796" style="aspect-ratio:1.6148376314840909;width:427px;height:auto" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/03/image.png 872w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/03/image-300x186.png 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/03/image-768x476.png 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2026/03/image-860x533.png 860w" sizes="(max-width: 872px) 100vw, 872px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Respostas coletadas pela empresa Reportei</em>.</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>IA como aliada</strong></p>



<p>Caixeiro destaca que um dos pontos da pesquisa foi entender o impacto da inteligência artificial no setor. Apesar das discussões sobre substituição de funções, a percepção predominante entre os profissionais é de que a IA é ferramenta de potencialização. “Eles veem a IA como algo para usar na operação, não como ameaça”, diz o executivo.</p>



<p>Segundo ele, o ganho está na produtividade. Agências conseguem atender mais clientes com equipes enxutas, padronizar processos e escalar operações com apoio de automação. “Hoje você tem agências atendendo centenas de clientes com uma equipe enxuta. Elas trabalham quase como software”.</p>



<p>Para Caixeiro, a IA não reduz a importância do profissional, ela eleva o nível de exigência. “A vantagem competitiva deixa de ser apenas orçamento e passa a ser capacidade de interpretar dados e transformar informação em decisão rápida”.</p>



<p><strong>Cultura orientada a dados</strong></p>



<p>Caixeiro entende que, se há uma mudança estrutural no marketing brasileiro, ela está na consolidação de uma cultura data-driven. “O profissional que não traz informação baseada em dados não consegue provar resultado. O digital é muito evidente: deu resultado ou não deu”.</p>



<p>Segundo ele, houve também uma evolução do lado do cliente. Pequenos empresários passaram a entender métricas, acompanhar indicadores e cobrar performance com base em números. “O cliente hoje já fala de alcance, taxa de cliques, métricas. O próprio mercado foi educado”.</p>



<p>Esse amadurecimento reduz espaço para decisões baseadas apenas em percepção e fortalece a lógica de performance e mensuração.</p>



<p><strong>Mais canais, mais complexidade</strong></p>



<p>Se o crescimento é estrutural, ele também traz desafios. Para Caixeiro, a expansão contínua de canais e formatos aumenta a complexidade do trabalho. “O Instagram hoje é como se fossem três redes sociais em uma: Reels, Stories e Feed. Cada um com lógica própria”.</p>



<p>Além disso, novas possibilidades surgem constantemente: marketplaces, anúncios em aplicativos de mensagem, canais proprietários e formatos híbridos. Para Caixeiro, essa diversificação deve continuar. “Os canais vão continuar se expandindo. Isso gera mais complexidade, mas também mais oportunidade”.</p>



<p>Apesar do otimismo, há um ponto de alerta. Para o executivo, a maior vulnerabilidade do marketing digital atual é a dependência excessiva de plataformas. “Rede social é terreno alugado”. Ele defende que empresas construam ativos próprios: base de e-mails, contatos e dados proprietários para reduzir risco operacional. “Se você não tem o dado do seu cliente, ele é do Instagram, do Google, do Facebook”. A recomendação é diversificação de canais e fortalecimento do relacionamento direto com a audiência.</p>



<p><strong>Um setor em consolidação</strong></p>



<p>Para Caixeiro, o marketing digital já deixou de ser apenas tendência e se consolidou como indústria. “Nem todo setor da sociedade está tão bem quanto o digital. É um segmento que continua crescendo”.</p>



<p>O crescimento não significa promessa de enriquecimento rápido, mas indica um ambiente com demanda consistente, espaço para especialização e oportunidades para quem combina tecnologia, dados e estratégia.</p>



<p>O recado da pesquisa é claro: o marketing digital brasileiro está mais maduro e menos dependente de ciclos de hype. E, para a maioria dos profissionais, o futuro não é apenas promissor, é técnico, orientado a dados e cada vez mais estratégico.</p>



<p><strong>Sobre o Reportei</strong></p>



<p>O Reportei é a principal ferramenta brasileira de relatórios e dashboards de marketing. Fundado em 2015, facilita a visualização de dados com análises automatizadas em 3 segundos. Com mais de 10 mil clientes em mais de 70 países, entre eles Forbes e Carrefour, destaca-se pela autonomia do usuário, velocidade e integração com diversas plataformas. Foi eleito duas vezes como o melhor relatório e dashboard do mundo pelo GetApp.</p>
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		<title>AWS User Group Canoas quer fortalecer comunidade de cloud e desenvolvimento de carreira em tecnologia no RS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 19:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
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					<description><![CDATA[O ecossistema de tecnologia do Rio Grande do Sul acaba de ganhar um novo espaço de conexão, aprendizado e troca de experiências com o lançamento do AWS User Group Canoas. A iniciativa integra a rede global de comunidades apoiadas pela Amazon Web Services (AWS) e surge com o objetivo de ampliar o acesso a conhecimento [&#8230;]]]></description>
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<p>O ecossistema de tecnologia do Rio Grande do Sul acaba de ganhar um novo espaço de conexão, aprendizado e troca de experiências com o lançamento do <a href="https://www.instagram.com/aws_usergroup_canoas">AWS User Group Canoas</a>. A iniciativa integra a rede global de comunidades apoiadas pela Amazon Web Services (AWS) e surge com o objetivo de ampliar o acesso a conhecimento prático sobre computação em nuvem e tecnologia aplicada a negócios, além de impulsionar o desenvolvimento profissional.</p>



<p>Liderado por Abner Klug, Daiane Dalavi, Gabriel Molon e Murilo Lang, o grupo nasce com o propósito de construir um ambiente aberto, colaborativo e acessível, conectando pessoas que querem aprender, compartilhar experiências e crescer juntas. “Não existe hoje, dentro da comunidade, nada parecido com o que estamos propondo. Os eventos costumam ser muito técnicos ou pontuais. A ideia do AWS User Group Canoas é criar um espaço contínuo de aprendizado, crescimento e troca, com foco também em carreira tecnológica”, destaca Daiane.</p>



<p><strong>Foco em carreira, aprendizado e comunidade</strong></p>



<p>O AWS User Group Canoas vai oferecer eventos gratuitos, <em><a href="https://www.meetup.com/aws-user-group-canoas">meetups</a></em>, palestras e momentos de networking voltados tanto para quem está começando quanto para profissionais experientes em tecnologia e cloud. Também vai contar com divulgação de oportunidades (carreira, certificações, projetos). Os encontros devem abordar temas como arquitetura em nuvem, segurança, dados, inteligência artificial, DevOps e aplicações de AWS em negócios.</p>



<p>Outro diferencial está no perfil da liderança. Todos os organizadores possuem carreira técnica consolidada, são certificados pela AWS e atuam diretamente no mercado. Além disso, o grupo conta com instrutores autorizados da AWS, reforçando o compromisso com qualidade técnica e didática.</p>



<p>Entre os destaques está Murilo Lang, reconhecido como AWS Golden Jacket, um selo de excelência concedido a um grupo seleto de instrutores que se destacam pelo alto nível técnico, avaliações excepcionais de alunos, forte atuação em treinamentos, eventos e impacto direto na comunidade AWS.&nbsp;</p>



<p><strong>Comunidade aberta e acessível</strong></p>



<p>Assim como outros AWS User Groups ao redor do mundo, o grupo de Canoas é independente e organizado pela comunidade, com apoio oficial da AWS, mas sem caráter comercial ou foco em vendas. A participação é aberta a estudantes, profissionais de TI, empreendedores e empresas, independentemente do nível de conhecimento ou vínculo com a AWS. “Se você é da região ou se interessa por AWS e tecnologia, fica o convite para acompanhar de perto o que vem por aí”, reforça Daiane.</p>



<p>Segundo Daiane, a expectativa é que, ao longo do tempo, Canoas se consolide como uma das cidades de referência do calendário de comunidades AWS no Brasil, seguindo o modelo em que, a cada ano, uma cidade ganha destaque nacional dentro do ecossistema. Em 2025, ela falou sobre carreira em cloud, no talk realizado em Campinas/SP.</p>



<p>Além da atuação da comunidade, o AWS User Group Canoas já conta com o apoio de instituições e empresas da região. A Ulbra, um dos polos de educação e tecnologia do município, já cedeu espaço para encontros e atividades, assim como outros parceiros locais. Segundo Daiane, o engajamento desses apoiadores reforça o papel da comunidade como vetor de geração de conhecimento que, por sua vez, contribui para a formação de novos profissionais, a criação de oportunidades de emprego e o fortalecimento da economia regional. “Esse movimento acaba formando profissionais especializados em AWS, que são absorvidos pelas próprias empresas parceiras, gerando emprego e fortalecendo a economia da região”.</p>
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		<title>Plataforma com IA acelera esteiras de crédito e reduz custos no setor financeiro</title>
		<link>https://starten.tech/2025/12/16/plataforma-com-ia-acelera-esteiras-de-credito-e-reduz-custos-no-setor-financeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 18:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A lentidão no desenvolvimento de sistemas e fluxos de crédito segue como um dos principais entraves para a inovação no setor financeiro. Processos manuais, integrações complexas e longos ciclos de teste dificultam a criação de produtos digitais em um ritmo compatível com as demandas do mercado. Não por acaso, um estudo da Boston Consulting Group [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A lentidão no desenvolvimento de sistemas e fluxos de crédito segue como um dos principais entraves para a inovação no setor financeiro. Processos manuais, integrações complexas e longos ciclos de teste dificultam a criação de produtos digitais em um ritmo compatível com as demandas do mercado. Não por acaso, um estudo da Boston Consulting Group apontou que 70% dos projetos de desenvolvimento de software falham em custo, prazo ou funcionalidades, enquanto a incompatibilidade entre demanda e capacidade produtiva de software eleva, em média, 54% o custo total dos projetos.</p>



<p>Foi nesse cenário que a <a href="https://www.deyel.com/pt-br/">Deyel</a>, plataforma de desenvolvimento low code criada pela <a href="https://www.optaris.com/pr/">Optaris</a>, lançou a Diana, uma inteligência artificial generativa capaz de criar aplicativos completos em menos de dez minutos e automatizar fluxos críticos de negócio. A tecnologia tem sido aplicada, sobretudo, na construção de esteiras de crédito para bancos e fintechs, permitindo acelerar o desenvolvimento de sistemas, reduzir custos operacionais e aumentar a eficiência das operações financeiras.</p>



<p>Na prática, a Diana combina automação e inteligência artificial para compreender regras de negócio, jornadas do usuário e requisitos regulatórios, entregando soluções funcionais do início ao fim do processo. Com isso, instituições financeiras conseguem estruturar fluxos de concessão de crédito até oito vezes mais rápido, integrando dados, análises e validações em um único ambiente.</p>



<p>Segundo head da Deyel no Brasil, Paulo Cacciari, o que antes levava meses entre a modelagem e a implementação agora pode ser feito em poucos dias. “Como atuamos há anos com tecnologias de processo de negócios para bancos e seguradoras, a Diana já foi treinada para compreender as necessidades desses setores, especialmente na construção de esteiras. Com isso, a ferramenta entrega aplicações prontas para uso de forma automatizada, com desempenho acima da média”.</p>



<figure class="wp-block-pullquote has-medium-font-size"><blockquote><p>A sociedade mudou mais rápido do que as empresas conseguiram se adaptar. Hoje, pensar em uma solução que só vai ficar pronta daqui a um ano já é um risco enorme.</p><cite>Head da Deyel no Brasil, Paulo Cacciari.</cite></blockquote></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/Paulo-Deyel-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-9078" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/Paulo-Deyel-1024x683.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/Paulo-Deyel-300x200.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/Paulo-Deyel-768x512.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/Paulo-Deyel-330x220.jpg 330w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/Paulo-Deyel-420x280.jpg 420w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/Paulo-Deyel-615x410.jpg 615w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/Paulo-Deyel-860x574.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/Paulo-Deyel.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Head da Deyel no Brasil, Paulo Cacciari</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>IA aplicada à execução</strong></h3>



<p>Cacciari explica que, diferentemente de abordagens tradicionais de desenvolvimento, a Diana foi concebida para reduzir o atrito entre áreas de negócio, tecnologia e compliance. “A IA permite que usuários descrevam suas necessidades em linguagem natural, em um modelo conhecido como <em>vibe coding</em>, no qual o usuário descreve o que deseja e a IA estrutura o sistema, detalhando a jornada do cliente, os dados que devem ser coletados, os indicadores que precisam ser exibidos aos gestores e as regras internas que compõem a solução”.</p>



<p>A partir dessa conversa, a tecnologia estrutura aplicações para web e mobile, já integradas aos sistemas existentes da empresa. Em poucos minutos, a plataforma entrega um aplicativo completo, pronto para testes e ajustes. “Esse modelo reduz drasticamente o retrabalho, elimina gargalos de backlog e diminui a dependência de longos ciclos de desenvolvimento”, reforça Cacciari.</p>



<p>Para o head da Deyel no Brasil, a Diana é inteligência aplicada à execução, com resultados imediatos e mensuráveis. “Nosso foco é permitir que as empresas tirem ideias do papel sem depender de longos ciclos de desenvolvimento ou de um espaço na agenda dos programadores”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ganhos operacionais e impacto no negócio</strong></h3>



<p>Além de acelerar o desenvolvimento, a inteligência artificial também otimiza a sustentação dos sistemas ao longo do tempo. A plataforma permite ajustes contínuos em tempo real, desde a entrada do cliente no funil até a conversão final, acompanhando mudanças regulatórias, políticas internas e comportamento do usuário.</p>



<p>Com isso, os bancos conseguem reduzir custos operacionais, aumentar taxas de aprovação de crédito e melhorar significativamente a experiência do cliente. “É dinheiro que chega mais rápido ao cliente e uma operação que ganha eficiência de ponta a ponta”, resume Cacciari. “Antes, cada etapa exigia múltiplas integrações e testes. Agora, tudo isso é consolidado em um único fluxo inteligente, que se adapta automaticamente às regras e às mudanças do mercado”.</p>



<p>Segundo o executivo, a combinação entre low code e IA generativa pode reduzir em até 80% os custos de desenvolvimento e entregar sistemas em um quarto do tempo tradicional, gerando economia de meses de trabalho e milhões de reais em projetos de tecnologia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Arquitetura proprietária</strong></h3>



<p>Um dos diferenciais da Deyel está na capacidade de integrar múltiplos sistemas e automatizar o que Cacciari chama de ‘algoritmo intelectual’ da companhia, a forma única como cada organização estrutura seus processos. “Cada empresa pode prestar o mesmo serviço, mas faz isso de um jeito diferente. Esse algoritmo intelectual é único”.</p>



<p>Neste sentido, a Diana foi desenvolvida a partir de uma arquitetura proprietária da Deyel, que integra componentes de IA generativa, automação de processos e modelagem visual. A solução permite a criação de aplicações em no code, low code e code, oferecendo flexibilidade para empresas que precisam tanto inovar quanto modernizar sistemas legados.</p>



<p>“Esse modelo também facilita a integração com sistemas antifraude, birôs de crédito e plataformas já utilizadas pelas instituições financeiras, criando uma jornada horizontal que atravessa diferentes áreas da empresa e consolida informações em um único fluxo operacional”, destaca Cacciari. Entre os clientes estão nomes como Santander, Banco BBVA, Banesco e General Seguros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Chegada ao Brasil e planos de expansão</strong></h3>



<p>Presente em oito países, entre eles Argentina, Chile, Colômbia, México, Venezuela, Panamá, Estados Unidos e Espanha, a Optaris iniciou recentemente sua operação no Brasil com um investimento total previsto de R$ 30 milhões até o final de 2026. O aporte reforça a estratégia global da companhia, que vê no país um dos mercados mais promissores para tecnologias low code e inteligência artificial.</p>



<p>A expectativa é ampliar a base de clientes locais e consolidar a Deyel como referência na criação de aplicativos corporativos até 80% mais baratos e desenvolvidos em até um quarto do tempo tradicional. “O Brasil é um mercado altamente competitivo, mas com enorme potencial para soluções que realmente entreguem produtividade e impacto no negócio”, afirma Cacciari.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Deyel</strong></h3>



<p>A Deyel é uma plataforma de desenvolvimento low code criada pela Optaris que permite a empresas de diferentes setores criar, integrar e evoluir seus próprios aplicativos e sistemas digitais de forma rápida e eficiente. Ao combinar automação e inteligência artificial, a solução acelera o desenvolvimento, reduz custos e amplia a capacidade de inovação das organizações, atendendo desde projetos de modernização de sistemas legados até a criação de novos produtos digitais.</p>
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		<title>Crise climática expõe desigualdades e reforça urgência da Agenda 2030, avalia secretário executivo da Comissão Nacional para os ODS</title>
		<link>https://starten.tech/2025/12/14/crise-climatica-expoe-desigualdades-e-reforca-urgencia-da-agenda-2030-avalia-secretario-executivo-da-comissao-nacional-para-os-ods/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2025 15:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[especial]]></category>
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					<description><![CDATA[A implementação da Agenda 2030 no Brasil passa, necessariamente, pela escuta dos territórios, participação social e redução das desigualdades históricas que marcam o país. Essa é a avaliação do secretário executivo da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Lavito Bacarissa. Em passagem pelo Rio Grande do Sul, o gestor falou sobre o [&#8230;]]]></description>
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									<p>A implementação da Agenda 2030 no Brasil passa, necessariamente, pela escuta dos territórios, participação social e redução das desigualdades históricas que marcam o país. Essa é a avaliação do secretário executivo da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Lavito Bacarissa. Em passagem pelo Rio Grande do Sul, o gestor falou sobre o papel da comissão, os desafios da crise climática, a reconstrução do estado após as enchentes de 2024 e a importância de políticas públicas integradas para populações vulneráveis.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Segundo Bacarissa, a Pasta, que é vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da Repúbica, tem como missão reorganizar os espaços de participação social no governo federal, fortalecendo a democracia participativa. “A boa política pública não nasce apenas dentro dos gabinetes, ela nasce da escuta de quem vive a realidade local”. Para ele, governar com a população é essencial em um país marcado por profundas diferenças regionais. “O Brasil não é um só. São vários brasis, com realidades completamente distintas”, resume.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nesse contexto, a Comissão Nacional para os ODS atua como um espaço paritário, reunindo governo e sociedade civil para fortalecer a governança da agenda de desenvolvimento sustentável no Brasil. Embora os ODS sejam um compromisso global, Bacarissa reforça que os resultados só se materializam na dimensão local.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:pullquote {"fontSize":"medium"} --></p>
<figure class="wp-block-pullquote has-medium-font-size">
<blockquote>
<p>A Agenda 2030 só ganha sentido quando chega ao território, quando dialoga com quem sente, no dia a dia, os efeitos das desigualdades e da crise climática.</p>
<p><cite>Secretário executivo da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Lavito Bacarissa</cite></p>
</blockquote>
</figure>
<p><!-- /wp:pullquote --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Crise climática deixou de ser hipótese</strong></h3>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao abordar o cenário ambiental, o secretário é categórico ao afirmar que a crise climática deixou de ser uma hipótese futura e passou a fazer parte do cotidiano. Eventos extremos como as enchentes no Rio Grande do Sul, a seca histórica na Amazônia e as queimadas no Pantanal evidenciam o avanço de um cenário que impacta de forma desproporcional as populações mais vulneráveis. “Vivemos uma espécie de esquizofrenia climática, em que regiões historicamente alagadas enfrentam incêndios, enquanto outras sofrem com enchentes devastadoras”, afirma.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Para Bacarissa, esse contexto expõe o chamado racismo ambiental e climático, que afeta principalmente mulheres negras, populações ribeirinhas, periferias urbanas e comunidades rurais. “São essas populações que precisam estar no centro das políticas públicas”, defende.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:image {"id":9017,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} --></p>
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<p><!-- /wp:image --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong><br />COP30, Amazônia e protagonismo brasileiro</strong></h3>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao comentar a realização da COP30 no Brasil, com foco na Amazônia, Bacarissa avalia que a decisão teve um forte peso simbólico e político. Apesar das críticas, ele acredita que levar o debate climático para o coração da floresta ajudou a expor ao mundo não apenas a biodiversidade, mas também as vulnerabilidades sociais da região. “A Amazônia não é um cenário exótico. Ela é território, é gente, é desigualdade e também resistência”.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O secretário lembra que a COP30 é um processo histórico, iniciado em 1995, e que não poderia resolver sozinha os problemas globais. Ainda assim, aponta avanços importantes, especialmente no debate sobre financiamento climático. Para ele, é fundamental discutir novos instrumentos financeiros que respeitem a proporcionalidade entre Norte e Sul global. “Quem mais poluiu e quem mais se beneficiou historicamente precisa assumir uma responsabilidade maior”, defende.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Rio Grande do Sul: emergência, reconstrução e resiliência</strong></h3>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A visita ao Rio Grande do Sul, realizada na última semana, ocorreu em um contexto de reconstrução após a maior catástrofe climática da história do estado. Bacarissa destaca que, diante de tragédias dessa magnitude, a disputa política deve dar lugar à ação humanitária. “Não existe esquerda ou direita quando vidas estão em risco. Existe a urgência de cuidar das pessoas”.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Segundo ele, o governo federal atuou inicialmente na resposta emergencial e agora trabalha em um projeto de reconstrução de médio e longo prazo. A agenda dos ODS, nesse sentido, oferece diretrizes para pensar cidades mais resilientes, capazes de se adaptar às mudanças climáticas e reduzir os impactos de novos eventos extremos. “Não podemos esperar a próxima tragédia para agir. Precisamos colocar as soluções antes dos problemas”, alerta.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nesse contexto, Bacarissa visitou cooperativas de catadores e catadoras em Canoas. Ele destaca que essa é uma política estratégica para o governo federal, com forte impacto ambiental, social e econômico. “Estamos falando de uma atividade que gera renda, promove inclusão social e contribui diretamente para a sustentabilidade”.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p> </p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>								</div>
				</div>
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									<p>A visita revelou realidades distintas entre as cooperativas, algumas mais estruturadas e outras ainda em situação de grande vulnerabilidade. Para o secretário, o desafio é homogeneizar condições mínimas de funcionamento, respeitando as especificidades locais. Ele também defende uma maior integração das políticas públicas, levando serviços de saúde, assistência social e orientação jurídica até esses espaços. “Um dia de trabalho perdido representa um impacto enorme na renda dessas mulheres”.</p>
<p>Além disso, Bacarissa destaca a necessidade de revisar o sistema previdenciário para essa categoria e avançar em medidas de justiça tributária. Ele cita, como exemplo, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, medida que considera fundamental para reduzir desigualdades e fortalecer a economia popular.</p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>ODS como norte ético e científico</strong></h3>
<p>Para o secretário, a Agenda 2030 deve ser entendida como um grande pacto ético global, baseado nos direitos humanos e na ciência. Em um cenário de avanço do negacionismo, especialmente no debate climático, Bacarissa defende a retomada da racionalidade e do compromisso coletivo. “Direitos humanos não são o máximo, são o mínimo para que as pessoas vivam com dignidade”.</p>
<p>Ao final, ele deixa uma mensagem de união e cooperação entre governos, sociedade civil e iniciativa privada. “A agenda do desenvolvimento sustentável é um convite para que o Brasil se reencontre consigo mesmo, supere divisões e avance como uma sociedade comprometida com o futuro”, conclui.</p>								</div>
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		<title>Além do currículo: como o TrindAI usa inteligência artificial para mapear competências técnicas e comportamentais</title>
		<link>https://starten.tech/2025/12/08/alem-do-curriculo-como-o-trindai-usa-inteligencia-artificial-para-mapear-competencias-tecnicas-e-comportamentais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 19:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[hubs]]></category>
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					<description><![CDATA[A busca por talentos qualificados na área de tecnologia é um desafio que custa bilhões às empresas anualmente. Ao mesmo tempo, desenvolvedores iniciantes, apesar de terem potencial, enfrentam a dificuldade de ingressar no mercado formal por falta de experiência. É neste ‘gap’ que a Trindtech, startup com foco na geração de talentos e desenvolvimento de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A busca por talentos qualificados na área de tecnologia é um desafio que custa bilhões às empresas anualmente. Ao mesmo tempo, desenvolvedores iniciantes, apesar de terem potencial, enfrentam a dificuldade de ingressar no mercado formal por falta de experiência. É neste ‘gap’ que a <a href="https://www.trindtech.com.br/">Trindtech</a>, startup com foco na geração de talentos e desenvolvimento de soluções digitais, decidiu focar, ao repensar como talentos são identificados, avaliados e preparados para o mercado de trabalho.</p>



<p>Dessa necessidade de agilizar e tornar mais eficiente o recrutamento, surgiu o TrindAI, uma solução que utiliza inteligência artificial para otimizar o processo e gerar valor para empresas e talentos. A CHRO e sócia da Trindtech, Juliet Bombassaro, explica que a IA começa a atuar logo no início, por exemplo, na leitura do portfólio. “Analisar um GitHub nem sempre permite entender com precisão o nível do desenvolvedor ou suas competências. A IA complementa essa avaliação, tornando o processo mais eficiente para o RH e para o tech lead”.</p>



<p>Além disso, a plataforma também lê currículos, interpreta dados fragmentados e os converte em um mapa de habilidades que evidencia potencial, competências e lacunas, que são úteis tanto para empresas quanto para talentos. “Seja para analisar o cargo ou senioridade, o mapa mostra o que a pessoa realmente sabe fazer. É visibilidade real, não narrativa de currículo”, reforça Juliet.</p>



<p><strong>Do currículo ao mapa de habilidades</strong></p>



<p>Na hora de avaliar um currículo, Juliet entende que o excesso de foco no passado, com currículos inflados, longos e, muitas vezes, pouco estratégicos pode acabar prejudicando o candidato. Para ela, a pergunta chave não é ‘o que você fez?’, mas sim ‘que habilidade isso gerou e como você aplica isso daqui para frente?’. “O TrindAI nasce exatamente para fazer essa tradução. Não queremos apenas saber das responsabilidades antigas. Mas sim, entender quais competências emergiram dali e como serão usadas no futuro”, destaca Juliet.</p>



<p>O objetivo é acompanhar o talento de ponta a ponta, unindo três áreas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Para a Empresa:</strong> Gerar valor na jornada do talento de ponta a ponta, da atração ao <em>off board</em>, permitindo decisões mais assertivas e estratégicas com base em dados.</li>



<li><strong>Para o Talento:</strong> Dar o controle das suas habilidades em diferentes contextos (busca de conhecimento, planejamento de carreira).</li>



<li><strong>Modelo de Parceiros:</strong> Conectar o talento que usa a IA para planejar a carreira com parceiros que oferecem serviços de desenvolvimento/conhecimento, como cursos de inglês, pós-graduação etc.</li>
</ul>



<p>“O TrindAI quer ser uma grande solução que conecta talentos, empresas e oportunidades. Não queremos ser hype. Queremos gerar valor real”, finaliza Juliet.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ansiedade, algoritmos e propósito: o chamado para reconstruir nossa relação com o futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 21:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[AI Day 2025]]></category>
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<p>Em palestra realizada na última quinta-feira, 4, durante o AI Day 2025, realizado no Instituto Caldeira, em Porto Alegre/RS, o darwinista digital e professor da Fiap, Carlos Piazza propôs um debate sobre o presente e uma virada urgente no modo como imaginamos o futuro. Em uma atividade provocadora, Piazza percorreu emoções coletivas, paradoxos tecnológicos e dilemas geracionais para mostrar como a ansiedade que domina a sociedade pode ser transformada em potência criativa. Entre a medo e entusiasmo, ele aponta um caminho: a regeneração, capaz de deslocar a tecnologia do centro e recolocar o humano no eixo das decisões.</p>



<p>“Vivemos buscando uma felicidade idealizada, guiados por uma lógica de hiperconsumo e algoritmos que capturam cada gesto nosso”, afirmou. O resultado, segundo ele, é uma geração inteira entregue ao vazio, conceito explorado por Gilles Lipovetsky para explicar a sensação de aceleração, instabilidade e angústia que marca a hipermodernidade.</p>



<p>Mas o diagnóstico de Piazza vai além do retrato social: é um convite à autocrítica e à reinvenção. Ao analisar o comportamento digital contemporâneo, Piazza parte de uma cena familiar: o scroll infinito ao fim do dia, em busca de algo que nem sabemos nomear. “Chamam isso de hedonismo. Mas esquecemos da Eudaimonia, a felicidade que nasce do propósito”, provocou.</p>



<p>A Pandemia de Covid-19, lembra ele, apenas acelerou um fenômeno que já estava em curso: a dissolução das fronteiras entre casa, trabalho e vida interna. “Descobrimos que nossas casas eram só cenários, sem a funcionalidade emocional que acreditávamos existir. E o home office cimentou ainda mais o individualismo”.</p>



<p>Nesse ambiente, explica, sintomas como perda de foco, crises de ansiedade, sensação de ‘tela azul’ e colapsos cognitivos se tornaram comuns. Nas redes sociais, proliferam expressões extremas de narcisismo digital e distorção corporal. O corpo, mediado por filtros e promessas estéticas, torna-se uma imagem disforme, e cada vez mais distante de quem o habita. “O que vemos é gente tentando parecer um cavalo-marinho”, ironizou, referindo-se aos exageros de intervenções estéticas. “Mas por trás disso existe algo muito sério: o apagamento do eu”.</p>



<p><strong>Propósito nasce da indignação</strong></p>



<p>Piazza desmonta a busca performativa pelo ‘propósito’, frequentemente reduzido a slogans corporativos ou frases motivacionais. Para ele, o propósito verdadeiro nasce de algo bem mais profundo e incômodo: a indignação. “Seu propósito mora na sua pior indignação, e você finge que não ouve”, afirmou. É essa combinação entre inquietação e sentido que separa o indivíduo comum do arquétipo do herói, descrito por Joseph Campbell. Mas a geração atual, destaca Piazza, sofre de futurofobia: medo de imaginar, projetar ou até mesmo desejar o futuro.</p>



<p>Se o presente é marcado por incertezas e esgotamento, o futuro, argumenta Piazza, precisa ser encarado como obra criativa. “Somos os únicos animais capazes de imaginar coisas que nunca aconteceram. Isso se chama ficção. E agora ela é uma competência de sobrevivência”.</p>



<p>Ele diferencia quatro tipos de futuros: possíveis (o que pode acontecer), plausíveis (o que provavelmente acontecerá), prováveis (o que tende a ocorrer com os sinais atuais) e os preferíveis, os que desejamos e estamos dispostos a construir.</p>



<p>Só estes últimos, diz Piazza, merecem nossa energia criativa. Para isso, recomenda o uso de metodologias de futurismo estratégico que combinam insight (aprendizado do passado) com foresight (visão de futuro). E encerra citando Racionais MCs: “Não espere o futuro mudar sua vida, porque o futuro é tão somente a consequência do seu presente”.</p>
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		<title>Dentro da Bolha de IA: entre o hype, os riscos e o futuro real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 20:42:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hubs]]></category>
		<category><![CDATA[AI Day 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[A inteligência artificial se tornou o centro da tecnologia e também um território onde se misturam expectativa, medo, desinformação e investimentos em escala sem precedentes. No AI Day 2025, realizado na última quinta-feira, 4, no Instituto Caldeira, em Porto Alegre/RS, o painel “Dentro da Bolha de IA: o hype, os riscos e o futuro real” [&#8230;]]]></description>
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<p>A inteligência artificial se tornou o centro da tecnologia e também um território onde se misturam expectativa, medo, desinformação e investimentos em escala sem precedentes. No AI Day 2025, realizado na última quinta-feira, 4, no Instituto Caldeira, em Porto Alegre/RS, o painel “Dentro da Bolha de IA: o hype, os riscos e o futuro real” reuniu o founding partner da ABSeed Ventures, Marcelo Hoffmann, e o gerente executivo do Agibank, Rodrigo Yuji Maruyama, para um debate sobre o que é tendência, o que é especulação e onde, de fato, estão surgindo as oportunidades mais concretas.</p>



<p>Para Maruyama, a febre é real mas o entendimento sobre o tema, nem sempre. “Bolha nasce quando as expectativas se descolam da realidade”. Segundo ele, é exatamente essa assimetria entre simplicidade de uso e complexidade técnica que faz a IA parecer magia para grande parte do público. “Você abre o ChatGPT e conversa. Mas o que acontece ali por trás é extremamente complexo. Quando não se compreende o fundamento, a expectativa explode”.</p>



<p>Maruyama lembra que, em 2022, ainda era cético: via modelos de linguagem inconsistentes, com pouco valor prático. “Quando o ChatGPT surgiu, mudou o patamar. Primeiro era curioso; um ano e meio depois, virou ferramenta de negócio, com impacto real”. Ele entende que a curva de aprendizado das empresas, porém, é bem menos acelerada que a dos modelos. E é aí que surgem os grandes gargalos: processos sem padrões, times que não conversam entre si e barreiras de usabilidade que travam adoção. “IA resolve padrões. Se a empresa não tem padrões, o projeto falha. E falha mesmo: 95% não passam da fase piloto”.</p>



<p>Para Hoffmann, a IA vive dois fenômenos em paralelo, uma evolução tecnológica natural e um uso calculado do hype como catalisador de retomada pós-crise. “Há intencionalidade geopolítica, corrida por domínio tecnológico e movimentos de portfólio que não têm nada de inocentes”. O investidor entende que a leitura do mercado americano não deve ser importada automaticamente para o Brasil. “A euforia da Nasdaq não é a nossa realidade. Nosso papel é usar essa janela de capital disponível para construir valor real, não para replicar bolhas”.</p>



<p>Quando o assunto é futuro, Maruyama não hesita: prever tendências exatas é arriscado, nem mesmo os executivos da OpenAI abrem seus roadmaps. Mas tendências de capacidade são mais claras. “O erro dos modelos cai de forma não linear e a capacidade dobra a cada sete meses. Chips ficam mais potentes consumindo menos energia. Isso tudo aponta para algo que parece distante, mas talvez não seja: a comoditização da IA”. O cenário, segundo ele, é positivo para as empresas. “Quem se integrar agora, mesmo pagando mais caro, amplia margem à medida que o custo dos modelos cai.”</p>



<p>O consenso final dos dois especialistas converge em um ponto crítico: a bolha existe, mas não é a que muita gente imagina. A bolha está no discurso simplificado, nos valuations acelerados e na ansiedade por substituir tudo por IA do dia para a noite. O valor real, porém, está emergindo em ritmo acelerado, especialmente onde processos maduros, dados proprietários e estratégia de longo prazo se encontram.</p>
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		<title>Jovens transformam desafios locais em soluções no Hackatime Pense Jovem da Sicredi Caminho das Águas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 16:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Toda comunidade carrega desafios que, muitas vezes, passam despercebidos até por quem vive ali. Mas, quando jovens são convidados a enxergá-los e a imaginar soluções possíveis, problemas viram ideias, e ideias viram projetos. Assim nasceu o Pense Jovem, iniciativa da Sicredi Caminho das Águas que mobilizou escolas, inspirou lideranças e mostrou que a inovação pode [&#8230;]]]></description>
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<p>Toda comunidade carrega desafios que, muitas vezes, passam despercebidos até por quem vive ali. Mas, quando jovens são convidados a enxergá-los e a imaginar soluções possíveis, problemas viram ideias, e ideias viram projetos. Assim nasceu o Pense Jovem, iniciativa da <a href="https://www.sicredi.com.br/coop/caminhodasaguasrs/">Sicredi Caminho das Águas</a> que mobilizou escolas, inspirou lideranças e mostrou que a inovação pode (e deve) começar pela realidade local.</p>



<p>De acordo com o gerente de Cooperativismo da Sicredi Caminho das Águas, Eduardo Glaeser, a ideia surgiu durante um encontro nacional de cooperativismo voltado à inovação, realizado em Goiás. “Vimos muitas iniciativas voltadas para jovens. Voltamos pensando no que poderíamos fazer para que eles desenvolvessem soluções para os problemas das próprias comunidades”.</p>



<p>Dessa inquietação nasceu o programa, financiado pelo Fundo Social do <a href="https://somoscooperativismo.coop.br/institucional/sescoop">Sescoop</a>, braço educacional do <a href="https://somoscooperativismo-rs.coop.br">Sistema Ocergs</a>. A cooperativa planejou mobilizar estudantes dos 26 municípios de sua área de atuação. Dos 170 jovens inscritos, 36 chegaram à grande final, realizada no último sábado, 29, durante o Hackatime, no Fly.Hub, em Sapiranga. “Os jovens apresentaram o resumo de tudo o que desenvolveram ao longo do programa, que envolveu oficinas, mentorias e etapas de construção de MVPs”, explica Glaeser.</p>



<p>Para ele, o grande diferencial do Pense Jovem é a conexão direta com as comunidades. “Muitas vezes achamos que a dor é uma, mas quando ouvimos a comunidade percebemos que é outra totalmente diferente. O programa faz essas dores aflorarem”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="666" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/vencedoras-1024x666.jpg" alt="" class="wp-image-8782" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/vencedoras-1024x666.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/vencedoras-300x195.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/vencedoras-768x499.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/vencedoras-860x559.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/vencedoras.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Projeto Sementes Vivas conquistou o primeiro lugar no Hackatime.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Projeto vencedor resgata cultura quilombola</strong></h3>



<p>O primeiro lugar do Pense Jovem ficou com o Projeto Sementes Vivas – preservação do território, memória e cultura quilombola, apresentado pelas estudantes Amanda Garcia Pietsch, Luana Marques Bandas e Victoria Conceição Ferraz de Oliveira.</p>



<p>Victoria conta que, embora o Rio Grande do Sul tenha uma estimativa de 20 mil famílias quilombolas, a maioria não é oficialmente reconhecida e grande parte da cultura local se perde silenciosamente. “É uma cultura rica e importante para o Brasil. Mas ninguém comenta, ninguém trabalha esse assunto. Queríamos trazer visibilidade para algo que já existe e não é valorizado”.</p>



<p>Em parceria com a Associação Quilombola Costa da Lagoa, o grupo, que reuniu integrantes de Capivari do Sul, Palmares do Sul e Viamão, estruturou um plano baseado em quatro pilares: organizar, capacitar, executar e avaliar. As ações incluem trilhas educativas, oficinas culturais, atividades escolares e iniciativas voltadas ao turismo responsável. O impacto esperado envolve reduzir preconceitos, ampliar conhecimento sobre a cultura quilombola e aproximar escolas e visitantes da história do território. A maior barreira, porém, está na infraestrutura, hoje considerada precária, o que leva a equipe a buscar parcerias e até planejar feiras culturais com comidas típicas e artesanato para angariar recursos.</p>



<p>Victoria destaca que a equipe pretende seguir com o projeto, fortalecendo o vínculo com a comunidade. “As gurias foram parceiras ótimas. Queremos envolver mais gente para ajudar”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="521" src="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/directions-1024x521.jpg" alt="" class="wp-image-8783" srcset="https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/directions-1024x521.jpg 1024w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/directions-300x153.jpg 300w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/directions-768x391.jpg 768w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/directions-860x438.jpg 860w, https://starten.tech/wp-content/uploads/2025/12/directions.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Projeto Directions ficou em segundo lugar.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Apoio na carreira</strong></h3>



<p>O segundo lugar ficou com o projeto Directions, iniciativa criada para enfrentar uma dor comum entre jovens brasileiros: a dificuldade de escolher uma carreira em meio às mais de 12 mil profissões existentes. O projeto propõe uma ponte entre estudantes indecisos e empresas que sofrem com a falta de profissionais qualificados, oferecendo palestras, visitas a ambientes de trabalho e conteúdos baseados em projeto de vida e filosofia.</p>



<p>A ideia é que as empresas financiem especialistas para apresentar diferentes trajetórias profissionais, enquanto os jovens ganham clareza sobre caminhos possíveis. Em pesquisas realizadas pelo próprio grupo, embora 82% dos colegas afirmem saber o que querem fazer no futuro, apenas 52% dizem saber qual caminho seguir, um dado que reforça a relevância do projeto. Modular e adaptável às demandas de cada região, o Directions também disponibilizaria conteúdos gravados de forma gratuita, contribuindo para uma geração mais preparada para o mercado e alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><strong>Ajuda Imediata</strong></strong></h3>



<p>O terceiro lugar ficou com o projeto Ajuda Imediata, que propõe a capacitação em primeiros socorros nas 14 escolas públicas da cidade de Igrejinha. A iniciativa busca solucionar a falta de preparo da comunidade para lidar com emergências através de cursos extensivos ministrados por especialistas, diferenciando-se pela complexidade do conteúdo abordado. Com a busca de apoio da prefeitura para implementação, o objetivo quer preparar os cidadãos para prestar socorro inicial em situações críticas, como convulsões e engasgos, garantindo a segurança da vítima até a chegada do atendimento médico especializado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Menções honrosas</strong></h3>



<p><strong><em>Viva Melhor: cuidado com os idosos</em></strong></p>



<p>Entre as menções honrosas, o Viva Melhor, de Mostardas, apresentou uma solução para um problema silencioso: o abandono e a invisibilidade da população idosa. Dados do IBGE mostram que dois idosos são abandonados por dia no Brasil, que registrou 700 casos formais em 2024, além de 20 mil idosos em situação de rua. O projeto propõe oficinas, eventos culturais e visitas domiciliares feitas por profissionais contratados pelo município, oferecendo desde conversa e companhia até apoio emocional e cuidados básicos.</p>



<p><strong><em>Um Olhar para a Rua: combate à fome</em></strong></p>



<p>Sob o lema “a solidariedade que oferecemos hoje pode ser o recomeço de alguém amanhã”, o projeto Um Olhar para a Rua apresentou uma iniciativa que une culinária e empatia para combater a insegurança alimentar. A proposta busca apoiar pessoas em situação de rua, famílias de baixa renda e vítimas de desastres, como os recentes incêndios, por meio de parcerias com restaurantes para doação de marmitas. Alinhado ao ODS 2 (Fome Zero), o projeto foca nos grupos mais vulneráveis da sociedade.</p>
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		<title>Digitalização, interiorização e interoperabilidade: como a Pixeon quer melhorar a eficiência da saúde brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 15:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[especial]]></category>
		<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A digitalização da saúde no Brasil deu saltos importantes nas últimas duas décadas, mas ainda avança em ritmo desigual entre regiões, instituições e especialidades. Segundo dados do Cetic.br, 92% dos estabelecimentos de saúde brasileiros já utilizam registros eletrônicos, mas apenas 37% operam totalmente sem papel e apenas 23% dos profissionais receberam treinamento digital no último [&#8230;]]]></description>
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<p>A digitalização da saúde no Brasil deu saltos importantes nas últimas duas décadas, mas ainda avança em ritmo desigual entre regiões, instituições e especialidades. Segundo dados do Cetic.br, 92% dos estabelecimentos de saúde brasileiros já utilizam registros eletrônicos, mas apenas 37% operam totalmente sem papel e apenas 23% dos profissionais receberam treinamento digital no último ano.</p>



<p>Para Iomani Engelmann, fundador e CO-CEO da <a href="https://www.pixeon.com/">Pixeon</a>, empresa que atende mais de três mil instituições e impacta 50 milhões de pacientes por ano, a transformação digital passa necessariamente pela capacidade de integrar dados clínicos, reduzir redundâncias e criar modelos mais eficientes de cuidado. “Com o envelhecimento acelerado do Brasil, isso se torna ainda mais crítico. Sem dados estruturados, perdemos a chance de tomar decisões melhores a partir de informações já disponíveis”.</p>



<p>A história da Pixeon nasce justamente desse diagnóstico. Quando ainda era estudante da Universidade Federal de Santa Catarina, Engelmann acompanhou de perto a internação e o falecimento do avô, experiência que o levou a enxergar, de dentro dos hospitais, as limitações tecnológicas que comprometiam o cuidado. “Naquela época, o Brasil não tinha software para retirar exames direto dos equipamentos médicos e disponibilizá-los aos médicos. Dependíamos totalmente dos filmes radiológicos, caros e sujeitos a falhas logísticas”, recorda.</p>



<p>O primeiro protótipo surgiu em seu próprio apartamento, em 2003. Um ano depois, a empresa já tinha seu primeiro cliente e uma missão clara: substituir filmes por imagens digitais e permitir que radiologistas laudassem de qualquer lugar. Em 2007, a Pixeon tornou-se pioneira ao oferecer laudos remotos, algo considerado disruptivo na época. “Teve caso de médicos no Rio de Janeiro acessando exames de Santa Catarina em tempo real. Era impensável até então”, conta.</p>



<p class="has-luminous-vivid-amber-color has-text-color has-link-color wp-elements-68c4bc3eaaaed6a6fa323f6aaf5135aa"><strong><a href="https://starten.tech/2025/11/30/tecnologia-brasileira-ajuda-medicos-a-detectar-cancer-de-prostata/">SAIBA MAIS: Tecnologia brasileira ajuda médicos a detectar câncer de próstata.</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Da inovação à consolidação do portfólio</strong></h3>



<p>A inovação chamou atenção da Intel. Em 2011, a gigante global realizou seu primeiro investimento em saúde no Brasil ao se tornar sócia da Pixeon. O aporte impulsionou aquisições estratégicas, consolidando a visão de plataforma única para toda a cadeia de saúde. Integrar sistemas tão distintos, no entanto, foi um desafio. “Quando tocamos um hospital, lidamos com tudo: internação, hotelaria, materiais, medicamentos, centro cirúrgico, UTI, prontuário, faturamento, comunicação com operadoras. Para o paciente, isso é invisível, até que algo dê errado”, destaca Engelmann.</p>



<p>Segundo o fundador e CO-CEO da Pixeon, a busca por uma solução completa levou à aquisição de um sistema baiano que se tornaria o Pixeon Smart, plataforma hospitalar que hoje é um dos motores de crescimento da empresa. “Vimos que o Brasil tinha cerca de 7.500 hospitais, mas apenas duas empresas lideravam esse mercado. Havia espaço para uma terceira via, integrada, flexível e construída com visão clínica”.</p>



<p>O Pixeon Smart, originalmente criado por um médico cardiologista, permitiu aprofundar essa lógica. O prontuário passou a ser configurado por especialidade, dando a fisioterapeutas, nutricionistas, cardiologistas e outros profissionais acesso apenas às informações relevantes para sua atuação, sem perder integração entre equipes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Interiorização e telemedicina</strong></h3>



<p>Além da digitalização, a busca por segurança, qualidade de vida e custos menores tem levado famílias para cidades médias e pequenas, um fenômeno que pressiona a infraestrutura de saúde fora dos grandes centros. Segundo Engelmann, esse movimento exige redes mais integradas e o uso intensivo de telemedicina. “Hoje, é comum que UTIs pequenas no interior tenham retaguarda de especialistas de grandes capitais. Sem tecnologia, seria financeiramente impossível manter um neuro, um cardiologista e um ortopedista 24h em hospitais de cidades pequenas”.</p>



<p>Ele destaca um dado alarmante: entre 25% e 35% dos atendimentos de urgência poderiam ser resolvidos via teleatendimento, sem necessidade de deslocamento para prontos-socorros superlotados. “Além do custo, há o risco: o paciente às vezes entra no hospital para resolver uma unha encravada e sai com uma infecção”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Interoperabilidade</strong></h3>



<p>A Pixeon acompanha de perto as discussões no Congresso Nacional sobre interoperabilidade. Para Engelmann, o país precisa de um padrão nacional de troca de informações clínicas, algo similar ao que o Open Finance fez no sistema financeiro. “Sem interoperabilidade, o Brasil perde eficiência, aumenta custos e deixa o paciente refém do prestador. O dado é do indivíduo. Ele precisa ter liberdade de levá-lo para onde quiser”.</p>



<p>O CO-CEO da Pixeon entende que a interoperabilidade também poderia aliviar a inflação médica, que há mais de uma década cresce duas a três vezes acima da inflação geral. “Se exames desnecessários fossem eliminados e dados fossem compartilhados em tempo real, a pressão sobre planos e hospitais diminuiria significativamente”.</p>



<p>Para o futuro, Engelmann prevê uma mudança no modelo de remuneração aplicado na área da saúde. “O sistema brasileiro ainda opera majoritariamente em <em>fee-for-service</em>, no qual se paga por produção (quantidade de exames, procedimentos e cirurgias) e não por qualidade. A saúde vai migrar para modelos que remuneram qualidade e desfechos, não volume. A tecnologia é o que torna isso possível”.</p>



<p>Para ele, eficiência não é apenas um ganho operacional, é condição de sobrevivência para o setor. “Com custos crescentes, mudanças demográficas e pressão por qualidade, só existe um caminho: digitalizar, integrar e colocar o paciente no centro da jornada. Não existe futuro sustentável sem isso”, finaliza.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Saiba mais</strong></h3>



<p>Fundada em 2003, em Florianópolis/SC, a Pixeon é uma das principais empresas brasileiras de tecnologia para a saúde. Com mais de 3.000 clientes, a companhia integra o grupo Vela LatAm, uma das divisões da canadense Vela Software. A Pixeon impacta mais de 50 milhões de pacientes por ano com soluções digitais de ponta a ponta para clínicas, hospitais e centros de diagnóstico. Em seu portfólio estão plataformas como o premiado sistema PACS Aurora, eleito quatro vezes o melhor da América Latina pelo KLAS Research. Além de presença consolidada em todo o Brasil, a Pixeon já atende dezenas de instituições na Argentina, Uruguai e Peru, ampliando sua atuação internacional e reforçando sua posição como referência em tecnologia e eficiência para a saúde na América Latina.</p>
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