A adoção das últimas inovações tecnológicas no ambiente de trabalho fará com que cerca de 40% das competências consideradas essenciais hoje se tornem obsoletas até 2030, de acordo com a 5ª edição do relatório Futuro do Trabalho, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial em conjunto com a Fundação Dom Cabral.
Segundo o estudo, entre as empresas brasileiras, 90% pretendem aprimorar suas habilidades nos próximos cinco anos, e 58% esperam contratar profissionais com novas competências, sobretudo relacionadas a novas tecnologias. Já para o levantamento global da Ipsos, especializada em pesquisas e consultoria de mercado, 42% dos brasileiros acreditam que podem perder o emprego em razão da IA, e 61% esperam transformações no ambiente profissional.
Com base nessas previsões, o FOBO (Fear Of Becoming Obsolete, ou medo de se tornar obsoleto) vem se consolidando como um problema cada vez mais frequente entre trabalhadores de todo o mundo. Diante desse desafio, a Odilo, edtech espanhola que transforma a forma como pessoas e organizações aprendem em um ambiente digital unificado, propõe cinco passos simples para superar o FOBO em qualquer empresa:
1- Identificar e medir o impacto na equipe
O primeiro passo para enfrentar o FOBO é reconhecer que ele não é um fenômeno isolado. Pesquisas internas e conversas abertas são ferramentas que ajudam a identificar e medir a intensidade desses casos. Elas também são fundamentais para analisar lacunas de competências e transformar essas informações em planos de ação concretos, além de permitir diagnósticos periódicos que avaliem a situação de cada colaborador nesse aspecto.
2- Aprendizagem contínua: as oportunidades de upskilling e reskilling
A atualização constante de habilidades e conhecimentos é essencial para garantir que nenhum membro da equipe fique para trás e, ao mesmo tempo, para promover o crescimento pessoal e profissional no ambiente de trabalho. Assim, cada pessoa continua oferecendo o melhor de si e contribuindo para o desenvolvimento do negócio.
É crucial que as empresas dediquem parte da jornada de trabalho ao desenvolvimento de programas de formação alinhados à estratégia corporativa e compatíveis com as atividades de cada função e departamento. Da mesma forma, é importante considerar competências transversais, como habilidades tecnológicas e digitais, garantindo que cada profissional permaneça relevante e competitivo.
3- Personalizar as trilhas de aprendizagem
Também é fundamental que os programas se ajustem às capacidades, necessidades e pontos de partida individuais. A estratégia é oferecer trajetórias formativas flexíveis, que avancem no ritmo de cada colaborador. Isso transforma o aprendizado em uma experiência mais fluida, motivadora e enriquecedora.
Nesse contexto, o diferencial das plataformas de aprendizagem mais avançadas está em suas recomendações de conteúdo baseadas no perfil profissional, permitindo que cada pessoa construa sua própria rota formativa e acompanhe suas conquistas, conectando o progresso educacional a reais oportunidades de crescimento dentro da empresa.
4- Mentorias reversas: um impulso necessário
Promover que os colaboradores mais jovens capacitem profissionais mais experientes no uso de novas tecnologias estimula um aprendizado bidirecional e cria uma cultura de colaboração. Essa abordagem intensifica a troca de conhecimento, reduz a lacuna digital e fortalece a coesão interna.
Os programas de mentoria reversa formam duplas intergeracionais nas quais cada participante tem metas e responsabilidades definidas, enquanto a empresa atua como facilitadora do processo, garantindo que o aprendizado não dependa unicamente da iniciativa individual.
5- Fomentar uma cultura proativa de experimentação
O aprendizado deve ser parte fundamental da rotina profissional. A criação de espaços de inovação, oficinas para aprofundar conhecimentos e sessões de testes de novas ferramentas tecnológicas são exemplos de ações que podem transformar o FOBO em curiosidade e proatividade.
Essas iniciativas fortalecem a resiliência e a capacidade de resposta diante de novos desafios. O processo pode ser ainda mais potente quando há reconhecimento público da participação dos colaboradores, dos sucessos alcançados e dos aprendizados derivados de erros e experimentações.
“Superar o FOBO não deve ser responsabilidade exclusiva do trabalhador. É um chamado urgente para uma ação conjunta entre organização e colaborador. As empresas precisam oferecer oportunidades reais de desenvolvimento que estimulem a motivação, a resiliência e o crescimento das equipes, enquanto cada profissional deve assumir seu próprio papel para continuar agregando valor indispensável à sua função”, destaca o Global VP Corporate Sales da Odilo, Iván López.
Sobre a Odilo A Odilo é uma empresa de educação digital que permite que qualquer organização crie seu próprio Ecossistema de Aprendizagem, oferecendo aos seus usuários acesso ao maior catálogo de conteúdo educacional multiformato do mundo e a possibilidade de criar todo tipo de experiências de aprendizagem sem restrições. Já foram criadas mais de mil plataformas, permitindo o acesso a 170 milhões de usuários em cinco continentes. Odilo, o maior ecossistema educacional do mundo, possui acordos de conteúdo com mais de 7.300 fornecedores de conteúdo educacional digital em todos os formatos (cursos, aplicativos interativos, vídeos, podcasts, imprensa, revistas, audiolivros, e-books, etc.). A Odilo é uma empresa multivertical que promove a aprendizagem em empresas privadas, escolas públicas e privadas, universidades públicas e privadas, formação profissional certificada, administração pública e governo.

