Carnaval é tempo de festa, mas a diversão também requer cuidados. Sabe aqueles minutos de espera até o aplicativo do banco abrir para a finalização do Pix no meio da folia? Eles podem custar caro, e não apenas pelo consumo da internet.
Durante o período dos festejos de 2025, por exemplo, o programa Celular Seguro, do Ministério da Justiça, registrou mais de 2,4 mil alertas de bloqueio de celulares em apenas cinco dias. Em ambientes cheios e com distrações constantes, adotar medidas preventivas deixou de ser um cuidado opcional para quem quiser ter um Carnaval sem sobressaltos.
Segundo a Associação Brasileira de Segurança Cibernética (ABRASECI), a adoção de ferramentas como autenticação biométrica, bloqueios automáticos de tela e uso de múltiplos fatores de autenticação é considerada uma das principais medidas para reduzir o risco de acessos não autorizados a contas e dados financeiros em dispositivos móveis, especialmente em ambientes públicos ou com grande circulação de pessoas.
Nesse contexto, optar por formas de pagamento que minimizem a necessidade de navegar por múltiplos aplicativos de banco pode ser um diferencial em meio à folia. Uma delas é a realização de transferências diretamente em aplicativos de mensagem, sem alternar para o app da instituição financeira, uma abordagem que pode reduzir o tempo em que o celular fica vulnerável a roubos ou a redes públicas pouco confiáveis.
Uma das empresas que têm explorado essa possibilidade é a fintech Appmax, que está à frente da conta digital Max. A operação se dá 100% por inteligência artificial, permitindo que os usuários façam e recebam transferências usando comandos de texto, imagem ou voz dentro do WhatsApp, sem precisar abrir o aplicativo do banco.

Segundo a vice‑presidente e cofundadora da Appmax, Betina Wecker, a ideia do Max surgiu a partir de comportamentos reais de empreendedores e consumidores. O objetivo da conta digital é simplificar a vida financeira dos dois lados. “O Max foi projetado com base em princípios de usabilidade e segurança integradas: a experiência é conversacional, intuitiva, mas respaldada por múltiplas camadas de autenticação. O usuário não precisa memorizar fluxos ou localizar comandos específicos, basta interagir de forma natural, enquanto o sistema garante a integridade da transação. Na nossa visão, segurança não deve gerar fricção e, sim, andar ao lado de quem utiliza o serviço”, avalia a executiva.
O Max oferece recursos de segurança pensados para contextos de maior risco, como o Carnaval. É possível definir limites personalizados para transações, configurar verificação facial nas operações e aplicar regras específicas por tipo de pagamento. Em caso de roubo ou perda do celular, o bloqueio da conta pode ser feito imediatamente pelo site, sem necessidade do aparelho ou login. As transações são protegidas por criptografia, e o atendimento funciona 24 horas por dia, garantindo suporte mesmo fora do horário comercial.
A Appmax é uma fintech especializada em soluções de pagamento para e-commerces e negócios digitais. Desde a fundação em 2018 pelos irmãos Marcos Wecker e Betina Wecker, a fintech nascida no Rio Grande do Sul já movimentou mais de R$ 12 bilhões em todo o Brasil e, recentemente, alcançou a marca de 100 milhões de pedidos processados. Atualmente, tem mais de 290 mil sites cadastrados e mais de 300 colaboradores.