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	<title>Bruna Nobre &#8211; starten.tech</title>
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		<title>Afiliados além do digital: como o modelo está transformando a experiência em lojas físicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Nobre]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 19:08:53 +0000</pubDate>
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<p>O consumidor já transita de forma fluida entre o online e o offline, mas o varejo ainda tem dificuldade em operar dessa forma na prática. Enquanto a jornada de compra se torna cada vez mais omnicanal, muitas empresas ainda tratam canais como silos, com pouca integração entre áreas, dados, experiência e mensuração. Esse descompasso cria um problema real: o varejo investe em influência, mídia e performance no digital, mas perde visibilidade justamente em um&nbsp; momento crítico: a conversão na loja física.</p>



<p>É nesse ponto que o marketing de afiliados dá um salto concreto. Historicamente associado ao e-commerce, o modelo sempre foi valorizado pela capacidade de gerar vendas com base em performance e agora, com o avanço das tecnologias de rastreamento, finalmente consegue acompanhar o consumidor até o ponto de venda físico.&nbsp;</p>



<p>O ponto de virada aqui é a atribuição. Durante muito tempo, entender o impacto do digital e ações de trade nas vendas offline foi uma das maiores dores do varejo. Hoje, isso começa a mudar com o uso de ferramentas como QR Codes, cupons rastreáveis e soluções como cardlinked offers, que conectam diretamente o meio de pagamento à jornada do consumidor.&nbsp;</p>



<p>Na prática, isso significa que hoje o usuário pode ser impactado por um afiliado e concluir a compra na loja física, com toda essa jornada sendo mensurada. E mais do que isso: passa a ser remunerada por performance.&nbsp;Esse avanço muda completamente a lógica de investimento. O que antes era visto como mídia de <em>awareness</em> ou difícil de mensurar no <em>offline </em>passa a operar com a mesma eficiência e precisão do digital. E os resultados mostram que isso não é só teoria.&nbsp;</p>



<p>Em um case internacional, uma grande rede de supermercados registrou crescimento de vendas de 2,5 vezes e ROAS de US$18 ao implementar ofertas de cashback para compras em loja física, complementando a estratégia digital. Em outro exemplo, uma varejista do segmento esportivo alcançou aumento de 19% na receita em apenas cinco meses, além de crescimento de 13% no ticket médio e duplicação da base de novos usuários ao combinar afiliados com ativações omnicanal.&nbsp;</p>



<p>Mais do que crescimento, o que esses números mostram é valor incremental. Não estamos falando apenas de capturar uma demanda que já existia, mas de gerar novas compras, aumentar frequência e influenciar decisões também dentro da loja física. Isso tem impacto direto em três frentes que são críticas para o varejo: aumento de tráfego qualificado no ponto de venda, crescimento de ticket médio e maior fidelização do consumidor.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto importante é que os afiliados passam a ter um papel ainda mais estratégico. Eles deixam de ser apenas um canal de conversão online e passam a atuar como ponte entre influência e venda, direcionando o consumidor até a loja física com intenção clara de compra.&nbsp;Isso é especialmente relevante no mercado brasileiro, em que os publishers são extremamente dinâmicos e a troca de links e priorização de ofertas acontece de forma muito rápida, sempre baseada em performance. Levar esse modelo para o offline aumenta ainda mais o potencial de escala, mas também exige do varejo mais agilidade, clareza de proposta e capacidade de execução.&nbsp;</p>



<p>Olhando para frente, a tendência é clara: o crescimento do <em>retail media</em> no ambiente físico, combinado com dados mais claros também no offline e estratégias de performance, deve transformar ainda mais a forma como marcas se conectam com consumidores dentro das lojas.&nbsp;</p>



<p>Nesse cenário, os afiliados ganham um novo papel, atuando também como um elo entre canais, conectando dados, influência e conversão de forma integrada.&nbsp;No fim, não se trata mais de digital ou físico. Trata-se de acompanhar o consumidor e, principalmente, de conseguir medir e escalar aquilo que realmente gera resultado.</p>
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		<title>O celular como centro da estratégia de afiliados: o que o M-commerce ensina sobre consumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Nobre]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 17:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos uma transformação silenciosa, mas profunda, na forma como as pessoas consomem. O celular, antes coadjuvante em estratégias digitais, tornou-se o protagonista absoluto da jornada de compra. No Brasil, mais de 61% dos consumidores já utilizam o smartphone como principal ferramenta de apoio às decisões de consumo, seja online ou em lojas físicas, segundo um [&#8230;]]]></description>
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<p>Vivemos uma transformação silenciosa, mas profunda, na forma como as pessoas consomem. O celular, antes coadjuvante em estratégias digitais, tornou-se o protagonista absoluto da jornada de compra. No Brasil, mais de 61% dos consumidores já utilizam o smartphone como principal ferramenta de apoio às decisões de consumo, seja online ou em lojas físicas, segundo um levantamento da Visa Acceptance Solutions que investigou o comportamento de compra digital em oito países.&nbsp;</p>



<p>Globalmente, estima-se que 30% da população digital já faz compras diretamente pelo celular, e esse número continua em expansão, de acordo com dados da Sellers Commerce.</p>



<p>O que estamos presenciando é o fortalecimento do M-commerce, o comércio via dispositivos móveis, como força motriz do varejo digital. A América Latina, por exemplo, será a região com maior penetração mobile do mundo até o final deste ano, com quase 60 milhões de novos usuários — muitos deles no Brasil, segundo o eMarketer. Isso não é apenas um indicativo de volume. É um sinal claro de comportamento, oportunidade e necessidade de adaptação. Embora o objetivo final continue sendo a conversão, a jornada mobile é diferente da jornada no desktop&nbsp; e isso importa, especialmente no contexto de programas de afiliados.&nbsp;</p>



<p>A experiência via celular exige integrações específicas para garantir rastreabilidade, desempenho e fluidez, afinal o usuário mobile busca&nbsp; navegar com facilidade, comprar com poucos cliques e manter-se dentro do ambiente em que começou sua jornada. No universo de afiliados, isso significa escolher parceiros que já dominem o ambiente mobile, como aqueles com apps próprios ou plataformas responsivas,&nbsp; e assim garantir que toda a infraestrutura esteja preparada para rastrear e atribuir corretamente cada venda, mesmo que ela ocorra dentro de um aplicativo.</p>



<p>Hoje, o mobile já representa metade das transações em programas de afiliados e cresce de forma consistente. Isso acontece porque ele acompanha o consumidor onde quer que ele esteja — no metrô, na fila do banco, no intervalo entre reuniões. É um canal de conveniência e oportunidade. Tecnologias como tracking in-app e deep linking trouxeram um salto de eficiência para campanhas nesse ambiente. Elas permitem que o consumidor finalize sua compra no app da marca sem rupturas — e que o afiliado seja corretamente remunerado por isso. Com isso, as taxas de conversão sobem, os parceiros ganham mais e a experiência do usuário melhora.</p>



<p>Na prática, diversos publishers têm registrado um aumento significativo nas transações feitas em ambiente mobile. Analisando os dados de 2025, na categoria de clubes de benefícios de grandes bancos e métodos de pagamento que são publishers Rakuten, vemos que 95% do total de vendas geradas vêm do mobile — um indicativo claro da relevância do canal na jornada de compra do consumidor. Assim como a categoria de influenciadores, que também se destaca, com mais de 83% das suas vendas originadas em mobile.</p>



<p>Também observamos crescimentos de share relevantes ano a ano. Entre 2024 e 2025, a categoria de influenciadores teve um aumento de mais de 8% nas vendas vindas do ambiente mobile, enquanto sites especializados em cashback registraram um crescimento de 15%. Já os clubes de benefícios de grandes bancos apresentaram um aumento de 5% no share de vendas originadas por mobile — reforçando que o canal segue em plena expansão.</p>



<p>O sucesso no M-commerce, especialmente em estratégias de afiliados, passa por um conjunto de boas práticas. Começa com design responsivo e carregamento rápido, já que a lentidão mata conversões. Em seguida, entra o UX otimizado: formulários simples, botões intuitivos e um checkout que exija o menor número possível de etapas. Um ponto é decisivo: a jornada deve ser fluida, seja no app ou no navegador. O usuário não quer perceber transições, ele só quer concluir sua compra sem atritos e fazendo a jornada que ele escolher. Para isso, é essencial que o tracking funcione do clique até a conversão, independentemente de onde ela ocorra.&nbsp;</p>



<p>A rastreabilidade, por exemplo,&nbsp; é um pilar essencial nesse processo. No mobile, os desafios são maiores: cada sistema operacional, navegador ou app pode seguir lógicas diferentes. Por isso, é fundamental trabalhar com soluções tecnológicas capazes de capturar e atribuir corretamente a conversão, garantindo justiça na remuneração dos afiliados e eficiência para as marcas.</p>



<p>As soluções tecnológicas, aliás, não param de evoluir. O mercado já dispõe de soluções que permitem capturar dados mais granulares e estratégicos, como nome do produto e quantidade de itens comprados. Essas informações não apenas alimentam a inteligência de campanhas, como fortalecem a transparência entre todos os envolvidos. Com mais dados, no entanto, vêm mais responsabilidades. É imprescindível respeitar legislações como a LGPD, visando obter consentimento claro do consumidor e operar com total clareza na jornada digital. Além disso, práticas éticas no relacionamento com afiliados&nbsp; como atribuição justa e comunicação clara são igualmente essenciais para sustentar um ecossistema saudável e confiável.</p>



<p>O celular já é o principal canal de vendas digitais no varejo global, com expectativa de movimentar mais de US$ 4 trilhões até 2025. Isso exige que marcas e afiliados repensem suas estratégias com uma mentalidade mobile-first, colocando a experiência do consumidor no centro. Para líderes de negócios, o recado é claro: adaptar-se ao M-commerce não é uma questão de escolha, mas de sobrevivência competitiva. E para os profissionais de marketing digital, trata-se de dominar o jogo com as ferramentas certas, os parceiros certos e,&nbsp; sobretudo, a mentalidade certa. Porque, no fim, o mobile não é apenas um canal, mas o reflexo de uma nova forma de consumir, pensar e viver o digital.</p>
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