
A Monking, empresa especializada em inovação para o marketing e para marcas, consolida em 2026 uma de suas principais apostas estratégicas: um laboratório audiovisual baseado em inteligência artificial generativa. O espaço foi desenhado para sustentar crescimento, escala e eficiência em um mercado cada vez mais pressionado por velocidade, volume e diversidade de formatos de conteúdo.
Com o uso de IA generativa combinada à curadoria humana, foi estruturado para acelerar a produção audiovisual, reduzir custos e ampliar a capacidade criativa das marcas. O laboratório reduz entre 60% e 75% o tempo de produção em relação aos modelos tradicionais e gera uma economia que pode variar de 50% a 80%, dependendo do escopo do projeto. No mesmo intervalo de tempo, também é possível criar de cinco a dez vezes mais variações de peças, ampliando o potencial de testes, ajustes e personalização de campanhas.
Desde sua implementação, o espaço viabilizou projetos para marcas como Levi’s, Globo, Sabesp, iFood, Johnson & Johnson, Itaú, UFC e Bioextratus, em entregas que vão de campanhas publicitárias a conteúdos digitais de alta complexidade, como FOOH e CGI.
Instalado no LinkLab, hub de inovação da ACATE, em Santa Catarina, o laboratório funciona como um ambiente permanente de experimentação e desenvolvimento de novos formatos de mídia. A operação integra tecnologia, direção criativa e estratégia de marca em um fluxo mais enxuto, mantendo consistência estética, storytelling e posicionamento mesmo em escala.
“A inteligência artificial, quando aplicada com método e curadoria, se torna um motor de crescimento. Ela nos permite escalar a produção, testar mais rápido e tomar decisões criativas com mais dados, sem perder o olhar estratégico”, afirma o CEO e fundador da Monking, Eduardo Vieira. Segundo ele, o espaço é uma peça-chave para sustentar a expansão da empresa ao longo de 2026 e nos próximos ciclos.
Como parte da evolução do projeto, a Monking passou a operar o laboratório em parceria com a Treehouz, startup especializada em criação de conteúdo com inteligência artificial, que contribui com o desenvolvimento das ferramentas e dos fluxos tecnológicos utilizados. “A lógica não é substituir pessoas, mas amplificar a criatividade e acelerar decisões”, explica o fundador da Treehouz, David Chang. Um vídeo social de 15 a 30 segundos, que tradicionalmente levaria de duas a três semanas para ser entregue, passa a ser produzido em três a cinco dias.
Planos para o futuro
O laboratório audiovisual é um dos pilares de uma estratégia mais ampla de crescimento da Monking para 2026. Entre os próximos movimentos estão o desenvolvimento de soluções escaláveis para democratizar o acesso à produção de conteúdo com IA, incluindo produtos digitais e modelos SaaS, com o controle criativo humano no centro do processo.
Outro eixo relevante da estratégia é a expansão dos estúdios autônomos de gravação de podcast e videocast, batizados de Monking Play. As primeiras unidades já estão em operação em São Paulo, sendo uma com acesso aberto ao público e outra exclusiva para a comunidade do Cubo Itaú. Ambas funcionam de forma totalmente automatizada, da reserva do espaço à entrega do material editado por inteligência artificial. A expectativa é escalar o modelo para outras cidades ainda em 2026.
Além disso, a empresa pretende ampliar sua atuação em eventos e experiências presenciais. A proposta é descentralizar discussões e levá-las para regiões e cidades ainda pouco exploradas pelo mercado de inovação.
Sobre a Monking
A Monking é uma empresa especializada em inovação para o marketing e para marcas, com pilares de planejamento estratégico, baseado em comunicação criativa e com alto uso de tecnologia em empresas como Ambev, Natura, iFood e Itaú. Fundada em 2016, em Florianópolis, nasceu para atender empresas regionais e evoluiu para referência nacional, com sedes também em São Paulo e Rio de Janeiro. Parceira do Cubo Itaú e premiada pelo Startup Awards e 100 Open Startups, a Monking trabalha em mais de 25 eventos anuais.